domingo, maio 31

Há algo que permanece

Há algo que permanece nos meus braços, agarrando-se ao meu pensamento, que me impede de adormecer descansadamente como se não ouve-se amanha.
E penso eu, que aquilo que imagino me faça alegre, pois sei que são apenas, puros momentos.
Espero por pessoas que não conheço. Espero por momentos que não sei se irão acontecer. Espero por tudo e nada faço para deixar de esperar. Fico furioso comigo mesmo. Se eu quisesse teria capacidades para ter tudo e no entanto nada faço para tal acontecer. Não sei se é medo se é vergonha se é outra coisa. Sei que alguma coisa me falta para me ver livre desta "vergonha" que permanece dentro de mim e que cada vez mais me impede de viver à maneira desejada. Nada do que eu faça, tem valor. Não existo. Imagino-me existir. Não me reconforto, não me completo. Não me preencho, não me sinto. Não me vivo, não me crio. Vivo dentro de um corpo que... Bem que sentimento estranho. Terei problemas? Quando olho para mim e começo a pensar... Toda a magia se perde. Tal como estou agora neste momento sentado no meu lugar vazio, abandonado à mais de 13 anos. Este lugar que me alivia as dores que permanecem no peito. Que me desfaz memórias com a capacidade e uma forma invisível, que me alivia das dores de todos os espinhos cravados no peito.
Terei necessidade de contar tudo aos outros, para apenas me darem valor? Valor a parte de mim e À minha existência? Andarei a preencher algum vazio? Estarei à espera que algo de bom aconteça com o que escrevo diariamente neste espaço do mundo?
Tormenta-me as pernas e todos os seus compostos. A mente já começa a pesar.
Os dias são passados de forma curta. O tempo é cada vez mais curtos. Os momentos de alegria e de dor são muito mais pequenos e menos frequentes. Apenas resta espaço e tempo que sobra para a melancolia de um sentimento / pensamento desconhecido. É uma melancolia que nem me faz chorar nem sorrir, apenas existe.
A vida permanece ligada à corrente, Não sei quanto mais cabo tenho. A vida continua. Largar o amor das coisas e partir para outras emoções. Novas e irritantes.Novos hábitos e vícios.

Estranho sentimento este.
Estranho pensamento este.
Estranho momento este.

A incerteza do futuro. As pessoas que passam por mim. O seu futuro a ser preenchido sem a minha presença. A sua capacidade de continuar sem mim. Pessoas que foram importas que agora fazem de conta de que nunca lhes fui nada. Destroça-me o coração ter de partir como elas. De lhes virar as costas e prosseguir o caminho que não tenho traçado no mapa. O caminho que não criei, por pensar que iria sempre viver e passar com essas pessoas para o resto da minha vida. O que fiz aos outros, estão os outros a fazer-me a mim. Quero parar de estar neste estado parado e melancólica onde nem vou nem me deixo ir. Nem voo nem caio. Estou parado no tempo. Fiquei sem vida. Não sei o que fazer a seguir. Sinto-me impotente da vida que tenho. Pressinto que não irei chegar a ver o por do sol novamente como desejava ver com a pessoa que aguardo precipitadamente e com a ansiedade que me desfaz gostos e prazeres.

A minha mente debita sentimentos que não quer que tu saibas. Desconfio de mim mesmo e nada posso fazer para mudar isso. Preciso apenas de ser mais saideiro.

Vais Tu? - Vou Eu?

Retirada da Internet

Quando te peço para me deixares, porque é que simplesmente não me largas e me deixas ir de uma vez? Deixa-me. Ou mostra que ainda gostas de mim e dá-me uma boa razão para continuar-mos de mãos dadas neste tempo que permanece parado desde o dia que acordas-te dentro de mim. Gosto de ti a cada dia da minha vida. Agarra-me se queres. Não consegues ouvir? O som da minha incerteza. Quero viver, e estou agarrado a ti. Quero largar tudo e não quero largar nada. O problema é que a porta ainda permanece aberta e eu não sei como a fechar.

Estou a ver que vou ter de ultrapassar tudo isto e seguir o caminho que todos os dias escolho.

sexta-feira, maio 29

memorias mortas pelo tempo

O meu coração parou. Está morto. Seco do teu sangue. Todas as tuas fotografias, estão rasgadas na mesa da cozinha. Chove lá fora. É a chuva da minha doença a crescer dentro de mim. Acreditei como um patinho. Fazias-me sentir um cisne, de uma maneira estranha eu ainda me sentia o patinho feio. Tal como agora me sinto. Sente-me a chorar pelo toque da tua mão no meu cabelo.

Este acumular de agonia. Faz-me respirar o ar puro. Os anjos dos teus sonhos estão no meu peito. Já não te sinto. Já não te cheiro. Dás-me pequenos apertos no coração. A minha ingenuidade torna-me fraco nas tuas mãos, uma autentica marioneta. Tu partes, tu pagas.

Tira esta respiração do meu peito. Corta-me a garganta, pois eu estou melhor morto. A minha vida foi desperdiçada. Agora vejo o que está escondido dentro de mim. Nunca mais te irei perguntar ou pedir seja o que for.

Eu sei que sou feio. Sei o monstro que habita em mim. Mas nenhum será tão diferente como o meu. Mas ser diferente já não importa. O que importa é se dá ou não para comer, se dá ou não para curtir, se dá ou não para ter sexo.

Que importam os outros? O que aconteceu com outras pessoas fica parado no passado. O que mais interessa é que este momento se transforma em alegria desmedida! Que importam? Para quê?

Aquele momento de admiração que senti pela tua voz. Lágrimas do meu sofrimento não significam nada para ti.

And here are some words for you. I don't want to love you anymore. I search my heart hoping not to find you. Love just a satisfying word. Just a lie. These moments will pass bye. Goodbye.
Fallen words Broken letters

Enquanto caio, ouço o meu coração bater. Tudo o que eu queria era.... Tu foste o diário da minha historia. Eu tento chamar-te, mas a garganta está demasiado seca e frágil. Sinto as emoções a vir, e a paz comigo mesmo. Encontrei um santuário.

Salto da janela. Vejo a beleza do azul do céu. Respiro devagar. Aproximo-me lentamente do chão. Estas paredes não conseguem aguentar a minha existência. Morro enquanto vivo. Sem ti, em nada me torno.

quinta-feira, maio 28

Vou ter saudades minhas!

Vou ter saudades minhas quando morrer!!

Irrealidade descontrolada

EXECUTION by *paRanOYiqzz

Bate palmas. Porque estás tão séria?
As minhas mãos estão a segurar-te bem. Não te preocupes.
O que é que me fizeste?
Conta-me que esta é a ultima vez que estou contigo.
Desculpa por não me rir.
Mostras a beleza sem significado, causando uma enorme falsidade.
Dás-me música, como eu te canto as notas para me matares.
O meu peito arde com as memórias do medo. E os teus pulsos cortados, mostram a aflição de me quereres segurar e apoiar nos momentos mais difíceis, e saberes que não estavas presente. O teu silencio magoava-me mais do que as tuas mentiras, mais do que as tuas fisgas nas costas. Mais do que tudo.
A nossa vida, mal começou. Perdi-te agora num para sempre infinito.
Não me desejes nada mais do que a felicidade exponencial e abstracta dos teus beijos e abraços que já não sinto.
Dou-te flores com o teu perfume preferido. Não me deixes sim? Onde estou eu quando mais precisas de mim? Como se posso ajudar meu anjo caído do céu.
Mata-me. E nada em todos estes dias corridos, mostram o destino do nosso coração. Mas mostra as feridas de cada um, os olhos que soltam lágrimas e as veias que se esvaziam com o tempo e o medo da não aceitação de imperfeição de cada um. Juro que não passei por ti sem querer. Via-te sempre de outra maneira, para lá da linha do horizonte. Conta-me, que tudo isto é o destino e não uma manha das nossas memórias. Eu digo que te adoro, o que quero realmente dizer é que és perfeita e que te amo com o coração bem colado ao corpo para o impedir de sair cá para fora e apedrejar qualquer pessoa.
Eu, sinto muito. Choro sangue. E em ti escorrem lágrimas de sangue tal como eu.
I need you around me.

Vê estas feridas dentro de mim. Não me peças desculpa. Não vou pedir nada.
Não fujas anda cá.

Um dia uma rapariga da qual eu amei muito. À qual conhecia muito pouco. Essa mesma pessoa que não me queria dizer nada sobre ela. Mostrou-me o amor iguista que existe dentro de cada um de nós.
Faz isso faz. Rasga todas as nossas fotografias, todas as minhas prendas, tudo o que eu te dei. As almofadas de amor, os brincos e os anéis que te ofereci em cada mês que passava de relação. deita fora todas as recordações que tens de mim. Todas as prendas de todos os teus anos.
Prendo-te contra o meu coração, para manter estes sonhos acordados.
Quero sussurrar ao teu ouvido que o teu amor é uma dúvida para mim.
O meu mundo está partido só espero que aguente até ao próximo choque.
Deixaste-me engasgado agora. Com um aperto no peito bem forte.
A luz que sai de ti, ilumina o que está à minha volta, e o que está à minha volta, é a tua felicidade. Não há sinais. A vida é demasiado preciosa para ser perdida para sempre.
Posso ser tudo e sei que sou tudo. A única coisa que não sou, é aquilo que deveria ser. Sei que dou tudo, mas também sei que posso tirar tudo.
A tua bonita voz, grita ao meu ouvido. Jurando que me ama a alma permanentemente rejeitada por si própria. O sangue do meu sonho chega para me fazer afogar nas lágrimas do meu próprio desejo. Queres saber o que é? Não quero começar nada. Não quero que te fique guardado na memória. Não te posso contar. Não me culpes, nem grites comigo por favor. Esquece o passado comigo. Pronto, pronto, faz o que bem entenderes.

As tuas palavras deixam marcas na minha alma, tal como a água faz marcas na areia da praia assim engolida.

Ainda espero encontrar-te, pessoa desconhecida do meu mundo prestes a desaparecer recentemente. E o amor continua a consumir a minha vida e todas as minhas forças. Mas eu tenho de ser forte e resistir à tentação de te querer. É mais forte do que eu, querer alguém como tu. Tu que insiste em permanecer e aparecer em todos os meus sonhos. Apareces com um vestido negro e cabelos compridos olhando completamente para baixo, com uma voz meiga e face tapada. A tua voz dispersa as minhas eternas memórias. Afogas-me o coração para não ter mais que sentir e pensar naquilo que me consome.

O tempo não cura, apenas aplica uma pequena camada de tranquilidade perante o que já passou.
O tempo não cura!

Sinto saudades do que não controlava. Querer viver um sonho com a esperança calejada nas mãos. Sinto a chuva a escorrer pelo corpo pousando levemente no chão.

Quem me dera... Quem me dera...

Se hoje vieres...
Quero saber...
Se é no coração que me sentes...
É de ti que eu gosto!!!
É de ti com quem eu quero ficar para sempre!!!

O profundo do meu ser, oculta sentimentos incompatíveis e indescritíveis.
Activa-me a memória de um ninguém que nunca existiu dentro de mim.
Cria cenários baseados em nada. Deixando-me sentir o que nunca vivi.
Faz-me acreditar de que aquilo que eu penso é um sentimento real.
Falando de outro modo. Sinto o que imagino e imagino o que sinto.
Tal como Fernando Pessoa dizia:

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.


O meu único e grande medo, é deixar para trás esta bela e maravilhosa mente.
Esta mente que me deixa orgulhoso de a ostentar com todas as minhas forças.
Esta mente que é minha, esta mente que criei no colo de tanta ternura e meiguice.
Afirmo e sublinho que, vivo dentro de mim e não há nada mais lindo para mim, do que a minha liberdade mental.
É medo de não poder continuar a tratar tão bem desta pequena coisa que nem chega a existir.
Incapaz de a gravar numa pedra, ou numa árvore.
Resta-me apenas chorar para a sentir nos meus ténues momentos de agonia e sufoco amoroso.
Quero escrever o mais possível. E que venha alguém que leve com ela/a parte deste meu pequeno mundo secreto que escondo de todos a tempo inteiro na esperança de que a ninguém a consiga tirar de mim.
Sou parte do que não consigo viver, por mais que tente.
Irei sempre imaginar aquilo que não consigo ter ou sentir.

Sou o meu próprio filho.
Sou o que nunca ninguém foi...
EU!!

Não quero voltar.

Se acabar uma relação, um namoro, causa esta dor tão grande...
Então... eu não me quero apaixonar novamente.

quarta-feira, maio 27

Inalteração

Reflectindo sobre as coisas de baixo deste sol que me aconchega a alma nua e pálida. Aquece-me o coração e afoga a respiração sentida no meu peito. Causa o calor que me faz respirar e transpirar de harmonia. Levanta-se um vento áspero que me faz estremecer de nervosismo. Embate no meu peito, fazendo pressão para mo rasgar de uma vez só. Calor pelo respiração profunda que me dá beijos de contemplação assim como de paixão. Estou ao sol esperando ao teu lado pelo sentencioso beijo que transmitirá amor, afecto e compaixão. Fecho os meus olhos. Sentindo o vento passar. Recordo-me do momento em que te senti a abraçar.

terça-feira, maio 26

Sou um amigo esquisito.

Sou um amigo esquisito. :)

E então o meu nome?

What about my name?
Ama as minhas asas brancas.
Ama, tudo o que há em mim.
Mente sobre tudo.
Acredita em mim, por mais estranho que seja e pareça.
Vem comigo, para esta noite escura de um inverno já comprometido.

Acende-me

Acendes a luz do meu pequeno mundo.
Corro para fora destas 4 paredes.
Apertam-me tanto que me deixam mudo.
Aguardo por aquilo que pretendes.

Navegando um sentimento. Velejando ao sabor do vento. Enquanto a distancia causa uma saudade sentida. Hoje é um dia para soltar as velas e velejar pê-lo mar de outra era já perdida. Desenhando outro horizonte, com a paixão de desvendar a neblina do sentimento presente. É tão denso, o que penso, sobre ti, mesmo sabendo que não necessito sempre de ti. Esta saudade estranha e preenchida com certas medidas bem escolhidas.

Nesta noite longa.
As amargas rimas.
Criam saudades.
Adormecidas pelo silencio.
Da minha alma esquecida.

Transpira a tua alegria.

Já não consigo parar, de contar as historias da alma, onde não se consegue alcançar. Criança do meu ventre, alegria do meu ser, constante monotonia que torna o dia em arco-iris. Que me importa a mim com o outro. Que se levante da cova e venha-me para me matar.

Que raivazinha que se me dá.

segunda-feira, maio 25

harmonia complicada

Quero morrer, numa noite de inverno, sentindo a chuva a tocar em todo o meu corpo. A tua boca a tocar na minha, e as tuas mãos quentes a aquecerem-me o corpo a cada toque teu. Sentir o meu fim, ao teu lado. Junto ao teu coração, adormecendo ao bater dele. Não quero que exista um fim. Quero continuar. Continuar ao teu lado. Não ter de sair assim da tua vida. Continuar nela durante muito tempo. Sei bem que nada fica ou permanece para sempre, por muito que o queira e o deseje. Sei que não. Sei também que nada será como eu espero ou como quero que aconteça.

Espero por ti todas as tardes, na paragem do autocarro que nos leva até a tua casa.
Correr a praia com as sapatos numa mão e a tua mão na outra.

Por esta vida fora, vou encontrar alguém que me adora. ^_^

Haha harmonia complicada

Sinto-me.

Sinto-me uma pessoa preenchida. :D

domingo, maio 24

Quem não gostar não lê. Simples.
Só digo que é uma pena que as pessoas sejam tão tímidas para falar sobre isto com tanto à vontade. --'

Tive um sonho molhado. :/
Estava eu naqueles preliminares e.... estava eu a vir-me no sonho quando me senti mesmo a vir fora do sonho. :/

Crédo que a mente é do caralho. x)

sábado, maio 23

Quando o mundo parar, vais-te virar contra ele.
A gota de sangue foi derramada para dentro do coração partido.
Partido por todas as mentiras ditas e recebidas.
Repara no perdão a caminho da tempestade.
O chão de vidro parte-se à tua passagem.
Eu cravo as minhas mãos no coração, na esperança de o conseguir fazer parar.
Quero provar que estou errado em tudo.
Nem com a minha voz delicada o consigo fazer.
Apanho vergonha do que mais temo. E a culpa continua a crescer.
Amanha quero amar-me, mas acabo sempre sozinho.
O meu amor não se consegue levantar.
Já nem as prendas que te ofereço servem para me conter em ti.
Hoje, apercebo-me, de que devo dizer tudo sem ter medo e remorsos.
Eu sempre pensei primeiro. Em ti!

Não me quero justificar. Pois sei que não vai valer apena.
Estas mentiras, são bocados de espelhos.
Sente só o que me vai cá dentro.
Continuo a sentir-me perdido.
Sinto-me tão bem assim por tantos instantes.

O que pouco interessa já não se manifesta.
Culpo sem ter razão, cuidado com as costas.
Mantém a respiração constante, pois isto ainda não acabou.
Eu não consigo encontrar a tua mão.
Estarei sem forças?
Começo a ter medo de estar sozinho.
Assim queria ficar. Cada vez é mais dificil de estar.
À vontade comigo já eu estou.
Precisarei realmente de uma pessoa?
Cuidado eu consigo sentir.

Ainda espero pelos teus gritos a meio da noite.
Os flash's dos antigos tempos que forço esquecer.
Não me dão tempo para sequer escrever.
O que é que eu fiz?
Com uma mente tão bonita. O que é que lhe fizeste?

Though I can't spend my time with you & me

A sociedade só existe porque alguém tinha e tem medo de crescer sozinho e sem ninguém com quem partilhar experiências de vida e coisas do género. Impedir -te de crescer como quiseres. Fazendo assim a tua vida. Prende-te porque não quer que sejas feliz à tua maneira, mas sim à de toda agente.

quinta-feira, maio 21

Gentis de outra era


Gentis de outra era.

Sinto-os como se vivessem comigo.
Com aquele sentimento de passividade como nos anos 80 nos restaurantes de luxo, onde o som de fundo pertencia ao murmurar de todas as falas de todas as pessoas existentes nas suas salas.

Vejo-os por toda a parte. Os gentis que hoje conheço, é como se lhes da vida conhece desde a sua adolescência. Fazem parte de mim as raízes que criaram em cada lugar por onde colocavam os pés. Estes pés que eram firmes e bem formosos, pousando com firmeza o chão por onde todos os dias passavam, afirmando-se perante si próprios a capacidade de evoluir tão interiormente que por fora mal se notava o avanço que pessoas como eles, como eu, tinham em relação às outras pessoas.
Corriam salas de espectáculo, entretendo a mente, clarificando ideias e modificando alegrias e bem estares. As letras preenchiam o seu coração e faziam parte do seu amor.

Amam as palavras, como as mães amam os seus filhos.

Repousando na sua cama, entravam nela, a formar e compondo poemas e textos, de pensamentos cansados e deveras gastos com o passar de toda uma idade atarefada, de desgaste da mente. Acordam com as ideias frescas e bem compostas, formando assim as belíssimas e maravilhosas palavras que alguma vez se escreveu nesta língua e país onde se fala o português sendo o seu país, um país de belos e formosos poetas e escritores "Portugal". Portugal, que para mim significa, nascer com o que de melhor se pôde ter desejado. Um país tão lindo e tão rico como o nosso onde as mentes, crescem a olhos vistos. Tenho orgulho em ser português! Falar e escrever esta língua que faz de mim o que sou e o que não consigo ser. E nestas lágrimas que contenho e outras que se libertam sinto o ardor, a dor, e os fortes momentos que o meu país enfrentou, para ser o que é hoje.
Este maravilhoso mundo chamado Portugal, onde o deus é aquele que escreve aquilo que vive e aquilo que sente.

Sinto-me a morrer a cada minuto que passa e não há nada que possa fazer para impedir isso de acontecer.

Ó Pessoa...
Ó Camões...
Ó Amália...
Vocês, pessoas que admiro tanto, que morreram sozinhos e como apenas mais uns homens que vieram a esta terra gloriosa, que enfrentou mares e tempestades, ventos e marés, para manter a tradição e a vontade de viver nesta ilha que é Portugal. Viram partir a vossa terra mais amada, falando dela, de uma tal maneira grandiosa, que ainda hoje é apreciada e valorizada por tantos que sentem o orgulho de ter o sangue e o vicio de escrever e pensar num Portugal melhor, à medida que caminhamos para o desmoronamento de tudo isto que vocês viram crescer, de tudo isto onde vocês tiveram oportunidade de crescer. Invejo-vos, não pelo que viveram, mas sim pelo que pensavam e nunca chegaram a escrever, que de certa forma, foi mais valioso do que tudo isto em que vivemos que se chama de Terra.

Podes dizer e fazer tudo o que quiseres na tua vida, mas quando for para morrer, perdoa-te.

É escrever, para relembrar que ainda existe uma alma portuguesa que tem esperança de que tudo isto um dia seja muito melhor e que a vida que se vive, não seja de tédio nem de preguiça nem de estupidez social, mas sim de compreensão e de orgulho.

Fazer-te acordar de um sonho, para ver o inimaginável a acontecer perante toda a tua vivência.

Ver-te sorrir! Sorrir Poesia! Para sempre!

Quero ver coisas com os olhos que nunca mais poderei ver.
Não é beleza que quero. É sim ver, pura realidade em perfeita sintonia.

A Língua Portuguesa

Língua Portuguesa, o idioma mais lindo e sonoro do mundo!

By: Alice Negrão

A minha definição de beleza

A beleza, não está nos olhos de quem vê, está nos olhos de quem sente.

quarta-feira, maio 20

Interrupções.

Este mundo é tão frio que chega a gelar o ar que me faz trazer um respirar.
O teu amor é de paralisar a alma da minha querida e mal amada calma.
Crescer a ser que viver sem nunca se esquecer de respirar, e apesar da tua união, este amor cego pela paixão, nunca ira abrir portas à minha pequena infância que já tem uma grande distancia.
Este buraco que me desfaz em pedaços e que me desfaz o coração, com um buraco tão grande que nem o teu amor, não o consegue preencher.
Mais uma que não consegue viver sem uma pila no seio das pessoas. A viagem começa quando gritas pelo "sim". Um amor incapaz de te satisfazes afectivamente, no momento que a mais procuras numa relação. As maneiras e os feitios que impões, sem medir as consequências, são capazes de causar Interrupções.

Consegues ser tão vazia, como o universo e que vivemos.
O baloiço balança ao som do meu coração que se debate sem parar contra o sangue que vem do teu corpo, na esperança de se juntar e fundir com o meu.

O Preto, que tu vestes, faz gritar a branca alma que sustento neste momento.

Caiem as folhas da tua árvore de tenra idade agregada a uma realidade irreal.

Coisas assim assim

Com tendências tão absurdas como se da morte viesse um anjo para nos acalmar e salvar a alma.

terça-feira, maio 19

Cruel irrealidade

unreal by ~mauam

Componho textos como músicas compostas por Mozart.
Encaro este estranho sentimento irrequieto como pura arte.
Mantendo um bocado de negro em cada palavra chave.
Vocalizo pequenas palavras desfeitas até cada parte.

Estou aqui, para te ver morrer. Ele vai-te matar.
Tudo para apanhar um bocado de ar ao lado deste grande mar
Esperando por um olá do teu olhar de cada rodar de sorrisos
Estás com a impressão de estar com outro andar
Que se está aqui a passar? Diz-me porque me estás a agarrar.
Não te piada, estás-me a assustar, larga-me as calças feitas para respirar.
Pensas que me estou a armar, que gosto de perseguir gente como tu
Era ver-te neste momento a rir enquanto o teu amor se está a despedir.
Não era uma grande gargalhada, seria um desistir da vida num momento em que te vinhas
E te apercebias de que não é a subir por cima de tudo que enfrentes as culpas e o medo de cair para te voltares a levantar.
Enquanto estou para aqui a verbalizar, estás tu ai a cair com falta de ar.
Poetizo em rimas de putos a sumir da minha frente enquanto estendo o meu colar de espinhos
De uma juventude de partir as colunas da tua casa.
Podes falar mais alto, mas nunca mais me vais ouvir bem desse lado.
Pensas-te esperto, mas não sabes nem metade daquilo que passei para estar aqui a torturar-te.
Obrigas-me a falar o que não quero. Por favor deixa-me em paz que é aquilo que mais espero.

Guarda a faca caso não querias ficar sem cara.
Aparentas ser mais do que fraca, mostra-me é aquilo que guardas dentro dessa cara.

É já a seguir que estarei a vir para te ferir nesta curta de mijar a rir.

Estamos em Dezembro, mas eu quero aquilo que tens no meio.
Aquele membro que tanto aguarda para ser alargado.
Tens medo? Medo de quê? De que o teu pequeno membro seja mostrado?
Porque tentas lutar contra mim? Estás à mais de 6 horas à espera dum sim.
Queres um sim, mostra-me antes um grande e nem tanto"assim, assim".

Eu adoro quando fazes cara de quem não percebes, quando te infliges cortes sem saber que a dor não é no corpo mas apenas na mente. Choras tanto que acabas por ficar com a mente dormente, esperando com incerteza de que esta seja de vez que te leve e te torne demente. Criticar-te sem parar, assim que me revejo e pestanejo o que não vejo do teu lado do joelho que tapa a visão do meu apreciado desejo. Talvez mostres mais do que eu espere, vá, estou à espera. Cresce enquanto eu te dou aquilo que mais desejas desde os teus 13 anos. Mesmo sabendo que nem isso terias capacidade de o fazer, pois não vives na cidade, com todos os da tua idade, mostrando a grande dificuldade de te mostrares e enfrentares as intimidades das desigualdades de uma qualidade incontrolável da monarquia descontrolável, agradável e destemida que te desmente e destrói o interior sem menos esperar, fazendo de ti mais uma pessoa sem memoria e personalidade. Adoro o que consegues fazer com a língua, parece a lua quando mingua. Que se lixe tudo aquilo que escrevo, e aquilo que improviso nestas cagadas de letras de entretenimento de uma saliva desmedida, com o frio a correr bem lá fora, incontrolável e furioso, capaz de apagar o nome de um mentiroso. Eras capaz de me levar contigo? Duvido que tal consiga acontecer, não és o tipo de pessoa que me consiga fazer vir assim tão de repente como esperas sempre que te atiras às minhas calças. Acalmar o pito é a primeira coisa que te quero ensinar, depois de te amarrar e de cortar uns quantos cabelos que intimidam o meu soluçar de um ofuscante regressar ao voltar ao olhar de um duvidar daquilo que és por dentro da grande mentira que trazes composta por fora, fingindo ser aquilo que és, na realidade, enganando assim quem passa para perguntar quem és e dizeres que és aquilo que não és. Mereces que te dêem com os pés, e que te façam chorar. Sentir diminuída, e perseguida, assim que te violarem com a força toda fazendo de ti só mais uma rapariga desmedida daquilo que és, se já não o és, antes de ser medida.
És pesada de mais para poder passar nesta pousada desta manda, imponente de igualdades da demente mente doente comovente andada e mandada esperando um presente de despedida com grande alegria. Já sabes que não. Não continues.

Não te estiques, mais vale estares ai, do que me fazeres vir, e sujares tudo aquilo pelo que me pedis-te. Eu vejo-te a falar com todos e com todas fingindo ser amigo de cada, num momento em que te apanho com outro com a boca bem aberta beijando o que não devias beijar. Sinto-me capaz de me matar assim como cometer o pior suicídio. Rapaz... Pensas ser esperto, rapariga pensas que sabes tudo. Acabas agora de começar a viver, de respirar e de me comover aquele por quem te fazias depilar. Por favor alguém que me faça mostrar aquilo que deverias respirar sem apenas tentares. Devias estar atenta ao que sempre te dei, usas facas enquanto me apunhalas.
Esse teu novo olhar com o único brilhar para agradar o que queres amar.

Rastejar sobre as pedras irreais da vida.

A ouvir:
Eminem - Stay Wide Awake [YouTube] [Lyric] [MP3 + Lyric]

Paisinho. :D

Coisas que o meu pai me escreve deves em quando.

Nunca quis mais nenhum filho, porque vocês os dois sempre foram as minhas duas metades, mais um filho iria fazer com que houvesse uma terceira parte, e o que queria era ensinar-vos só a vocês, dar-vos o que sei, mostrar-vos o meu mundo, as minhas teorias umas boas outras parvas, queria aprender convosco e aprendo todos os dias. Ter-vos a vocês os dois, foi a melhor coisa que me poderia ter acontecido em termos de ter filhos, claro, porque o euro milhões, também era bem vindo, hehehe, mas ter dois filhos, hummm foi e é uma sensação quase que nem consigo explicar.

As pessoas diziam-me, "coitados, dois filhos, tanto trabalho, vai ser dificil, blá blá blá." Difícil seria se só tivesse tido um. Ter dois filhos gémeos, é sentir-me completo, é esquisito dizer isto, mas é o que sinto, é dividir-me em dois, para no fundo ser só uma pessoa, é falar, é ensinar, é mostrar a duas pessoas diferentes, mas no fundo como se fossem só um filho, é leve dois e pague um
hehehehehehe Nunca me considerei uma pessoa muito esperta em termos de estudos, tenho mais a mania do que outra coisa, e por isso sempre receei que vocês herdassem essa minha deficiência e tivessem dificuldades em acabar o vosso curso, não que eu não confiasse em vocês, mas tinha medo, talvez por ser Pai, um Pai puto, às vezes às vezes chato como o caraças.
Ainda estão no começo do vosso caminho, mas pelo menos estão no bom caminho, obrigado por me terem escolhido para vosso Pai, vocês são um grande exemplo.

Um pai babado faz dois filhos chorar de tanta alegria. :D

Tenho um cabelo rebelde!


Tenho um cabelo rebelde, Pá! =D


segunda-feira, maio 18

É crescer todos os dias

A minha vida não é para ser gasta com pessoas como tu. Sempre me questiono quando é que vou meter na cabeça que é sozinho que estou bem. E que quando o dia "D" chegar que tudo será diferente e a pessoa que me encontrar a caminhar por este mundo que construo todos os dias, que aprecio e admiro, me diga, calma, eu quero caminhar contigo e enquanto o fazemos quero conhecer-te assim como dar parte de mim.

O meu grande sonho é ser psicologo e informático. Mas serei diferente. Tenho o espírito de inovação e de criatividade agarradas ao sangue e a destreza e mente e força para o conseguir.
É a criar que estou bem.

É ser psicologo sem usar comprimidos e ajudar da melhor maneira possível cada pessoa. Não são precisos medicamentos para nenhuns sintomas. É só preciso falar e tocar na ferida e tocar bem fundo no ponto preto da pessoa e mostrar-lhe ao mesmo tempo de que são capazes e que tudo é como eles pretendem que seja. Abrir-lhes a alma e fazer com que sejam livres dentro de si e não fora. Porque é dentro que tudo começa.

Ser informático, para ensinar as pessoas, fazelas aprender e a criar novas tendencias e outro vicio, o vicio de aprender mais e mais. Ensinar as pessoas. Ser sincero e mostrar-lhe o problema, aprendendo ao mesmo tempo. Ensinar e não andar a enganar. Honesto.
É ter capacidade de lhe mostrar de que elas também podem perceber sem muito esforço. E que aprender e saber cada vez mais é a maior arma contra a morte.

É não ter medo de morrer, porque é isso que sei que é certo. Quando digo estar livre dentro de nós é mesmo livres da alma que nos prende só porque temos coisas que nos fazem sentir mal ou que nos prendemos a coisas do passado e a desgostos ou a segredos que temos escondidos e a coisas que não queremos que ninguém saiba sobre nós.
Pensa comigo: Vais morrer, seja aquilo que acontecer, vamos todos morrer, vais ser só mais um, e aquilo que fizes-te pouco ou nada vai importar para este mundo. Sejas rico ou não, andes roto ou não, com pircings ou não, com tatuagens ou não. sejas parvo ou mal educado ou a pessoa mais meiga do mundo ou o melhor escritor do mundo, vais morrer como todos os animais da terra e vais ser só mais um. Agrada-te a ti e só a ti e nada mais do que a ti e aos outros animais que te dão valor e ajudam a melhorar o que és. Cresce todos os dias.

És impossivel!

E dizias tu, ser impossível.

Interesseira de merda. Qualquer dia vais levar uma daquelas "Chapadas Verbais" como eu costumo dizer que nunca mais falas para mim, ou então vais julgar que estou num dia mau, ou que provavelmente te odeio. Aceita as três coisas. Odeio-te cachopa.
Só vens acentuar mais aquilo que pensava sobre ti. Nunca vi uma pessoa como tu. Porra. Cresce. Não uses as pessoas só para o teu bem. Ya, vai à merda, que é aquilo que tu mereces ouvir e duas chapadas bem marcadinhas nessa carinha de anjo. Mentes tanto. É pá, vai lá chorar para os teus amigos. Nunca mais me voltes a pedir nada. Queres um amigo? Faz para tal, não os uses, como me usas a mim.

Odeio pessoas!
Pejôtinha, estou a ficar mais atento, mais meigo, mais maduro, mais um pouco de tudo. :)

domingo, maio 17

O céu azul de uma noite escura.

065 by *ThierryV

O fresco vento, já levantado pelas luzes de um sol que teima levantar-se. Os raio de sol que iluminam a parede do meu quarto, reflectindo-se na minha direcção. Estremeço na cama, com um soluço ofegante. Ouço os teus passos de lentidão, que fazem ranger a madeira do chão do corredor que dá para a sala de jantar. Abres a porta com extremo cuidado para não me acordares. Estás a sorrir, segurando um tabuleiro de alumínio, preenchido com comida para duas pessoas. Chegas-te perto da minha mesa de cabeceira e com cuidado e com um sorriso contido, forças-te para não fazer barulho, tanto a rir como a pousar o tabuleiro. Eu com os olhos entre abertos, acabo por o abrires, quando soltas o pé direito de uma madeira inchada pela humidade, fazendo assim barulho.

- Olá meu amor. Bom dia. Como te sentes?
- Olá. Bem. Que estás a fazer?
- É um pequeno almoço a dois na cama. - Dizes com a alegria de mil crianças na voz.
- humm, estou a ver.
- Não queres?
- Sim, quero, quero. Obrigado. (Beijo)

Cantas a melodia de um outro dia que começa a ser esquecido. O brilho que tinha, deixa de ter tanto valor, da promessa desse mesmo dia. Ficou frágil, a mentira que ficou realidade.
Compensamos sempre. Com um ou outro beijo, de manha ou de tarde. Compensamos sempre a falta de afecto, não sendo preciso choros ou gritos indesejáveis por um pequeno pontinho de carinho. Acalmas o bater do meu coração através do toque dos lábios na minha face ou lábios.
E à noite lá estamos nós em frente um do outro aos risos, sabendo as coisas mais intimas um do outro. Toco-te, abraço-te, faço-te adormecer nos meus braços, fazendo movimentos repetitivos na cabeça num gesto de carinho e profunda amizade e amor. Vejo-te dormir, cara de anjo. Lábios bem vermelhos e pequenos, olhos bem fechados, nariz de marota e "arrebitada".

Ouço os pulmões a tocar bem no fundo do diafragma. Respiras com calma e serenidade enquanto te toco nas pernas limpas de pêlos, macias como as nuvens. Deixa-me cair e repousar no teu colo. Sentir o calor do teu corpo e o forte bater do teu coração enquanto me encosto para o ouvir. Acordo de um sonho. Um sonho onde o branco era a cor principal. O verde, perdia-se na magia dos entre mundos. A beleza que sonhara... Nunca tinha visto, ou sonhado com tal coisa todos estes anos. Sentia-me... Sentia-me num sentimento indescritível por palavras usuais. Teria de ter conhecimento de novas palavras, de palavras mais profunda para descrever tal sonho, com tamanha vivazes e grandiosidade. oh, mas não o conseguiria.

"Quando a certa altura, te sentes capaz de tudo, é quando ainda não fizeste nada diferente." Pedro Mota

Respirar o amontoado cheiro presente no teu corpo. Tocar-te por momentos e dar-te anos de alegria e felicidade eterna. Nunca deixar-te cair, nunca te deixar sozinha. Sentir-te envolvida nos meus braços nos momentos que te sinas só e desvalorizada. Preencher-te com o calor que transpira dentro de mim, pelas vezes que te vejo a soluçar ou a gritar e gemer de alegria satisfação. Transpirar contigo, e chorar contigo. Caminhar ao teu lado, tirando a mão da parte de trás da bicicleta sem rodinhas. Ver-te crescer e viver, merecendo o melhor nos melhores momentos.

É nascer para sempre.

sábado, maio 16

Num inicio sem começo


É a vontade de desistir sem que se queira ir.
Espera-se sempre mais de mim, esperam sempre que fique e que seja igual para sempre. Eu sei.
Sou apenas um moço simpático num corpo bonito e uma mente sobrenatural. E sou um grande mentiroso. E acabo sempre por contar a verdade. Eu faço-me feliz, trago luz para dentro de mim, que brilham sem nenhuma fonte de energia. E é tão fácil de o fazer. Faço-me sentir mal de cada coisa que penso e que sei que não o posso fazer, pois estaria a "enganar" os meus valores. E assim sou sem nada mais a acrescentar. É um começar sem sequer sair do mesmo sitio.

Ir na corrente que me eleva ao ponto mais alto que o próprio ponto. Abrir os olhos no momento que se me eleva e contemplar a maravilha do mundo invisível de baixo do próprio ponto. Respirar o ar que seca cada pontinho da minha cara, refrescando-a de imediato, fazendo-me sentir leve e com desejo de sair e voar para os lugares incalcináveis, perseguir os pós que o vento transporta nas suas correntes de palpitações que o faz levitar no ar... Sugar toda a beleza da natureza, sugar-lhe toda a sua vida, secando tudo, e no momento de parada, lançar tudo ao ar, alcançando e tocando os céus num momento grandioso de uma beleza extraordinário, misturando-se com tudo fazendo novamente parte do mundo que mais chama por uma restauração. Parar todo um momento no tempo e no espaço, contemplando a coisa mais maravilhosa. O nascimento de uma eternidade verdejante transpirando vida e a emoção de uma vida. O preto do verde que me vê morrer. Quero largar as mãos das cortas deste baloiço. Largar e nunca mais lá voltar. É um querer de contente, sem esperar um descontente. É o querer ser livre do mundo, que me faz querer estar preso. Partir... Partir de vez. Escusado seria dizer, que o que eu quero é viver sem nunca crescer.

A valentia do meu coração, não chega para tapar as feridas que o meu corpo tem de suportar todos os pequenos dias. Rasga-me a pele, na tentativa de que repouse o corpo, para parar de continuar, e continuar, e continuar a caminhar em direcção ao que desconheço. Em direcção a um vazio desmedido de sentimentos. Crescer sem cor, morrer com ela (a cor) para sempre.

Perdes-te!

Perdes-te tudo o que já foi teu, dado por mim. Onde está o teu orgulho? E perguntas-me a mim? Logo a mim que nada sou para ti se não só mais um? Sou só um amigo. Que te vê cair e nada faz para te puxar para cima. grita o que te apetecer, solta lágrimas de aflição interiores, não penses é que verás e tocarás numa única parte do meu corpo seco e acabadinho de ser bem tratado por quem muito gosta dele. (eu) Juro-te que não voltarei e que nem haverá nada que o faça acontecer.

"I swear I'll never be happy again
And don't you dare say that we can just be friends
I'm not just some boy you can sway"

Eu passei tanto tempo, a tentar reparar a tua vida, e agora foges para longe sem me dares nenhuma escolha. Diz-me o que é que está errado para fugires com tanta facilidade, é tudo o que eu quero saber de ti. Fazias-me sorrir, por mais triste que me pusesses. Dizes que fazes, inventas-te, gabas, superiorizas-te como se isso fosse fazer alguma coisa de novo, na tua vida. ajudando a destruir-me mesmo dentro de ti, para nunca mais ser lembrado, sem que nada tivesse acontecido com tanta certeza de amor e carinho, entras-me, assim como eu enterro junto com o passado que me fez sofrer durante dias seguidos. Por cada dia que me vez chorar, e que me roubavam a esperança e a ideologia de uma sobrevivência branca e calma, na mais pureza das maneiras, lá apareces tu e estragas toda a esperança e credibilidade que tinha armazenado até então, mas... Pelos vistos, fui o único a fazê-lo. Que bom. Contente por tê-lo feito e ter sido o único, mostra-me que afinal quem tem razão sou eu, e que pelos vistos consigo ser quase o único que mostra pelo menos amor e paixão a pessoas que nada merecem. Parto-te o coração cada vez que falo disto? Olha as vezes que substitui o meu. Vê-me a viver aquilo que tu não consegues. Apesar de tudo isto, nada volta a ser e a acontecer como antigamente num passo estupidamente repugnante. Precisas de crescer e saber amar o que te dão e o que tens. Tal como eu faço todos os dias, e não começo a gostar ainda mais, quando já não tenho as coisas. E por não gostar mais de não as ter é por causa disso que me chamam insensível. Brinca com os teus amigos tudo o que quiseres. Usa-os por interesse. Fala com eles por interesse, faz-lhe o que quiseres, não te admires se caries não teres nenhum que te levante. E que se esforce para que tal aconteça. É preciso perder e perder de uma tal maneira aquilo que mais gostas e saberes que deste tudo em todos os momentos, certos e errados, para que no final tudo o que era, se foi no sopro da primavera. E como em todas as vezes que aguardam para ser realizadas. Guardas memórias na esperança de que um dia tudo resulte, esperas sempre por uma razão para poder gritar de dentro para fora, na tentativa de que tudo se resolva e que tudo seja como esperas e pensas que é, tal como os teus amigos te dizem que é tudo o que foi e será um dia mais tarde.

Mas o sangue só corre uma vez, só sai uma vez. O sangue só percorre um caminho, do meu coração para o teu. E a tua pessoa que ainda me é desconhecida, a tua pessoa que nunca conheci, que me é desconhecido até mesmo ao ínfimo toque nas tuas cochas. E lá que as trevas ignoram o sentimento que se faz sentir. E choramos juntos e perguntamos um ao outro o porquê de estarmos a chorar e ambos respondemos o mesmo, que cada um tem medo de perder aquilo que tem no momento de cada toque, de cada memória interrompida pelo pensamento constante que nos obriga a pensar na vida e não no outro. Que nos mostra que tudo é bom, mas que nem tudo o que estamos a fazer agora será para sempre. Mas não significa o fim de uma relação. Complicado? Muito, tentativa de simplificar? Bastante até.

Neste quarto ofegante de uma luta invisível de tristeza de felicidade.

Não me importa o que digas, não me importa o que faças, tu nunca irás mudar. A tua raça irá sempre acabar.

Tenta de novo.

sexta-feira, maio 15

Um dia saberas!

De todas as coisas estúpidas na minha vida eu caí por causa disso. As cicatrizes nos meus braços, lembram-dome de como vim dar a este caminho.

De todas as coisas que fiz acontecer, para cada pessoa em especial, apontas-me agora o dedo?

É um novo dia, uma nova ideia todos os dias, qual será a próxima? Satisfeita?
Não vês o sinal? Foste o meu bem mais preciso, és agora o meu inimigo de tudo o que sinto.
Eu amo-te para sempre. Nem consigo respirar, contigo a querer sentir o meu coração, querer-lhe tocar sem eu deixar, sem eu querer que o faças.

Já perdes-te? Todos os teus medos?
Já perdes-te? Todos os teus sentimentos?
Já perdes-te? Todo o teu amor?
Já perdes-te? Todos os teus sorrisos?
Já perdes-te? Todos os teus encantos e desencantes?

Abro os olhos, e sinto-te a gritar pelo meu nome. Não consigo esquecer na mosca chata que te tornas-te. Pára nunca teve piada, e vais sentir saudades quando eu me for embora. E levo a minha borboleta comigo. Não te enganes a contar nos quantos já tiveste. Não vou voltar. Eu vou lá estar só para te ver cair. Não desesperes nem vais sentir saudades minhas. Deixa-me cair. E cá vou eu outra vez. Não nos vamos atirar um ao outro, só por coisas que nunca chegámos a dizer um ao outro. E peça a peça desapareces da minha cabeça. Olha, fazias-me o favor e deixavas-me de vez pode ser não? E é para te esquecer de vez. Vira-me as costas como fizeste da ultima vez.
Primeiro, nada poderia ter corrido mal, mas tu fizeste para que tal acontecesse.
Segundo, sempre brincas-te comigo. E depois sou eu que sou maluco. Neste momento, neste momento, conta-me quando alguma coisa correr mal, não me mintas. Tudo o que poderias ter tido, sem muito esforço e tu sabia-lo. Mas agora, agora estás morta presa nas raízes do meu pequeno cérebro onde tudo corre mal até que alguma alma carinhosa me venha salvar das ossadas que aqui deixas-te. Lentamente... Morre!

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Quando eu um dia conseguir passar a minha maneira de ver a realidade de um mundo, e a maneira de como eu o vejo, tu ficarás pasmada e estupefacta de como é que tanta belesa te escapou durante tantos anos de existência. É tão simples e nós complicamos cada vez mais o mundo em que vivemos.
Criamos empregos, na tentativa de ocupar a vida, de ocupar a "morte" até que ela se decida a agir. As coisas que temos só as temos uma vês e não para sempre. Tudo isto que hoje (este dia) te aconteceu, foi tão único e nem lhe deste um sinal de olá a dizer que estás viva e que estás a gostar da melhor maneira possível de estar neste mundo que tanto te prende sem tu te aperceberes. Que te priva e prende as mãos e todo um resto de coisas que usas mas que não as sabes usar ou não as podes usar porque o "medo" que o mundo cria é demasiado grande e poderoso para tu própria o enfrentares e encarares. De veres a vida tal e qual como ela é.
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Eu digo que morres hoje, para que me chega a ti, assim que o sol nascer hoje. E seguro-te sabendo que me estou a perder, a perder de ti. O que é que eu fiz? Eu sei que jurei que nunca te iria deixar, mas não foi preciso, pois foste tu que me deixas-te sozinho. Eu nunca vi um sorriso tão brilhante como o teu. Quando eu te tirava o folgo. Mas já tudo passou e já nada irá mudar o que já nada sinto por ti.

Eu punha-te borboletas na caixa do correio.
O que é que devo sentir? Diz-me TU!!

E no mumento em que te fores, tudo ficará na mesma, menos a parte em que eu continuo a viver. Tudo isto que me prende a atenção de cada movimento que faço com a cabeça. Estou sozinho.


"At a certain part in your life. Probably when too much of it has gone by. You will open your eyes and see yourself for who you are. Especially for everything that made you so different from all the awful normals. And you will say to yourself, "But I am this person." And in that statement, that correction, there will be a kind of love."

Do filme: Phoebe in Wonderland

quarta-feira, maio 13

Estás de parabéns

Parabéns Pedro. Mostras-te ser capaz. Já te sentes capaz? Já acreditas no que ela uma vez te disse? Ainda te lembras não lembras? Sim, parece-me que sim. Valeu apena vês. :) Tudo vale a pena quando a alma não é pequena, já dizia Fernando Pessoa. :)

De que te vale? Sim, de que te vale... A única coisa que te dá forças é seres confiante em ti e no que és capaz, e mesmo que saibas que não consegues, se tiveres confiança no que resta de ti, consegues fazer as coisas mais espectaculares. :)

Tem calma, são só dois meses, vais ver que vai passar num estante. E sim, vais ver que vais fazer grandes amizades e será cada vez mais divertido. Por muito que te digam e roguem pragas, acredita que nada será como um começo, e consegues ver que dali, só tiras amigos, e são mesmo o tipo de pessoas que dizem as coisas na cara sem problemas nenhum. Estás a um passo disso, também te lembras? ^^

À, e não deixes que te façam cair, ou que digam o que vai acontecer, nem o que é nem o que não é verdade, nem que aquilo que os outros te dizem, te afectem seja de que maneira for. Hoje provaste mais uma vez. Parabéns.

Outra coisa, por muita coisa que tenha acontecido no passo, esquece, é passado mesmo. Não vale o esforço de gastar neurónio para pensar no que já fizeste. Vive as coisas outra vez, nem que tenha sido uma coisa má. Que perdes? Nada. Que ganhas? Tudo o que vives.

Tu és capaz Pedro. Tens as peças de todo o puzzle. Tens o puzzle completo.
Que vais fazer agora? Brincar com as borboletas, ou vais voltar a desmontar o puzzle?

Eu fiz o meu melhor. Encontrei os meus sonhos. É cair e levantar.

terça-feira, maio 12

E pensavas tu, que seria algo bastante diferente da interior, e apareceu-te da pior maneira e da maneira que menos esperavas que fosse. Agora tens de viver e conviver assim durante 2 meses. Será que aguentas? Claro que sim. Tu consegues tudo. Não é como tu costumas dizer sempre? Então... Agora prova-o mais uma vez. Faz aquilo que tu costumas fazer tão bem. Abstrair-te de tudo. Vais ter de te começar a deitar mais cedo. Pois agora, aquele é o teu trabalho. Não vais ter tempo para ninguém, muito menos para ti quase. Sê forte, eu sei que vais conseguir.

E mesmo que te sintas menos bem, lembra-te que tens de continuar a caminhar e nunca desistir. E tu sabes disso. Provaste-o na segunda feira. Foi preciso perder muita coisa, para conseguires o inatingível. Lembras-te? Estavas nervoso e falavas à pressa e com a rapidez nas mãos que te preenchem o corpo. Lembras-te? haha ainda te consigo imaginar nesse estado. Já passou tudo. Não te esqueças é de acabar o que tens para fazer ainda esta semana com o teu compromisso que prometes-te lhe prometeste. Claro que vais conseguir.

Pequena estrela brilhante, que me aguenta no ponto onde se consegue ouvir o bater do coração do próprio vento em si. Consegues ouvir? Ó, mas é normal não ouvires. Tu és uma estrela, e as estrelas não ouvem nada, apenas vêem. E tu és uma pequena estrela brilhante espetada no céu preto e confortante. Estás sozinha, um sozinha acompanhado de muita coisa. Bem..

Sou sim.

-És virgem?
Sou sim.
- Deves-te sentir mal não?
Porque dizes isso?
- Então, porque nunca teres feito sexo, por ainda seres virgem, por nunca teres comido ninguém.
Nem tenho pressas, também não é uma coisa que me eleve o ego.
- Tenho pena de ti.
E eu preocupado com aquilo que sentes por mim.
- Estúpido, bruto e parvo.
Não me tentes moça. <_<

domingo, maio 10

decide-te

Vê-lá se faz sentido agora. É pegar-te na mão e levar-te a passear? Achas mesmo que sim?
Deves estar é a brincar não? Ficas em casa que te fod's. Não quero saber. Ficas e mais nada. O dia vai ser só meu. Vais na mala, queres?!

Estou farto do repouso das tuas mãos nos meus ombros e no peito quando me deito ao teu lado. Que esperas tu? Que fale contigo? Que te pergunte coisas? Quando o fazes parece que foges do assunto e viras a cabeça para o outro lado na esperança de que pare de falar. Que foi? Diz logo.

Levantas a mão para quê? É para me bater? Vais-me bater com isso? Bate. A sério bate. Eu não te vou bater. Se me queres tanto bater, bate. Mas bate com força. Sério, não estou a gozar. Bate mesmo com força. É de maneira que te "dezirritas" de uma vez. Dói-me a cabeça. Bate lá de uma vez por todas. Caramba. Pára com essas manias. Fala comigo. Ok. Não fales. Falo eu.

Irrita-me pedires sempre mais do que eu te posso dar. Embirras só porque não tenho tempo para te dar a atenção que me pedes. Desculpa-me, mas também quero tempo para mim e para as minhas coisas. Consegues perceber isso? Ou queres fazer parte delas? Sempre que estou contigo eu faço as minhas coisas, assim como tu fazes as tuas, fazemos os dois juntos. Tenho necessidades de querer estar sozinho e de fazer as minhas coisas, assim como tu tens as tuas.

Isso, isso, bate com o pé. Faz birra faz. Daqui a pouco estás rouca e a pedir-me ajuda e a soluçar de tanta choradeira. Primeiro enche o peito de ar e só depois é que gritas. Tem de ser um choro e um grito continuo. Aproveito e grito contigo.

sábado, maio 9

É tudo simples

Os homens procuram uma mulher para substituir a sua mãe.
As mulheres procuram um homem para substituir o seu pai.

um olhar

É no teu olhar que tudo se encontra. É lá que procuro abrigo.
É dar-te amor, de uma forma tão meiga e doce, que te faz derreter o coração como um gelado apontado ao sol.

Só estás bem a fazer asneiras pá...
Deixa-me, estou bem!

O sorriso no canto da boca tímida que te dá forma ao rosto de uma personalidade firme e bem composta. Sacodes o nariz num acto desesperado de tirar algo que te deixa incompleta nesse exacto momento. Não vais a lado nenhum, nem te chegas a arredar das pessoas que vêm contra ti. Desesperas de tal forma que nem te preocupas com as pessoas. E eu ali, parado a contemplar a tua beleza que tresanda a desgosto turbulento. Isto era o pior que podia acontecer. Mas eu volto a acreditar de que o pior é perder-te. Paro. Olhas para mim, para o meu sorriso, para o brilho nos meus olhos. O mesmo brilho que te faz sentir quente e bem disposta e segura do teu nariz e umbigo. Que te faz despreocupar e que levanta em ti e em mim uma segurança e um sentimento que nos tira o folgo. Dá-me uma razão para ver. Faz o mundo parecer menos complicado. Fazes? Se significa tanto para ti faço-o com todo o gosto. E se esperares que eu chegue perto de ti, confia em mim de que vou fazer tudo durar durante tempos inacabáveis. Sem pestanejar um minuto que seja. Contemplar cada toque, cada sorriso. Admirar as gargalhadas que trazem aquela enorme dor de barriga.

O que irá acontecer quando o fio que nos liga, se partir?

quinta-feira, maio 7

Segura-me pela mão.

Segura-me pela mão neste momento em que me deixo cair com a força de acreditar e o poder fazer sem pensar de vez sobre tal. Questiono tudo, e de tudo fico melhor, mas quando o tempo passa tudo se perde como magia dada a crianças depois de uma noite contemplada de um prazer desconhecido. Seguras-me a mão neste momento? Nesta noite que tarda em acabar. Vês? Vês o respirar turbulento do meio peito quando se cruza contigo na rua manifestada de pensamentos e ideias a caminho de tudo? A pressão que sofro no momento em que te dou a mão, sustendo-me num suspiro ofuscante e refrescante que me impede de te ver durante segundos curtos. O sol bate-te na cara e causa-me uma enorme sensação visual de te querer fazer mais do que uma inquietação dada pelo sol. Sem esperanças, abrigo o brilhar do sol que te prende os olhos por minutos, acalmando-te num manto corporal quente e suave. Esquecer o que aconteceu e voltar a repetir e a sentir o que nada se perdeu desta vez que nada ficou preso no tempo. Não digas que me amas. Diz-me apenas o que sentes.

Sou um rapaz soldado. O que eu faço. Não, não, não e não. Bebé olha para o meu colar de corações partidos. Sou o teu melhor amigo. Senta-te perto de mim e conta-me o que contens aí dentro. Conta-me o tamanho do teu gosto.

Nunca nada fez sentido.
Teria sido real pelo menos? Tira tudo o que não devemos tocar e faz-me sentir. Eu tenho confiança em ti de que nunca te irás comprometer e de que serás forte para apoiares a minha posição. Conta-me quando e o que realmente aconteceu naquela tarde de verão? Não vamos deixar estragar a surpresa.


Dialogue all the shit you want!
But make sure to use the biggest font!
The louder you speak the more they mention.
Bold or undefined this will get your attention!

Consegues ver o reflexo da mentira?
Consegues ver as bombas a rebentar?

A tua vida é isto

A tua vida é isto: "Truz"! Já passou. Dás contigo deitado numa cama, velho/a e sem forças, esperando que a morte te leve de vez e partas em paz.

quarta-feira, maio 6

Reflexos de Ternura!

Reflexos de Ternura!

Escrevo pequenas frases em pequenos pedaços de papel. Guardo-os na gaveta da minha mesa de repouso. Abre a gaveta, reencontro os velhos pedaços de papel escritos quando tinha metade da minha idade. Os escritos de uma turbulenta adolescência que esperava passar bem depressa. O tempo pára constantemente, vezes e vezes sem conta, numa repentina inocência sem se aperceber do que está a fazer. Cria e desmonta ao mesmo tempo sem dar a entender de que é isso que faz ao mesmo tempo. Não me irão comprar amor, as luzes que se apagam dentro de mim, não estão a pedir nada, não estou a pedir para ser. Isto é como eu deveria mostrar o amor sobre qualquer coisa, que me deixa enganar. oh. É uma oportunidade de dizer que consigo. No teu tempo, a única razão pela qual não te vi morrer, foi porque era tudo falso. Para sempre, estás tu distante. Corações vazios, de mentes paralisadas pelo perfeccionismo do ser que se esconde por dentro de um corpo. Pára de prometer, estás a ficar para trás, e onde eu fiquei parado, estás tu agora sem saber porquê. Grita, ninguém te ouve agora. Estás a mudar, e a perder todas as tuas raízes graças a muita coisa que te está a acontecer em tão pouco tempo. Grita, está tudo a cair agora. Já não volto a trás. Sofre para aí num canto. Só te vou ajudar quando tiver resolvido os meus problemas.

Quando tudo crece!

Quando tudo cresce da raiz da felicidade... da pureza do prazer da criatividade. Na interacção de todos os meios envolventes e inexistentes num único sitio especifico, agarrados num tempo parado pela alegria contemplada pela tristeza que tanta a todo o custo fazer-se mais, tornar-se mais do que já foi e é. Quando as cores do arco-íris deixam de ser vistas e deixam de ter o seu sentido, no perfeito arco da corrente por onde se transpira o enigma. A tempestade de milhões de raios carregados de sorrisos, alguns falsos, outros verdadeiros, tornando-se mais do que simples sorrisos produzidos pelos raios de luz vindos do longínquo céu que me separa de cada palavra que escrevo, de cada amor que deito nelas, de cada olhar que mando sobre todas estas que escrevo com a essência de querer mais, e mais. As cores surpreendem-me cada vez que vejo a Inês. A Inês vestida às cores. As cores são o que de melhor posso pedir ao incompleto mundo visionário que se transforma de fora para dentro e de dentro para fora, numa manha que envolve mais do que um simples gesto de dois órgãos redondos que vêem um colar de cores bem ao fundo, sustendo da proporção mágica sem explicações emocionais, criticando tudo sem respondendo ou questionando nada, apenas aplicando o que é e aquilo que apenas sabe o que é, e aquilo que sabe, aquilo que só conhece. Amanha já não terei tudo isto, talvez menos, talvez ainda mais, dependerá de como correr a noite que se forma um mando transparente que me alberga de tudo, e me protege do que não quer ver, nem ouvir. Vem vindo ao "para sempre".

terça-feira, maio 5

Causas-me ataques de coração

Causas-me ataques de coração, quando te fechas no quarto e me proíbes de entrar no teu pequeno mundo, de paredes pálidas e os posters arrancados da parede, causando o efeito de fúria desmedida da tua pessoa num dia brutal de mau humor. Respiras tão fundo que te ouço deste lado da porta, enquanto escrevo com o único lápis que encontrei no bolso do casaco que me ofereces-te nos meus 20's anos.

-Pensei que soubesses o porquê...
-Porquê? O que se passa? Abre lá a porta, já estou a morrer de frio.
-Não!! (Diz a chorar)
-Inês abre a porta. Vamos conversar, deixa-me entrar para conversar-mos melhor. Vá lá meu amor!
-Não sei se devo. Não quero Pedro. Quero ficar sozinha.
-Ok, tudo bem, eu durmo no sofá da sala. Até amanha então.
-Boa noite.

Passei a noite completamente acordado, a pensar constantemente e a revirar-me na cama, com a pergunta na cabeça. Não sei o que aconteceu, o que se passou contigo. Fechaste-me a porta do nosso quarto e mesmo assim não mo dizes o que aconteceu. Às 6 da manha acabo por adormecer, e é nesse mesmo momento que decides abrir a porta do quarto. Vens ter comigo, e dizes-me que também não conseguis-te dormir nada a noite toda.

-Que se passou Inês? Conta-me, estou preocupado.
-Ó Pedro... Eu...
-Tu...
-Pedro eu tenho medo de te perder. És tão importante para mim.
-Eu também tenho medo de te perder Inês.
-Eu ontem fiz uma coisa que não devia e sinto-me tão mal Pedro.
-O que foi que fizeste Inês? - Não ficas chateado?
-Claro que não, conta. Eu amo-te independentemente do que fizeres.
-Eu curti com um gajo ontem na discoteca. (Começa a chorar)
-Ó Inês... - Desculpa Pedro, desculpa.
-Eu não sei o que te dizer sinceramente. Não sei o que dizer sobre isso.
-Desculpa Pedro. Eu amo-te. Eu fiz mal. Fiz tão mal. Estás chateado?
-Como queres que esteja Inês? E se voltar a acontecer?
-Não volta. - Talvez sim Inês. Eu dou-te tanta liberdade e ainda me fazes isto.
-Desculpa. Não volto a fazer o mesmo. Estava bêbeda.
-Bebe menos. - Desculpa, amo-te!
-Tá! Agora vai é comer e arranjar-te, que tens de ir trabalhar.
-Ok!! Beijos* :(

A discussão acabou ali. Não disse nem mais uma palavra o dia todo. Desliguei o meu telemóvel o dia todo. Não pensei mais no que ela me disse naquela madrugada. Saí e fui trabalhar às 9 da manhã, saindo mais cedo para ir refrescar a cabeça, na tentativa de conseguir acomodar-me no sono que não tive a noite toda. Saí do trabalho, cheguei a casa e a Inês já lá estava a fazer o jantar, era almôndegas com arroz e batatas fritas de pacote. Algo ia acontecer, eu conheço-a perfeitamente. Ia-mos falar novamente, mas fingi não saber de nada e continuar a conversar. o beijo na testa foi dado como todos os dias, o abraço forte de aconchego foi dado de seguida, sem qualquer problema e segundas intenções. Tudo estava calmo e ambos estávamos calados e a prestar atenção ao barulho do televisor bem ao fundo da cozinha, na direcção da porta que dava entrada para a mesa de jantar. Acabou de fazer o comer e levou-o para a mesa, enquanto eu punha a mesa como de costume. Servimos-nos e começamos a comer. Ouve por fim um suspiro e uma pergunta a sair daquela boca tímida. "Queres água?" - "Sim, se faz favor" Respondi serenamente. -Desculpa Pedro. Fiz mal e não volta a acontecer juro-te. -Estás desculpada Inês. Para a próxima diz-me logo o que é em vez de andares a fechar-te no quarto. Tá? - Sim. Fica descansado meu amor.

Acabámos de comer, ela foi vestir o pijama enquanto eu fiquei a lavar a louça e a arrumar tudo na cozinha.
Entrei no quarto por onde parecia ter passado um furacão. Acomodei-me na cama. Ela vinha meio triste. Virei-me para ela e disse-lhe sem medir as palavras e o tom de voz: Que se passa Inês?? - Nada! - Então pára de choramingar, já passou, já la foi, queres-te punir e sentir mal? Já passou, não penses mais nisso, o que interessa somos nós. Anima-te. Debrucei-me ao comprido pela cama toda, de maneira que a conseguisse alcançar e lhe conseguisse dar a mão. Puxando-a para cima de mim, aproveitei o balanço dando-lhe um beijinho nas bochechas, para lhe mostrar o quanto gosto dela e acalma-la de vez. Fazendo-a sorrir assim.

domingo, maio 3

Portanto

Peço desculpas, porque não andar a escrever, nem a responder aos vossos comentários, mas é que esta é a minha ultima semana de aulas antes de ir para estágio e apresentar a PAP e os trabalhos e testes todos.

Fiquem bem, uma boa semana.

sábado, maio 2

Sou uma pessoa curiosa

Sou uma pessoa que fica curiosa várias vezes.
Não posso? Tá? Tá? Não posso? Ó não? Há?

sexta-feira, maio 1

Velhos tempos!

Em tempos, era eu uma pequena criança, passeava e brincava com tudo o que me fica-se na linha do olhar.

A exaltação de alegria que me subia ao cérebro e fazia todos os músculos do meu corpo mexerem-se, como uma orquestra. Aquela sensação de nó no estômago, quando algo parecia que ia correr mal, aquela vivência minimalista de querer levar a areia toda da praia para casa. O momento de despedida da água, das pedras da calçada junto à porta de casa. Aquela amargura que me causava ansiedade por saber que no dia seguinte haveria mais liberdade muscular e intelectual. As voltas que dava à minha cabeça, se tudo aquilo ia adorar para sempre, com o medo presente de perder um dia que fosse de não poder ter aquilo com que todos os dias brincava. Era um circo mágico e andante dentro de mim. A curiosidade de como as coisas se faziam, de como tudo era tão ilógico aos meus olhos, era o meu pequeno almoço de todos os dias, as perguntas directas, e difíceis para os pais responderem com um sorriso milagroso na cara, por terem respondido às dúvidas do filho.

Os dizeres de mim e do meu irmão gémeo: "Ó Pai, ele não quer brincar comigo!!"
As brincadeiras que fazíamos juntos e que raramente acabava de forma pacifica. Era brinquedos para aqui, gritos para ali, pai e mãe chamados pelos gritos. Porrada e murros, brinquedos pelo ar atrofiado com os gritos de cada um de nós.

haha Aqueles tempo maravilhosos. Aquilo é que era. Mas agora, agora posso fazer tudo. :D

Não há desculpa para tal

Não há desculpa, para não se ser feliz.
Noite?
Penso, que estou habituado a perder as pessoas que amo, mas continuo a não estar habituado a estar sozinho.
Porque que temos almas tão delicadas e frágeis?