Segunda-feira de manha. Um dia calmo e de ambiente ameno para ir passear.
A Inês queria ir ao corte inglês a Lisboa.
Como somos de Aveiro, seria algumas horas de viagem até lá.
Peguei na Rita e metia no banco de traz do carro.
- Inês despacha-te.
- Já vou, só me estou a pentear.
- Está bem!
Lá veio ela a correr toda bem vestida para ir ao shopping.
- Fogo vens toda bonita.
- Temos de ter alguma vaidade. Vamos?
- Espera, mas e onde é que comemos?
- No McDonald, no McDonald! Diz a Rita a gritar cheia de emoção e felicidade.
- Pode ser Inês?
- Sim pode, porque não?
Fizemos duas horas de viagem.
Chegámos ao shopping e fomos comer ao McDonald.
A Rita só saltava de alegria e estava sempre a pular e a dizer-me o que é que queria comer.
A Inês foi-se sentar com a Rita numa daquelas mesas encostadas à parede.
Pedi, e levei os tabuleiros recheados de comida plastificada e estupidamente saborosa.
A Rita de tanta emoção que tinha, a primeira coisa que fez, foi mergulhar os dedos no molho das batatas fritas.
- Ó Rita, não faças isso. Come as batatas devagar. Não te sujes.
- Come em condições filha. Tens de ter calma, o comer não te foge do prato.
- Tá bem! =)
Acabámos de comer e fomos até ao Elcorte Inglês.
À ida para lá vimos que havia uma manifestação por causa dos aumentos dos combustíveis.
Estacionei o carro um pouco longe do Elcorte Inglês, mas dava para se fazer num quarto de hora a pé, na boa.
Eu coloquei a Rita aos meus ombros.
Andámos em direcção a uma passadeira para atravessar a rua.
Subitamente antes de atravessar houve um policia que começou a bater nas pessoas que se manifestavam. Sem razão aparente. Começa tudo a gritar e a maior parte das pessoas começa a ir em direcção a um grupo de policias que estava a usar a força bruta com um civil deitado no chão.
Tinha a cara em sangue de tanto ser pressionada contra o chão pelo joelho do policia.
Os manifestantes começaram a bater nos 5 policias que estava a bater de forma bruta e sem controlo nenhum.
Pouco depois chega uma carrinha com policias lá dentro.
Assim que chegaram foi a confusão total.
Foi tudo virado a carrinha da policia. Os outros já quase que estava estendidos no chão com os pontapés e porrada que levavam das pessoas com as bandeiras.
Um policia de mota desce da mesma e vem ter comigo e com a Inês.
Eu ainda tinha a Rita no pescoço. Um senhor atira uma coisa para mim mas foi sem querer.
Eu agarro naquilo e fico a apreciar aquilo.
- Dê-me cá isso. Diz o policia agarrando no objecto.
- Uoi?!
O Policia vê que não lhe dou aquilo, assim só porque "sim".
E agarra-me no braço e começa a puxar-me para o chão.
- A Rita Pedro. Cuidado olha a Rita.
Subitamente, houvesse mulheres a gritar por causa do filho que eu levava ao pescoço que quase caia com o filho da puta do policia a puxar-me pelos braços.
- Largue-me pá.
- Dê cá isso.
Vem mais um policia agarrar na Rita.
- A minha filha, mas o que é que estás a fazer?
Dê-me a minha filha.
Eu largo o objecto e atiro-me ao policia com unhas e dentes.
Dou-lhe tanta porrada que fica estendido no chão.
Vou-me a virar ao outro policia que tinha a Rita. E a Inês já lá está a pedir a filha ao policia, mas ele diz que não. Eu dou ter com o policia e digo-lhe para me dar a minha filha. Ele diz que não.
Eu puxa por um braço e ele segura no outro.
A Inês vendo esta estúpida acção policial vira-se ao policia a bater-lhe em tudo e com tudo o que pode. Eu largo o braço da Rita e viro-me ao policia. Ele assim que me vê a ir direito a ele, ele larga-a, mas com a raiva todo com que estava não paro e vou-me a ele.
Ele cai ao chão com o pontapé que lhe dou. A Inês aproveita-se do momento e atira-se para cima dele e começa a bater-lhe descontroladamente e a chorar e a gritar, sempre a dizer, "Eu quero a minha filha".
Há dois policias que veêm o outro a apanhar e vão socorre-lo.
Batem-me com o bastam e apontam a arma á cabeça da Inês, que pára assim que a vê.
- Pare! Deite-se no chão.
- Vai pó caralho!
- Deite-se no chão.
- O caralho.
Bate-me com o bastão nas costelas.
A Rita a chorar grita: PAIiiiiiiiiiiiiiiiii!
Vem a correr em direcção ao policia e este dá-lhe um empurrão, que bate com a cabeça no chão. A Inês vai a correr socorrer a filha. - Mas o que é qe se passa com vocês caralho?
- Uma criança? Numa Criança?
Eles começam a por-me os braços atrás das costas. Reparo que a Inês diz que a Rita não está a respirar e eu aí como qualquer pai luto com a adrenalina a ser puxada do fundo da consciência e a vir-me a memoria todos os bons momentos que passei com ela nos seus últimos 10 anos de vida.
- Nãoooooooo! Ritaaaaaa!
Só me lembro do sorrido dela quando nasceu. Estavam-me quase a partir o braço quando fiz força e soltei-me. Agarrei na perna de um policia com tanta força que o homem chorou de agonia. Fez sangue mas eu queria lá saber.
Consegui-me levantar. Eles continuavam-me a bater violentamente. Resisti aos bastões.
Peguei na mão de um policia e partilhe o pulso. Ao outro dei-lhe um pontapé no peito e este levantasse com rapides e vêm-me para bater com o bastão de borracha. Consegue atingir-me no ombro, mas pego no braço dele e parto-o. Ele agonia-se todo.
Vou a correr para ir ter com a Inês e ver como está a Rita.
- Rita? Filha acorda. Dou-lhe chapadas na cara, mas sem reacção aparente.
A Inês começa a fazer reanimação e parece que ela não tinha sobrevivido ao impacto.
Ela desistiu. Chorava. Eu continuei a reanimação. Dava-lhe fortes pancadas no toraxe para a reanimar. Ela tossiu e acordou cheia de dores.
Peguei nela e fomos embora para o carro e depois seguimos para casa.
Foi um dia cheio de emoção. Os policias estavam com outros policias a serem tratados por paramédicos. Eles queriam-me prender, mas no estado em que eu estava só iam piorar a situação deles. Eles mandara-me parar mas eu não liguei.
Puseram-se a perseguir-me na auto-estrada com duas motas da policia.
Eu encostei porque já estava farto daquela merda toda. Saí do carro e os policias saíram das motas.
- O que é que se passa caralho?
- O Senhor tem de nos acompanhar há esquadra.
- Vou o caralho. Já viram o que fizeram há minha filha? Já viram caralho?
- Não temos nada haver com isso. O senhor e a sua esposa têm de nos acompanhar a uma esquadra por causa do sucedido.
- Vai o caralho. Vão-se foder. Quem precisa de policias como vocês?
- Tenha cuidado com o que diz, porque se não pode ser preso já aqui.
- Preso? Porquê caralho? Só porque digo o que eu quero?
A Inês sai do carro a chorar e a compor-se.
- O que é que se passa a final? Que mal vos fizemos?
- A senhor e o seu marido têm de nos acompanhar há esquadra.
- Porquê?
- Por causa da violência que usaram com agentes da autoridade.
- Deves estar a gozar não? Violência contra autoridade? E aquilo que nos fizeram a nós e há nossa filha isso já não conta não é?
- Não temos nada haver com isso.
- Não têns nada haver com isso? Ela vira-se a ele com uma cara de... Imaginem uma mãe com o ódio todo de perder o filho.
- A senhor faça o favor de se afastar. Afaste-se.
- Ó Inês tem calma não matas o homem.
Tráááááááááázz! Um estaladão na cara do policia que até lá fica a marca da mão.
- A senhora está presa por agressão a um agente da autoridade.
Eles agarram no braço da Inês e põem nas costas.
- Aiiiiii estão-me a aleijar. Ó Pedrooooo ajuda-me. Começa a chorar.
- O Senhor não vai fazer nada está a ouvir?
- Vai-te fuder caralho. E pára de me chamar senhor que eu não sou católico caralho.
Viro-me a ele e puxu-lhe por um braço e ele cai ao chão.
O outro não larga a Inês e esta continua a gritar de dores.
Dou um murro na cara do policia que este fica estendido no chão.
- Vá vamos embora.
- Será que não vêem que somos uma família unida e apenas queríamos passar o dia em família como todas as outras?
- Os senhores vão ser presos.
- Tá bem, olha a minha cara de preocupado com as vossas regras de puta de sociedade.
Lá fomos embora para casa.
Fomos tratar dos ferimentos da Rita.
Como a Inês era médica ela sabia o que é que ela tinha.
Tinha um braço partido e um pequeno golpe na cabeça devido á queda.
Tivemos de ir ao hospital. Trataram dela e a Inês foi uma das pessoas a fazê-lo.
No dia seguinte, o nosso caso aparecia na televisão, como um caso de violência policial contra civis e manifestantes.
Agora imaginem as televisões e rádios e jornais a irem lá a casa para saber sobre a história.
Imaginem agora o resto da história. Que também faz bem imaginar coisas, por muito estúpidas que sejam.
quinta-feira, julho 31
quarta-feira, julho 30
Seguras o mundo
às
17:34
Guardas a chave para a tua própria existência.
Crias o teu próprio ser com simples experiências acompanhadas por segredos adormecidos no fundo da escuridão, onde se encontram guardados pelas pessoas que passam por ti.
Seguras o teu próprio mundo.
Muitas vezes não consegues aguentar mais e desistir pelas coisas mais simples que vão acontecendo. Suicido a cada passo que dás para traz, a cada recordação passada.
Pensas que recuperas as coisas de que sentes falta, mas simplesmente, te preenches com as outras coisas que já tens na tua vida.
Existes, porque és tu que escolhes continuar a viver e a seguir os teus pensamentos.
Foste feito com pouco menos de 3 anos de idade. Agora está na altura de moldares e tirares de ti aquilo que os colocaram em ti. Tens o poder de pensar e de criar e fazer de ti o que quiseres, sem que os outros se importem com aquilo que neste momento estás a pensar enquanto lês estas simples e estúpidas frases escrita por um simples puto de 18 anos.
Apanha aquilo que queres, e então questiona-te o que fazer com ela depois de a teres.
Terá valido a pena? Será que é realmente isso que queres? Será?
O que é que fizeste na vida, que a tenha feito mudar para melhor?
És a chave para todos os mistérios e segredos que ocultas em ti e nos outros.
Procura dentro de essa chave. Questiona-te sobre aquilo que te dizem dizer que está certo.
Questiona o errado.
O teu reino está em ti e em todo o lado. Não em edifícios de paus e pedras.
Racha um pedaço de madeira e lá estarás. Levanta uma pedra e lá estarás.
Quem perceber o significado destas palavras, já mais se perderá dentro de si novamente.
Eu sou o reino. Apenas tenho de acreditar naquilo em que gosto e me faz sentir bem.
Estou a dar uma versão totalmente diferente daquilo que eu realmente penso.
Pois para mim acho que será dificilmente dificil descrever aquilo que estou a imaginar neste momento mesmo perante os meus olhos. Mas internamente claro.
Apenas tens de fazer as perguntas certas.
Não queiras respostas apenas porque sim. Mas sim respostas para te sentires melhor ou melhorar a tua vida e auto-estima e até quem sabe, a tua qualidade de vida.
Tens o poder de transformar tudo o que vês em meras peças de arte ou simples pedaços de papel rasgados e elevados no ar com a força do vento.
Seguras o mundo que te rodeio com os simples suspiros e olhares marcantes que tocam as outras pessoas. Não são as falas, não são as expressões faciais. Mas sim aquilo que soltas cá para fora quando o fazes sem te aperceberes. Aqueles movimentos internos e insignificantes que te passam ao lado.
Eu só não me mato, porque tenho medo de perder tudo aquilo que tenho.
E de se por acaso estiver enganado e depois do escuro não existe mais nada sem ser o infinito vazio? Apenas porque desistes de lutar por aquilo que te dá a vida na tua externa vida principal. Significativamente tudo deixa de existir, quando morres. Porque já não existe razão para existir, visto que tu não estás cá para as apreciar, para lhes tocar, para lhes dar carinho, para lhes dar sentimentos. Tudo acaba por morrer e cair como pequenas gotas de água da chuva num dia com céu limpo e com um sol radiante, que perante elas, formam o arco-íris. Transformas todo o teu mundo em pedaços.
Tentas ser aquela/e que tenta ter uma vida simples e que te dês bem contigo mesma/o.
Sentes dores como cortes feitos pelos bisturi de patologistas. Queres ser mais do que neste momento consegues ser. Queres ser aquele alguém nos teus sonhos que é mais do que tu consegues ser e imaginar a viver. Viver aquilo que sonhamos é o sonho de qualquer ser vivo e até mesmo morto.
Apesar de morta/o consegues criar a imaginação nas outras pessoas.
Os momentos juntos, aquilo que foste, aquilo que podias vir a ser.
Ser quem és na realidade apenas te faz sentir mais exposta ás coisas que não te agradam e te aceitam como tu querias.
Seguras o mundo aos ombros, podes simplesmente segurar a frente de ti mesma/o.
Vê-lo como ele realmente é, e não dar-lhe as costas e fazeres-te escrava/o do teu próprio fardo e obrigação. Não faças do teu mundo algo que tenhas que carregar só por que sim e por obrigação. Carrega-o para o veres sorrir perante ti e deixa que os outros mundos olhem para o teu e sintam a estrondosa força que o teu tem em apenas estar a ser segurado á tua frente, perante os teus olhos radiantes de futuridade.
Cria o reino com aquilo que sonhas, com aquilo que queres.
Queres umas lentes de contacto? Então compra e aproveita-as. Eles são tuas agora.
Inveja os outros por seres quem és e conseguires fazer de ti, tu mesmo/a.
Ouve aquilo que tu gostas, e só porque os outros dizem que aquilo que tu ouves não é música ou porque eles não gostam. Quem não sabe apreciar música, apenas ouve os Hits na MTV e tem orgasmos só por ouvir, apenas uma musica de um album de um artista muito famoso. Eles só ouvem apenas os artistas famosos e aqueles que são mais falados e aqueles que a sociedade aceita como "música". Ouve aquilo que gostas, veste-te da maneira como quiseres. Ouve a música que realmente gostas, e não aquela que os teus amigos ouvem só para que te aceitem. Pessoas assim irão cair na vida como pássaros depois do tiro de caçadeira.
Não deixes que os outros façam a tua vida. Não os deixes que te façam a cabeça.
Não os deixes manipularem-te. Toma as tuas próprias medidas.
A final és tu que seguras o teu mundo. Faz dele o orgulho que tens em ser tu mesmo/a.
O mundo dos outros pode até ser maior que o teu, mas não quer dizer que sejam maiores que o teu. Espreita para dentro deles e vê a sua vida.
Apenas aqueles que o seguram á sua frente, são realmente aqueles que não precisam de ajuda na vida. Ajuda aqueles que levam o mundo deles ás costas. Por muito inimigos que sejam. O teu mundo irá evoluir.
Cidades serão criadas em memória ás paredes destruídas outrora.
As horas passam como o vento levanta as folhas do chão.
Impérios destruídos pelo orgulho dos outros.
Vergonhas escondidas com o tempo, são agora mostradas ao publico.
Evolvemos a história em mistérios e traições, em porrada e violência, em mortes e atrocidades. Falamos mais daquilo que somos na realidade, do que aquilo em que fomos bons. É a sociedade que cria isto, não és tu.
São pessoas que não se questionam que fazem a sociedade ser o que é.
Queres mudar o mundo? Queres mudar quem está mal?
Não mudes, porque eles não mudariam por ti. Eles seriam capazes de te matar.
Se no sistema de regras dele não proibissem isso. Tens sorte em estares viva/o.
As pessoas que fazem a televisão não se interessam com o que tu um ser diferente e com gostos diferentes, sentes ou não, gostas ou não. Eles importa-se é em agradar á maioria burra e estupidamente ignorante e mesquinha e insignificante.
Achas-te inferior? Não aches, pois és mais do que qualquer pessoa que sempre teve amigos ao lado dele. Pois és mais forte mentalmente do que o que teve amigos e sempre gostaram dele. Aguentas-te sozinha/o os medos e as repressões e seguras-te forte. Enquanto que os outros caiem se não tiverem um apoio. Essas pessoas merecem é a merda que tu cagas.
Flores crescem nos jardins. Cortamos umas poucas, elas voltam a crescer, lindas e bonitas.
Florestas são feitas de árvores, onde os seres se adaptam com frequência. Criamos casas pois temos medo de dormir ao relento. O pior problema do homem, é ser ganancioso e pensar demasiado nas coisas.
Corações são apenas músculos. Os teus verdadeiros sentimentos são feitos e sentidos no teu profundo pensamento.
Crias o teu próprio ser com simples experiências acompanhadas por segredos adormecidos no fundo da escuridão, onde se encontram guardados pelas pessoas que passam por ti.
Seguras o teu próprio mundo.
Muitas vezes não consegues aguentar mais e desistir pelas coisas mais simples que vão acontecendo. Suicido a cada passo que dás para traz, a cada recordação passada.
Pensas que recuperas as coisas de que sentes falta, mas simplesmente, te preenches com as outras coisas que já tens na tua vida.
Existes, porque és tu que escolhes continuar a viver e a seguir os teus pensamentos.
Foste feito com pouco menos de 3 anos de idade. Agora está na altura de moldares e tirares de ti aquilo que os colocaram em ti. Tens o poder de pensar e de criar e fazer de ti o que quiseres, sem que os outros se importem com aquilo que neste momento estás a pensar enquanto lês estas simples e estúpidas frases escrita por um simples puto de 18 anos.
Apanha aquilo que queres, e então questiona-te o que fazer com ela depois de a teres.
Terá valido a pena? Será que é realmente isso que queres? Será?
O que é que fizeste na vida, que a tenha feito mudar para melhor?
És a chave para todos os mistérios e segredos que ocultas em ti e nos outros.
Procura dentro de essa chave. Questiona-te sobre aquilo que te dizem dizer que está certo.
Questiona o errado.
O teu reino está em ti e em todo o lado. Não em edifícios de paus e pedras.
Racha um pedaço de madeira e lá estarás. Levanta uma pedra e lá estarás.
Quem perceber o significado destas palavras, já mais se perderá dentro de si novamente.
Eu sou o reino. Apenas tenho de acreditar naquilo em que gosto e me faz sentir bem.
Estou a dar uma versão totalmente diferente daquilo que eu realmente penso.
Pois para mim acho que será dificilmente dificil descrever aquilo que estou a imaginar neste momento mesmo perante os meus olhos. Mas internamente claro.
Apenas tens de fazer as perguntas certas.
Não queiras respostas apenas porque sim. Mas sim respostas para te sentires melhor ou melhorar a tua vida e auto-estima e até quem sabe, a tua qualidade de vida.
Tens o poder de transformar tudo o que vês em meras peças de arte ou simples pedaços de papel rasgados e elevados no ar com a força do vento.
Seguras o mundo que te rodeio com os simples suspiros e olhares marcantes que tocam as outras pessoas. Não são as falas, não são as expressões faciais. Mas sim aquilo que soltas cá para fora quando o fazes sem te aperceberes. Aqueles movimentos internos e insignificantes que te passam ao lado.
Eu só não me mato, porque tenho medo de perder tudo aquilo que tenho.
E de se por acaso estiver enganado e depois do escuro não existe mais nada sem ser o infinito vazio? Apenas porque desistes de lutar por aquilo que te dá a vida na tua externa vida principal. Significativamente tudo deixa de existir, quando morres. Porque já não existe razão para existir, visto que tu não estás cá para as apreciar, para lhes tocar, para lhes dar carinho, para lhes dar sentimentos. Tudo acaba por morrer e cair como pequenas gotas de água da chuva num dia com céu limpo e com um sol radiante, que perante elas, formam o arco-íris. Transformas todo o teu mundo em pedaços.
Tentas ser aquela/e que tenta ter uma vida simples e que te dês bem contigo mesma/o.
Sentes dores como cortes feitos pelos bisturi de patologistas. Queres ser mais do que neste momento consegues ser. Queres ser aquele alguém nos teus sonhos que é mais do que tu consegues ser e imaginar a viver. Viver aquilo que sonhamos é o sonho de qualquer ser vivo e até mesmo morto.
Apesar de morta/o consegues criar a imaginação nas outras pessoas.
Os momentos juntos, aquilo que foste, aquilo que podias vir a ser.
Ser quem és na realidade apenas te faz sentir mais exposta ás coisas que não te agradam e te aceitam como tu querias.
Seguras o mundo aos ombros, podes simplesmente segurar a frente de ti mesma/o.
Vê-lo como ele realmente é, e não dar-lhe as costas e fazeres-te escrava/o do teu próprio fardo e obrigação. Não faças do teu mundo algo que tenhas que carregar só por que sim e por obrigação. Carrega-o para o veres sorrir perante ti e deixa que os outros mundos olhem para o teu e sintam a estrondosa força que o teu tem em apenas estar a ser segurado á tua frente, perante os teus olhos radiantes de futuridade.
Cria o reino com aquilo que sonhas, com aquilo que queres.
Queres umas lentes de contacto? Então compra e aproveita-as. Eles são tuas agora.
Inveja os outros por seres quem és e conseguires fazer de ti, tu mesmo/a.
Ouve aquilo que tu gostas, e só porque os outros dizem que aquilo que tu ouves não é música ou porque eles não gostam. Quem não sabe apreciar música, apenas ouve os Hits na MTV e tem orgasmos só por ouvir, apenas uma musica de um album de um artista muito famoso. Eles só ouvem apenas os artistas famosos e aqueles que são mais falados e aqueles que a sociedade aceita como "música". Ouve aquilo que gostas, veste-te da maneira como quiseres. Ouve a música que realmente gostas, e não aquela que os teus amigos ouvem só para que te aceitem. Pessoas assim irão cair na vida como pássaros depois do tiro de caçadeira.
Não deixes que os outros façam a tua vida. Não os deixes que te façam a cabeça.
Não os deixes manipularem-te. Toma as tuas próprias medidas.
A final és tu que seguras o teu mundo. Faz dele o orgulho que tens em ser tu mesmo/a.
O mundo dos outros pode até ser maior que o teu, mas não quer dizer que sejam maiores que o teu. Espreita para dentro deles e vê a sua vida.
Apenas aqueles que o seguram á sua frente, são realmente aqueles que não precisam de ajuda na vida. Ajuda aqueles que levam o mundo deles ás costas. Por muito inimigos que sejam. O teu mundo irá evoluir.
Cidades serão criadas em memória ás paredes destruídas outrora.
As horas passam como o vento levanta as folhas do chão.
Impérios destruídos pelo orgulho dos outros.
Vergonhas escondidas com o tempo, são agora mostradas ao publico.
Evolvemos a história em mistérios e traições, em porrada e violência, em mortes e atrocidades. Falamos mais daquilo que somos na realidade, do que aquilo em que fomos bons. É a sociedade que cria isto, não és tu.
São pessoas que não se questionam que fazem a sociedade ser o que é.
Queres mudar o mundo? Queres mudar quem está mal?
Não mudes, porque eles não mudariam por ti. Eles seriam capazes de te matar.
Se no sistema de regras dele não proibissem isso. Tens sorte em estares viva/o.
As pessoas que fazem a televisão não se interessam com o que tu um ser diferente e com gostos diferentes, sentes ou não, gostas ou não. Eles importa-se é em agradar á maioria burra e estupidamente ignorante e mesquinha e insignificante.
Achas-te inferior? Não aches, pois és mais do que qualquer pessoa que sempre teve amigos ao lado dele. Pois és mais forte mentalmente do que o que teve amigos e sempre gostaram dele. Aguentas-te sozinha/o os medos e as repressões e seguras-te forte. Enquanto que os outros caiem se não tiverem um apoio. Essas pessoas merecem é a merda que tu cagas.
Flores crescem nos jardins. Cortamos umas poucas, elas voltam a crescer, lindas e bonitas.
Florestas são feitas de árvores, onde os seres se adaptam com frequência. Criamos casas pois temos medo de dormir ao relento. O pior problema do homem, é ser ganancioso e pensar demasiado nas coisas.
Corações são apenas músculos. Os teus verdadeiros sentimentos são feitos e sentidos no teu profundo pensamento.
Autor:
Pedro Miguel
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terça-feira, julho 29
Pensamentos
às
17:48
Não sei o que escrever. Não sei, mas tenho notado que tenho escrito coisas sobre, aguentar, e não desistir das coisas, acho que tenho escrito muito sobre isso.
Mas agora queria escrever uma coisa mais triste.
Sabes porque é que eu escrevo textos e textos?
Porque eu gosto de escrever. E porque para mim é uma maneira de treinar melhor a escrita e a mente ao mesmo tempo. Porque eu sempre quis escrever o que me vem à cabeça, tipo tudo, explicar tudo como eu realmente penso da maneira que eu realmente penso, e não escrever de maneira que eu sei para descrever algo que eu sonho, penso, falo, mas sim aquilo que eu realmente penso na realidade. Por exemplo agora estou aqui a andar ás voltas não sei porquê, mas sei que sou capas de descrever com clareza o que eu estou a pensar, mas tenho de escrever mais, e ter mais técnica. Eu não quero escrever um livro ou algo do género, eu apenas quero escrever para me entreter e me conhecer melhor a nível mental.
Conhecer o meu infinito psicológico. ^^ Confuso para uns, mas eu estou a imaginar tudo na minha cabeça. E é isso que eu quero fazer. Mostrar aquilo que eu penso em imagens. Não é descreve-las, mas sim escrever os verdadeiros pensamentos.
Eu sei que dou muitos erros, até erros de construção das frases, mas será isso realmente importante? Será importante escrever bem, quando deveríamos era dar importância ás coisas que aprendemos sozinhos? Aquilo que os outros me ensinam, a mim diz-me pouco, porque dou mais valor àquilo que aprendo sozinho e quando realmente preciso do que quando me dão informação que não preciso. Porque é que queres saber se a Dona Maria deu pão ou não aos pobres? Não irias querer saber o que é que tens de fazer para sobreviveres?
Eu não sou católico, mas quando ouço partes da bíblia em filmes e tudo isso, eu era capaz de dar uma razão psicológica, para o porquê daquela coisa, daquela frase, daquela palavra.
As pessoas antigamente gostavam do mistério e mal sabiam expressar os seus sentimentos e as suas intrigas ao mundo. Então escreviam mais ou menos como eu.
Eu escrevo histórica com uma personagem imaginária a "Inês", porque eu sempre quis ter alguém como ela, sempre quis ter alguém ao meu lado e de viver aventuras com ela.
Eu não sou aquele tipo de gajos que se atira ás gajas e que lhe pede logo o numero só porque me apetece, se alguma gaja se atirar a mim só com os olhos, eu nem me apercebo porque nem entendo esses gestos. Se uma rapariga estiver a chegar-se a mim porque gosta de mim, eu nem me apercebo disso. Só depois quando os outros dizem. Não é que não olhe, é porque eu não percebo isso.
Eu escrevo para preencher o vazio e porque me faz bem desabafar.
É uma maneira que eu tenho de não andar sempre chateado.
É como quando ouço o estilo que eu gosto. Eu ouço porque é uma maneira de ficar desinibido, e não é porque me sinto mal disposto ou zangado.
Ouço muita gente a dizer que só ouve metal ou musica mais barulhenta, quando está mau ou stressado da vida, Eu ouço porque pá gosto da musica, porque me faz sentir bem e não é porque estou mau, mas sim porque gosto.
Não sei o que escrever.
Eu por mim escrevia sobre tudo, mas.... eu depois volto a editar e a coiso e tal!!!
Mas agora queria escrever uma coisa mais triste.
Sabes porque é que eu escrevo textos e textos?
Porque eu gosto de escrever. E porque para mim é uma maneira de treinar melhor a escrita e a mente ao mesmo tempo. Porque eu sempre quis escrever o que me vem à cabeça, tipo tudo, explicar tudo como eu realmente penso da maneira que eu realmente penso, e não escrever de maneira que eu sei para descrever algo que eu sonho, penso, falo, mas sim aquilo que eu realmente penso na realidade. Por exemplo agora estou aqui a andar ás voltas não sei porquê, mas sei que sou capas de descrever com clareza o que eu estou a pensar, mas tenho de escrever mais, e ter mais técnica. Eu não quero escrever um livro ou algo do género, eu apenas quero escrever para me entreter e me conhecer melhor a nível mental.
Conhecer o meu infinito psicológico. ^^ Confuso para uns, mas eu estou a imaginar tudo na minha cabeça. E é isso que eu quero fazer. Mostrar aquilo que eu penso em imagens. Não é descreve-las, mas sim escrever os verdadeiros pensamentos.
Eu sei que dou muitos erros, até erros de construção das frases, mas será isso realmente importante? Será importante escrever bem, quando deveríamos era dar importância ás coisas que aprendemos sozinhos? Aquilo que os outros me ensinam, a mim diz-me pouco, porque dou mais valor àquilo que aprendo sozinho e quando realmente preciso do que quando me dão informação que não preciso. Porque é que queres saber se a Dona Maria deu pão ou não aos pobres? Não irias querer saber o que é que tens de fazer para sobreviveres?
Eu não sou católico, mas quando ouço partes da bíblia em filmes e tudo isso, eu era capaz de dar uma razão psicológica, para o porquê daquela coisa, daquela frase, daquela palavra.
As pessoas antigamente gostavam do mistério e mal sabiam expressar os seus sentimentos e as suas intrigas ao mundo. Então escreviam mais ou menos como eu.
Eu escrevo histórica com uma personagem imaginária a "Inês", porque eu sempre quis ter alguém como ela, sempre quis ter alguém ao meu lado e de viver aventuras com ela.
Eu não sou aquele tipo de gajos que se atira ás gajas e que lhe pede logo o numero só porque me apetece, se alguma gaja se atirar a mim só com os olhos, eu nem me apercebo porque nem entendo esses gestos. Se uma rapariga estiver a chegar-se a mim porque gosta de mim, eu nem me apercebo disso. Só depois quando os outros dizem. Não é que não olhe, é porque eu não percebo isso.
Eu escrevo para preencher o vazio e porque me faz bem desabafar.
É uma maneira que eu tenho de não andar sempre chateado.
É como quando ouço o estilo que eu gosto. Eu ouço porque é uma maneira de ficar desinibido, e não é porque me sinto mal disposto ou zangado.
Ouço muita gente a dizer que só ouve metal ou musica mais barulhenta, quando está mau ou stressado da vida, Eu ouço porque pá gosto da musica, porque me faz sentir bem e não é porque estou mau, mas sim porque gosto.
Não sei o que escrever.
Eu por mim escrevia sobre tudo, mas.... eu depois volto a editar e a coiso e tal!!!
Autor:
Pedro Miguel
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segunda-feira, julho 28
Sentes a dor? - Aborto
às
00:39
Certo dia depois de 1 mês do acto sexual, a Inês fez o teste da gravides.
Deu positivo.
Chamou-me a casa dela para falar-mos sobre aquilo, ela estava muito entusiasmada, mas ao mesmo tempo aflita, pois tinha apenas 18 anos. Seria a sua primeira vez.
- Pedro, adivinha.
- O que foi?
- Estou grávida. Uii, não é giro?
- Claro que é.
- Não pareces animado.
- Não é isso Inês, estou feliz, mas ao mesmo tempo preocupado com o que pode acontecer.
O pai dela houve a conversa, e entra dentro do quarto.
- Tu estás grávida?
- Sim Pai estou grávida.
- E quando é que tencionavas dizer isso? Quando o tivesses no hospital?
Filha o que é que te deu? És jovem, ainda tens de procurar emprego e estar estável na vida para se ter um filho.
- Calma pai, os pais do Pedro são ricos eles podem pagar tudo.
- Tu vais fazer um aborto estás a ouvir?
- Não pai, isso não. Preferia morrer, a fazer isso.
- Vais fazer o aborto Inês!! Diz o pai a gritar-lhe já vermelho.
A Inês sai do quarto a chorar.
- Inês, espera.
- Tu menino, és o culpado disto tudo.
- Inês! Espera amor. Inês?!
Está na cozinha sentada no chão, com as mãos na cara e a chorar como uma criança.
Repetia a palavra não muitas vezes. Chorava e fungava.
Vou-me sentar perto dela, abraço-a e acalmo-a com palavras amigas e carinhosas.
Faço-a rir para que pare de pensar naquilo e se torne positiva.
Tudo se acalma, por um bocado.
- Pedro quero estar contigo, posso dormir em tua casa nestes próximos dias?
- Claro amor. Claro que podes.
- Obrigado. -- Ela braça-me com força limpando as lágrimas no meu ombro.
- Vá vamos embora.
Pego-lhe na mão e levanto-a. Ela limpa a cara com as costas das mãos.
Depois de uns 2 dias, a Inês chaga perto de mim e diz-me com um tom de voz decidida.
- Pedro, eu vou abortar.
- Tás maluca ou quê?
- Pedro, é o melhor para nós. Será melhor.
- Tás parvinha de todo só pode. Tu por acaso sabes o que é que estás a dizer? Abortar?
Tu não deves estar bem.
- Pedro!! Não percebes!
- Eu digo que não vais fazer, afinal o filho é nosso, é dos dois. Eu não quero isso.
Durante algumas horas deixei de falar com a Inês, pois não sabia onde é que estava.
Tinha ido ao médico, falar sobre o aborto.
O médico chamou um psicólogo e pelos vistos a Inês estava com a ideia fixe na cabeça.
- Onde estives-te?
- Estive no médico porquê?
- Foste falar do aborto não foi?
- Fui. Sou eu que estou grávida, sou eu que decido se quero ou não abortar.
- Inês tu acorda para a realidade. Não vais fazer aborto nenhum.
Só porque o teu pai diz, não quer dizer que tenhas que fazer.
Eu estou aqui para te ajudar em tudo. Eu quero essa criança. E juntos vamos cuidar dela.
Não desistas, não tenhas medo de ter um filho Inês, é a primeira vez é normal ter medo, mas por favor não faças o aborto. Ao estares a desistires desse ser, estás a desistir de mim.
Ela lá desiste do aborto, e vamos ao médico e ás consultas de parto e aqueles cursos de como respirar e etc.
8 meses mais tarde nasce o bebé.
É um menino. É um pouco engelhado, mas nota-se que tem as feições do pai e da mãe juntas.
Não sei o que escrever mais.
Eu queria algo triste, claustrofóbico, abandono, desespero, e outras coisas, mas já não me sai nada da cabeça. :S
Deu positivo.
Chamou-me a casa dela para falar-mos sobre aquilo, ela estava muito entusiasmada, mas ao mesmo tempo aflita, pois tinha apenas 18 anos. Seria a sua primeira vez.
- Pedro, adivinha.
- O que foi?
- Estou grávida. Uii, não é giro?
- Claro que é.
- Não pareces animado.
- Não é isso Inês, estou feliz, mas ao mesmo tempo preocupado com o que pode acontecer.
O pai dela houve a conversa, e entra dentro do quarto.
- Tu estás grávida?
- Sim Pai estou grávida.
- E quando é que tencionavas dizer isso? Quando o tivesses no hospital?
Filha o que é que te deu? És jovem, ainda tens de procurar emprego e estar estável na vida para se ter um filho.
- Calma pai, os pais do Pedro são ricos eles podem pagar tudo.
- Tu vais fazer um aborto estás a ouvir?
- Não pai, isso não. Preferia morrer, a fazer isso.
- Vais fazer o aborto Inês!! Diz o pai a gritar-lhe já vermelho.
A Inês sai do quarto a chorar.
- Inês, espera.
- Tu menino, és o culpado disto tudo.
- Inês! Espera amor. Inês?!
Está na cozinha sentada no chão, com as mãos na cara e a chorar como uma criança.
Repetia a palavra não muitas vezes. Chorava e fungava.
Vou-me sentar perto dela, abraço-a e acalmo-a com palavras amigas e carinhosas.
Faço-a rir para que pare de pensar naquilo e se torne positiva.
Tudo se acalma, por um bocado.
- Pedro quero estar contigo, posso dormir em tua casa nestes próximos dias?
- Claro amor. Claro que podes.
- Obrigado. -- Ela braça-me com força limpando as lágrimas no meu ombro.
- Vá vamos embora.
Pego-lhe na mão e levanto-a. Ela limpa a cara com as costas das mãos.
Depois de uns 2 dias, a Inês chaga perto de mim e diz-me com um tom de voz decidida.
- Pedro, eu vou abortar.
- Tás maluca ou quê?
- Pedro, é o melhor para nós. Será melhor.
- Tás parvinha de todo só pode. Tu por acaso sabes o que é que estás a dizer? Abortar?
Tu não deves estar bem.
- Pedro!! Não percebes!
- Eu digo que não vais fazer, afinal o filho é nosso, é dos dois. Eu não quero isso.
Durante algumas horas deixei de falar com a Inês, pois não sabia onde é que estava.
Tinha ido ao médico, falar sobre o aborto.
O médico chamou um psicólogo e pelos vistos a Inês estava com a ideia fixe na cabeça.
- Onde estives-te?
- Estive no médico porquê?
- Foste falar do aborto não foi?
- Fui. Sou eu que estou grávida, sou eu que decido se quero ou não abortar.
- Inês tu acorda para a realidade. Não vais fazer aborto nenhum.
Só porque o teu pai diz, não quer dizer que tenhas que fazer.
Eu estou aqui para te ajudar em tudo. Eu quero essa criança. E juntos vamos cuidar dela.
Não desistas, não tenhas medo de ter um filho Inês, é a primeira vez é normal ter medo, mas por favor não faças o aborto. Ao estares a desistires desse ser, estás a desistir de mim.
Ela lá desiste do aborto, e vamos ao médico e ás consultas de parto e aqueles cursos de como respirar e etc.
8 meses mais tarde nasce o bebé.
É um menino. É um pouco engelhado, mas nota-se que tem as feições do pai e da mãe juntas.
Não sei o que escrever mais.
Eu queria algo triste, claustrofóbico, abandono, desespero, e outras coisas, mas já não me sai nada da cabeça. :S
Autor:
Pedro Miguel
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sábado, julho 26
Coisas que penso
às
17:00
Não sei do que falar. Estive a ver o Tyra Show, onde o tema de hoje era as pessoas que tomavam drogas só para ficar mais magras, para que os outros gostassem delas e porque elas se sentiam gordas mesmo ao ver-se os ossos.
Também tenho um problema destes, mas eu não tomo remédios nem nada que se parece, apenas sinto-me gordo e não sinto que tenho um corpo bonito ou perfeito. Faço exercício, não com regularidade mas sempre que me lembro que é quase de dois em dois dias la vou eu para o meu quarto fazer flexões e albuminais e levantar uns pesos que o meu pai fez para treinar.
Não gosto de musica coisa que tenho no meu corpo. Sou gordo na barriga e eu não gosto disso, tento ter músculo no pescoço, por causa do acidente que tive aos 15 anos.
Coisa estúpida -.-'
Fui cortar o cabelo, chego a casa e dizem-me:
Devias ter deixado como estava! Antes é que estava fixe!
Eu cortei o cabelo para me agradar e ainda vêm com esta de como quem quer que eu os agrade. Foda-se para vocês. Já estou como a Tyra: "So what? - E, então?"
Cortei o cabelo porque me apeteceu e então?
Sinto-me bem assim e então?
Eu tenho que me agradar a mim, apesar de não gostar muito de como ele está, mas tenho muito tempo para me habituar ao corte e como está até esta limpo e simples e já não me estorva a vista. Só porque o tinha comprido não queria dizer que o ia deixar crescer. Tenho tantos anos da minha vida para o deixar crescer. E quem me despedir só porque tenho o cabelo comprido, que ele sa foda, pessoas como elas morrem por dentro sempre que não se satisfazem por causa dos outros. Só para agradar aos outros.
Perdi-me quando tentava agradar aos outros em vez de me agradar a mim.
Sinto-me bem como estou, estou a ser eu.
Sou gordo, e então?
Também tenho um problema destes, mas eu não tomo remédios nem nada que se parece, apenas sinto-me gordo e não sinto que tenho um corpo bonito ou perfeito. Faço exercício, não com regularidade mas sempre que me lembro que é quase de dois em dois dias la vou eu para o meu quarto fazer flexões e albuminais e levantar uns pesos que o meu pai fez para treinar.
Não gosto de musica coisa que tenho no meu corpo. Sou gordo na barriga e eu não gosto disso, tento ter músculo no pescoço, por causa do acidente que tive aos 15 anos.
Coisa estúpida -.-'
Fui cortar o cabelo, chego a casa e dizem-me:
Devias ter deixado como estava! Antes é que estava fixe!
Eu cortei o cabelo para me agradar e ainda vêm com esta de como quem quer que eu os agrade. Foda-se para vocês. Já estou como a Tyra: "So what? - E, então?"
Cortei o cabelo porque me apeteceu e então?
Sinto-me bem assim e então?
Eu tenho que me agradar a mim, apesar de não gostar muito de como ele está, mas tenho muito tempo para me habituar ao corte e como está até esta limpo e simples e já não me estorva a vista. Só porque o tinha comprido não queria dizer que o ia deixar crescer. Tenho tantos anos da minha vida para o deixar crescer. E quem me despedir só porque tenho o cabelo comprido, que ele sa foda, pessoas como elas morrem por dentro sempre que não se satisfazem por causa dos outros. Só para agradar aos outros.
Perdi-me quando tentava agradar aos outros em vez de me agradar a mim.
Sinto-me bem como estou, estou a ser eu.
Sou gordo, e então?
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Pedro Miguel
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sexta-feira, julho 25
Falaz e levas no nariz
às
17:20
Numa Sexta-Feira à noite, eu e a Inês fomos passear um bocado e levámos os cães.
Eu tinha que ir ao Multibanco carregar o telemóvel.
O Multibanco estava vazio, e entrámos, com os cães.
Eu insiro o cartão de Multibanco e digito o código de acesso e vou até a parte de pagamentos de telemóveis. Mas sempre que insiro o numero ele diz-me que está incorrecto. Anulo o que estou a fazer e retiro o cartão e volto a pô-lo e digito novamente o numero de telemóvel que quero carregar. Mas sempre que ponho continuar aquela merda dá erro de numero. Eu fico lixado.
Volto a fazer o mesmo, até que certa altura aparece um homem.
A Inês no momento em que homem entrou estava a olhar pelas janelas com os cães sentados ao lado dela. Ela estava em pé. E eu estava a retirar o cartão.
- Olhe você não não pode ter aqui os cães dentro. Está ali um sinal a dizer que não pode entrar com cães. - Diz o homem com aquela voz, só mesmo para chatear.
Neste momento vira-se a Inês para ele e diz-lhe com aquela sua voz a mulher mesmo, mulher mando-na.
- Não posso ter aqui os cães? Está de noite homem.
- Mas se tivessem aqui as pessoas que trabalham no banco você devia ver.
- Mas você quer dizer o que eu devo ou não fazer com os cães? Você quer mandar em mim? (O moço fica com uma cara, foda-se! Até mete medo ao susto, mas esperem pelo que vem asseguir xD)
- Ó Inês tem calma.
- Tem calma nada, agora não podemos trazer para aqui os cães não?
De noite, numa cidade onde toda agente é drogada e alcoólica e não posso pelo menos andar com os cães para me sentir mais segura de noite?!
- Acalma-te!
- Calma-te o caralho. Mas agora vem para aqui dizer-me que não posso entrar aqui com cães? Olha questa agora!
- Quer os cães lá fora com um frio destes? Traga os seus, e fique lá fora foda-se.
Vamos embora Pedro, já deu para ver que isso não está a funcionar.
Os nosso cães passam pelo homem a cheira-lo de alto a baixo.
O homem continua com uma cara, foda-se parece que a Inês lhe tinha dado porrada. xD
Olhem que ela é fodida, e para mais quando falam em animais ui jasus ninguém a segura.
Saímos daquele banco e fomos a outro para ver se conseguia carregar o telemovel.
Entrámos noutro banco e estava vazio, e entrámos com os cães e mesmo que lá estivesse placa eu e ela estávamos a cagar para o caralho da placa. Entrámos e tentei e não deu nada.
Fomos embora porque começou a chover.
- Já viste isto?
- O quê? Aquilo do homem?
- Ya, o caralho do homem só fez aquilo só para chatear.
- Pronto mas deste-lhe mesmo na cara.
- Notou-se muito?
- Ya, notei na expressão dele e nos movimentos que fazia com os olhos e com os dedos e com o resto do corpo, sentia-se desprotegido. Ele ficou arrependido.
- Acho muito bem, e só não lhe bati porque tu ias-me segurar, porque se não, eu desfazia-o o todo.
- loool tem calma Inês, não sejas tão violenta.
Eu realmente esperei que te virasses a ele, e se o fizesses, era o que ele merecia.
-Já não se pode levar os cães a passear e a dar-nos um pouco de segurança de noite que vêm logo chatear.
- Pronto já passou! Dá-cá um beijo quentinho.
Fomos para casa onde a Rita já estava a dormir que nem um passarinho numa noite de inverno. Embrolhada nos lençoies quase a cair da cama. Só se via os dedos dos pés. Ela era tão fofa. =P
Ela lá deitou fora este pequeno lixo e foi-se deitar.
Eu sentia que ela estava arrependida por ter falado assim para o homem, mas foi o homem que pediu. Mas pronto foi mais um dia.
Tipo isto aconteceu comigo hoje de noite.
Mas só que eu estáva sosinho e com a Skully. Aquela cadela que ladra para tudo e todos e o que se passou foi o seguinte.
Estáva la eu a tentar ver se aquela merda dava e entra o homem.
- Sabes que não podes trazes os cães aqui para dentro, está ali um sinal fora.
- Ia deixa-lo lá fora?
- Não, se tivessem aqui os trabalhadores daqui, não podia trazer os cães para dentro.
- Está de noite, primeiro a segurança.
- Está bem mas não podes ter aqui o cão.
- Ainda se foce um rotuailer ou um pitbul ainda se...
- Está bem mas não podes ter aqui o cão.
Eu estava para o mandar para o caralho, mas como sou calmo e sou educado e não me meter com as pessoas só porque me apetece.
E para já entrei naquele local muitas vezes com os cães e com o meu irmão e nunca nos chatearam, aliás até iam fazer festas aos cães. Não percebo qual ameaça é que o cão representával para ele.
Querem saber uma coisa? Se foce a minha lavradora, o homem nem se metia comigo, mas como viu um cão de água arraçado com rafeiro pimbas teve logo que se meter comigo.
Se lá estivesse o meu irmão não se metia com nosoco, nós os dois juntos somo sum perido quando se metem connosco. Ui do piorio cada um defende-se um ao outro e é sempre a malhar nas pessoas vervalmente e educadamente. Muitas deles até ficam a chorar por dentro e assustadas mentalmente. Caralho foda-se deixem os cães.
Eu nem ando com os meus cães pela trela. Eu quase nem preciso de por a coleira no pescoço do cão. Posso dizer que são os unicos daqui que andam livres sem coleiras e sem trelas.
Toda agente olha mas eu quero lá saber. Se eles morderem a alguém aí já tomo medidas, mas em 4 anos nunca mordeu e apenas ladra se as pessoas se meterem com eles e fixerem movimentos bruscos, não percebo :S
Morram caralho. O homem devia querer ouvir da minha boca mais ou menos isto.
- Como você não tem cães, mete-se com aquele que tem cão a solta.
Aliás, anda uma rapariga com um pastor alemão que entra com o cão no multibanco e provavelmente ninguem se vai meter com ela porcausa do cão -.-'
Mas eu vou sair outravez e o caralho do homem vai ver quem é que lhe foda desta vez o nariz verbalmente -.-' Morra foda-se pessoas como você podia estar debaixo da terra.
Quando o homem entrou la dentro pensei que me ia assaltar tinha uma cara de drogado e de quem me queria roubar.
P.S: Ler o P.S.2:
P.S.2: O primeiro P.S, éra so para vocês lerem esta mensagem xD
Eu tinha que ir ao Multibanco carregar o telemóvel.
O Multibanco estava vazio, e entrámos, com os cães.
Eu insiro o cartão de Multibanco e digito o código de acesso e vou até a parte de pagamentos de telemóveis. Mas sempre que insiro o numero ele diz-me que está incorrecto. Anulo o que estou a fazer e retiro o cartão e volto a pô-lo e digito novamente o numero de telemóvel que quero carregar. Mas sempre que ponho continuar aquela merda dá erro de numero. Eu fico lixado.
Volto a fazer o mesmo, até que certa altura aparece um homem.
A Inês no momento em que homem entrou estava a olhar pelas janelas com os cães sentados ao lado dela. Ela estava em pé. E eu estava a retirar o cartão.
- Olhe você não não pode ter aqui os cães dentro. Está ali um sinal a dizer que não pode entrar com cães. - Diz o homem com aquela voz, só mesmo para chatear.
Neste momento vira-se a Inês para ele e diz-lhe com aquela sua voz a mulher mesmo, mulher mando-na.
- Não posso ter aqui os cães? Está de noite homem.
- Mas se tivessem aqui as pessoas que trabalham no banco você devia ver.
- Mas você quer dizer o que eu devo ou não fazer com os cães? Você quer mandar em mim? (O moço fica com uma cara, foda-se! Até mete medo ao susto, mas esperem pelo que vem asseguir xD)
- Ó Inês tem calma.
- Tem calma nada, agora não podemos trazer para aqui os cães não?
De noite, numa cidade onde toda agente é drogada e alcoólica e não posso pelo menos andar com os cães para me sentir mais segura de noite?!
- Acalma-te!
- Calma-te o caralho. Mas agora vem para aqui dizer-me que não posso entrar aqui com cães? Olha questa agora!
- Quer os cães lá fora com um frio destes? Traga os seus, e fique lá fora foda-se.
Vamos embora Pedro, já deu para ver que isso não está a funcionar.
Os nosso cães passam pelo homem a cheira-lo de alto a baixo.
O homem continua com uma cara, foda-se parece que a Inês lhe tinha dado porrada. xD
Olhem que ela é fodida, e para mais quando falam em animais ui jasus ninguém a segura.
Saímos daquele banco e fomos a outro para ver se conseguia carregar o telemovel.
Entrámos noutro banco e estava vazio, e entrámos com os cães e mesmo que lá estivesse placa eu e ela estávamos a cagar para o caralho da placa. Entrámos e tentei e não deu nada.
Fomos embora porque começou a chover.
- Já viste isto?
- O quê? Aquilo do homem?
- Ya, o caralho do homem só fez aquilo só para chatear.
- Pronto mas deste-lhe mesmo na cara.
- Notou-se muito?
- Ya, notei na expressão dele e nos movimentos que fazia com os olhos e com os dedos e com o resto do corpo, sentia-se desprotegido. Ele ficou arrependido.
- Acho muito bem, e só não lhe bati porque tu ias-me segurar, porque se não, eu desfazia-o o todo.
- loool tem calma Inês, não sejas tão violenta.
Eu realmente esperei que te virasses a ele, e se o fizesses, era o que ele merecia.
-Já não se pode levar os cães a passear e a dar-nos um pouco de segurança de noite que vêm logo chatear.
- Pronto já passou! Dá-cá um beijo quentinho.
Fomos para casa onde a Rita já estava a dormir que nem um passarinho numa noite de inverno. Embrolhada nos lençoies quase a cair da cama. Só se via os dedos dos pés. Ela era tão fofa. =P
Ela lá deitou fora este pequeno lixo e foi-se deitar.
Eu sentia que ela estava arrependida por ter falado assim para o homem, mas foi o homem que pediu. Mas pronto foi mais um dia.
Tipo isto aconteceu comigo hoje de noite.
Mas só que eu estáva sosinho e com a Skully. Aquela cadela que ladra para tudo e todos e o que se passou foi o seguinte.
Estáva la eu a tentar ver se aquela merda dava e entra o homem.
- Sabes que não podes trazes os cães aqui para dentro, está ali um sinal fora.
- Ia deixa-lo lá fora?
- Não, se tivessem aqui os trabalhadores daqui, não podia trazer os cães para dentro.
- Está de noite, primeiro a segurança.
- Está bem mas não podes ter aqui o cão.
- Ainda se foce um rotuailer ou um pitbul ainda se...
- Está bem mas não podes ter aqui o cão.
Eu estava para o mandar para o caralho, mas como sou calmo e sou educado e não me meter com as pessoas só porque me apetece.
E para já entrei naquele local muitas vezes com os cães e com o meu irmão e nunca nos chatearam, aliás até iam fazer festas aos cães. Não percebo qual ameaça é que o cão representával para ele.
Querem saber uma coisa? Se foce a minha lavradora, o homem nem se metia comigo, mas como viu um cão de água arraçado com rafeiro pimbas teve logo que se meter comigo.
Se lá estivesse o meu irmão não se metia com nosoco, nós os dois juntos somo sum perido quando se metem connosco. Ui do piorio cada um defende-se um ao outro e é sempre a malhar nas pessoas vervalmente e educadamente. Muitas deles até ficam a chorar por dentro e assustadas mentalmente. Caralho foda-se deixem os cães.
Eu nem ando com os meus cães pela trela. Eu quase nem preciso de por a coleira no pescoço do cão. Posso dizer que são os unicos daqui que andam livres sem coleiras e sem trelas.
Toda agente olha mas eu quero lá saber. Se eles morderem a alguém aí já tomo medidas, mas em 4 anos nunca mordeu e apenas ladra se as pessoas se meterem com eles e fixerem movimentos bruscos, não percebo :S
Morram caralho. O homem devia querer ouvir da minha boca mais ou menos isto.
- Como você não tem cães, mete-se com aquele que tem cão a solta.
Aliás, anda uma rapariga com um pastor alemão que entra com o cão no multibanco e provavelmente ninguem se vai meter com ela porcausa do cão -.-'
Mas eu vou sair outravez e o caralho do homem vai ver quem é que lhe foda desta vez o nariz verbalmente -.-' Morra foda-se pessoas como você podia estar debaixo da terra.
Quando o homem entrou la dentro pensei que me ia assaltar tinha uma cara de drogado e de quem me queria roubar.
P.S: Ler o P.S.2:
P.S.2: O primeiro P.S, éra so para vocês lerem esta mensagem xD
Autor:
Pedro Miguel
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quinta-feira, julho 24
O ser querido
às
13:44
Rita, a minha filha mais querida e linda do mundo. A Rita nesta história tem 6 anos.
Bem esta história a começa, quando saímos de casa num dia com algumas nuvens e com o sol envergonhado por de trás delas, mas o importante é que estava um dia cheio de raios de sol. =)
Portanto, Eu a Inês e a nossa filha Rita íamos dar uma volta pelo parque.
Ela começa por se vestir à trapalhona. Mesmo à atabalhoada. As calças viradas ao contrário, e a camisola também. Enfim estava a tentar ser engraçada.
- Olha para mim pai!
- Diz fiz.
- Já estou vestida vês.
- Ó Rita pára com isso e vai-te vestir como deve de ser, se faz favor, que é para não te obrigar.
- Oh, ó pai fogo, tu também. És mau, já não gosto mais de ti.
- Olha eu importado com isso. - Digo eu no gozo. xD
Aparece a Inês de fato de treino azul.
- Que é feito da nossa filha?
- Foi-se vestir, estava a armar-se em engracadinha, vestiu tudo do avesso. Sai mesmo ati Inês. ^^
- Ai agora a culpa é minha, tu é que tens sempre esse ar sorridente e és tu que a levas a fazer estas figuras. A culpa é tua.
- Pronto é nossa, vá que eu gosto muito de partilhar a minha culpa com os outros. ^^ - Digo eu a rir e beijando-a.
- Rita? Anda lá filha.
- Já vou mãe, só me estou a calçar.
- Rápido anda lá.
Após alguns minutos lá vem a Ritinha a correr até que... subitamente calca uma ataca desapertada e tabums, cai ao chão.
- Ó cachopa tem calma a correr, não vais chegar atrasada a nada tem calma.
- Possas, e vocês ficam ai quietos a ver-me cair não é?
- Rita tu é que és uma trapalhona e pronto não digo mais nada para não nos chatear-mos.
- Vá para o carro ó menina.
- Oh fogo, tá bem. Diz ela num tom cabeis baixo a olhar para o chão e com a cabeça entre os ombros.
Chegada ao carro. Diz a Inês.
- Põem o cinto Rita.
- Já tá posto mãe.
- Vá vamos lá então dar uma volta.
Lá fomos para o nosso destino.
A menina Ritinha tola como a mãe tirou o sinto e abriu a porta e foi a correr para o parque.
Nem viu o carro que vinha na direcção dela.
- Ó Ritaaaaaaa! Grita a mãe desesperada.
Ela repara no carro e corre o mais depressa que pode para a outra berma da estrada.
Fica lá quieta a olhar para baixo, amuada, e chorar e a soluçar de medo que a mãe lhe bata.
- Rita que foi aquilo? - Pergunto eu numa voz calma.
- Foi, foi, foi... Fui eu que atravessei sem olhar papá. Diz ela a olhar para mim com aqueles olhinhos a pedir para não lhe bater.
- Então e o que é que devia ter feito?
- Devia ter olhado para os lados para ver se não vinha nenhum carro.
- Exactamente! Se sabes que a tua mãe não te gosta de ver a atravessar a estrada a correr sem olhar para os lados, o que é que achas que te vai acontecer?
- Que me vai bater no rabo ou na mão. Diz-me ela cheia de medo naquelas olhinhos azuis, ao mesmo tempo que enrosca um pé no chão e enrola a camisola no dedo indicador.
- Vem cá Rita Maria!!
- Desculpa mãe. :( Desculpa, eu devia ter olhado para os lados. Desculpa!
- Dá-me a tua mão.
- Ó Mãe, não, eu ja aprendi, não me batas.
- Dá-me a tua mão Rita, não me faças pedir novamente.
- Por favor.
A Inês assustada e com o medo misturado com raiva, pega na mão da filha e dá-lhe dois valentes estaladões mesmo na palma da mão.
- Uaaaa, uaaaa. - Cala-te ou apanhas mais.
- Sniff, sniff.
Ela vem para perto de mim, segurar a minha mão direita.
Fica mesmo enconstadinha a mim. Cheia de medo da mãe.
Ela sabe que a mãe não é de bater, mas como ela só faz coisas que não devia, então a mãe fica assustada e exaltada e oferece-lhe porrada, mas muitas vezes só ameaça, e não bate.
Ela não é de bater, mas jazus quando bate, é mesmo para bater.
A Rita, só tem medo da mãe por ela bater, porque de resto ama-a do fundo do curação.
São mulheres e elas sabem entender-se :)
Vai lá brincar. Diz a Inês num tom calmo e amigável com o sorriso na cara.
A Rita, vai para os baloiços, e a Inês vai correr durante um bocadinho pelo parque.
Eu fico com a Rita a ajudá-la a andar de escorrega e a empurrar o baloiço.
- Empurras-me pai?
- Sim! Põem-te no baloiço e segura-te. - Empurro-a devagarinho.
- Uyiiiiii, estou a voar. Uyiiiiii olha eu a vomitar xD - Diz ela toda contente mas no gozo.
- Vê lá é se sujas os outros meninos.
- Não. ^^
Durante alguns minutos a andar de baloiço, ela decide ir andar de escorrega, mas de uma maneira diferente. Ela quer subi-lo.
- Que estás a fazer?
- Estou a escalar o escorrega.
- Vê lá se cais.
- Não! Diz ela ironicamente.
Lá anda ela a brincar por todas as construções do parque toda alegre.
Até que ela me pede para eu lhe dizer como é que se faz uma coisa.
Ela quer subir uma parede feita de rede, e quer passar para o outro lado.
- Olha tens de por um pé aqui, e outro aqui, e as mãos aqui e aqui, e depois vais subindo e fazendo força com os braços para conseguires subir. Quando chegares ao topo eu já te digo o que tens de fazer.
Ela começa a olhar para baixo e começa a ter medo das alturas.
- Pai tenho medo. Vou descer.
- Já? Já vais desistir? Continua, não olhes para baixo, olha para onde pões as mãos.
- Não consigo pai.
- Vá só te faltam 2 degraus.
- Já cheguei e agora? Diz ela com uma voz assustada com o medo de cair dali a baixo.
-Agora passa agarra-te bem e passa uma perna para o lado de lá.
Eu vou estar-te a segurar do outro lado.
Vá faz isso devagar, não estejas com pressa.
- Tá bem pai.
Lá o fez com cuidado e muito devagarinho. Tão devagarinho que parecia que estava a passar por um posso cheio de crocodilos adormecidos. Lá vai ela a descer por ali a baixo com a pressa de se livrar daquela coisa que a fazia agarrar à vida com unhas e dentes. Era pequenina mas já sabia que se arriscasse demasiado sabia o que podia acontecer.
Peguei-a ao colo, e ela soltou um sorriso daqueles de orelha a orelha. Parecia que estava feliz por eu a estar a agarrar ou a ter ali perto dela. Foi emocionante este dia. Ela aprendeu mais uma lição para a sua vida. Ela quer sempre mais. Pergunta sobre tudo e todos, sobre isto e aquilo, do porque e do como.
Era uma rapariga simpática, mas muito arisca.
Entretanto a Inês parou de correr e veio para perto de mim.
- É tão bonito ver a nossa filha assim entretida com as coisas, e aprender coisas novas.
- Se é, é agradável e emocionante vê-la a descobrir e a aprender as coisas novas. Sem duvida mesmo.
- É bonita a nossa filha não é? - Diz a Inês encostando a cabeça dela na minha como sinal de repouso.
Acabo assim esta história.
Entre os olhos xD
Bem esta história a começa, quando saímos de casa num dia com algumas nuvens e com o sol envergonhado por de trás delas, mas o importante é que estava um dia cheio de raios de sol. =)
Portanto, Eu a Inês e a nossa filha Rita íamos dar uma volta pelo parque.
Ela começa por se vestir à trapalhona. Mesmo à atabalhoada. As calças viradas ao contrário, e a camisola também. Enfim estava a tentar ser engraçada.
- Olha para mim pai!
- Diz fiz.
- Já estou vestida vês.
- Ó Rita pára com isso e vai-te vestir como deve de ser, se faz favor, que é para não te obrigar.
- Oh, ó pai fogo, tu também. És mau, já não gosto mais de ti.
- Olha eu importado com isso. - Digo eu no gozo. xD
Aparece a Inês de fato de treino azul.
- Que é feito da nossa filha?
- Foi-se vestir, estava a armar-se em engracadinha, vestiu tudo do avesso. Sai mesmo ati Inês. ^^
- Ai agora a culpa é minha, tu é que tens sempre esse ar sorridente e és tu que a levas a fazer estas figuras. A culpa é tua.
- Pronto é nossa, vá que eu gosto muito de partilhar a minha culpa com os outros. ^^ - Digo eu a rir e beijando-a.
- Rita? Anda lá filha.
- Já vou mãe, só me estou a calçar.
- Rápido anda lá.
Após alguns minutos lá vem a Ritinha a correr até que... subitamente calca uma ataca desapertada e tabums, cai ao chão.
- Ó cachopa tem calma a correr, não vais chegar atrasada a nada tem calma.
- Possas, e vocês ficam ai quietos a ver-me cair não é?
- Rita tu é que és uma trapalhona e pronto não digo mais nada para não nos chatear-mos.
- Vá para o carro ó menina.
- Oh fogo, tá bem. Diz ela num tom cabeis baixo a olhar para o chão e com a cabeça entre os ombros.
Chegada ao carro. Diz a Inês.
- Põem o cinto Rita.
- Já tá posto mãe.
- Vá vamos lá então dar uma volta.
Lá fomos para o nosso destino.
A menina Ritinha tola como a mãe tirou o sinto e abriu a porta e foi a correr para o parque.
Nem viu o carro que vinha na direcção dela.
- Ó Ritaaaaaaa! Grita a mãe desesperada.
Ela repara no carro e corre o mais depressa que pode para a outra berma da estrada.
Fica lá quieta a olhar para baixo, amuada, e chorar e a soluçar de medo que a mãe lhe bata.
- Rita que foi aquilo? - Pergunto eu numa voz calma.
- Foi, foi, foi... Fui eu que atravessei sem olhar papá. Diz ela a olhar para mim com aqueles olhinhos a pedir para não lhe bater.
- Então e o que é que devia ter feito?
- Devia ter olhado para os lados para ver se não vinha nenhum carro.
- Exactamente! Se sabes que a tua mãe não te gosta de ver a atravessar a estrada a correr sem olhar para os lados, o que é que achas que te vai acontecer?
- Que me vai bater no rabo ou na mão. Diz-me ela cheia de medo naquelas olhinhos azuis, ao mesmo tempo que enrosca um pé no chão e enrola a camisola no dedo indicador.
- Vem cá Rita Maria!!
- Desculpa mãe. :( Desculpa, eu devia ter olhado para os lados. Desculpa!
- Dá-me a tua mão.
- Ó Mãe, não, eu ja aprendi, não me batas.
- Dá-me a tua mão Rita, não me faças pedir novamente.
- Por favor.
A Inês assustada e com o medo misturado com raiva, pega na mão da filha e dá-lhe dois valentes estaladões mesmo na palma da mão.
- Uaaaa, uaaaa. - Cala-te ou apanhas mais.
- Sniff, sniff.
Ela vem para perto de mim, segurar a minha mão direita.
Fica mesmo enconstadinha a mim. Cheia de medo da mãe.
Ela sabe que a mãe não é de bater, mas como ela só faz coisas que não devia, então a mãe fica assustada e exaltada e oferece-lhe porrada, mas muitas vezes só ameaça, e não bate.
Ela não é de bater, mas jazus quando bate, é mesmo para bater.
A Rita, só tem medo da mãe por ela bater, porque de resto ama-a do fundo do curação.
São mulheres e elas sabem entender-se :)
Vai lá brincar. Diz a Inês num tom calmo e amigável com o sorriso na cara.
A Rita, vai para os baloiços, e a Inês vai correr durante um bocadinho pelo parque.
Eu fico com a Rita a ajudá-la a andar de escorrega e a empurrar o baloiço.
- Empurras-me pai?
- Sim! Põem-te no baloiço e segura-te. - Empurro-a devagarinho.
- Uyiiiiii, estou a voar. Uyiiiiii olha eu a vomitar xD - Diz ela toda contente mas no gozo.
- Vê lá é se sujas os outros meninos.
- Não. ^^
Durante alguns minutos a andar de baloiço, ela decide ir andar de escorrega, mas de uma maneira diferente. Ela quer subi-lo.
- Que estás a fazer?
- Estou a escalar o escorrega.
- Vê lá se cais.
- Não! Diz ela ironicamente.
Lá anda ela a brincar por todas as construções do parque toda alegre.
Até que ela me pede para eu lhe dizer como é que se faz uma coisa.
Ela quer subir uma parede feita de rede, e quer passar para o outro lado.
- Olha tens de por um pé aqui, e outro aqui, e as mãos aqui e aqui, e depois vais subindo e fazendo força com os braços para conseguires subir. Quando chegares ao topo eu já te digo o que tens de fazer.
Ela começa a olhar para baixo e começa a ter medo das alturas.
- Pai tenho medo. Vou descer.
- Já? Já vais desistir? Continua, não olhes para baixo, olha para onde pões as mãos.
- Não consigo pai.
- Vá só te faltam 2 degraus.
- Já cheguei e agora? Diz ela com uma voz assustada com o medo de cair dali a baixo.
-Agora passa agarra-te bem e passa uma perna para o lado de lá.
Eu vou estar-te a segurar do outro lado.
Vá faz isso devagar, não estejas com pressa.
- Tá bem pai.
Lá o fez com cuidado e muito devagarinho. Tão devagarinho que parecia que estava a passar por um posso cheio de crocodilos adormecidos. Lá vai ela a descer por ali a baixo com a pressa de se livrar daquela coisa que a fazia agarrar à vida com unhas e dentes. Era pequenina mas já sabia que se arriscasse demasiado sabia o que podia acontecer.
Peguei-a ao colo, e ela soltou um sorriso daqueles de orelha a orelha. Parecia que estava feliz por eu a estar a agarrar ou a ter ali perto dela. Foi emocionante este dia. Ela aprendeu mais uma lição para a sua vida. Ela quer sempre mais. Pergunta sobre tudo e todos, sobre isto e aquilo, do porque e do como.
Era uma rapariga simpática, mas muito arisca.
Entretanto a Inês parou de correr e veio para perto de mim.
- É tão bonito ver a nossa filha assim entretida com as coisas, e aprender coisas novas.
- Se é, é agradável e emocionante vê-la a descobrir e a aprender as coisas novas. Sem duvida mesmo.
- É bonita a nossa filha não é? - Diz a Inês encostando a cabeça dela na minha como sinal de repouso.
Acabo assim esta história.
Entre os olhos xD
Autor:
Pedro Miguel
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quarta-feira, julho 23
Um novo ser entre nós dois
às
11:45
Numa segunda feira de manhã.
Eu e a Inês já tivemos sexo à uns dias mas com o preservativo. (Ver a História)
Mas desta vês era diferente.Ambos queríamos ter fazer sexo sem preservativo, mesmo arriscando a engravidar. Arriscámos.
- Vem para a cama Pedro.
- Tem calma já vou Inês, isto está a custar a sair.
- Vá eu ajudo-te! Tira daí a mão e puxa para baixo pá.
- Ai!!!! Cuidado com as unhas porra. Cada unhada que me dás.
- Desculpa foi sem intenções, mas tu também és um maricas.
[...]
- Ai eu é que sou maricas? Ai sou? - Começo a fazer-lhe cocegas por baixo dos braços.
- Ai pára, estás-me a fazer rir, já me doí a barriga Pedro. Pára com isso. Ai, ai, ai, ai...
- Vá vamos é Fuder que já está na hora não achas? - Digo eu num tom meio exitado.
Fomos para a cama.
Tirei-lhe o sutien e ela a minha camisola nova.
Dava-lhe beijos no pescoço, e ela só gemia, só me emporrava para baixo.
- Tira-me as cuecas Pedro. Dizia ela a gemer.
Eu descia lentamente aos beijos. (Deixava a pastilha no umbigo, que é para isso que as mulheres têm o umbigo) ^^
Enquanto ela se masturbava com as cuecas vestidas, eu tirava-lhe as cuecas muito de vagarinho. Ela só gemia. Estáva possuida aquela rapairga.
Tirei-lhe as cuecas e ela rápidamente enfiou (desculpem o termo) 2 dedos.
Tirava a mão e lambia-a toda, e voltava a meter lá os dedos. Tirava e punha num movimento continuo e repetitivo bastante rápido. Até que... Deu um daqueles gritos de prazer e saiu daquela merda um jacto de um liquido branco. Mesmo no meio peito.
- Lembe Pedro. Limpa-me todinha.
Lá o fiz, sabia bem, não sei a que é que sabia, mas sei que sabia bem. :)
Ela emporrava a minha cabeça para a Vagina dela.
Puxava e remexia-me o cabelo vezes sem conta.
Gemia e gemia e gemia. Aquilo estava-me a exitar todo.
Puxei-a para mim, e cuidadosamente peguei no Pénis e introduzi-o naquel buraquinho humido e quente. Soltava gritos de prazer.
Repetia aquilo mais umas poucas vezes.
Depois deixei-me ir com o prazer e dei por mim a "violala" e ela a gemer que nem uma louca. Havia um odor a sexo bastante intenso no ar.
Ela gritava e gritava e eu começava a gemer também.
Durante algum tempo só nos chamávamos nomes. Mas rápidamente parou um um grito da Inês a dizer:
- Estou-me a vir Pedro. Aaaaiiiiiii!!
- Vem-te meu amor. Quero que te venhas.
- Estou quase... Estou, estou, aaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Eu tirei o pénis de dentro dela e só saia aquele liquido branco.
Começou a tremer, e eu voltei a introduzir o pénis. Ela deu um grito.
Continuei a fude-la. Ela disse que se continua-se voltava a vir-se. E eu continuei até que vhsss veio-se mas eu não tirei o pénis. Senti aquele liquido quente e aconchegante. Naquele momento apeteceu-me vir.
- Inês estou-me a vir! Estou quase, estou... aaaaaammm
- Quero que te venhas dentro de mim. Meu cabrão. hmmm sim Veeeem-te
Ela gemeu enquanto eu ejaculava dentro dela.
- ooommm - Gemia eu e ela.
Foda-se o que é que eu tinha feito.
- Porra Pedro, caralho vies-te dentro de mim. Foda-se e agora?
Estou grávida não estou? O Merda, caralho. E agora Pedro? O que é que eu vou fazer?
Será que se me lavar esta merda sai? Foda-se. Caralho pá. Puta que pariu a gravides mais o caralho. Só deviamos engravidar se realmente nos apetece-se e não porque se veem dentro de nós. Foda-se.
- Calma Inês. Vai-te lavar com o chuveiro, pode ser que tire o exesso ou assim não sei.:S
Lá fomos nós para a casa de banho. EU ajudei-a a limpar.
- Foda-se, ó Pedro e agora?
- Calma Inês, já me estás a deixar nervoso.
- Foda-se já me está a dar uma coisa má, acho qe vou desmaiar.
- Ei ó rapariga, não estejas a imaginar coisas faxavor tabém?
Nove meses mais tarde na nossa vida.
A Inês dá á luz uma menina.
Démos-lhe o nome de Rita.
A Rita era saudável. Ao segundo ano de idade já andava e corria.
Tinha era uma pancada do caralho. Saía á mãe claro. Só podia.
A mãe era tola como tudo.
Tinha cabelo loiro, e tinha pintinhas que cobria as bochechas e a parte do nariz.
Os olhos dela eram de um azul cristalinos. Era branquinha como o pai e a mãe.
Era uma Filha linda. Era a minha pequena e linda Filha.
Era a filha mais querida do mundo.
Durante os seus primeiros 5 anos de idade ela já sabia escrever e a ler assim como contar e sumar. Era esperta a garota. Saia mais á mãe doque ó pai. xD
Mas ela lá tinha as qualidades do pai. Era destemida, aventureira. Sem medo de nada.
Quando caía não churava, levantava-se e continuáva a andar até cair e levantar-se novamente. Quando fazia uma frida não chorava, apenas ficava assustada com o sangue.
É pá e como vocês podem saber, eu não posso contar tudo porque depois não tenho histórias para inventar e contar não é? Por isso esperem por mais daqui a uns dias ou talvez até amanha. Amanha talves fale sobre "Os dedos".
Eu e a Inês já tivemos sexo à uns dias mas com o preservativo. (Ver a História)
Mas desta vês era diferente.Ambos queríamos ter fazer sexo sem preservativo, mesmo arriscando a engravidar. Arriscámos.
- Vem para a cama Pedro.
- Tem calma já vou Inês, isto está a custar a sair.
- Vá eu ajudo-te! Tira daí a mão e puxa para baixo pá.
- Ai!!!! Cuidado com as unhas porra. Cada unhada que me dás.
- Desculpa foi sem intenções, mas tu também és um maricas.
[...]
- Ai eu é que sou maricas? Ai sou? - Começo a fazer-lhe cocegas por baixo dos braços.
- Ai pára, estás-me a fazer rir, já me doí a barriga Pedro. Pára com isso. Ai, ai, ai, ai...
- Vá vamos é Fuder que já está na hora não achas? - Digo eu num tom meio exitado.
Fomos para a cama.
Tirei-lhe o sutien e ela a minha camisola nova.
Dava-lhe beijos no pescoço, e ela só gemia, só me emporrava para baixo.
- Tira-me as cuecas Pedro. Dizia ela a gemer.
Eu descia lentamente aos beijos. (Deixava a pastilha no umbigo, que é para isso que as mulheres têm o umbigo) ^^
Enquanto ela se masturbava com as cuecas vestidas, eu tirava-lhe as cuecas muito de vagarinho. Ela só gemia. Estáva possuida aquela rapairga.
Tirei-lhe as cuecas e ela rápidamente enfiou (desculpem o termo) 2 dedos.
Tirava a mão e lambia-a toda, e voltava a meter lá os dedos. Tirava e punha num movimento continuo e repetitivo bastante rápido. Até que... Deu um daqueles gritos de prazer e saiu daquela merda um jacto de um liquido branco. Mesmo no meio peito.
- Lembe Pedro. Limpa-me todinha.
Lá o fiz, sabia bem, não sei a que é que sabia, mas sei que sabia bem. :)
Ela emporrava a minha cabeça para a Vagina dela.
Puxava e remexia-me o cabelo vezes sem conta.
Gemia e gemia e gemia. Aquilo estava-me a exitar todo.
Puxei-a para mim, e cuidadosamente peguei no Pénis e introduzi-o naquel buraquinho humido e quente. Soltava gritos de prazer.
Repetia aquilo mais umas poucas vezes.
Depois deixei-me ir com o prazer e dei por mim a "violala" e ela a gemer que nem uma louca. Havia um odor a sexo bastante intenso no ar.
Ela gritava e gritava e eu começava a gemer também.
Durante algum tempo só nos chamávamos nomes. Mas rápidamente parou um um grito da Inês a dizer:
- Estou-me a vir Pedro. Aaaaiiiiiii!!
- Vem-te meu amor. Quero que te venhas.
- Estou quase... Estou, estou, aaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Eu tirei o pénis de dentro dela e só saia aquele liquido branco.
Começou a tremer, e eu voltei a introduzir o pénis. Ela deu um grito.
Continuei a fude-la. Ela disse que se continua-se voltava a vir-se. E eu continuei até que vhsss veio-se mas eu não tirei o pénis. Senti aquele liquido quente e aconchegante. Naquele momento apeteceu-me vir.
- Inês estou-me a vir! Estou quase, estou... aaaaaammm
- Quero que te venhas dentro de mim. Meu cabrão. hmmm sim Veeeem-te
Ela gemeu enquanto eu ejaculava dentro dela.
- ooommm - Gemia eu e ela.
Foda-se o que é que eu tinha feito.
- Porra Pedro, caralho vies-te dentro de mim. Foda-se e agora?
Estou grávida não estou? O Merda, caralho. E agora Pedro? O que é que eu vou fazer?
Será que se me lavar esta merda sai? Foda-se. Caralho pá. Puta que pariu a gravides mais o caralho. Só deviamos engravidar se realmente nos apetece-se e não porque se veem dentro de nós. Foda-se.
- Calma Inês. Vai-te lavar com o chuveiro, pode ser que tire o exesso ou assim não sei.:S
Lá fomos nós para a casa de banho. EU ajudei-a a limpar.
- Foda-se, ó Pedro e agora?
- Calma Inês, já me estás a deixar nervoso.
- Foda-se já me está a dar uma coisa má, acho qe vou desmaiar.
- Ei ó rapariga, não estejas a imaginar coisas faxavor tabém?
Nove meses mais tarde na nossa vida.
A Inês dá á luz uma menina.
Démos-lhe o nome de Rita.
A Rita era saudável. Ao segundo ano de idade já andava e corria.
Tinha era uma pancada do caralho. Saía á mãe claro. Só podia.
A mãe era tola como tudo.
Tinha cabelo loiro, e tinha pintinhas que cobria as bochechas e a parte do nariz.
Os olhos dela eram de um azul cristalinos. Era branquinha como o pai e a mãe.
Era uma Filha linda. Era a minha pequena e linda Filha.
Era a filha mais querida do mundo.
Durante os seus primeiros 5 anos de idade ela já sabia escrever e a ler assim como contar e sumar. Era esperta a garota. Saia mais á mãe doque ó pai. xD
Mas ela lá tinha as qualidades do pai. Era destemida, aventureira. Sem medo de nada.
Quando caía não churava, levantava-se e continuáva a andar até cair e levantar-se novamente. Quando fazia uma frida não chorava, apenas ficava assustada com o sangue.
É pá e como vocês podem saber, eu não posso contar tudo porque depois não tenho histórias para inventar e contar não é? Por isso esperem por mais daqui a uns dias ou talvez até amanha. Amanha talves fale sobre "Os dedos".
Autor:
Pedro Miguel
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terça-feira, julho 22
O Sonho
às
14:50
Hoje tive um sonho.
Há já bastante tempo que não consigo sonhar. Simplesmente não sonho com nada, não aparece nada para eu ir viver dentro de mim. Mas hoje de noite sonhei. Vou contar o sonho.
Foi um sonho muito rápido.
Eu estava a ir para a aula de código.
Encontrei lá uma amiga que por acaso até gostamos um do outro, mas não arriscamos muito.
Não sei, acho que não nos sentimos preparados para namorar a sério.
Fui para perto dela, e cumprimentámos com um beijo.
Falámos durante um bocado.
Entrámos para dentro.
Sentámos mesmo atrás dos outros colegas de aula.
Muitas vezes riamos um para o outro. Ela com aquele sorriso bonito e uns olhos radiantes e cheios de alegria. :)
No final da aula:
- Pronto está na hora. Diz o instrutor.
Ela chegou-se a mim e eu fiz o mesmo. E dé-mos vários beijos.
E o professor disse para nós enquanto nos via a beijar:
- Parem com isso, vamos embora.
- Mas nós agora não nos podemos beijar? Disse eu com aquele sorrido.
Apartir desse dia tivémos juntos para tudo e todos.
Foi lindo, como démos o beijo. Foi tão real, que só me apetecia ficar ali naquilo durante anos e anos e anos. Até me dor os lábios.
Eu gosto da rapariga, sim bastante. Ela tem medo e vergonha.
Eu tambem tenho medo e vergonha, mas se nós gostamos um do outro, porque não pelo menos tentar? Não é verdade? Ambos sabemos, mas... "Ai a timides" xD
Hoje, para sorte minha, recebi a camisola que tinha comprado Online de uma banda preferida. Foi tão emocionante que até a levei vestida para a rua. ^^
Com este sonho e com a camisola, sinto-me o rapaz mais feliz do mundo.
Sinto-me mais perto de ter namorada do que qualquer outra coisa menos importante. =)
Vamos lá a ver. ^^
Há já bastante tempo que não consigo sonhar. Simplesmente não sonho com nada, não aparece nada para eu ir viver dentro de mim. Mas hoje de noite sonhei. Vou contar o sonho.
Foi um sonho muito rápido.
Eu estava a ir para a aula de código.
Encontrei lá uma amiga que por acaso até gostamos um do outro, mas não arriscamos muito.
Não sei, acho que não nos sentimos preparados para namorar a sério.
Fui para perto dela, e cumprimentámos com um beijo.
Falámos durante um bocado.
Entrámos para dentro.
Sentámos mesmo atrás dos outros colegas de aula.
Muitas vezes riamos um para o outro. Ela com aquele sorriso bonito e uns olhos radiantes e cheios de alegria. :)
No final da aula:
- Pronto está na hora. Diz o instrutor.
Ela chegou-se a mim e eu fiz o mesmo. E dé-mos vários beijos.
E o professor disse para nós enquanto nos via a beijar:
- Parem com isso, vamos embora.
- Mas nós agora não nos podemos beijar? Disse eu com aquele sorrido.
Apartir desse dia tivémos juntos para tudo e todos.
Foi lindo, como démos o beijo. Foi tão real, que só me apetecia ficar ali naquilo durante anos e anos e anos. Até me dor os lábios.
Eu gosto da rapariga, sim bastante. Ela tem medo e vergonha.
Eu tambem tenho medo e vergonha, mas se nós gostamos um do outro, porque não pelo menos tentar? Não é verdade? Ambos sabemos, mas... "Ai a timides" xD
Hoje, para sorte minha, recebi a camisola que tinha comprado Online de uma banda preferida. Foi tão emocionante que até a levei vestida para a rua. ^^
Com este sonho e com a camisola, sinto-me o rapaz mais feliz do mundo.
Sinto-me mais perto de ter namorada do que qualquer outra coisa menos importante. =)
Vamos lá a ver. ^^
Autor:
Pedro Miguel
segunda-feira, julho 21
Decisão difícil - A Eutanásia
às
01:30
Não sei como contar esta história.
Parte real, parte ficção...
É dificil para mim, falar sobre este tema. Porque em parte, quase fiquei numa cama, sem me poder mexer para o resto da minha vida.
Não, não estou a chorar, nem penso em fazê-lo nesta pequena historia.
Vou tentar manter o meu raciocínio. Talvez aquilo que vai ser mais dificil fazer, é a historia, mas isso tirasse em "Os Casos da Vida".
Eu e a Inês, tinha-mos ido há SportZone, comprar uma bicicleta de ciclismo.
Eu adorava ciclismo, assim como ela, mas era mais de passeios.
No dia a seguir fomos dar umas voltas com as nossas novas bicicletas.
Certo momento quando ia a subir uma estrada, ouço a Inês a gritar:
- Pedro! CUIDADO!!
- O que f.................... (PUM, traz, clsahs, scri....)
Eu fico imobilizado no chão. Não me consigo mexer. Começo a ficar sonolento.
Desce da sua bicicleta e tira o capacete da cabeça.
- Pedro estás bem?
- aa...aaaa.............
- Pedro por favor fica acordado, fala comigo. Pedro!!!
Depois de chamada a ambulância, levam-me para o hospital onde fico nos cuidados intensivos. Estou com uma soneira que nem sinto o corpo. Parece que ficou dormente.
- Como é que ele está?
- Eu acho que ele não tem possibilidades de voltar a andar.
- Oh meus Deus. Não existe mesmo nenhuma?
- Não, infelizmente ele irá ficar paralisado numa cama, para o resto da sua vida.
- Não. Não, nãooooooooooooooooooooo.
- Ele precisa de si neste momento, ele está a passar por uma fase muito dificil.
- Posso ir vê-lo?
- Não, ele tem de repousar.
- Mas eu preciso de vê-lo.
Entra no quarto onde estou deitado com um colar cervical.
- Que fazes aqui?
- Vim ver-te meu amor. Ó Pedro :(
- Sim o médico já me disse tudo.
- Pedro, eu estou aqui para te apoiar.
- Não! Sai daqui. Tu já não gostas de mim. Sai!
- Pedro, eu sou tua namorada, eu amo-te, és a pessoa que eu mais quero na vida, a pessoa que eu amo do fundo do meu coração. Eu amo-te Pedro, já mais poderia viver sem ti.
- Vai-te embora. A sério.
- Não vou Pedro. Eu quero ficar aqui contigo.
- Eu não me posso mexer, ainda não viste isso?
Eu sinto-me morto. Para que queres uma pessoa praticamente morta?
- Eu amo-te Pedro. Tu és me tudo.
- A sério Inês, vai-te embora.
- Pedro, eu estou aqui ao teu lado para lutar contigo esta dor que carregas nos teus ombros.
- Inês tu não me podes ajudar. Eu estou preso nesta cama para o resto da minha vida.
Eu já estou parcialmente morto.
Eu quero morrer Inês, quero acabar com esta dor. Eu não aguento mais esta parelesia. :(
- Não, não. Ela sai a correr, e a chorar.
Passei uma semana, sem a ver.
A única coisa que consigo ver, são a cara dos médicos, e o tecto que não tem fim.
Não sentia nada. Estava completamente morto. Apenas o cérebro é que parecia não estar paralisado. Não me podia mexer. Aquilo que era tão normal para mim tinha perdido.
Sentia-me mesmo morto, tinha a tristeza a fazer-me a chorar constantemente.
As enfermeiras, ficavam mesmo ali ao meu lado a tentar acalmar-me.
Gritava como um maluco a perguntar-me porque é que tinha de ser aquele acidente e não outro ainda menos grave. Sei lá numa cadeira de rodas, mas pelo menos mexia alguma coisa. Não aguento mais acreditem. Quero morrer. Quero morrer.
Os pais da Inês, muito devotados há igreja, rezam todos os dias, para as minhas melhoras.
A minha mãe rezava praticamente a todas as horas.
A Inês deixou de ir á Universidade por minha causa.
Ela tem ficado horas e horas agarrada á minha mão.
Quando ela o faz, só me apetecia poder retribuir-lhe o amor que me estava a dar.
Numa noite, acordo-a levemente e digo-lhe esforçando-me para me mexer.
- Inês vai para casa dormir, anda lá, aqui não é um bom sitio para se dormir.
- Não faz mal Pedro, eu estou bem.
- A sério vai para casa.
- Tá, beijinhos até amanha meu amor.
- Xau, dorme bem.
Na manhã seguinte, eu sofro de ataques de falta de ar.
Quando se está na mesma posição durante dias o corpo começa a comprimir-se cada vez mais.
Eu estava a piorar e a ficar mais fraco a cada dia que passava.
Eu comentava com o meu irmão e com um amigo, sobre a eutanásia.
Eles diziam que em Portugal era Ilegal.
Eu só queria morrer, queria acabar com aquele sofrimento. Eu já não aguentava mais estar sem me poder mexer. Eu dormia horas e horas seguidas só para tentar enganar a dor, mas era em vão.
- Inês quero morrer.
- Pedro não digas isso.
- Eu quero morrer Inês. Eu quero acabar com este sofrimento.
- Sofrimento? Então e eu? E as pessoas que gostam de ti? Já pensas-te no seu sofrimento?
- Sim Inês. Mas eu já estou morto.
Numa conversa com o meu irmão:
- Inês se tu não te sentires á vontade para o fazer, faço eu.
- Não. Não podes fazer isso.
- Inês, é meu irmão, eu entendo o sofrimento dele. Eu quero que ele pare de sofrer.
- Não, Paulo, não faças isso.
- É teu namorado, mas como irmão, não o posso ver sofrer desta maneira.
No quarto de Hospital:
-Pedro, é mesmo isto que tu queres fazer?
- Sim quero.
- Não sei se consigo fazer isto Pedro. Tu significas tudo para mim. Não te quero perder.
- Inês tira-me a mascara de ar. Ela retirou-a. - Amo-te Inês.
- Amo-te Pedro.
Beijamos.
A máquina começa a apitar, começo a sentir falta de ar.
Ela olha para mim com aquele olhar de culpa e de despedida.
Começo a perder os sentidos, e adormeço, num sono profundo sem sonhos.
Ela acabou com o meu sofrimento, pelo amor que tinha.
Ela sente-se culpada por o fazer, mas sabe que era a melhor opção.
Ela mais tarde comete suicídio pois não aguentava estar sozinha.
Ela só me queria a mim e só a mim. Ela tinha uma vida tão boa, mesmo sem mim.
A família apoiava-a em tudo. Não sei porque é que o fez.
Não sei como acabar esta coisa.
Talvez com um testemunho meu? Ya porque não, eu sou a melhor pessoa para o fazer.
Então vamos lá escrever sobre o assunto, já que eu já estive para fazer esta decisão na minha própria vida. Sim acreditem que tive a 3 milímetros de me questionar sobre isto.
Já me imaginei na situação de estar paralisado numa cama. Realmente é bastante dificil.
Qual seria a minha escolha? Talvez quisesse viver mais umas semanas, ver todos os meus amigos e familiares e depois queria morrer. Sim sem dúvida que era o que eu queria.
Porque estar numa cama desde os 15 anos, acho que é estar a sofrer demasiado cedo. Nem deu para eu me conhecer e viver a juventude. Sempre vivi com o medo de ficar numa cama.
Não era o de ficar numa cadeira de rodas, era mais de ficar numa cama sem me poder mexer, que para mim era o pior.
Perder toda a minha juventude por causa de um estúpido acidente de bicicleta.
Mas onde é que já se viu morrer desta maneira? :S
Perdi a minha vida, os meus pais, o meu irmão, a minha família. Já não podiam fazer nada sem se preocuparem comigo. Estavam sempre comigo na cabeça, eu queria morrer mas eles não deixavam, mas eu queria morrer, eu não aguentava. Se de qualquer maneira eu me pode-se mexer um braço que fosse, eu matava-me. Acreditem que era o que eu fazia, sem questionar o sofrimento dos outros. Eu não seria eguista, eu estava a acabar com aquilo que eu sabia que não tinha forças para batalhar.
Eu quero que a Eutanásia seja legal para este tipo de caso.
Mas apenas se a pessoa quer morrer. Não é matar porque a familia quer. Ele é que deve dizer se quer morrer ou não. Eu digo Sim á Eutanásia.
Eu acho que só uma pessoa que passou ou esteve quase ou está nesta situação ou piores, é que deve dizer se sim ou não. Não é a religião que manda no que eu quero ou não para mim.
Não é Deus que me diz o que fazer. Não é ele que me tira a vida, sou eu mesmo se o quiser fazer. Se tirarem a religião deste caso, fica mais fácil viver acreditem. =)
P.S: A ideia para esta história, foi retirada da novela "Os casos da Vida".
É quase semelhante, mas mudam algumas coisas. E mudam atitudes de personagens e o desenrolar da história não é o mesmo que na novela. Tentei mudar á minha maneira, de como ficaria melhor, mas a maneira que a telenovela quis demonstrar e passar, também aceitei, apenas de ter sido assim de chapa, mas até achei giro falar sobre este tema. =)
Os actores representaram muito bem. Merecem o aplauso do público por uma história tão bem protagonizada. PARABÉNS! O tema era a "Eutanásia", é pá eu gostei de ver, principalmente ver o que as pessoas sofriam por uma outra que já não tinha vida.
Foi dificil para mim viver aquilo. Foram muitas emoções, apesar de estar muito á português, mas gostei. =)
Parte real, parte ficção...
É dificil para mim, falar sobre este tema. Porque em parte, quase fiquei numa cama, sem me poder mexer para o resto da minha vida.
Não, não estou a chorar, nem penso em fazê-lo nesta pequena historia.
Vou tentar manter o meu raciocínio. Talvez aquilo que vai ser mais dificil fazer, é a historia, mas isso tirasse em "Os Casos da Vida".
Eu e a Inês, tinha-mos ido há SportZone, comprar uma bicicleta de ciclismo.
Eu adorava ciclismo, assim como ela, mas era mais de passeios.
No dia a seguir fomos dar umas voltas com as nossas novas bicicletas.
Certo momento quando ia a subir uma estrada, ouço a Inês a gritar:
- Pedro! CUIDADO!!
- O que f.................... (PUM, traz, clsahs, scri....)
Eu fico imobilizado no chão. Não me consigo mexer. Começo a ficar sonolento.
Desce da sua bicicleta e tira o capacete da cabeça.
- Pedro estás bem?
- aa...aaaa.............
- Pedro por favor fica acordado, fala comigo. Pedro!!!
Depois de chamada a ambulância, levam-me para o hospital onde fico nos cuidados intensivos. Estou com uma soneira que nem sinto o corpo. Parece que ficou dormente.
- Como é que ele está?
- Eu acho que ele não tem possibilidades de voltar a andar.
- Oh meus Deus. Não existe mesmo nenhuma?
- Não, infelizmente ele irá ficar paralisado numa cama, para o resto da sua vida.
- Não. Não, nãooooooooooooooooooooo.
- Ele precisa de si neste momento, ele está a passar por uma fase muito dificil.
- Posso ir vê-lo?
- Não, ele tem de repousar.
- Mas eu preciso de vê-lo.
Entra no quarto onde estou deitado com um colar cervical.
- Que fazes aqui?
- Vim ver-te meu amor. Ó Pedro :(
- Sim o médico já me disse tudo.
- Pedro, eu estou aqui para te apoiar.
- Não! Sai daqui. Tu já não gostas de mim. Sai!
- Pedro, eu sou tua namorada, eu amo-te, és a pessoa que eu mais quero na vida, a pessoa que eu amo do fundo do meu coração. Eu amo-te Pedro, já mais poderia viver sem ti.
- Vai-te embora. A sério.
- Não vou Pedro. Eu quero ficar aqui contigo.
- Eu não me posso mexer, ainda não viste isso?
Eu sinto-me morto. Para que queres uma pessoa praticamente morta?
- Eu amo-te Pedro. Tu és me tudo.
- A sério Inês, vai-te embora.
- Pedro, eu estou aqui ao teu lado para lutar contigo esta dor que carregas nos teus ombros.
- Inês tu não me podes ajudar. Eu estou preso nesta cama para o resto da minha vida.
Eu já estou parcialmente morto.
Eu quero morrer Inês, quero acabar com esta dor. Eu não aguento mais esta parelesia. :(
- Não, não. Ela sai a correr, e a chorar.
Passei uma semana, sem a ver.
A única coisa que consigo ver, são a cara dos médicos, e o tecto que não tem fim.
Não sentia nada. Estava completamente morto. Apenas o cérebro é que parecia não estar paralisado. Não me podia mexer. Aquilo que era tão normal para mim tinha perdido.
Sentia-me mesmo morto, tinha a tristeza a fazer-me a chorar constantemente.
As enfermeiras, ficavam mesmo ali ao meu lado a tentar acalmar-me.
Gritava como um maluco a perguntar-me porque é que tinha de ser aquele acidente e não outro ainda menos grave. Sei lá numa cadeira de rodas, mas pelo menos mexia alguma coisa. Não aguento mais acreditem. Quero morrer. Quero morrer.
Os pais da Inês, muito devotados há igreja, rezam todos os dias, para as minhas melhoras.
A minha mãe rezava praticamente a todas as horas.
A Inês deixou de ir á Universidade por minha causa.
Ela tem ficado horas e horas agarrada á minha mão.
Quando ela o faz, só me apetecia poder retribuir-lhe o amor que me estava a dar.
Numa noite, acordo-a levemente e digo-lhe esforçando-me para me mexer.
- Inês vai para casa dormir, anda lá, aqui não é um bom sitio para se dormir.
- Não faz mal Pedro, eu estou bem.
- A sério vai para casa.
- Tá, beijinhos até amanha meu amor.
- Xau, dorme bem.
Na manhã seguinte, eu sofro de ataques de falta de ar.
Quando se está na mesma posição durante dias o corpo começa a comprimir-se cada vez mais.
Eu estava a piorar e a ficar mais fraco a cada dia que passava.
Eu comentava com o meu irmão e com um amigo, sobre a eutanásia.
Eles diziam que em Portugal era Ilegal.
Eu só queria morrer, queria acabar com aquele sofrimento. Eu já não aguentava mais estar sem me poder mexer. Eu dormia horas e horas seguidas só para tentar enganar a dor, mas era em vão.
- Inês quero morrer.
- Pedro não digas isso.
- Eu quero morrer Inês. Eu quero acabar com este sofrimento.
- Sofrimento? Então e eu? E as pessoas que gostam de ti? Já pensas-te no seu sofrimento?
- Sim Inês. Mas eu já estou morto.
Numa conversa com o meu irmão:
- Inês se tu não te sentires á vontade para o fazer, faço eu.
- Não. Não podes fazer isso.
- Inês, é meu irmão, eu entendo o sofrimento dele. Eu quero que ele pare de sofrer.
- Não, Paulo, não faças isso.
- É teu namorado, mas como irmão, não o posso ver sofrer desta maneira.
No quarto de Hospital:
-Pedro, é mesmo isto que tu queres fazer?
- Sim quero.
- Não sei se consigo fazer isto Pedro. Tu significas tudo para mim. Não te quero perder.
- Inês tira-me a mascara de ar. Ela retirou-a. - Amo-te Inês.
- Amo-te Pedro.
Beijamos.
A máquina começa a apitar, começo a sentir falta de ar.
Ela olha para mim com aquele olhar de culpa e de despedida.
Começo a perder os sentidos, e adormeço, num sono profundo sem sonhos.
Ela acabou com o meu sofrimento, pelo amor que tinha.
Ela sente-se culpada por o fazer, mas sabe que era a melhor opção.
Ela mais tarde comete suicídio pois não aguentava estar sozinha.
Ela só me queria a mim e só a mim. Ela tinha uma vida tão boa, mesmo sem mim.
A família apoiava-a em tudo. Não sei porque é que o fez.
Não sei como acabar esta coisa.
Talvez com um testemunho meu? Ya porque não, eu sou a melhor pessoa para o fazer.
Então vamos lá escrever sobre o assunto, já que eu já estive para fazer esta decisão na minha própria vida. Sim acreditem que tive a 3 milímetros de me questionar sobre isto.
Já me imaginei na situação de estar paralisado numa cama. Realmente é bastante dificil.
Qual seria a minha escolha? Talvez quisesse viver mais umas semanas, ver todos os meus amigos e familiares e depois queria morrer. Sim sem dúvida que era o que eu queria.
Porque estar numa cama desde os 15 anos, acho que é estar a sofrer demasiado cedo. Nem deu para eu me conhecer e viver a juventude. Sempre vivi com o medo de ficar numa cama.
Não era o de ficar numa cadeira de rodas, era mais de ficar numa cama sem me poder mexer, que para mim era o pior.
Perder toda a minha juventude por causa de um estúpido acidente de bicicleta.
Mas onde é que já se viu morrer desta maneira? :S
Perdi a minha vida, os meus pais, o meu irmão, a minha família. Já não podiam fazer nada sem se preocuparem comigo. Estavam sempre comigo na cabeça, eu queria morrer mas eles não deixavam, mas eu queria morrer, eu não aguentava. Se de qualquer maneira eu me pode-se mexer um braço que fosse, eu matava-me. Acreditem que era o que eu fazia, sem questionar o sofrimento dos outros. Eu não seria eguista, eu estava a acabar com aquilo que eu sabia que não tinha forças para batalhar.
Eu quero que a Eutanásia seja legal para este tipo de caso.
Mas apenas se a pessoa quer morrer. Não é matar porque a familia quer. Ele é que deve dizer se quer morrer ou não. Eu digo Sim á Eutanásia.
Eu acho que só uma pessoa que passou ou esteve quase ou está nesta situação ou piores, é que deve dizer se sim ou não. Não é a religião que manda no que eu quero ou não para mim.
Não é Deus que me diz o que fazer. Não é ele que me tira a vida, sou eu mesmo se o quiser fazer. Se tirarem a religião deste caso, fica mais fácil viver acreditem. =)
P.S: A ideia para esta história, foi retirada da novela "Os casos da Vida".
É quase semelhante, mas mudam algumas coisas. E mudam atitudes de personagens e o desenrolar da história não é o mesmo que na novela. Tentei mudar á minha maneira, de como ficaria melhor, mas a maneira que a telenovela quis demonstrar e passar, também aceitei, apenas de ter sido assim de chapa, mas até achei giro falar sobre este tema. =)
Os actores representaram muito bem. Merecem o aplauso do público por uma história tão bem protagonizada. PARABÉNS! O tema era a "Eutanásia", é pá eu gostei de ver, principalmente ver o que as pessoas sofriam por uma outra que já não tinha vida.
Foi dificil para mim viver aquilo. Foram muitas emoções, apesar de estar muito á português, mas gostei. =)
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Pedro Miguel
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sábado, julho 19
Ternura infantil
às
12:25
Como costumo fazer sempre ao fim de semana, eu saio de casa de manhã para ir passear um bocado pelas ruas da minha pequena cidade.
Ao vir para casa, encontrei um cão pequeno, com feridas nas orelhas e todo sujo, em frente a uma casa de uma pessoa conhecida. Cheguei-me perto dele devagarinho para não o assustar, e para lhe dizer que não tinha intenções de lhe fazer mal. Ele olhava para o chão e olhava para mim com aquele olhar de "tira-me daqui, salva-me", é claro que tinha mais medo o cão de mim do que eu dele.
Fiz-lhe umas festas no nariz para poder ganhar a confiança dele, e para o tentar acalmar e aconchegá-lo naquele momento dificil, e possivelmente das dores que ele estivesse a ter.
O Cão era tão lindo e tão amigo. Eu sei que ele queria vir comigo, queria que eu o levasse ao colo, mas simplesmente ele deixou-se estar deitado junto ao portão da casa.
Fui para casa como qualquer pessoa faz não é caralho? Vá acabou as asneiras ó menino!! -.-'
Ás duas da tarde, depois de ter almoçado, fui a casa da Inês.
Apanhei-a ainda a comer o resto da pizza do dia de ontem, por causa dos anos dela.
Não vou contar, porque vocês podem imaginar como foi. :) -!- Quem já conhece a Inês pelos meus textos claro. -!-
Pedro - Inês, ainda a comer?
Inês - Então ainda á aí comer com fartura de ontem, e sabes como é a minha mãe, compra comer e comer e comer.
Pedro - Pois realmente, as pessoas só vão aos anos dos outros, só mesmo para comer não é? xD
Inês - Ya e ela tem isso na cabeça e tirar-lho é dificil. Queres um bocado?
Pedro - Não, não obrigado. Olha disseste que ainda havia comer, posso levar algum para dar um cão que encontrei na rua?
Inês - Um cão? Onde?
Pedro - Perto da casa do Gonçalo.
Inês - Ho coitadito do cão. Quero ir vê-lo. Pera que eu já me vou vestir e vamos lá nós dois dar-lhe de comida.
Pedro - Temos de levar soro fisiológico para o cão porque está cheio de fridas.
Inês - Sim eu tenho ali um frasco do "Patinhas".
Pedro - Fixe. =)
Saímos de casa, todos apetrechados. Parecia que iamos salvar alguém preso num buraco.
Chegá-mos perto do cão e ele baixo a cabeça com o medo.
Pedro - Calma Inês. Ele pode-se sentir ameaçado.
Inês - Eu sei Pedro.
Inês - Anda cá cãozinho lindo. És tão lindo, que é que te abandonou? :(
Ela pega na cabeça do cão e no soro fisiológico e borrifa para as orelhas feridas do cão.
Aproximou-se mais dele e borrifou-o por complecto.
Tirei da mochila um pequeno "tamparuere". (como é que esta merda se escreve?)
Ela tirou carne e arroz e uns bocados de ração do "Patinhas".
Ele agueralou os olhos como se estivesse a ser tratado como um rei.
Comeu, comeu, e até rapava a taça vezes sem conta a pedir mais comido.
Inês - Pera, acho que ele está com cede!
Pedro - Tenho aqui na mochila
Inês - Toma lá coisinha bonita. Não é lindo o cão?
Pedro - Ya bastante, se não tivesse os meus, eu levava este para casa.
Deixámos lá comer e água dentro de duas taças pequenas.
Lá ficou ele a cheirar aquilo e a lamber (lember xD) e a beber água.
A Inês feita em lágrimas mentais...
Inês - Xau cãozinho. O Cão é tão fofo Pedro. =)
O cão ladra para nós.
Inês - Olha ele está a agradecer Pedro. Tão Fofinho *.*
Pedro - Sim parece que está agradecer. ^^
A Inês toda comovida, fêz adeus ao cão.
No dia seguinte o cão andava pelas ruas todo contente e bem disposto.
Tinha melhorado significativamente. Estáva com menos fridas.
Na semana seguinte tinha cido "adoptado" por uma familia sem filhos e com alguns animais.
Foi um agarrar de oportunidades que o cão teve. Sim ele era bonito e bem composto. =)
Ao vir para casa, encontrei um cão pequeno, com feridas nas orelhas e todo sujo, em frente a uma casa de uma pessoa conhecida. Cheguei-me perto dele devagarinho para não o assustar, e para lhe dizer que não tinha intenções de lhe fazer mal. Ele olhava para o chão e olhava para mim com aquele olhar de "tira-me daqui, salva-me", é claro que tinha mais medo o cão de mim do que eu dele.
Fiz-lhe umas festas no nariz para poder ganhar a confiança dele, e para o tentar acalmar e aconchegá-lo naquele momento dificil, e possivelmente das dores que ele estivesse a ter.
O Cão era tão lindo e tão amigo. Eu sei que ele queria vir comigo, queria que eu o levasse ao colo, mas simplesmente ele deixou-se estar deitado junto ao portão da casa.
Fui para casa como qualquer pessoa faz não é caralho? Vá acabou as asneiras ó menino!! -.-'
Ás duas da tarde, depois de ter almoçado, fui a casa da Inês.
Apanhei-a ainda a comer o resto da pizza do dia de ontem, por causa dos anos dela.
Não vou contar, porque vocês podem imaginar como foi. :) -!- Quem já conhece a Inês pelos meus textos claro. -!-
Pedro - Inês, ainda a comer?
Inês - Então ainda á aí comer com fartura de ontem, e sabes como é a minha mãe, compra comer e comer e comer.
Pedro - Pois realmente, as pessoas só vão aos anos dos outros, só mesmo para comer não é? xD
Inês - Ya e ela tem isso na cabeça e tirar-lho é dificil. Queres um bocado?
Pedro - Não, não obrigado. Olha disseste que ainda havia comer, posso levar algum para dar um cão que encontrei na rua?
Inês - Um cão? Onde?
Pedro - Perto da casa do Gonçalo.
Inês - Ho coitadito do cão. Quero ir vê-lo. Pera que eu já me vou vestir e vamos lá nós dois dar-lhe de comida.
Pedro - Temos de levar soro fisiológico para o cão porque está cheio de fridas.
Inês - Sim eu tenho ali um frasco do "Patinhas".
Pedro - Fixe. =)
Saímos de casa, todos apetrechados. Parecia que iamos salvar alguém preso num buraco.
Chegá-mos perto do cão e ele baixo a cabeça com o medo.
Pedro - Calma Inês. Ele pode-se sentir ameaçado.
Inês - Eu sei Pedro.
Inês - Anda cá cãozinho lindo. És tão lindo, que é que te abandonou? :(
Ela pega na cabeça do cão e no soro fisiológico e borrifa para as orelhas feridas do cão.
Aproximou-se mais dele e borrifou-o por complecto.
Tirei da mochila um pequeno "tamparuere". (como é que esta merda se escreve?)
Ela tirou carne e arroz e uns bocados de ração do "Patinhas".
Ele agueralou os olhos como se estivesse a ser tratado como um rei.
Comeu, comeu, e até rapava a taça vezes sem conta a pedir mais comido.
Inês - Pera, acho que ele está com cede!
Pedro - Tenho aqui na mochila
Inês - Toma lá coisinha bonita. Não é lindo o cão?
Pedro - Ya bastante, se não tivesse os meus, eu levava este para casa.
Deixámos lá comer e água dentro de duas taças pequenas.
Lá ficou ele a cheirar aquilo e a lamber (lember xD) e a beber água.
A Inês feita em lágrimas mentais...
Inês - Xau cãozinho. O Cão é tão fofo Pedro. =)
O cão ladra para nós.
Inês - Olha ele está a agradecer Pedro. Tão Fofinho *.*
Pedro - Sim parece que está agradecer. ^^
A Inês toda comovida, fêz adeus ao cão.
No dia seguinte o cão andava pelas ruas todo contente e bem disposto.
Tinha melhorado significativamente. Estáva com menos fridas.
Na semana seguinte tinha cido "adoptado" por uma familia sem filhos e com alguns animais.
Foi um agarrar de oportunidades que o cão teve. Sim ele era bonito e bem composto. =)
Autor:
Pedro Miguel
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quinta-feira, julho 17
A Coragem
às
15:07
Certo dia de inverno. (Que é para não ser sempre de calor, porque já me estou a chatear com ele)
Um dia chuvoso, cheio de barulho, um dia melancólico, triste e de uma infelicidade fora do comum. É pá era um daqueles dias que só te apetecia era morrer por não teres nada para fazer e por te sentires mais que morto.
Como estava farto de estar em casa, vesti-me para ir dar uma volta até ao parque, ou até ao centro comercial.
Decidi ir até ao centro comercial apreciar as raparigas e as montras de roupa.
Ao parar perto de um montra que tinha roupa de homem, reparo que atrás de mim num preciso e exacto momento, passa a Coragem com a sua bravura e força extra-EGO.
Toca-me no ombro ao de-leve com a sua suavidade nos dedos, transmite-me uma segurança e uma calma.
Ao mesmo tempo que me toca no ombro, viro-me para ela nos olhos.
Ela sorri do meu medo. Sorri de felicidade elevada ao inicio do mundo.
- Porque te ris?
- Riu-me por ver a tua cara de medo. Sinto que tu não tens coragem para certas coisas, não é verdade?
- Sim é, mas também não é preciso perceber disso.
- Olha que muitas vezes as pessoas enganam os seus sentimentos.
Ergueu os braços à altura dos ombros, e a luz iluminou-a por completo.
Toda agente que passava por ali, parecia que aquilo que estava a acontecer, que não existia.
Era com se eu não estive-se ali.
- Estás a sentir a força que a coragem te pode dar até nos momentos mais complicados na tua vida?
Sentes este poder enorme que te dá a liberdade de fazeres o que tu quiseres, sem ter medo do que pode acontecer.
Ela deu abriu o peito ponto os braços para trás, e como se me tive-se atirado a sua Coragem, eu caí no chão como um boneco.
Não caí bruscamente, caí levemente como se estive-se a cair em cima de ceda.
Aquele toque simples e calmo, como quem nos ama, nos toca na face ao de-leve.
- E agora sentes o que é destruir o orgulho de alguém que se acha superior aos outros, ou que pensa que é o melhor? Sentes agora aquilo que tu não consegues ter por apenas teres medo de o teres?
- Como é que consegues ter isso tudo dentro de ti?
- É isso que o ser humano ainda anda a tentar perceber meu filho.
- Como é que eu posso pelo menos ter a Coragem que tu tens? Com essa brutal intensidade?
- É isso que tu tens de descobrir. Vou-te dar um concelho. ;)
Faz as coisas para ti simplesmente, faz as coisas para te sentires feliz.
Deita o lixo fora. Deita fora tudo que não precisas, e aí terás a capacidade para tudo.
Tira todos esses pensamentos de que não vais conseguir de que não vales nada, é isso que destrói a tua coragem, e a tu capacidade de reagir ao que realmente importa na tua vida.
-De onde é que te sai essa inspiração?
Como é que consegues pensar assim? Eu também gostava de pensar como tu. Ensina-me!
-O principal objectivo da criação do homem foi o de apenas viverem em cavernas.
Ouve um pequeno erro na vossa formação, que vos pôs inteligentes de mais.
- haaaa!
- Tenho de me ir embora. Existe mais gente a precisar dos meus conselhos.
- Xau Coragem, e por me teres ajudado na vida.
- Eu faço o que eu gosto. É isto que me dá a coragem de continuar.
A luz desapareceu.
Ela desapareceu entre a multidão.
Fiquei com a sensação de que comecei a pensar um pouco como ela.
Até sorri por isso. Era por isso que ela me tinha tocado e sorrido para mim.
Agora percebo. haha
P.S: não sei o que dizer. xD
Um dia chuvoso, cheio de barulho, um dia melancólico, triste e de uma infelicidade fora do comum. É pá era um daqueles dias que só te apetecia era morrer por não teres nada para fazer e por te sentires mais que morto.
Como estava farto de estar em casa, vesti-me para ir dar uma volta até ao parque, ou até ao centro comercial.
Decidi ir até ao centro comercial apreciar as raparigas e as montras de roupa.
Ao parar perto de um montra que tinha roupa de homem, reparo que atrás de mim num preciso e exacto momento, passa a Coragem com a sua bravura e força extra-EGO.
Toca-me no ombro ao de-leve com a sua suavidade nos dedos, transmite-me uma segurança e uma calma.
Ao mesmo tempo que me toca no ombro, viro-me para ela nos olhos.
Ela sorri do meu medo. Sorri de felicidade elevada ao inicio do mundo.
- Porque te ris?
- Riu-me por ver a tua cara de medo. Sinto que tu não tens coragem para certas coisas, não é verdade?
- Sim é, mas também não é preciso perceber disso.
- Olha que muitas vezes as pessoas enganam os seus sentimentos.
Ergueu os braços à altura dos ombros, e a luz iluminou-a por completo.
Toda agente que passava por ali, parecia que aquilo que estava a acontecer, que não existia.
Era com se eu não estive-se ali.
- Estás a sentir a força que a coragem te pode dar até nos momentos mais complicados na tua vida?
Sentes este poder enorme que te dá a liberdade de fazeres o que tu quiseres, sem ter medo do que pode acontecer.
Ela deu abriu o peito ponto os braços para trás, e como se me tive-se atirado a sua Coragem, eu caí no chão como um boneco.
Não caí bruscamente, caí levemente como se estive-se a cair em cima de ceda.
Aquele toque simples e calmo, como quem nos ama, nos toca na face ao de-leve.
- E agora sentes o que é destruir o orgulho de alguém que se acha superior aos outros, ou que pensa que é o melhor? Sentes agora aquilo que tu não consegues ter por apenas teres medo de o teres?
- Como é que consegues ter isso tudo dentro de ti?
- É isso que o ser humano ainda anda a tentar perceber meu filho.
- Como é que eu posso pelo menos ter a Coragem que tu tens? Com essa brutal intensidade?
- É isso que tu tens de descobrir. Vou-te dar um concelho. ;)
Faz as coisas para ti simplesmente, faz as coisas para te sentires feliz.
Deita o lixo fora. Deita fora tudo que não precisas, e aí terás a capacidade para tudo.
Tira todos esses pensamentos de que não vais conseguir de que não vales nada, é isso que destrói a tua coragem, e a tu capacidade de reagir ao que realmente importa na tua vida.
-De onde é que te sai essa inspiração?
Como é que consegues pensar assim? Eu também gostava de pensar como tu. Ensina-me!
-O principal objectivo da criação do homem foi o de apenas viverem em cavernas.
Ouve um pequeno erro na vossa formação, que vos pôs inteligentes de mais.
- haaaa!
- Tenho de me ir embora. Existe mais gente a precisar dos meus conselhos.
- Xau Coragem, e por me teres ajudado na vida.
- Eu faço o que eu gosto. É isto que me dá a coragem de continuar.
A luz desapareceu.
Ela desapareceu entre a multidão.
Fiquei com a sensação de que comecei a pensar um pouco como ela.
Até sorri por isso. Era por isso que ela me tinha tocado e sorrido para mim.
Agora percebo. haha
P.S: não sei o que dizer. xD
Autor:
Pedro Miguel
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quarta-feira, julho 16
Desespero pela coragem
às
20:14
Visto que nos últimos dias, todas as pequenas historias que tenho escrito sobre a Inês, ela tem sempre sofrido e eu para não a querer ver sempre triste e a sofrer. Vou eu desta vez fazer de coitadinho. Vamos lá então.
Certo dia estávamos nós dois eu e ela.
Nós dois eu e ela, vá!
Era de noite, e estávamos de mãos dadas, a andar pela rua, e aparecem dois moços, dois rapazes vá. Um com uma navalha e outro com uma Pistola.
Primeiro viram que tinha caparro suficiente para eles os dois e não me fizeram nada.
- Isto é um assalto! Ó Puta passa para cá as tuas coisas e tu também ó puto.
- Não ouviste o que ele disse? Dá-lhe a merda das coisas.
Um deles pegou no braço da Inês com tanta força, que até e via a mão do rapaz a ficar vermelha.
- Larga-me estás-me a aleijar! Pára com isso. Pedro ajuda-me! :(
A minha reacção foi de lhe dar uma pancada no pulso.
- Então pá? Mas agora armas-te em Herói é?
- Sabes o que acontece aos Heróis? MORREM!
- Queres morrer?
- Tudo bem. Tudo bem.
- Pedro que estás a fazer?
- Calma Inês. Calma.
- Calma? Está dois gajos a apontar armas a ti e tu dizes para eu ter calma?
- Mau, mas agora os namoradinhos vão começar a discutir aqui?
- Vá passa para cá o que trazes contigo.
- Queres o que eu trago comigo? Mata-me primeiro. (Referia-se à Inês)
- Ai é Heroi? Tenta dar um morro! (o sujeito da navalha)
Eu defendo-me e o gajo fica deitado no chão a queixar-se. O outro gajo vem ter comigo para me dar um tiro e andamos ali numa luta renhida, eu para lhe partir tudo o que encontrar, e ele para me dar um tiro.
Caímos ao chão.
- Parem com isso. Socorro, socorro.
- Inês vai-te embora. Corre. Foge daqui. JÁ!!!!
- Não Pedro, não me vou embora sem ti. (Pum!!!) - (Auuuuu!!!)
A Inês grita de aflição.
Eu tinha levado um tiro num braço.
O gajo, vai-se embora todo esmurrado na cara, e com nódoas negras no corpo todo.
- Pedrooooooooo! Estás bem?
Onde é que foste atingido?
- Inês ajuda-me.
Ela ajuda-me a levantar.
- Tanto sangue Pedro.
- Tem calma Inês, isto não é nada.
- É sim, se está a sair sangue, é porque não é bom. Vá vamos para o hospital.
- Rasga um bocado do teu vestido ou do meu, para servir de garrote, para estagnar o sangue, se não morro pelo caminho.
Sassss - Isto serve? Dá-cá o braço!
- Aiiiii!! Cuidado, isso aleija.
- Ainda á pouco estavas no chão a levar morros e também não te queixavas. Es um bebé mimadinho é o que é. Pedro Tolo. Obrigado por me teres defendido.
- Ó Inês era o mínimo que podia fazer para nós os dois. Mas Não tens de quê.
Rimo-nos durante um bocado.
Fazemos cerca de uns 500 metros, e Caio no chão mesmo quase a perder os sentidos.
O Garrote não estava a fazer efeito.
- Pedro!
Espera vou chamar uma ambulância.
Onde é que estamos? (ele olha em volta á procura de sinais)
Vá aguenta que ela está mesmo a chegar.
A ambulância chega e sou levado para o hospital e entro na parte das urgências.
Como é um ferimento de bala, passo primeiro que os outros que estão á espera, salvo seja acidentes de carros ou assim. (estou a inventar atenção)
- É a namorada do Pedro?
- Sou sim Sr. Doutor.
- O Pedro, estava em vias de perder o braço, mas milagrosamente a bala apenas passou na parte mais superficial da pele apenas atingiu um musculo, mas com fisioterapia ele recupera bem, e volta a estar em forma. Mas ele agora precisa de repousar.
- Mas posso vê-lo Sr.Doutor?
- Sim claro que pode, ele só não pode, é mexer o braço. (Pronto assim inventado á pressão, é o braço esquerdo que está ferido)
- Pedro, foste tão corajoso mas ao mesmo tempo, tão parvo. Podias ter morrido caralho.
- Ó Inês. Desculpa, não te queria por nesse estado. Só não queria que te fizessem mal.
- Está bem mas... Podias ter dado o dinheiro assim não ficavas neste estado não era?
- Pronto desculpa Inês. Vá abraça-me, mas com cuidado ^^.
- Inês?
- Sim Pedro.
- Esta era a minha luta.
Um mês depois do tratamento ao braço, fui para a fisioterapia, onde a Inês sempre me acompanhou até ao final dela.
Uma semana depois da recuperação total, encontrámos os mesmos indivíduos num café a rirem-se um para o outro.
Viram-me, e ficaram calados a olhar para mim do género:
Este gajo merece o nosso respeito. Admiro-o pelo que fez pela namorada.
Foda-se provavelmente nem eu seria capaz de fazer isto pela minha ó pá. S
Segui o meu caminho, e por momentos ignorei a sua existência.
A Inês quando os topou, agarrou-se mais a mim, ficou mesmo coladinha, e segredou-me ao ouvido: Pedro estão ali aqueles... - Eu sei Inês eu já os vi. Eles desta vez não te fazem mal.
Foi uma lição, tanto para mim e para aqueles dois gajos, como também para a Inês.
Deve-se lutar pelo que queres, puxar-mos ao limite, nunca desistir.
Certo dia estávamos nós dois eu e ela.
Nós dois eu e ela, vá!
Era de noite, e estávamos de mãos dadas, a andar pela rua, e aparecem dois moços, dois rapazes vá. Um com uma navalha e outro com uma Pistola.
Primeiro viram que tinha caparro suficiente para eles os dois e não me fizeram nada.
- Isto é um assalto! Ó Puta passa para cá as tuas coisas e tu também ó puto.
- Não ouviste o que ele disse? Dá-lhe a merda das coisas.
Um deles pegou no braço da Inês com tanta força, que até e via a mão do rapaz a ficar vermelha.
- Larga-me estás-me a aleijar! Pára com isso. Pedro ajuda-me! :(
A minha reacção foi de lhe dar uma pancada no pulso.
- Então pá? Mas agora armas-te em Herói é?
- Sabes o que acontece aos Heróis? MORREM!
- Queres morrer?
- Tudo bem. Tudo bem.
- Pedro que estás a fazer?
- Calma Inês. Calma.
- Calma? Está dois gajos a apontar armas a ti e tu dizes para eu ter calma?
- Mau, mas agora os namoradinhos vão começar a discutir aqui?
- Vá passa para cá o que trazes contigo.
- Queres o que eu trago comigo? Mata-me primeiro. (Referia-se à Inês)
- Ai é Heroi? Tenta dar um morro! (o sujeito da navalha)
Eu defendo-me e o gajo fica deitado no chão a queixar-se. O outro gajo vem ter comigo para me dar um tiro e andamos ali numa luta renhida, eu para lhe partir tudo o que encontrar, e ele para me dar um tiro.
Caímos ao chão.
- Parem com isso. Socorro, socorro.
- Inês vai-te embora. Corre. Foge daqui. JÁ!!!!
- Não Pedro, não me vou embora sem ti. (Pum!!!) - (Auuuuu!!!)
A Inês grita de aflição.
Eu tinha levado um tiro num braço.
O gajo, vai-se embora todo esmurrado na cara, e com nódoas negras no corpo todo.
- Pedrooooooooo! Estás bem?
Onde é que foste atingido?
- Inês ajuda-me.
Ela ajuda-me a levantar.
- Tanto sangue Pedro.
- Tem calma Inês, isto não é nada.
- É sim, se está a sair sangue, é porque não é bom. Vá vamos para o hospital.
- Rasga um bocado do teu vestido ou do meu, para servir de garrote, para estagnar o sangue, se não morro pelo caminho.
Sassss - Isto serve? Dá-cá o braço!
- Aiiiii!! Cuidado, isso aleija.
- Ainda á pouco estavas no chão a levar morros e também não te queixavas. Es um bebé mimadinho é o que é. Pedro Tolo. Obrigado por me teres defendido.
- Ó Inês era o mínimo que podia fazer para nós os dois. Mas Não tens de quê.
Rimo-nos durante um bocado.
Fazemos cerca de uns 500 metros, e Caio no chão mesmo quase a perder os sentidos.
O Garrote não estava a fazer efeito.
- Pedro!
Espera vou chamar uma ambulância.
Onde é que estamos? (ele olha em volta á procura de sinais)
Vá aguenta que ela está mesmo a chegar.
A ambulância chega e sou levado para o hospital e entro na parte das urgências.
Como é um ferimento de bala, passo primeiro que os outros que estão á espera, salvo seja acidentes de carros ou assim. (estou a inventar atenção)
- É a namorada do Pedro?
- Sou sim Sr. Doutor.
- O Pedro, estava em vias de perder o braço, mas milagrosamente a bala apenas passou na parte mais superficial da pele apenas atingiu um musculo, mas com fisioterapia ele recupera bem, e volta a estar em forma. Mas ele agora precisa de repousar.
- Mas posso vê-lo Sr.Doutor?
- Sim claro que pode, ele só não pode, é mexer o braço. (Pronto assim inventado á pressão, é o braço esquerdo que está ferido)
- Pedro, foste tão corajoso mas ao mesmo tempo, tão parvo. Podias ter morrido caralho.
- Ó Inês. Desculpa, não te queria por nesse estado. Só não queria que te fizessem mal.
- Está bem mas... Podias ter dado o dinheiro assim não ficavas neste estado não era?
- Pronto desculpa Inês. Vá abraça-me, mas com cuidado ^^.
- Inês?
- Sim Pedro.
- Esta era a minha luta.
Um mês depois do tratamento ao braço, fui para a fisioterapia, onde a Inês sempre me acompanhou até ao final dela.
Uma semana depois da recuperação total, encontrámos os mesmos indivíduos num café a rirem-se um para o outro.
Viram-me, e ficaram calados a olhar para mim do género:
Este gajo merece o nosso respeito. Admiro-o pelo que fez pela namorada.
Foda-se provavelmente nem eu seria capaz de fazer isto pela minha ó pá. S
Segui o meu caminho, e por momentos ignorei a sua existência.
A Inês quando os topou, agarrou-se mais a mim, ficou mesmo coladinha, e segredou-me ao ouvido: Pedro estão ali aqueles... - Eu sei Inês eu já os vi. Eles desta vez não te fazem mal.
Foi uma lição, tanto para mim e para aqueles dois gajos, como também para a Inês.
Deve-se lutar pelo que queres, puxar-mos ao limite, nunca desistir.
Autor:
Pedro Miguel
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terça-feira, julho 15
Queres ser forte?
às
22:58
À bastante tempo, que ando para escrever sobre como ser forte, como ser alegre, como ser "auto-estimado", como ser superior a tudo o que os outros nos dizem para nos deitar ao chão.
São um juntar de emoções e pensamentos, que iram tornar este post significativo para muitas pessoas. Mas como sempre, irão existir aquelas pessoas que se acham superiores a tudo e mais alguma coisa. Mas lá no seu fundo, não passam de pequenos pardalitos acabados de sair de baixo das saias da Mãe, e que largou a mão ao Pai. Será um post sobre tudo aquilo que sempre quiseste-te saber sobre ti. Todas as tuas lutas, todos os teus choros, todo o teu sofrimento, todas as tuas brincadeiras, e alegrias.
Por agora, ablastra-te aí na tua cadeira, ou aconchega-te bem, porque este post, vai-te deixar perdida/o do mundo que te rodeia.
Tens aquele pensamento dentro de ti, que te deixa a pensar, porque é que não és melhor que certas pessoas, porque é que não és capaz de fazer as coisas em condições, porque é que tens sempre de sofrer de uma maneira ou de outra, porque tens de ser inferior aos outros, ou não és aquilo que querias ser.
Estás sempre a pensar, naquilo que os outros possam pensar de ti, tudo o que eles pensam a teu respeito. Que estás a mostrar demasiado certas partes do teu corpo, ou que simplesmente não é essa a atitude correcta, ou porque simplesmente dizes a ti mesmo/a que és um/a fraca/o, que não consegues fazer nada correcto, que não és capaz de fazer uma coisa em condições...
Pega nesses pensamentos e deita-os fora. Deita o lixo fora.
Se o fizeres, irás ter cabeça para tudo o que quiseres.
Sim deita esses pensamentos fora, esses pensamentos de que não vais conseguir, que és um fraco, que vais cair, que não vais conseguir.
Deita tudo fora, não te preocupes com o que pode ou não acontecer.
Despeja o lixo.
Se queres ter auto-estima, tens que fazer aquilo que tu gostas de fazer, sem questionar o que pode ou não acontecer, ou se te fica mal ou não, ou se gozam ou não contigo. Apenas não te importes com o que os outros pensam. Faz as coisas para ti, apenas para te fazeres sentir bem a ti mesmo/a. Não aproveites o Dia com se fosse o ultimo.
Aproveira antes o Agora, este momento que estás a ler este texto.
O agora quando vês as pessoas numa esplanada a dar gargalhadas, a rirem-se, a beber água ou outra coisa qualquer. Sê tu mesmo/a, não mudes só porque a pessoa que te ama, te diz que assim é que é o melhor, ou porque ele gosta que tu sejas de uma certa maneira. Tu até podes gostar de ser assim, mas não te enganes a ti proprio/a.
Vai para a cama, e quando te sentires pronto para dormir, apenas abre os olhos, olha para o teto e diz em voz alta, mas atenção para não acordar ninguém. :) Diz para ti mesmo/a que consegues, que és capaz de tudo. Que és forte.
E sabes uma coisa?
Lembras-te daqueles rapazes/raparigas, que te faziam a vida negra? Que te fartavam de chatear?
Imagina-os na tua mente, e enfrenta-os, enfrenta os teus medos, enfrenta-os.
Diz-lhe: Eu sou mais do que tu imaginas, eu sou capaz de tudo, não tenho medo de ti.
Eu não irei desistir. Tu serás o proximo a ser deitado ao chão. (Derruba os teus medos)
Eu sou mais forte do que tu. - Vai respirando fundo, devagar.
A, e se és 70% ou 80% devotado á igreja católica, ou simplesmente segues alguns dizeres, simplesmente ignora-os. Eles não te iram ajudar em nada do que tu já não saibas que é verdade, ou não.
O Deus, és tu mesmo, és tu que comandas a tua vida, as tuas emoções, os teus sentimentos, e não alguém "fantasiado" na mente das pessoas. És o teu próprio Deus, tu podes tudo, tu és capaz de fazer tudo o que quiseres. Só tens de deitar o lixo fora. Não te preocupes com nada, não penses que vais falhar, apenas não te preocupes com o que pode acontecer, não fiques alermado/a se o teste vai correr bem ou não, simplesmente não ligues.
Se fizeres isto, o teste, irá correr muito melhor, não irás ter brancas (salvo excepções), e para ires fazer alguma coisa em que tu aches que não és capaz ou que não consegues, simplesmente vai lá e faz aquela coisa, ser aquela coisa.
Faz o presente valer o presente. Faz valorizar o que está a acontecer neste momento.
Lembra-te:
Já mais, hum, já mais, irás agradar a toda agente!
As emoções fazem parte da vida, não as ignores!
Não és aquilo que pensas ser!
Pensa que és forte, mas tens de realente sentir que és forte.
Porque não vale a pena dizeres e pensares que o és, se não te sentes capaz disso. Só estás a piorar os sentimentos. E tu não queres isso, pois não?
Sê livre, toca a punheta 6 vezes num dia, atinge orgasmos.
Vai rasgar as calças, vai dormir a casa de um amigo/a.
Vai ao cinema, vai te embebedar, parte um dedo (vá todos também não) :)
Faz aquilo que tu gostas de fazer. Sê tu mesmo, e não te preocupes com o futuro.
Vive o momento, o presente, o agora. Este mesmo agora, mesmo quando estás a ler estas linhas de palavras, estas frases, que dizemos que são pensamentos.
Tu és capaz.
Se por acaso te achas feio/a, não te aches.
És mais bonito do que qualquer outra pessoa.
Porque tu, tens personalidade, e és capaz de ser amiga/o de uma pessoa que te queira conhecer e fazer amizade contigo. Não és nenhum monstro, só porque te sentes feia, és mais todos nós, que nos sentimos lindos. És superior a tudo isto, és poderosa mentalmente.
Podes não ser tão linda como gostarias de ser, mas até as pessoas que se sentem feias, são lindas por fora e por dentro ao mesmo tempo, coisa que uma pessoa linda não consegue ser.
Não te preocupes se os outros te acham feia ou não. Tu tens de te sentir confian-te.
E não digas que te sentes feia e pronto não és confiante, apenas não te preocupes com a tua belesa e preocupa-te com aquilo que te faz feliz e sentir viva. Aquilo pelo que vale apena estares a viver e a ler este texto.
Se te sentes gorda ou magra, digo o mesmo que disse para quem se acha feia.
Por muito que queiras ser ainda mais magra, não faças disso a tua vida.
Existem escolhas melhores do que seres extremamente magra.
Não queiras ser magra só porque te sentes gorda, ou porque te sentes mal em ser gorda.
Eu tenho o mesmo problema, eu também não gosto de ser gordo, e sou um bocadinho na barriga, e faço de tudo para comer pouco, para não ficar com uma barriga enorme, ya tenho um pouco de anorexia em mim, mas simplesmente não ligo. Quer dizer ligo, mas não faço disto um bicho de sete cabeças. Sei controlar as emoções. Tens de entender, e falar contigo mesma. Ao estares a preocupar-te com o de seres magrinha e de comeres pouco, estás a dar pouca importancia ás outras coisas que merecem mais valor, merecem a atenção que dás em ser magrinha, ou o de comer comer comer. Tu tens de falar contigo mesmo/a.
Não te ponhas a falar com Deus por favor ou com Jesus ou com quem for.
Fas-te perguntas. O porquê de seres assim, o porque de dares tanto valor, qual será o melhor caminho para ultrapassar a tua dor.
Eu não estou a querer amar-me em psicólogo, ou em médico ou em pediatra ou seja o que for. Eu apenas estou a dar concelhos que eu dei a mim mesmo.
Quero que tu te sintas feliz em ti mesmo/a, não sofras pelas coisas.
Quando alguma coisa te deixa em baixo, faz como eu.
Sorri para ela, e pisca-lhe o olho! :) ;)
Encara as coisas, não as deixes destruir-te.
É claro que sou posso mostrar agora que sou forte mentalmente, mas digo, também tenho as minhas próprias desilusões e desabamentos internos.
Não deixes que os outros te afectem. Não so deixes entrar dentro de ti.
Conhecerem-te ao intimo, seria como matarem-te alguém que tu amas.
Muitas pessoas, pensam que são os seus pensamentos.
Existem pessoas que gostam de ti, que te amam, que te apoiam.
Até mesmo aqueles amigos super fixes que tens conheces-te na net, esses são aqueles amigos com quem tu vais falar e são aqueles amigos que fazem te sentir uma pessoa especial.
É com eles que tu desabafas, deitas tudo cá para fora. Mas apenas por palavras e frases.
Não sabe bem, quando dizemos aquilo que nos vai na mente?
De forma natural, aquilo que o ser humano é o melhor a fazer, é apenas o de pensar, e auto-destruir-se.
Esqueci-me muita coisita que ia escrever aqui. O cérebro, não é estável mentalmente.
A tua maneira de reagir e de pensar ás coisas, muda cada vez que tu te apercebes das coisas.
Deixas de ser tu mesmo, para passares a ser outra pessoa, mas continuas a ser tu.
Tu veste-te com a moda, porque tens medo da tua verdadeira personalidade e de tudo o que os outros possam pensar de ti. Tens medo de demonstrares aos outros o que tu és.
Tu apenas te maquilhas porque tens medo de ti, porque tens medo do que os outros possam pensar de certas coisas na tua cara. Não faças isso a ti mesmo/a, sê tu mesmo/a, ignora o que os outros possam pensar. Deita esses pensamentos fora. Sê forte, porque tu consegues tudo.
Alegra-te do que és, e do que tens. =)
Cada pessoa tem a sua luta.
Concluindo, faz esta pergunta a ti mesmo/a:
O que é que já fizes-te, que melhorou a tua vida?
São um juntar de emoções e pensamentos, que iram tornar este post significativo para muitas pessoas. Mas como sempre, irão existir aquelas pessoas que se acham superiores a tudo e mais alguma coisa. Mas lá no seu fundo, não passam de pequenos pardalitos acabados de sair de baixo das saias da Mãe, e que largou a mão ao Pai. Será um post sobre tudo aquilo que sempre quiseste-te saber sobre ti. Todas as tuas lutas, todos os teus choros, todo o teu sofrimento, todas as tuas brincadeiras, e alegrias.
Por agora, ablastra-te aí na tua cadeira, ou aconchega-te bem, porque este post, vai-te deixar perdida/o do mundo que te rodeia.
Tens aquele pensamento dentro de ti, que te deixa a pensar, porque é que não és melhor que certas pessoas, porque é que não és capaz de fazer as coisas em condições, porque é que tens sempre de sofrer de uma maneira ou de outra, porque tens de ser inferior aos outros, ou não és aquilo que querias ser.
Estás sempre a pensar, naquilo que os outros possam pensar de ti, tudo o que eles pensam a teu respeito. Que estás a mostrar demasiado certas partes do teu corpo, ou que simplesmente não é essa a atitude correcta, ou porque simplesmente dizes a ti mesmo/a que és um/a fraca/o, que não consegues fazer nada correcto, que não és capaz de fazer uma coisa em condições...
Pega nesses pensamentos e deita-os fora. Deita o lixo fora.
Se o fizeres, irás ter cabeça para tudo o que quiseres.
Sim deita esses pensamentos fora, esses pensamentos de que não vais conseguir, que és um fraco, que vais cair, que não vais conseguir.
Deita tudo fora, não te preocupes com o que pode ou não acontecer.
Despeja o lixo.
Se queres ter auto-estima, tens que fazer aquilo que tu gostas de fazer, sem questionar o que pode ou não acontecer, ou se te fica mal ou não, ou se gozam ou não contigo. Apenas não te importes com o que os outros pensam. Faz as coisas para ti, apenas para te fazeres sentir bem a ti mesmo/a. Não aproveites o Dia com se fosse o ultimo.
Aproveira antes o Agora, este momento que estás a ler este texto.
O agora quando vês as pessoas numa esplanada a dar gargalhadas, a rirem-se, a beber água ou outra coisa qualquer. Sê tu mesmo/a, não mudes só porque a pessoa que te ama, te diz que assim é que é o melhor, ou porque ele gosta que tu sejas de uma certa maneira. Tu até podes gostar de ser assim, mas não te enganes a ti proprio/a.
Vai para a cama, e quando te sentires pronto para dormir, apenas abre os olhos, olha para o teto e diz em voz alta, mas atenção para não acordar ninguém. :) Diz para ti mesmo/a que consegues, que és capaz de tudo. Que és forte.
E sabes uma coisa?
Lembras-te daqueles rapazes/raparigas, que te faziam a vida negra? Que te fartavam de chatear?
Imagina-os na tua mente, e enfrenta-os, enfrenta os teus medos, enfrenta-os.
Diz-lhe: Eu sou mais do que tu imaginas, eu sou capaz de tudo, não tenho medo de ti.
Eu não irei desistir. Tu serás o proximo a ser deitado ao chão. (Derruba os teus medos)
Eu sou mais forte do que tu. - Vai respirando fundo, devagar.
A, e se és 70% ou 80% devotado á igreja católica, ou simplesmente segues alguns dizeres, simplesmente ignora-os. Eles não te iram ajudar em nada do que tu já não saibas que é verdade, ou não.
O Deus, és tu mesmo, és tu que comandas a tua vida, as tuas emoções, os teus sentimentos, e não alguém "fantasiado" na mente das pessoas. És o teu próprio Deus, tu podes tudo, tu és capaz de fazer tudo o que quiseres. Só tens de deitar o lixo fora. Não te preocupes com nada, não penses que vais falhar, apenas não te preocupes com o que pode acontecer, não fiques alermado/a se o teste vai correr bem ou não, simplesmente não ligues.
Se fizeres isto, o teste, irá correr muito melhor, não irás ter brancas (salvo excepções), e para ires fazer alguma coisa em que tu aches que não és capaz ou que não consegues, simplesmente vai lá e faz aquela coisa, ser aquela coisa.
Faz o presente valer o presente. Faz valorizar o que está a acontecer neste momento.
Lembra-te:
Já mais, hum, já mais, irás agradar a toda agente!
As emoções fazem parte da vida, não as ignores!
Não és aquilo que pensas ser!
Pensa que és forte, mas tens de realente sentir que és forte.
Porque não vale a pena dizeres e pensares que o és, se não te sentes capaz disso. Só estás a piorar os sentimentos. E tu não queres isso, pois não?
Sê livre, toca a punheta 6 vezes num dia, atinge orgasmos.
Vai rasgar as calças, vai dormir a casa de um amigo/a.
Vai ao cinema, vai te embebedar, parte um dedo (vá todos também não) :)
Faz aquilo que tu gostas de fazer. Sê tu mesmo, e não te preocupes com o futuro.
Vive o momento, o presente, o agora. Este mesmo agora, mesmo quando estás a ler estas linhas de palavras, estas frases, que dizemos que são pensamentos.
Tu és capaz.
Se por acaso te achas feio/a, não te aches.
És mais bonito do que qualquer outra pessoa.
Porque tu, tens personalidade, e és capaz de ser amiga/o de uma pessoa que te queira conhecer e fazer amizade contigo. Não és nenhum monstro, só porque te sentes feia, és mais todos nós, que nos sentimos lindos. És superior a tudo isto, és poderosa mentalmente.
Podes não ser tão linda como gostarias de ser, mas até as pessoas que se sentem feias, são lindas por fora e por dentro ao mesmo tempo, coisa que uma pessoa linda não consegue ser.
Não te preocupes se os outros te acham feia ou não. Tu tens de te sentir confian-te.
E não digas que te sentes feia e pronto não és confiante, apenas não te preocupes com a tua belesa e preocupa-te com aquilo que te faz feliz e sentir viva. Aquilo pelo que vale apena estares a viver e a ler este texto.
Se te sentes gorda ou magra, digo o mesmo que disse para quem se acha feia.
Por muito que queiras ser ainda mais magra, não faças disso a tua vida.
Existem escolhas melhores do que seres extremamente magra.
Não queiras ser magra só porque te sentes gorda, ou porque te sentes mal em ser gorda.
Eu tenho o mesmo problema, eu também não gosto de ser gordo, e sou um bocadinho na barriga, e faço de tudo para comer pouco, para não ficar com uma barriga enorme, ya tenho um pouco de anorexia em mim, mas simplesmente não ligo. Quer dizer ligo, mas não faço disto um bicho de sete cabeças. Sei controlar as emoções. Tens de entender, e falar contigo mesma. Ao estares a preocupar-te com o de seres magrinha e de comeres pouco, estás a dar pouca importancia ás outras coisas que merecem mais valor, merecem a atenção que dás em ser magrinha, ou o de comer comer comer. Tu tens de falar contigo mesmo/a.
Não te ponhas a falar com Deus por favor ou com Jesus ou com quem for.
Fas-te perguntas. O porquê de seres assim, o porque de dares tanto valor, qual será o melhor caminho para ultrapassar a tua dor.
Eu não estou a querer amar-me em psicólogo, ou em médico ou em pediatra ou seja o que for. Eu apenas estou a dar concelhos que eu dei a mim mesmo.
Quero que tu te sintas feliz em ti mesmo/a, não sofras pelas coisas.
Quando alguma coisa te deixa em baixo, faz como eu.
Sorri para ela, e pisca-lhe o olho! :) ;)
Encara as coisas, não as deixes destruir-te.
É claro que sou posso mostrar agora que sou forte mentalmente, mas digo, também tenho as minhas próprias desilusões e desabamentos internos.
Não deixes que os outros te afectem. Não so deixes entrar dentro de ti.
Conhecerem-te ao intimo, seria como matarem-te alguém que tu amas.
Muitas pessoas, pensam que são os seus pensamentos.
Existem pessoas que gostam de ti, que te amam, que te apoiam.
Até mesmo aqueles amigos super fixes que tens conheces-te na net, esses são aqueles amigos com quem tu vais falar e são aqueles amigos que fazem te sentir uma pessoa especial.
É com eles que tu desabafas, deitas tudo cá para fora. Mas apenas por palavras e frases.
Não sabe bem, quando dizemos aquilo que nos vai na mente?
De forma natural, aquilo que o ser humano é o melhor a fazer, é apenas o de pensar, e auto-destruir-se.
Esqueci-me muita coisita que ia escrever aqui. O cérebro, não é estável mentalmente.
A tua maneira de reagir e de pensar ás coisas, muda cada vez que tu te apercebes das coisas.
Deixas de ser tu mesmo, para passares a ser outra pessoa, mas continuas a ser tu.
Tu veste-te com a moda, porque tens medo da tua verdadeira personalidade e de tudo o que os outros possam pensar de ti. Tens medo de demonstrares aos outros o que tu és.
Tu apenas te maquilhas porque tens medo de ti, porque tens medo do que os outros possam pensar de certas coisas na tua cara. Não faças isso a ti mesmo/a, sê tu mesmo/a, ignora o que os outros possam pensar. Deita esses pensamentos fora. Sê forte, porque tu consegues tudo.
Alegra-te do que és, e do que tens. =)
Cada pessoa tem a sua luta.
Concluindo, faz esta pergunta a ti mesmo/a:
O que é que já fizes-te, que melhorou a tua vida?
Autor:
Pedro Miguel
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Dormir numa viagem
às
13:15
Numa visita de estudo, certamente que quando vão para lá, vão todos acordados e todos animados, a menos que seja daquelas que um gajo acorda logo de manhã cheio de olheiras e com uma cara de sono que só apetecia éra estar mais ou menos até ao meio dia a dormir. xD
Mas pronto, vou falar na vinda para cá. Que é quando as pessoas vão mais cansadas.
Existem sempre aqueles manfios que pegam em telemóveis e máquinas fotográficas e até mesmo em canetas só para chatear o pessoal que vai a dormir. Esta gente devia era estar a dormir como todos os outros.
Armados ao caralho!
Vão-se enforcar para casa!
Tipo, alguma vez acordas-te primeiro que os outros?
Gosto de ver é as gajas todas deitadas umas nas outras, todas abraçadas e todas abertas (braços, pernas, boca, cabelo) xD
E depois existem aqueles pessoas que gosto de ver, que ficam "fofas" quando estão a dormir. ^^
Por acaso gostava de ser fofo quando dormi-se :) Gosto simplesmente.
Tu olha para a frente do autocarro, e vês toda agente com a cabeça inclinada para trás encostada ao banco, ou então aqueles que já vão a cair do acento. E olhas para trás e vês maior parte deles deitadas no corredor, atravessados nos bancos uns dons outros, cheios de preguiça. Todos a dormir á tabalhuada xD
A pessoa dorme, porque é uma maneira de a pessoa descansar o cérebro, de descansar o corpo. Até mesmo quando ficamos doentes, é quando nos sentimos mais em baixo emocionalmente ou quando nem estamos virados para as coisas. É uma maneira de o corpo descansar àquilo que o afecta diariamente e aquilo que ele nunca foi feito para fazer.
Até pode nem ser em todos os casos, mas muitas deles são. =)
Continuando com esta merda...
Sim realmente é giro ver os outros a dormir, mas quando são os outros a fazer de tudo para nos tirar uma fotografia ou simplesmente para nos pintar a cara, já é um bocado, feio de mais para ser verdade, mas acreditem que já me tentaram por espuma de barbear na cara, mas não conseguiram porque eu topei no frio, e até mesmo para me tirar fotografias eu topava o calor e o bafo do gajo que me queria tirar uma foto. Sâo as coisas mais estupidas que uma pessoa pode fazer á outra, por muito que até seja na brincadeira, para mim não tem piada nenhuma, a espuma de barbear era naquela, agora pintar com canetas. :S
Gosto de ver fazerem aos outros, agora fazerem me a mim :S
Quer dizer ainda se é para ter piada tudo bem, agora se é só para chatear a pessoa mais vale tar quietos. :)
Acabo aqui o meu post. =)
Conclusão: O Ser humano precisa de ser "istupido" para agradar aos outros.
A ouvir: Within Temptation - The Silent Force [2004]
A beber: Saliva xD
A ver: O meu querido Cacto. :)
Mas pronto, vou falar na vinda para cá. Que é quando as pessoas vão mais cansadas.
Existem sempre aqueles manfios que pegam em telemóveis e máquinas fotográficas e até mesmo em canetas só para chatear o pessoal que vai a dormir. Esta gente devia era estar a dormir como todos os outros.
Armados ao caralho!
Vão-se enforcar para casa!
Tipo, alguma vez acordas-te primeiro que os outros?
Gosto de ver é as gajas todas deitadas umas nas outras, todas abraçadas e todas abertas (braços, pernas, boca, cabelo) xD
E depois existem aqueles pessoas que gosto de ver, que ficam "fofas" quando estão a dormir. ^^
Por acaso gostava de ser fofo quando dormi-se :) Gosto simplesmente.
Tu olha para a frente do autocarro, e vês toda agente com a cabeça inclinada para trás encostada ao banco, ou então aqueles que já vão a cair do acento. E olhas para trás e vês maior parte deles deitadas no corredor, atravessados nos bancos uns dons outros, cheios de preguiça. Todos a dormir á tabalhuada xD
A pessoa dorme, porque é uma maneira de a pessoa descansar o cérebro, de descansar o corpo. Até mesmo quando ficamos doentes, é quando nos sentimos mais em baixo emocionalmente ou quando nem estamos virados para as coisas. É uma maneira de o corpo descansar àquilo que o afecta diariamente e aquilo que ele nunca foi feito para fazer.
Até pode nem ser em todos os casos, mas muitas deles são. =)
Continuando com esta merda...
Sim realmente é giro ver os outros a dormir, mas quando são os outros a fazer de tudo para nos tirar uma fotografia ou simplesmente para nos pintar a cara, já é um bocado, feio de mais para ser verdade, mas acreditem que já me tentaram por espuma de barbear na cara, mas não conseguiram porque eu topei no frio, e até mesmo para me tirar fotografias eu topava o calor e o bafo do gajo que me queria tirar uma foto. Sâo as coisas mais estupidas que uma pessoa pode fazer á outra, por muito que até seja na brincadeira, para mim não tem piada nenhuma, a espuma de barbear era naquela, agora pintar com canetas. :S
Gosto de ver fazerem aos outros, agora fazerem me a mim :S
Quer dizer ainda se é para ter piada tudo bem, agora se é só para chatear a pessoa mais vale tar quietos. :)
Acabo aqui o meu post. =)
Conclusão: O Ser humano precisa de ser "istupido" para agradar aos outros.
A ouvir: Within Temptation - The Silent Force [2004]
A beber: Saliva xD
A ver: O meu querido Cacto. :)
Autor:
Pedro Miguel
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segunda-feira, julho 14
Belesa perdida
às
14:41
A Inês foi fazer uma mamo-grafia para ver se não tinha cancro da mama e outras doenças.
Infelizmente foi-lhe diagnosticado um cancro na mama direita.
Como qualquer mulher, ela ficou completamente perdida do mundo.
Na semana a seguir foi operada e tiraram-lhe a mama.
A partir desse dia ela nunca mais foi a mesma.
Ela quando se olha ao espelho, já não se acha linda com antigamente, parece que se sente como um monstro, já não se sente mulher, já não se sente feliz, perdeu o sorriso na cara.
Falámos sobre o assunto para ver se ela conseguia ultrapassar aquela ma fase.
- Pedro, não me toques, não me sinto bem. Tu deves-me achar um monstro.
- Não te acho nada Inês, continuarás a ser a minha namorada. Quero ajudar-te a ultrapassar esta doença Inês.
- Já não me sinto feliz, por favor sai de perto de mim, por favor, não me toques por favor.
- Inês, não sejas assim, como queres vencer a doença se queres que eu não te toque?
- Pára, por favor, vai-te embora.
- Pronto está bem, qualquer coisa chama-me.
Durante a noite chorou de infelicidade e de já não se sentir bonita.
A mãe dela, veio ter comigo, e disse-me que ela agora precisava mais do meu apoio do que nunca. Disse que precisava de uma cara amiga e de um amigo para estar perto dela. Ela estava a passar por uma má doença.
Telefonei-lhe, assim que a mãe dela conversou comigo.
Ela estava com aquela voz de quem esteve a gritar e a chorar durante horas.
Fui a casa dela, parecia que já se sentir melhor. Chorar foi um desabafo para ela, ajudou-a um bocado. O médico colocou-a em quimioterapia (aquela coisa que serve para cuidar das pessoas com cancro pronto) =)
Eu acompanhava-a, sempre que podia claro.
Parecia que queria morrer, o tratamento, já não estava a resultar e ela cada vez mais, ficava mais debilitada. Via-se as olheiras, a cara de quem chorava sem parar, de quem não parava quieta na cama.
- Inês, temos de falar!
- Pedro, eu já não me sinto mulher, cada vez que me olho ao espelho... - Começa a chorar no meu ombro.
- Inês tens de falar comigo, tens de me dizer o que sentes o que pensas, tu achas que eu te acho feia ou que já não te quero, só porque perdes-te uma mama?
Não é isso que me vai impedir-te de achar-te linda e extremamente uma mulher perfeita que eu amo do fundo do coração. Eu gosto de ti pelo que és, e sei que tens força dentro de ti capaz de ultrapassar esta doença. Inês, tu és capaz, e nós os dois juntos vamos vencer, vou-te ajudar no que for preciso, mas promete-me que não vais abandonar o tratamento.
- Ó Pedro, eu, não... Quero estar sozinha, mas obrigado por, tudo Pedro, és um querido.
1 Mês mais tarde!
O médico dela, recebe uma carta com a análise daquele mês, e os resultados são extraordinários, o cancro está a dias de desaparecer por completo.
Ela chora de alegria, assim como eu.
Abrasámo-nos e rimo-nos um para o outro.
Desfeita em lágrimas, ouve da minha boca:
- Conseguis-te Inês! Conseguis-te!
- Obrigado Pedro, sem ti não conseguia ultrapassar, és um verdadeiro amor. Obrigado por tudo, e também a si Sr.Doutor.
- Ora essa o prazer foi todo meu em ajuda-la. =)
- Vou fazer uma mamoplastia.
- Parabéns a ti.
- Obrigado Pedro. - Dá-me um beijo na boca!
2 meses mais tarde, depois da mamoplastia e do tratamento acabar por completo, levei a Inês à Escócia, para irmos ver aquelas montanhas verdejantes, cheias de árvores altas e aqueles campos enormes que só apetecia era ser dono daquilo tudo para sempre.
Ela recuperou ao fim de 1 mês. O estado de espírito dela aumentou 500% na sua personalidade. Foi talvez a maior luta que ela já tinha feito na vida dela.
P.S: A ideia para esta história, foi retirada da novela "Os casos da Vida".
É quase semelhante, mas mudam algumas coisas. E mudam atitudes de personagens e o desenrolar da história não é o mesmo que na novela. Tentei mudar á minha maneira, de como ficaria melhor, mas a maneira que a telenovela quis demonstrar e passar, também aceitei, apenas de ter sido assim de chapa, mas até achei giro falar sobre este tema. =)
Se a novela tiver direitos de autor ou qualquer coisa que seja proibida a "cópia" então avisem-me que eu tiro o texto daqui, mas acho que não será preciso. A Opinião é que conta e eu não andei a falar mal daquilo que eles lá disseram ou fizeram, apesar de que podia ter sido uma coisa mais soft, mas, para mim os actores representaram muito bem. Merecem o aplauso do público por uma história tão bem protagonizada. PARABÉNS!
Infelizmente foi-lhe diagnosticado um cancro na mama direita.
Como qualquer mulher, ela ficou completamente perdida do mundo.
Na semana a seguir foi operada e tiraram-lhe a mama.
A partir desse dia ela nunca mais foi a mesma.
Ela quando se olha ao espelho, já não se acha linda com antigamente, parece que se sente como um monstro, já não se sente mulher, já não se sente feliz, perdeu o sorriso na cara.
Falámos sobre o assunto para ver se ela conseguia ultrapassar aquela ma fase.
- Pedro, não me toques, não me sinto bem. Tu deves-me achar um monstro.
- Não te acho nada Inês, continuarás a ser a minha namorada. Quero ajudar-te a ultrapassar esta doença Inês.
- Já não me sinto feliz, por favor sai de perto de mim, por favor, não me toques por favor.
- Inês, não sejas assim, como queres vencer a doença se queres que eu não te toque?
- Pára, por favor, vai-te embora.
- Pronto está bem, qualquer coisa chama-me.
Durante a noite chorou de infelicidade e de já não se sentir bonita.
A mãe dela, veio ter comigo, e disse-me que ela agora precisava mais do meu apoio do que nunca. Disse que precisava de uma cara amiga e de um amigo para estar perto dela. Ela estava a passar por uma má doença.
Telefonei-lhe, assim que a mãe dela conversou comigo.
Ela estava com aquela voz de quem esteve a gritar e a chorar durante horas.
Fui a casa dela, parecia que já se sentir melhor. Chorar foi um desabafo para ela, ajudou-a um bocado. O médico colocou-a em quimioterapia (aquela coisa que serve para cuidar das pessoas com cancro pronto) =)
Eu acompanhava-a, sempre que podia claro.
Parecia que queria morrer, o tratamento, já não estava a resultar e ela cada vez mais, ficava mais debilitada. Via-se as olheiras, a cara de quem chorava sem parar, de quem não parava quieta na cama.
- Inês, temos de falar!
- Pedro, eu já não me sinto mulher, cada vez que me olho ao espelho... - Começa a chorar no meu ombro.
- Inês tens de falar comigo, tens de me dizer o que sentes o que pensas, tu achas que eu te acho feia ou que já não te quero, só porque perdes-te uma mama?
Não é isso que me vai impedir-te de achar-te linda e extremamente uma mulher perfeita que eu amo do fundo do coração. Eu gosto de ti pelo que és, e sei que tens força dentro de ti capaz de ultrapassar esta doença. Inês, tu és capaz, e nós os dois juntos vamos vencer, vou-te ajudar no que for preciso, mas promete-me que não vais abandonar o tratamento.
- Ó Pedro, eu, não... Quero estar sozinha, mas obrigado por, tudo Pedro, és um querido.
1 Mês mais tarde!
O médico dela, recebe uma carta com a análise daquele mês, e os resultados são extraordinários, o cancro está a dias de desaparecer por completo.
Ela chora de alegria, assim como eu.
Abrasámo-nos e rimo-nos um para o outro.
Desfeita em lágrimas, ouve da minha boca:
- Conseguis-te Inês! Conseguis-te!
- Obrigado Pedro, sem ti não conseguia ultrapassar, és um verdadeiro amor. Obrigado por tudo, e também a si Sr.Doutor.
- Ora essa o prazer foi todo meu em ajuda-la. =)
- Vou fazer uma mamoplastia.
- Parabéns a ti.
- Obrigado Pedro. - Dá-me um beijo na boca!
2 meses mais tarde, depois da mamoplastia e do tratamento acabar por completo, levei a Inês à Escócia, para irmos ver aquelas montanhas verdejantes, cheias de árvores altas e aqueles campos enormes que só apetecia era ser dono daquilo tudo para sempre.
Ela recuperou ao fim de 1 mês. O estado de espírito dela aumentou 500% na sua personalidade. Foi talvez a maior luta que ela já tinha feito na vida dela.
P.S: A ideia para esta história, foi retirada da novela "Os casos da Vida".
É quase semelhante, mas mudam algumas coisas. E mudam atitudes de personagens e o desenrolar da história não é o mesmo que na novela. Tentei mudar á minha maneira, de como ficaria melhor, mas a maneira que a telenovela quis demonstrar e passar, também aceitei, apenas de ter sido assim de chapa, mas até achei giro falar sobre este tema. =)
Se a novela tiver direitos de autor ou qualquer coisa que seja proibida a "cópia" então avisem-me que eu tiro o texto daqui, mas acho que não será preciso. A Opinião é que conta e eu não andei a falar mal daquilo que eles lá disseram ou fizeram, apesar de que podia ter sido uma coisa mais soft, mas, para mim os actores representaram muito bem. Merecem o aplauso do público por uma história tão bem protagonizada. PARABÉNS!
Autor:
Pedro Miguel
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domingo, julho 13
Uma realidade
às
19:00
A história que se segue é fictícia, foi inventada.
Qualquer semelhança com algum acontecimento verídico, é pura coincidência.
Qualquer semelhança com algum acontecimento verídico, é pura coincidência.
Domingo. Duas da tarde no Centro Comercial DolceVita em Coimbra.
Um casal de namorados, "ela está grávida", com a idade entre os 20 e os 22, entra no Centro Comercial, para mais um momento de família e de passei num fim-de-semana.
Depois de umas voltas por aqui e por ali, a mulher começa a sentir umas dores.
- João, não aguento mais, não consigo o consigo conter mais. Vou-me sentar ali nos bancos.
- Está, mas vai respirando fundo Mariana... Ele começa a pensar: Mas o que é que eu hei-de fazer? Chamo alguém? Ligo para o 112? Chamo alguém para ajudar?
Ele decide telefonar para o 112.
- 112! Qual é a situação?
- A minha mulher... Acho que ele entrou em trabalho de parto, começou a sentir umas dores, e está a ficar vermelha, está cheia de dores.
- Onde é que se encontra?
- No Centro Comercial DolceVita em Coimbra.
- Vou mandar já para aí a ambulância do INEM. Quero que se mantenha calmo, tranquilize a sua mulher e mantenha-a acordada, algumas mulheres chegam a desmaiar com a dor.
- Está, obrigado.
Enquanto a ambulância, as pessoas começam a juntar-se em redor da mulher grávida.
Nisto aparece um médico que estava a passear com a família, e começa a "ajudar" a mulher.
- Sou médico, posso ajudar.
- Uma menina de 13 anos vendo este aparato todo, vai a correr a uma loja de toalhas e de coisas para a casa de banho e "rouba" uma toalha para dar à mulher agoniada e cheia de dores. Ninguém diz nada...
Algumas pessoas começam a dizer para as outras pessoas que lá estavam a assistir, para se afastarem. Que apenas não estivessem ali só para ver.
Passam 5 minutos e aparece a ambulância do INEM, sai de dentro dela 3 homens, com uma maca.
- Acha que se consegue levantar, acha que consegue aguentar?
- Acho que não, dói-me tudo. haaaaa - Solta um grito de dor profunda.
- Trás as toalhas e água e uma botija de oxigénio, e pede a alguém que traga uma bacia grande. Aproveita e trás alguns cobertores. Vai ajudá-lo Inês.
Nisto aparece um senhor gordo com na casa dos 50 anos, que trás uma bacia.
- Tem aqui uma bacia...
- Muito obrigado. Ponha-a ali junto do meu colega.
Chegaram com as coisas todas, e prepararam logo tudo para o parto correr bem e normal.
Puseram a mulher no chão, em cima dos cobertores, e os 5 Seguranças que estava naquela zona foram para lá para garantir pelo menos algum controlo sobre as pessoas que se aproximavam para tirar fotografias e a gravar.
Houve pessoas inclusive que foram emprestar aquelas divisórias para manter segurança e intimidade.
Foi tipo pá assim uma coisa tipo mesmo do outro mundo.
Não gostei de ver foi haver pessoas a querer passar a barreira de segurança só para ir ver a mulher a parir. -.-'
Existem pessoas tão estúpidas, e capazes de fazer de tudo só para ver os outros a sofrerem.
A mulher começou a gritar alto, e a fazer força. (como se vê nos filmes tas a ver?)
E saiu o bebé, mas infelizmente, o bebé, saiu morto. :(
A equipa do INEM tentou de tudo para salvar o bebé. Respiração boca a boca, desimpedimento das vias respiratórias, viraram-no de cabeça para baixo, deram-lhe palmadas fortes, nas costas (mas com calma claro xD) mas mesmo assim o bebé, não viveu.
Os pais ficaram devastados.
Mas mais ficou a mulher, começou a chorar, e pegou no filho ainda preso pelo cordão umbilical. Foi um choque para aquela família. As pessoas mal souberam que o bebé morreu, muitas foram logo embora, outra ficaram para dar as condolências pela morte do bebé. Mas mais de 60% das pessoas foi embora. Parece que só é bom quando nasce com vida. Não gostei daquela atitude.
Parece que estavam ali para ver algum espectáculo de aberrações, e parece que pagaram para o ver. Parecia que estavam a espera de uma aberração sair dali daquela coisa toda. Não gostei do que as pessoas fizeram ao casal. Tocou-me bastante.
O INEM levou a mulher para o hospital só para que ela não tenha uma recaída durante a noite, e o casal foi aconselhado acompanhamento psicológico.
Depois de irem ao Psicólogo, tanto marido como a mulher decidiram fazer outro filho, ou pelo menos tentar.
Não era porque um filho morria ao nascer que iam deixar de tentar ter um filho.
Um ano mais tarde, nasce a Rita.
Era uma criança saudável e forte. Saía á mãe... "lutadora".
Autor:
Pedro Miguel
sábado, julho 12
Coisas novas
às
16:10
Como já podes-te ver... Tenho um novo Layout. =)
Deu-me uma grande trabalheira.
Ontem tive até á 1:30 da manha a ver Layout's e a alterar e a por aqui, mas não conseguia polo a trabalhar. Era frustrante. Tipo estares a fazer uma coisa e depois aquilo fica tudo mal xD
Já agora explico tudo.
Já à uns dias, eu queria alterar o Layout do meu Blogue, mas não sabia fazelo, quer dizer, saber sabia, porque é puro HTML e XML, e o problema éra saber o que havia de alterar, e onde mexer.
Ontem decidi finalmente porme a pesquisar na net Layout's para o Blog e encontrei alguns, mas só este é que já estava 90% concluido o unico trabalho que me deu, foi adicionar a cena para se poder adicionar comentários, e dar para ver os outros blogues e o profile e os arquivos. No meio do processo, as entradas do meu Blogue apareciam todas no fundo da página, mas lá consegui descobrir o erro. Deu-me trabalho sim, e bastante, desde as 10 da manha até à 1 da tarde. :)
Com este novo Layout, vai ser para o novo ano que se avisinha, para as meninas que me poderão visitar no hi5, e visitar o meu blogue, o que poderá ser bom, e também é uma maneira de me sentir unico e original e capaz de fazer o que eu quero sem me aborrecer.
É assim eu até punha aqui um layout melhor e mais atractivo, só que tipo tenho teste esta semana que vem por isso, este foi um pouco á pressa. :)
Como este ano, com tanta rapariga lá na escola, eu estou certo de que irei arranjar alguma rapariga, e por isso decidio também alterar e limpar a mente, e também escrever de outra maneira. (Uma maneira mais cuidada) é claro que aqui poderá não se notar isso, mas de qualquer maneira, irei tentar. :) Nem tudo se torna no que nós queremos.
Em breve, irão vir mais histórias de Eu e a Inês.
Irei falar claro sobre aquela coisa da "Felicidade" e do "Momento" faze-los pessoas como eu e tu. Quero criar coisas bonitas e giras e simples. Coisas diferentes do que estou habituado a escrever e a ler e a ver. =)
Algo que eu ache giro. ^^
Estou-me a sentir calmo e sossegado.
Passei por coisas espectaculares na minha vida, e estou a passar por mais umas quantas giras e extremamente estupides e insignificantes.
Deu-me uma grande trabalheira.
Ontem tive até á 1:30 da manha a ver Layout's e a alterar e a por aqui, mas não conseguia polo a trabalhar. Era frustrante. Tipo estares a fazer uma coisa e depois aquilo fica tudo mal xD
Já agora explico tudo.
Já à uns dias, eu queria alterar o Layout do meu Blogue, mas não sabia fazelo, quer dizer, saber sabia, porque é puro HTML e XML, e o problema éra saber o que havia de alterar, e onde mexer.
Ontem decidi finalmente porme a pesquisar na net Layout's para o Blog e encontrei alguns, mas só este é que já estava 90% concluido o unico trabalho que me deu, foi adicionar a cena para se poder adicionar comentários, e dar para ver os outros blogues e o profile e os arquivos. No meio do processo, as entradas do meu Blogue apareciam todas no fundo da página, mas lá consegui descobrir o erro. Deu-me trabalho sim, e bastante, desde as 10 da manha até à 1 da tarde. :)
Com este novo Layout, vai ser para o novo ano que se avisinha, para as meninas que me poderão visitar no hi5, e visitar o meu blogue, o que poderá ser bom, e também é uma maneira de me sentir unico e original e capaz de fazer o que eu quero sem me aborrecer.
É assim eu até punha aqui um layout melhor e mais atractivo, só que tipo tenho teste esta semana que vem por isso, este foi um pouco á pressa. :)
Como este ano, com tanta rapariga lá na escola, eu estou certo de que irei arranjar alguma rapariga, e por isso decidio também alterar e limpar a mente, e também escrever de outra maneira. (Uma maneira mais cuidada) é claro que aqui poderá não se notar isso, mas de qualquer maneira, irei tentar. :) Nem tudo se torna no que nós queremos.
Em breve, irão vir mais histórias de Eu e a Inês.
Irei falar claro sobre aquela coisa da "Felicidade" e do "Momento" faze-los pessoas como eu e tu. Quero criar coisas bonitas e giras e simples. Coisas diferentes do que estou habituado a escrever e a ler e a ver. =)
Algo que eu ache giro. ^^
Estou-me a sentir calmo e sossegado.
Passei por coisas espectaculares na minha vida, e estou a passar por mais umas quantas giras e extremamente estupides e insignificantes.
Autor:
Pedro Miguel
sexta-feira, julho 11
Intro-Independencia
às
14:50
Vivo dentro de mim, não consigo sair.
Não sei falar verbalmente, sinto-me ignorante por isso.
Queria ser cá fora o que sou dentro de mim. Mas parece que não consigo.
Parece que falar nunca foi comigo, não sei como explicar esta sensação, parece que não consigo falar.
Provavelmente será por nunca ter conversado tantas vezes com colegas, talvez por gozarem sempre com o que eu digo. Não sei, talvez seja culpa minha por ser sempre muito introvertido e muito calado e não falar muito, não sei do que possa ser.
Gostava de poder alterar este facto.
O meu problema é viver constantemente dentro de mim e não partilhar com alguém aquilo que gostava de conversar, talvez por ter medo da estupides da outra pessoa. Por ter medo de que goze comigo por aquilo que eu digo, não me sinto a vontade em falar com os outros, é isso que eu sinto. Não sei porquê, talvez é de não falar muito com as pessoas, ou por ter passado o resto da minha a ser criticado que parecia um analfabeto ou que não me sabia expressar muito bem, os comentários até podiam ser para me ajudar, mas da maneira de como eram ditos nunca foram da melhor maneira. Gostava de culpar, mas sei que a culpa também é 99% minha, fui eu que me deixei vencer pelo medo, não recisti, não fui contra ele, não o deitei ao chão. Não sei o que fazer.
Desde os 16 anos que vivo dentro de mim mesmo.
Esto ufato de falar nisto, sinto que não vou ter rapariga, porque não sei como é que eide amar alguém, eu apenas gosto dela se ela gostar de mim, ou se eu gostar de alguém, mas ela não gostar de mim, eu deixo-a em 3 tempos. Eu sou assim porque quero ter alguém, e não quero ter amigas que simplesmente me queiram só para amigo, como nunca tive, é dificil para ti percebers o que eu sinto. Mas tipo vê desta maneira.
Conheçes um rapaz, mas ele nem sequer está interesado em ti, e como tu nunca tives-te um rapaz na tua vida (em 18 anos) tu queres é alguém que goste de ti, como quando vês os outros abraçados ou seja o que for.
Eu tenho medo de ter namorada, porque quando a tiver, irei ter medo de a perder.
É dificil para mim amar alguém sem nunca ter amado ninguém antes.
A infelicidade é pouca, mas existem momentos em que é mais elevado do que a própria auto-estima. É dificil sentir alguma coisa que nunca senti. :(
Se me perguntarem se ficarei triste se os meus pais morrerem, eu neste momento, fico, olha morreu, pronto, tenho pena. Não é que diga (olha foi obra de Deus pronto) porque nem sou assim, mas simplesmente, parece que não sinto aquele amor patrenal, não existe em mim aquela coisa de "chorar" pelos pais, é pá, não sei, tambem é dificil sentir a morte dos pais, mas é pá, para mim é dificil. Não sei, talves ainda seja novo para tudo, até mesmo para o amor, sou a pior pessoa do mundo e toda agente sabe disso. Não sei fazer anda em condições, nem mesmo pensar, nem ser amigos dos outros, nem ajudar os outros, nem encinar. Não sei fazer nada que valha a pena viver ou pelo menos orgulhar-me das coisas que já fiz.
Penso constantemente numa coisa em que eu seja bom a fazer, mas a unica resposta que eu tenho, é a de que sou bom a fazer o nada, não sei fazer nada. Nem a amar alguém. Nem a gostar de alguém. Não sei em que é que sou bom.
Gostava de poder escrever poemas, gostava de poder escrever de outra maneira, gostava de poder ter isto e aquilo, mas não consigo, não sei, talves me feche muito naquilo que já tenho.
Partilhar as coisas com o meu irmão era uma coisa que não gostava nada.
Sinto-me revoltado por mim mesmo.
Por saber em que é que erro, mas por não fazer nada.
Eu não procuro a rapariga dos meus sonhos, porque sei que nunca a irei encontrar, e mesmo que não a procure, eu tenho medo de vir a ter uma. Porque é dificil para mim ter alguém que nunca tive mesmo ali ao meu lado. É dificil entender este sentimento.
Aprendi com o tempo a viver com aquilo que tinha, e a tapar os buracos que me deixavam infeliz e triste. Por muito que tape o buraco do amor, parece que ele teima em afirmar-se permanentemente na minha vida psicologica. Deve ser por isso que eu não consigo sentir amor e atracção por ninguém, nem até mesmo pelo meu irmão (aquele amor de irmãos).
Tirei o amor, porque sabia que nunca o iria ter na minha vida.
Ver os outros com namoradas e nós sem nenhuma, foi um choque para mim.
Ver os outros com as namoradas a fazerem coisas que sempre quis fazer com uma rapariga, e que nos era negado, foi um bocado... Este deve ser o meu fardo para o resto da minha vida.
Como costumava dizer:
Só irei ter alguém a dizer "amo-te" quando estiver nas portas da morte, deve ser aí que me iram dizer que me amam, e mesmo assim tenho as minhas incertezas de que nunca na vida mo irão dizer tal coisa.
A escola corre-me muita mal, até ando a pensar em anular o curso, ou deixar o curso, por casa de algumas disciplinas e também pela PAP. Não sei se o deva fazer, mas de qualquer forma, irei tentar não anular, mas se der para o torto e se vir que não vou conseguir, então aí nulo mesmo, e vou arranjar emprego em algum supermercado. Ou Então suicidio, é uma das ipotses que tenho neste momento.
Quero ver o vim para á minha frente
Ele que me leve deste mundo
Quero poder ama-la apaixonadamente
Ter o sentimento de procupação no coração
Na escola onde ando, já vi que vão para lá muitas raparigas, mas tipo mesmo muitas, o que vai ser bom, por um lado, mas por outro acho que nem sequer vou conseguir arranjar namorada ou amigas vá, com estas novas, porque ao que parece, são aquele tipo de gajas de Aveiro, os estilo das gajas de aveiro, cheias de estilinho e moda e aquelas tretas todas.
Pois é a aparencia que vem em primeiro não é? :S
Pois é mau, mas pode ser que no meio de tanca gaja lá ada aparecer aquela que tanto espero.
Sofre agora, amarás depois.
Ama agora, sofrerás depois.
Descança agora, trabalharás depois.
Trabalha agora, descançarás depois.
Não sei falar verbalmente, sinto-me ignorante por isso.
Queria ser cá fora o que sou dentro de mim. Mas parece que não consigo.
Parece que falar nunca foi comigo, não sei como explicar esta sensação, parece que não consigo falar.
Provavelmente será por nunca ter conversado tantas vezes com colegas, talvez por gozarem sempre com o que eu digo. Não sei, talvez seja culpa minha por ser sempre muito introvertido e muito calado e não falar muito, não sei do que possa ser.
Gostava de poder alterar este facto.
O meu problema é viver constantemente dentro de mim e não partilhar com alguém aquilo que gostava de conversar, talvez por ter medo da estupides da outra pessoa. Por ter medo de que goze comigo por aquilo que eu digo, não me sinto a vontade em falar com os outros, é isso que eu sinto. Não sei porquê, talvez é de não falar muito com as pessoas, ou por ter passado o resto da minha a ser criticado que parecia um analfabeto ou que não me sabia expressar muito bem, os comentários até podiam ser para me ajudar, mas da maneira de como eram ditos nunca foram da melhor maneira. Gostava de culpar, mas sei que a culpa também é 99% minha, fui eu que me deixei vencer pelo medo, não recisti, não fui contra ele, não o deitei ao chão. Não sei o que fazer.
Desde os 16 anos que vivo dentro de mim mesmo.
Esto ufato de falar nisto, sinto que não vou ter rapariga, porque não sei como é que eide amar alguém, eu apenas gosto dela se ela gostar de mim, ou se eu gostar de alguém, mas ela não gostar de mim, eu deixo-a em 3 tempos. Eu sou assim porque quero ter alguém, e não quero ter amigas que simplesmente me queiram só para amigo, como nunca tive, é dificil para ti percebers o que eu sinto. Mas tipo vê desta maneira.
Conheçes um rapaz, mas ele nem sequer está interesado em ti, e como tu nunca tives-te um rapaz na tua vida (em 18 anos) tu queres é alguém que goste de ti, como quando vês os outros abraçados ou seja o que for.
Eu tenho medo de ter namorada, porque quando a tiver, irei ter medo de a perder.
É dificil para mim amar alguém sem nunca ter amado ninguém antes.
A infelicidade é pouca, mas existem momentos em que é mais elevado do que a própria auto-estima. É dificil sentir alguma coisa que nunca senti. :(
Se me perguntarem se ficarei triste se os meus pais morrerem, eu neste momento, fico, olha morreu, pronto, tenho pena. Não é que diga (olha foi obra de Deus pronto) porque nem sou assim, mas simplesmente, parece que não sinto aquele amor patrenal, não existe em mim aquela coisa de "chorar" pelos pais, é pá, não sei, tambem é dificil sentir a morte dos pais, mas é pá, para mim é dificil. Não sei, talves ainda seja novo para tudo, até mesmo para o amor, sou a pior pessoa do mundo e toda agente sabe disso. Não sei fazer anda em condições, nem mesmo pensar, nem ser amigos dos outros, nem ajudar os outros, nem encinar. Não sei fazer nada que valha a pena viver ou pelo menos orgulhar-me das coisas que já fiz.
Penso constantemente numa coisa em que eu seja bom a fazer, mas a unica resposta que eu tenho, é a de que sou bom a fazer o nada, não sei fazer nada. Nem a amar alguém. Nem a gostar de alguém. Não sei em que é que sou bom.
Gostava de poder escrever poemas, gostava de poder escrever de outra maneira, gostava de poder ter isto e aquilo, mas não consigo, não sei, talves me feche muito naquilo que já tenho.
Partilhar as coisas com o meu irmão era uma coisa que não gostava nada.
Sinto-me revoltado por mim mesmo.
Por saber em que é que erro, mas por não fazer nada.
Eu não procuro a rapariga dos meus sonhos, porque sei que nunca a irei encontrar, e mesmo que não a procure, eu tenho medo de vir a ter uma. Porque é dificil para mim ter alguém que nunca tive mesmo ali ao meu lado. É dificil entender este sentimento.
Aprendi com o tempo a viver com aquilo que tinha, e a tapar os buracos que me deixavam infeliz e triste. Por muito que tape o buraco do amor, parece que ele teima em afirmar-se permanentemente na minha vida psicologica. Deve ser por isso que eu não consigo sentir amor e atracção por ninguém, nem até mesmo pelo meu irmão (aquele amor de irmãos).
Tirei o amor, porque sabia que nunca o iria ter na minha vida.
Ver os outros com namoradas e nós sem nenhuma, foi um choque para mim.
Ver os outros com as namoradas a fazerem coisas que sempre quis fazer com uma rapariga, e que nos era negado, foi um bocado... Este deve ser o meu fardo para o resto da minha vida.
Como costumava dizer:
Só irei ter alguém a dizer "amo-te" quando estiver nas portas da morte, deve ser aí que me iram dizer que me amam, e mesmo assim tenho as minhas incertezas de que nunca na vida mo irão dizer tal coisa.
A escola corre-me muita mal, até ando a pensar em anular o curso, ou deixar o curso, por casa de algumas disciplinas e também pela PAP. Não sei se o deva fazer, mas de qualquer forma, irei tentar não anular, mas se der para o torto e se vir que não vou conseguir, então aí nulo mesmo, e vou arranjar emprego em algum supermercado. Ou Então suicidio, é uma das ipotses que tenho neste momento.
Quero ver o vim para á minha frente
Ele que me leve deste mundo
Quero poder ama-la apaixonadamente
Ter o sentimento de procupação no coração
Na escola onde ando, já vi que vão para lá muitas raparigas, mas tipo mesmo muitas, o que vai ser bom, por um lado, mas por outro acho que nem sequer vou conseguir arranjar namorada ou amigas vá, com estas novas, porque ao que parece, são aquele tipo de gajas de Aveiro, os estilo das gajas de aveiro, cheias de estilinho e moda e aquelas tretas todas.
Pois é a aparencia que vem em primeiro não é? :S
Pois é mau, mas pode ser que no meio de tanca gaja lá ada aparecer aquela que tanto espero.
Sofre agora, amarás depois.
Ama agora, sofrerás depois.
Descança agora, trabalharás depois.
Trabalha agora, descançarás depois.
Autor:
Pedro Miguel
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