Não sei por onde começar. :$
Estive de volta do layout do blog desde as 10 da manha mais ou menos, e cabei ás 16:48.
Não comi, só comi umas bolachas e dois chupas e bebi um copo de água. Estou à rasca dos olhos.
Isto foi abrir, fechar, abrir, fechar, janelas do Firefox, foi a editar os Css do layout. A skin que eu queria por estava a dar muito trabalho, e provavelmente com algum tempo eu conseguiria por a funcionar, mas desisti e fui procurar outra e depois coloquei aqui e depois tinha um bug e uns erros, tentei reparar consegui mais ou menos mas acabou na mesma. Acabei por encontrar um simples e até engraçado. Editei ao meu gosto, foi esse o trabalho mais demorado para mim. x') Talvez eu vá editar mais tarde o código de maneira a que fica mais melhor bom. xO
Deu trabalho. Tudo porque queria uma coisa diferente e que fosse diferente.
Que trabalheira. :S Vou é dormir. xD Um bom ano.
P.S: Há gente que só quer comer o corpo (colegas+sexo), eu preocupo-me em comer o recheio(eu+ela). Quem não gosta, que se foda! =)
quarta-feira, dezembro 31
terça-feira, dezembro 30
O amor é paranoico!
às
23:26
Mente-me!
-Amas-me?
Por favor mente e diz que sim...
-Sim.
"Quando o mundo acabar... Irás começar a viver?"
( Entende a frase com esta perspectiva: Quando deixamos de ter algo, começamos a dar valor ao que perdemos... Nesta visão, nesta frase, é a mesma coisa. :) Foi uma frase pensada meramente ao acaso sem querer chegar a um ponto fixo e concreto, e só depois de pensar um bocadinho cá está uma frase que parecia simples passou a ter um significado. )
Irei estar a migrar para uma nova skin, muito mais simples (mesmo ao meu gosto) e que poderá demorar um bocadinho, mas prometo que tudo estará pronto para dia 1 de Janeiro de 2009. A skin será esta.
Até lá... Desejo um fim e começo de ano. =D
Pedro Mota (31-12-2008)
P.S: Muita coisa vai mudar por aqui.
-Amas-me?
Por favor mente e diz que sim...
-Sim.
"Quando o mundo acabar... Irás começar a viver?"
( Entende a frase com esta perspectiva: Quando deixamos de ter algo, começamos a dar valor ao que perdemos... Nesta visão, nesta frase, é a mesma coisa. :) Foi uma frase pensada meramente ao acaso sem querer chegar a um ponto fixo e concreto, e só depois de pensar um bocadinho cá está uma frase que parecia simples passou a ter um significado. )
Irei estar a migrar para uma nova skin, muito mais simples (mesmo ao meu gosto) e que poderá demorar um bocadinho, mas prometo que tudo estará pronto para dia 1 de Janeiro de 2009. A skin será esta.
Até lá... Desejo um fim e começo de ano. =D
Pedro Mota (31-12-2008)
P.S: Muita coisa vai mudar por aqui.
Autor:
Pedro Miguel
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segunda-feira, dezembro 29
Onde é que vais?
às
18:08
-Onde é que vais todo bonito e bem vestido?
Onde é que eu vou? - Sim!
Vou sair, vou ás compras, vou passear, vou ver as meninas. =)
(Vou fazer passeio turístico no meu próprio país.)
Onde é que eu vou? - Sim!
Vou sair, vou ás compras, vou passear, vou ver as meninas. =)
(Vou fazer passeio turístico no meu próprio país.)
Autor:
Pedro Miguel
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Não me sinto
às
12:01
Não me sinto eu. Não sei o que sou agora. Deixei de ter gosto, deixei de pensar como fazia antes de ficar assim. Deixei... Sou uma outra pessoa. Serei mesmo uma pessoa? O que sou eu agora? Quem sou eu? Quem és tu? Quem é este meu novo eu? Será realmente o meu novo eu? O que é mudar? O que é renascer e ser outra pessoa diferente? O que é liberdade? O que é sentir? será isto uma nova alma? Uma nova maneira de pensar? Quem é este meu novo ser a final?
Deixo as respostas de lado. Parto para outras perspectivas. Perspectivas diferentes. Sinto a liberdade a percorrer o meu coração e a imaginação de um novo ser dentro de mim. Que se acomoda ao tamanho deste meu corpo. A frescura que envolve o meu corpo (à é do frio) deixa-me limpo e calmo. Cada cabelo do meu ser permanece no lugar. Tudo fica imóvel no seu lugar. Está tudo apostos para um confronto final. Mas que final? Precisarei mesmo disso? Irei questionar mais, ou irei aceitar aquilo que não compreendo? Prefiro ficar com aquilo que me é anónimo ou descobrir o que não compreendo e ficar pior do que antes? Deixarei a vida levar-me, ou irei eu controlar a vida? Deixarei? Largo ou seguro as rédeas?
Sustenho o fôlego desta nova passagem. Reviro os olhos e deixo-me levar no vento que me sustem no ar, como se fosse uma folha caída de uma árvore. Não há túnel não há nada, apenas espaço vazio. Serei melhor? Estarei melhor? Como estou eu? Cheguei ao que eu queria? Sou agora aquilo que gostava de ser? Quanto tempo tenho eu? Terei 19 anos? Terei 17? Que idade tenho eu? Deixo as perguntas fazerem perguntas sobre elas mesmas. Não quero voltar a ter a confusão dentro de mim. Deixei de segurar o saco dos vómitos dados durante cada pensamento que um dia me fizeram cair de joelhos e pedir ao sol que me voltasse a dar a vida e a alegria de viver. Serei mesmo uma nova pessoa? Não quero saber a resposta. Se me sinto bem? Sim a isso quero responder com toda a alegria do meu ser. Sim, sinto-me muito!
Para onde irei? O que irá ser o meu futuro? Estarei mudado? Que vou fazer agora com este novo ser dentro de mim a respirar vida e felicidade? Deixo o dia avançar... Seguro as asas da minha antiga vida. Guardo-as para recordação. Mais tarde talvez as destrua.
Volto ao inicio. Não me sinto eu.
Esta noite será a noite em que irei ter as respostas. As respostas daquilo que está bem fundo dentro de mim. Irei acreditar, escrever, pensar, ouvir, no meu interior. Julgar? O que é isso? Não sei o que é, mas suponho que é algo de muito mau. É uma coisa que os humanos sabem fazer de melhor. Não quero isso. Já tenho vida não preciso de julgar os outros. Chora se quiseres. Grita comigo se te apetecer, não irás receber amor nem compreensão deste meu novo ser. É como se o ego se apoderasse da minha vida e me fizesse controla-la com todas as forças que tenho escondidas dentro de mim. Acredita se quiseres, chama-me mentiroso, arrogante e convencido. Começo a ter um sentimento por ti que se chama "PENA". Gostar de ti? Já sei de quem gostar. De MIM. Gostas? Não gostas? Decide-te, mas rápido o relógio não pára de fazer : TIC-TAC...
Eu tenho um novo mundo. Um mundo feito por mim. Feito para me agradar.
Não te quero voltar a ver. Não quero toques nem "Queridisses" nem "Lamechisses", nem amores da tua parte. Não quero nada teu. Podes muito bem ir chorar para os ombros de todas as pessoas que te fazem sorrir. Deixei-me de depressões, de solidão, de tristezas, das angustias que me destruíam por dentro. Sou uma nova pessoa que não sei como o fui de um dia para o outro.
Serei perfeito assim? Só eu posso responder. Estarei preparado para o que vem a seguir?
Salta, não pares. Ergue a cabeça, não voltes atrás, não desistas.
Há quem lhe chame um problema, eu chamo-lhe ponto fraco.
Pedro Mota (29-12-2008)
P.S: Parabéns. Por muito que me custe a dá-los...
Deixo as respostas de lado. Parto para outras perspectivas. Perspectivas diferentes. Sinto a liberdade a percorrer o meu coração e a imaginação de um novo ser dentro de mim. Que se acomoda ao tamanho deste meu corpo. A frescura que envolve o meu corpo (à é do frio) deixa-me limpo e calmo. Cada cabelo do meu ser permanece no lugar. Tudo fica imóvel no seu lugar. Está tudo apostos para um confronto final. Mas que final? Precisarei mesmo disso? Irei questionar mais, ou irei aceitar aquilo que não compreendo? Prefiro ficar com aquilo que me é anónimo ou descobrir o que não compreendo e ficar pior do que antes? Deixarei a vida levar-me, ou irei eu controlar a vida? Deixarei? Largo ou seguro as rédeas?
Sustenho o fôlego desta nova passagem. Reviro os olhos e deixo-me levar no vento que me sustem no ar, como se fosse uma folha caída de uma árvore. Não há túnel não há nada, apenas espaço vazio. Serei melhor? Estarei melhor? Como estou eu? Cheguei ao que eu queria? Sou agora aquilo que gostava de ser? Quanto tempo tenho eu? Terei 19 anos? Terei 17? Que idade tenho eu? Deixo as perguntas fazerem perguntas sobre elas mesmas. Não quero voltar a ter a confusão dentro de mim. Deixei de segurar o saco dos vómitos dados durante cada pensamento que um dia me fizeram cair de joelhos e pedir ao sol que me voltasse a dar a vida e a alegria de viver. Serei mesmo uma nova pessoa? Não quero saber a resposta. Se me sinto bem? Sim a isso quero responder com toda a alegria do meu ser. Sim, sinto-me muito!
Para onde irei? O que irá ser o meu futuro? Estarei mudado? Que vou fazer agora com este novo ser dentro de mim a respirar vida e felicidade? Deixo o dia avançar... Seguro as asas da minha antiga vida. Guardo-as para recordação. Mais tarde talvez as destrua.
Volto ao inicio. Não me sinto eu.
Esta noite será a noite em que irei ter as respostas. As respostas daquilo que está bem fundo dentro de mim. Irei acreditar, escrever, pensar, ouvir, no meu interior. Julgar? O que é isso? Não sei o que é, mas suponho que é algo de muito mau. É uma coisa que os humanos sabem fazer de melhor. Não quero isso. Já tenho vida não preciso de julgar os outros. Chora se quiseres. Grita comigo se te apetecer, não irás receber amor nem compreensão deste meu novo ser. É como se o ego se apoderasse da minha vida e me fizesse controla-la com todas as forças que tenho escondidas dentro de mim. Acredita se quiseres, chama-me mentiroso, arrogante e convencido. Começo a ter um sentimento por ti que se chama "PENA". Gostar de ti? Já sei de quem gostar. De MIM. Gostas? Não gostas? Decide-te, mas rápido o relógio não pára de fazer : TIC-TAC...
Eu tenho um novo mundo. Um mundo feito por mim. Feito para me agradar.
Não te quero voltar a ver. Não quero toques nem "Queridisses" nem "Lamechisses", nem amores da tua parte. Não quero nada teu. Podes muito bem ir chorar para os ombros de todas as pessoas que te fazem sorrir. Deixei-me de depressões, de solidão, de tristezas, das angustias que me destruíam por dentro. Sou uma nova pessoa que não sei como o fui de um dia para o outro.
Serei perfeito assim? Só eu posso responder. Estarei preparado para o que vem a seguir?
Salta, não pares. Ergue a cabeça, não voltes atrás, não desistas.
Há quem lhe chame um problema, eu chamo-lhe ponto fraco.
Pedro Mota (29-12-2008)
P.S: Parabéns. Por muito que me custe a dá-los...
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domingo, dezembro 28
Flores para a tua campa.
às
19:21
z-58 by ~S6ltuvusMorres dentro de mim.
Esperando que um dia deixes de existir.
Agarrei-me a ti com tudo.
Ao mesmo tempo acabei por perder.
Perdi o meu amor, a minha vida.
Perdi a vontade de sorrir.
Revejo a vida
Das memórias antigas.
Tudo era bonito,
Não havia duvidas.
Existia espaço para dar
o que um dia pensava receber.
Agora, tento abrir-me, ser mais do que sou,
Para poder ter aquilo que de pouco me deste.
Por tempos que tive contigo...
Fui desperdiçado.
Estou a leste deste mundo
Que me corroí por dentro.
Faço com que desapareces
De dentro de mim.
Eu ponho a culpa toda em mim.
E outra culpa em ti.
E outra culpa em dois números
(os teus 16 anos)
Esperando que assim te vás embora para sempre.
Deixar o meu coração aberto
E desinfectado pelos teus toques frios.
Lavo as mãos do meu coração.
(Dos abraços que te dei)
Abro o peito para ver o negro da tua doença.
Cresço e recrio cada parte de mim,
Na esperança de voltar a ter o que tinha.
(Voltar a ter-me a mim)
Recupero os suspiros.
Recrio novamente o meu mundo.
Deixaste-me a morrer.
Comprei umas flores para ti.
Flores, para a tua campa.
A campa da tua infância.
(A campa dos teus problemas)
Vejo a morte em pessoas que são alegres.
Vejo destruição em pessoas que se gostam.
Vejo em mim a solidão de um mundo preto perdido num branco invisível.
Transformo todos os meus sentimentos em água, para poder lavar o meu corpo.
Tiro o sangue preto da saliva deixada por ti.
(Escorre sangue preto por baixo dos meus pés)
A brincadeira acabou. (PUM) Sê feliz agora. Estou morto, pálido, sem vida.
Sem amor para dar e receber. Sem sentimentos para sentir.
Que te sintas tão mal como bem.
Que te sintas melhor e pior do que eu.
(De mim , para mim)
Salta! Não pares!
Faz o teu caminho!
Deixa a alegria percorrer-te as veias e que te preencha o coração com o amarelo e o branco, o laranja, o verde, o roxo, o azul, o dourado, o creme, o cor-de-rosa...
Sente o respirar do teu corpo.
Destrói o teu sofrimento.
Deixa que todas as células do teu corpo sinto o prazer de existirem, o prazer por fazerem parte de ti.
O prazer de te terem.
Deixa que te amem pelo que és.
AMO-TE PEDRO!!! AMO-TE! =D
Dá uma oportunidade, de poderes ser tu mesmo.
Pedro Mota (28-12-2008)
Autor:
Pedro Miguel
A renascer!
às
13:55
Eles encontraram o meu corpo
Suspenso no ar com uma corda
Em volta do pescoço.
O meu amor não se ergue.
O meu amor não se ergue. (gritos)
Olho a minha volta
Vejo uma névoa negra.
Quando é que eles vão ver?
O meu amor é vingança.
Estou sempre a liga-lo.
Quem me dera por der desliga-lo.
Este glamour da minha ínfima sida.
Respondo em tom de querer vida.
Irei dar tudo.
Farei tudo.
Só por mais um dia.
Por tudo.
Tens medo do quê?
Do que é que tens medo?
Por muitas promessas que eu faça.
A culpa foi minha e sempre será.
Abro a minha mente ao meu coração.
O que tenho de fazer para isto desaparecer?
Fecho os olhos.
Corto os pulsos...
Ponho a corda ao pescoço.
Corta o meu corpo ao meio.
Corta agora cada bocadinho meu
Dá-me de comer aos peixes.
Agora jura que me irás esquecer para sempre!!!
Eu vejo a minha campa.
Para mim nada passa de música.
Eu não desisto de construir este mundo. (Este lugar que se chama Pedro)
Diz-me o porquê de o meu mundo estar sempre a cair!!
Pega nestas mãos.
Pega nestes planos e torna-os teus.
Pega nesta pessoa e tira-a da mão dos demónios.
Tudo o que eu quero é querer mais de ti.
Agora eu vejo o que estáva escondido dentro de mim.
Não te irei perguntar outra vez.
A minha foi desperdiçada.
Este novo mundo que se ergue.
Eu não estou a contar mentiras.
O meu céu torna-se negro.
E a água vermelha.
Sustem o folgo.
Surpresa.
Sustem o folgo querida, sustem o folgo.
Pedro Mota (28-12-2008)
Suspenso no ar com uma corda
Em volta do pescoço.
O meu amor não se ergue.
O meu amor não se ergue. (gritos)
Olho a minha volta
Vejo uma névoa negra.
Quando é que eles vão ver?
O meu amor é vingança.
Estou sempre a liga-lo.
Quem me dera por der desliga-lo.
Este glamour da minha ínfima sida.
Respondo em tom de querer vida.
Irei dar tudo.
Farei tudo.
Só por mais um dia.
Por tudo.
Tens medo do quê?
Do que é que tens medo?
Por muitas promessas que eu faça.
A culpa foi minha e sempre será.
Abro a minha mente ao meu coração.
O que tenho de fazer para isto desaparecer?
Fecho os olhos.
Corto os pulsos...
Ponho a corda ao pescoço.
Corta o meu corpo ao meio.
Corta agora cada bocadinho meu
Dá-me de comer aos peixes.
Agora jura que me irás esquecer para sempre!!!
Eu vejo a minha campa.
Para mim nada passa de música.
Eu não desisto de construir este mundo. (Este lugar que se chama Pedro)
Diz-me o porquê de o meu mundo estar sempre a cair!!
Pega nestas mãos.
Pega nestes planos e torna-os teus.
Pega nesta pessoa e tira-a da mão dos demónios.
Tudo o que eu quero é querer mais de ti.
Agora eu vejo o que estáva escondido dentro de mim.
Não te irei perguntar outra vez.
A minha foi desperdiçada.
Este novo mundo que se ergue.
Eu não estou a contar mentiras.
O meu céu torna-se negro.
E a água vermelha.
Sustem o folgo.
Surpresa.
Sustem o folgo querida, sustem o folgo.
Pedro Mota (28-12-2008)
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Pedro Miguel
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sábado, dezembro 27
Foi a preto e branco
às
13:53
Foi a preto e branco
Sentado aguardava
Um sinal para saltar
De uma ponte invisível
Que dá caminho ao desconhecido.
Caminho em baixo de um céu negro
Onde os raios de luzes não ousam entrar.
Ergo a cabeça olhando para cima
Revendo as minhas doenças no céu espelhado.
Aconchegado pelo "imperfeitismo" do meu ser
Retorno a caminhar sobre as lágrimas caídas.
Mas desta vez com um sorriso,
Que solta gargalhadas.
O meu coração irá cair aos meus pés
Com o jorrar do sangue que pulsa...
Ajoelho-me.
O sangue sai preto como o céu sobre mim.
Corto as veias e deixo-o cair.
O sorriso deixou de existir.
Os sentimentos deixaram de se fazer sentir...
"O Blog é o meu Diário Psicológico"
Pedro Mota (27-12-2008)
Sentado aguardava
Um sinal para saltar
De uma ponte invisível
Que dá caminho ao desconhecido.
Caminho em baixo de um céu negro
Onde os raios de luzes não ousam entrar.
Ergo a cabeça olhando para cima
Revendo as minhas doenças no céu espelhado.
Aconchegado pelo "imperfeitismo" do meu ser
Retorno a caminhar sobre as lágrimas caídas.
Mas desta vez com um sorriso,
Que solta gargalhadas.
O meu coração irá cair aos meus pés
Com o jorrar do sangue que pulsa...
Ajoelho-me.
O sangue sai preto como o céu sobre mim.
Corto as veias e deixo-o cair.
O sorriso deixou de existir.
Os sentimentos deixaram de se fazer sentir...
"O Blog é o meu Diário Psicológico"
Pedro Mota (27-12-2008)
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Música gira: Clint Mansell - Together We Will Live Forever (Fica bem com o poema) .
Música gira: Clint Mansell - Together We Will Live Forever (Fica bem com o poema) .
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Pedro Miguel
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sexta-feira, dezembro 26
A Folha do meu jardim
às
14:34
A folha do meu jardim.
É o meu amor.
O meu pensamento
Um momento.
(Um momento só meu)
Tento esquecer aquilo que já vivi
Não esquecendo aquilo que sofri.
(Contradição dos sentimentos)
Quero esquecer,
Mas é tão dificil de o fazer.
A folha do meu jardim.
Desespero à procura de uma solução,
Que repare este coração,
Que tanto quer fazer a dor desaparecer.
Voltar a gostar
Voltar a sentir
Voltar a acreditar
Voltar a viver.
Ergo-me assim perante mim.
Na esperança de esquecer
E retomar a vida sem ter
Aquilo que me fez sofrer.
Quero que pertença a um fim.
É o meu amor.
O meu pensamento
Um momento.
(Um momento só meu)
Tento esquecer aquilo que já vivi
Não esquecendo aquilo que sofri.
(Contradição dos sentimentos)
Quero esquecer,
Mas é tão dificil de o fazer.
A folha do meu jardim.
Desespero à procura de uma solução,
Que repare este coração,
Que tanto quer fazer a dor desaparecer.
Voltar a gostar
Voltar a sentir
Voltar a acreditar
Voltar a viver.
Ergo-me assim perante mim.
Na esperança de esquecer
E retomar a vida sem ter
Aquilo que me fez sofrer.
Quero que pertença a um fim.
(Sei que tenho atitudes de merda, mas não vou mudar. Sei que podia ser ainda melhor se não tivesse estas manias e esquisitices e tudo o resto que faz de mim ser o que sou. Quero mudar esta parte é claro, (a cima) quero mudar só este meu grande defeito. Não sei quem é que gosta, nem quem não gosta. Também não quero saber. Vou mudar por mim e não para os outros.)
P.S!!! Perdi o pensamento/raciocínio. :S
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Pedro Miguel
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quarta-feira, dezembro 24
Uma recordação
às
18:09
Uma recordação num curto espaço de tempo. Um dia normal, talvez mais normal do que todos os outros que já vivi. Foi calmo e tranquilizador. Repousei no banco do jardim. Passeava mais de duas vezes no mesmo local. Olhava em meu redor à procura de qualquer coisa que não tinha naquele momento, ou uma coisa que me desse aquela coisa que tanto queria ter naquele dia.
Andei, andei, andei... Passei por duas moças, que aquilo era uma categoria. =P
Olhei por cima do ombro de um moço que estava parado a conversar, e fitei o olhar de uma das raparigas que me olhou.

Olhei por cima do ombro de um moço que estava parado a conversar, e fitei o olhar de uma das raparigas que me olhou.
Sorri e vi a alegria dos seus olhos a preencher cada pestana minha. Andei mais um pouco e entrei num jardim infantil. Sentei-me a relaxei durante um bocado.
Fechei os olhos por segundos. Abri novamente e reparei num pai com a filha no pescoço.
Subitamente houve um flash dentro de mim que me recordou os momentos em que o fazia com o meu pai e ou irmão. Sentou-a no baloiço e eu ri-me com uma certa alegria inexplicável que me invadiu naquele momento de tão profunda reflexão.
Veio-me à memória as brincadeiras que tinha com o meu pai.
- Empurra pai, empurra! - Gritava eu quando queria andar de baloiço mais depressa.
- Oh pai, empurra, vá lá! (Eu sabia que ele se chateava ou que ficava aborrecido por o estar sempre a chatear para empurrar o baloiço. ^^ ) Se eu pudesse sair do baloiço e ir empurra-lo e muito repentinamente subir para o baloiço outra vez sem me cansar, acredita que o faria vezes e vezes sem conta.

Foram giros tais momentos de criança. Hoje, estou diferente. Cresci a olhos vistos.
Tudo o que eu poderia desejar para se concretizar nesta época de natal foi realizado. E para agrado meu, gosto daquilo que fui, daquilo que passei.É claro que preferia não ter passado por muita coisa. Sim posso dizer que se pudesse saber como seria responder "sim e não" qual seria a minha vida depois dessas perguntas. O que viria atrás disso. O que iria acontecer.
"Quando estiveres aqui e agora vais ficar espantado com o que consegues fazer."
"E o quanto bem consegues fazê-lo."
Swing by ~naupliosaA vida deu cá uma volta em tão poucos dias, que me sinto mais vivo do que qualquer outro dia em toda a minha vida até ao dia de hoje ou todos estes dias. Têm sido extremamente espectaculares. Se pudesse mudar o que fiz para trás, sabendo o que sei hoje, mudaria muita coisinha. Coisas boas e más, ou até mesmo coisas boas de mais torná-las ainda mais boas. E as coisas más, apenas adocicar um bocado. É com estes momentos que me fazem sentir que sou eu, que estou vivo e que não poderia querer mais do que aquilo que sou hoje e agora. =') (ESTOU FELIZ)
"Quando te sentires assim, sentirás o amor que nunca ninguém te deu!!"
©Pedro Mota (24-12-2008)
P.S: Um Feliz Natal!!
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Pedro Miguel
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terça-feira, dezembro 23
Alguém...
às
19:17
Gostava de te poder libertar, mas a prisão é dentro de ti!
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Pedro Miguel
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O céu que cai
às
13:26
O céu que cai com a melodia do vento.
Forçado a acreditar que era perfeito.
Ouve o vento a passar-lhe ao lado.
Observa o preto da escuridão que o envolve.
Deixa-te cair! - Ouve ele.
Abre os olhos e sorri! - Ouvi-o ele.
Envolve o teu corpo nos teus braços! - Ouvi-o ele.
Agora respira como se fosse um suspiro profundo!! - Ouvi-o ele.
Agora que vives-te, sorri por o ter feito.
Não desesperes meu amor, estou ao teu lado, de mãos dadas, junto a ti!
Caio contigo, para que não te sintas sozinho, caio contigo para mostrar o valor que tenho por ti.
O valor que os outros não souberam dar e mostrar.
Forçado a acreditar que era perfeito.
Ouve o vento a passar-lhe ao lado.
Observa o preto da escuridão que o envolve.
Deixa-te cair! - Ouve ele.
Abre os olhos e sorri! - Ouvi-o ele.
Envolve o teu corpo nos teus braços! - Ouvi-o ele.
Agora respira como se fosse um suspiro profundo!! - Ouvi-o ele.
Agora que vives-te, sorri por o ter feito.
Não desesperes meu amor, estou ao teu lado, de mãos dadas, junto a ti!
Caio contigo, para que não te sintas sozinho, caio contigo para mostrar o valor que tenho por ti.
O valor que os outros não souberam dar e mostrar.
Pedro Mota (23-12-2008)
Autor:
Pedro Miguel
segunda-feira, dezembro 22
Os Espinhos Da Felicidade
às
17:21
Os Espinhos Da Felicidade
Falsifico a assinatura da minha independência.
Tento recuperar uma inocência.
Sinto que fui arrancado.
Como se tivesse sido perdoado.
Na esperança de um olhar,
Permaneço no mesmo sitio a ver o sol brilhar.
Esperando um poisar,
De algo que me faça acreditar.
Mostra que vale a pena,
Lutar por um poema,
Que mostra o que sentimos,
Numa hora em que partimos.
Cresço com o pensamento,
Numa espécie de casamento,
Onde tudo é giro,
E perfeito.
Reforço o sentimento que se tenta destruir.
Já não se sente capaz de lutar.
Luta!! Não desistas!! Tu consegues!!
Tu vais conseguir Sorrir!!
"A esperança é a ultima a morrer"
E ter esperança, é renascer.
Sinto que é perfeito
Aquilo que em mim tento encontrar.
Mostrar um sorriso
Num mundo que se mostra imperfeito.
Ao mesmo tempo revejo
O meu ser, da existência de outro,
Procurando um novo amanhecer
Num sentimento morto.
Deite alegria para viveres.
Dei o mundo que nunca vi como meu.
Mostrei a porta do meu ser.
E agora cais aos pés de quem te viu adormecer.
Ouves-me, mas não me ignoras.
Obrigado pela hora que perdeste.
Agora ouvi o que me disseste
E agora sou uma pessoa melhor.
Pedro Mota (22-12-2008)
Falsifico a assinatura da minha independência.
Tento recuperar uma inocência.
Sinto que fui arrancado.
Como se tivesse sido perdoado.
Na esperança de um olhar,
Permaneço no mesmo sitio a ver o sol brilhar.
Esperando um poisar,
De algo que me faça acreditar.
Mostra que vale a pena,
Lutar por um poema,
Que mostra o que sentimos,
Numa hora em que partimos.
Cresço com o pensamento,
Numa espécie de casamento,
Onde tudo é giro,
E perfeito.
Reforço o sentimento que se tenta destruir.
Já não se sente capaz de lutar.
Luta!! Não desistas!! Tu consegues!!
Tu vais conseguir Sorrir!!
"A esperança é a ultima a morrer"
E ter esperança, é renascer.
Sinto que é perfeito
Aquilo que em mim tento encontrar.
Mostrar um sorriso
Num mundo que se mostra imperfeito.
Ao mesmo tempo revejo
O meu ser, da existência de outro,
Procurando um novo amanhecer
Num sentimento morto.
Deite alegria para viveres.
Dei o mundo que nunca vi como meu.
Mostrei a porta do meu ser.
E agora cais aos pés de quem te viu adormecer.
Ouves-me, mas não me ignoras.
Obrigado pela hora que perdeste.
Agora ouvi o que me disseste
E agora sou uma pessoa melhor.
Pedro Mota (22-12-2008)
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domingo, dezembro 21
Alguém...
às
19:32
Ela teve sorte em ter tido alguém tão dedicado nela!
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Pedro Miguel
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A Flor Fantasma!
às
12:35
flower of pinkness by =ameliemarronEstes olhos foram cegos do incompreensível.
Agora abrem-se a uma nova forma.
Uma criação que se torna perfeita num ser invisível.
Uma viagem ao centro da norma.
Aqueço-me com o que em dias me fez sofrer.
Só consigo pensar no que está para vir,
E o quanto tempo tenho para apreciar.
A flor fantasma, que nunca chegou a ser entregue.
Esperando num banco de jardim
Sentado em frente do mundo
Observando-o de tudo
Com um sorriso.
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Pedro Miguel
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sábado, dezembro 20
O Meu Pássaro Azul !
às
23:07
O Meu Pássaro Azul !
A liberdade da minha existência,
Mostrou-me aquilo que pedia com clemência.
Fechada num paraíso perdido,
Com a esperança de vir a ser surpreendido.
Pássaro azul sou eu.
Que morreu e não deixou o que aconteceu,
Invadir-lhe a pequena e frágil mente,
Que por esta hora me deixa contente.
Lágrimas já não existem.
Feliz por ser o que sou.
Faltou ouvir o que outros ousaram escrever.
Procurei na confusão do meu ser,
Tentar perceber, e tentar esquecer.
Criei a ilusão,
De uma criação,
De total perfeição.
Assim foi a minha destruição.
Criado com ansiedade de me tornar o que não sou.
Criado para ser algo melhor do que esperavam de mim.
Frágil de vida, Frágil de pensamento, frágil de personalidade.
Comovido estou, por não poder demonstrar o quão contente estou.
Melhor dia, daquilo que pensava vir a ser o pior.
Podia talvez ter sido melhor.
Nunca o saberei.
Gostei e adorei o que passei.
Já não há medo.
Deixou de haver aquele sentimento vazio.
Melhor? Sim podia estar melhor.
Se estou feliz? Sim!
Obrigado por me fazerem tornar na pessoa que sou hoje.
(Amigos, Ex, Amigas, Pessoas que me odeiam, Pessoas que me adoram)
Agora sim gosto daquilo que sou, porque sei o que sou.
Terei pena de quem não gostar daquilo que sou. Mas não irei chorar.
Sou aquilo que sempre quis ser. Ser eu mesmo.
E nunca tinha reparado que aquilo que estava a ser, era eu mesmo.
Apesar dos meus pequenos problemas de aceitação de personalidade e outros.
Acho que sinto que... Adoro ser quem sou. Porque melhor do que eu próprio já sou,
Seria pedir a destruição dos meus sentimentos.
Porque a confusão de querer ser a pessoa que não via que era,
Tapava-me de tudo e de todas as coisas boas.
Criei-me. Sou diferente. E sinto-me bem por ser quem sou.
Acredito que quem fez parte da minha vida, terá um lugar bem apertatido no meu coração.
E lá irá descansar com a enorme montanha de amor que se faz dentro de mim.
Sei o que fiz, e sei o que faço, por isso neste momento penso.
ISSO FOI PASSADO!!! E assim irá ficar!!
"Quando aquilo que mais procuras não vês, procura em ti, e lá encontrarás."
A liberdade da minha existência,
Mostrou-me aquilo que pedia com clemência.
Fechada num paraíso perdido,
Com a esperança de vir a ser surpreendido.
Pássaro azul sou eu.
Que morreu e não deixou o que aconteceu,
Invadir-lhe a pequena e frágil mente,
Que por esta hora me deixa contente.
Lágrimas já não existem.
Feliz por ser o que sou.
Faltou ouvir o que outros ousaram escrever.
Procurei na confusão do meu ser,
Tentar perceber, e tentar esquecer.
Criei a ilusão,
De uma criação,
De total perfeição.
Assim foi a minha destruição.
Criado com ansiedade de me tornar o que não sou.
Criado para ser algo melhor do que esperavam de mim.
Frágil de vida, Frágil de pensamento, frágil de personalidade.
Comovido estou, por não poder demonstrar o quão contente estou.
Melhor dia, daquilo que pensava vir a ser o pior.
Podia talvez ter sido melhor.
Nunca o saberei.
Gostei e adorei o que passei.
Já não há medo.
Deixou de haver aquele sentimento vazio.
Melhor? Sim podia estar melhor.
Se estou feliz? Sim!
Obrigado por me fazerem tornar na pessoa que sou hoje.
(Amigos, Ex, Amigas, Pessoas que me odeiam, Pessoas que me adoram)
Agora sim gosto daquilo que sou, porque sei o que sou.
Terei pena de quem não gostar daquilo que sou. Mas não irei chorar.
Sou aquilo que sempre quis ser. Ser eu mesmo.
E nunca tinha reparado que aquilo que estava a ser, era eu mesmo.
Apesar dos meus pequenos problemas de aceitação de personalidade e outros.
Acho que sinto que... Adoro ser quem sou. Porque melhor do que eu próprio já sou,
Seria pedir a destruição dos meus sentimentos.
Porque a confusão de querer ser a pessoa que não via que era,
Tapava-me de tudo e de todas as coisas boas.
Criei-me. Sou diferente. E sinto-me bem por ser quem sou.
Acredito que quem fez parte da minha vida, terá um lugar bem apertatido no meu coração.
E lá irá descansar com a enorme montanha de amor que se faz dentro de mim.
Sei o que fiz, e sei o que faço, por isso neste momento penso.
ISSO FOI PASSADO!!! E assim irá ficar!!
"Quando aquilo que mais procuras não vês, procura em ti, e lá encontrarás."
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Pedro Miguel
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sexta-feira, dezembro 19
Como comentar.
às
17:21
Visto que muita gente não está a conseguir comentar, eu decidi explicar mais ou menos como comentar. =DPronto, é basicamente olhar para a imagem e pronto. :D
Não é simples?
Autor:
Pedro Miguel
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quinta-feira, dezembro 18
19 anos de vida.
às
17:51
Não sei o que escrever.
É o dia em que faço anos, sinto-me normal. Para mim deixou de ser um dia especial, a partir do momento que deixei de ter o que mais amava na minha vida.Digo, isto por ter tido duas coisas, dois seres que me faziam sorrir e viver com calma e esperar pelo próximo dia, sempre na ansiedade de vir a viver o próximo dia. De ter algo de novo, de vir a viver algo maravilhoso ou espectacular.
Falo do meu Hamster, neste caso é uma Fêmea, que se chamava Ana. E falo também da minha Ex Namorada. Foram duas coisas que perdi. Perdi-as. Perdi aquilo que mais amava. E só me vem à cabeça que o problema sou eu, e que provavelmente nunca irei conseguir ter alguém ou algo durante muito tempo. Que não serei capaz de aguentar uma relação. OU conseguir manter duas pessoas juntas. Que MERDA. No dia dos meus próprios anos mal me consigo manter em pé e de cabeça erguida. Coloco-me a um canto para deixar de ouvir os meus pensamentos, as minhas recordações, os meusdesesperos , as minhas angustias, infelicidades, as minhas alegrias e felicidades, as minhas canções e os meus problemas. Escondo-me de mim mesmo, daquilo que sou. Deixo de gostar de mim, mas ao mesmo tempo tento aceitar da maneira como sou. Mas é tão difícil. Quando olhamos para o lado e vemos gente que adora a sua maneira de "interagir". Quando vejo pessoas a gostarem daquilo que são, mas que por outro lado não gostam daquilo que são por fora. É tão difícil para mim aceitar-me como sou.Faz -me tanta confusão. Tu provável-mente deves-te estar a rir. Não me importa, também não deves saber o que é pensar constantemente e vezes e vezes sem conta nos teus problemas e saberes quais são e aquilo que tens de mudar, e saberes tudo para mudar, mas que tens medo de mudar porque não sabes como será a mudança. Se será boa, ou má. Quero mudar, não é mudar para melhor, é mudar para aceitar-me como sou. Aceitar-me e gostar daquilo que sou e daquilo que sou e serei capaz de fazer. Porque quando o conseguir fazer... Já ninguém me irá deitar ao chão e não irá haver mais anda á minha frente do que um simples caminho livre e cheio de oportunidades recheadas de surpresas e momentos de pura felicidade e de infelicidade. Eu quando gosto de estar feliz, por vezes também gosto de sentir o outro lado. É como se estivesse a deixar de conseguir sofrer. Para mim faz tanto parte da minha vida, como sorrir ou conversar com as pessoas que gosto e admiro.
Os meus planos para o futuro?
Tirar um curso de Psicologia, e a seguir, ir trabalhar talvez na área, e aproveitar para continuar a estudar e conseguir o resto dos cursos de Psicologia. (Psiquiatria, Psicologia Criminal, Psicologia Clínica, psicologia Educacional, Psicologia Forense, Psicologia Hospitalar, Psicologia Jurídica, Psicologia Social, Psico patologia, Psicoterapia Corporal) Mas mesmo assim, com tanta coisa ainda não sei. Provavelmente tire só psicologia e pronto o resto vem por acréscimo. :D
Estou um bocado triste com o meu futuro, por causa das minhas notas, por causa da minha maneira, da minha personalidade, da vida que levo. Não sei se conseguirei entrar no curso. Mas não vou desistir de lutar por aquilo que quero ser. Nem que só tenha o curso aos 50 anos, vou ter o curso e vou mostrar que vale a pena lutar, mesmo quando não se tem a esperança e as notas possíveis para entrar. (Pedro Mota - 17-12-2008)
Depois de vir da escola, e até mesmo quando estava na escola, sentia que não era o meu dia de anos. Nada parecia apontar para tal pensamento. Sinto-me cansado e a dormir por todos os lados.
O meu irmão está a tomar banho, e ainda nem lhe desejei os parabéns. :(
Sinto-me a destruir por dentro, ou como se não tivesse preenchido com alguma coisa.
Falta de um beijo, de um abraço da namorada que já não tenho.
Sabem o que é que me apetecia fazer hoje?
Era foder!! E pronto está tudo dito.
Como sempre ganhámos o torneio de CS.
Ainda está aqui um sentimento que não consigo perceber.
Uma espécie de nó na barriga, mas que não dói. Uma coisa no peito que é estranha.
Estou farto de estar sozinho.
É o dia em que faço anos, sinto-me normal. Para mim deixou de ser um dia especial, a partir do momento que deixei de ter o que mais amava na minha vida.Digo, isto por ter tido duas coisas, dois seres que me faziam sorrir e viver com calma e esperar pelo próximo dia, sempre na ansiedade de vir a viver o próximo dia. De ter algo de novo, de vir a viver algo maravilhoso ou espectacular.
Falo do meu Hamster, neste caso é uma Fêmea, que se chamava Ana. E falo também da minha Ex Namorada. Foram duas coisas que perdi. Perdi-as. Perdi aquilo que mais amava. E só me vem à cabeça que o problema sou eu, e que provavelmente nunca irei conseguir ter alguém ou algo durante muito tempo. Que não serei capaz de aguentar uma relação. OU conseguir manter duas pessoas juntas. Que MERDA. No dia dos meus próprios anos mal me consigo manter em pé e de cabeça erguida. Coloco-me a um canto para deixar de ouvir os meus pensamentos, as minhas recordações, os meusdesesperos , as minhas angustias, infelicidades, as minhas alegrias e felicidades, as minhas canções e os meus problemas. Escondo-me de mim mesmo, daquilo que sou. Deixo de gostar de mim, mas ao mesmo tempo tento aceitar da maneira como sou. Mas é tão difícil. Quando olhamos para o lado e vemos gente que adora a sua maneira de "interagir". Quando vejo pessoas a gostarem daquilo que são, mas que por outro lado não gostam daquilo que são por fora. É tão difícil para mim aceitar-me como sou.Faz -me tanta confusão. Tu provável-mente deves-te estar a rir. Não me importa, também não deves saber o que é pensar constantemente e vezes e vezes sem conta nos teus problemas e saberes quais são e aquilo que tens de mudar, e saberes tudo para mudar, mas que tens medo de mudar porque não sabes como será a mudança. Se será boa, ou má. Quero mudar, não é mudar para melhor, é mudar para aceitar-me como sou. Aceitar-me e gostar daquilo que sou e daquilo que sou e serei capaz de fazer. Porque quando o conseguir fazer... Já ninguém me irá deitar ao chão e não irá haver mais anda á minha frente do que um simples caminho livre e cheio de oportunidades recheadas de surpresas e momentos de pura felicidade e de infelicidade. Eu quando gosto de estar feliz, por vezes também gosto de sentir o outro lado. É como se estivesse a deixar de conseguir sofrer. Para mim faz tanto parte da minha vida, como sorrir ou conversar com as pessoas que gosto e admiro.
Os meus planos para o futuro?
Tirar um curso de Psicologia, e a seguir, ir trabalhar talvez na área, e aproveitar para continuar a estudar e conseguir o resto dos cursos de Psicologia. (Psiquiatria, Psicologia Criminal, Psicologia Clínica, psicologia Educacional, Psicologia Forense, Psicologia Hospitalar, Psicologia Jurídica, Psicologia Social, Psico patologia, Psicoterapia Corporal) Mas mesmo assim, com tanta coisa ainda não sei. Provavelmente tire só psicologia e pronto o resto vem por acréscimo. :D
Estou um bocado triste com o meu futuro, por causa das minhas notas, por causa da minha maneira, da minha personalidade, da vida que levo. Não sei se conseguirei entrar no curso. Mas não vou desistir de lutar por aquilo que quero ser. Nem que só tenha o curso aos 50 anos, vou ter o curso e vou mostrar que vale a pena lutar, mesmo quando não se tem a esperança e as notas possíveis para entrar. (Pedro Mota - 17-12-2008)
Depois de vir da escola, e até mesmo quando estava na escola, sentia que não era o meu dia de anos. Nada parecia apontar para tal pensamento. Sinto-me cansado e a dormir por todos os lados.
O meu irmão está a tomar banho, e ainda nem lhe desejei os parabéns. :(
Sinto-me a destruir por dentro, ou como se não tivesse preenchido com alguma coisa.
Falta de um beijo, de um abraço da namorada que já não tenho.
Sabem o que é que me apetecia fazer hoje?
Era foder!! E pronto está tudo dito.
Como sempre ganhámos o torneio de CS.
Ainda está aqui um sentimento que não consigo perceber.
Uma espécie de nó na barriga, mas que não dói. Uma coisa no peito que é estranha.
Estou farto de estar sozinho.
Dormi hoje.
Para que amanhã descanse.
(Pedro Mota - 18-12-2008)
P.S: Este é o Post 250! E assim é dedicado ao meu aniversário!
Comemoro os anos no sábado, e até lá, vou-me sentindo sozinho...
Para que amanhã descanse.
(Pedro Mota - 18-12-2008)
P.S: Este é o Post 250! E assim é dedicado ao meu aniversário!
Comemoro os anos no sábado, e até lá, vou-me sentindo sozinho...
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Pedro Miguel
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quarta-feira, dezembro 17
O meu futuro
às
21:33
O meu Futuro.
Escrevi o presente.
Decidido a não voltar atrás.
Aprendi que não posso ser,
Não posso ser o que não sou.
Construo num passado
O meu próximo futuro.
Vivo a realidade que me prende
A este presente.
Motivado pelo amor perdido.
Deixei de lutar por luto,
Ao meu futuro culto.
Prendo-me ao colorido.
Arrependido era eu
Em almas da madrugada
Onde as nuvens cresciam
E a alma acordava.
Composto por sorrisos.
Todos eles feitos de magia,
Magia que não é bem magia
Cresce dentro como um segredo.
Onde o desespero não ousa entrar.
Vivi mais do que o sonho.
Onde o sonho era o próprio sonho em si.
Impossível de se morrer.
Impossível de se fazer esquecer.
Crescido e bem vestido.
Ó Pai e Mãe!
Sou o vosso filho!
Estou aqui despido.
Despido da alma que já foi vossa.
Um mundo só meu.
Aconteceu.
Recordei-me do que era teu.
Cheiro o que não me pertence.
Escondido dos olhares
Sou o príncipe que não existe.
Um esquecimento inexistente.
Um coração que bate no invisível.
Que se deixa apoderar pelo irresistível.
A criança que viste nascer
Agora é o que não vez.
Segue a vida que deixas-te
Para trás do nevoeiro.
Acariciado por alguém.
Alguém que não és Tu.
Alguém que tu já não vez.
Pedro Mota (18-12-2010)
Sou aquilo que acredito que não sou.
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Pedro Miguel
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terça-feira, dezembro 16
Sinto-me mal
às
21:28
Comprei um croissant com chocolate para me entreter e desanuviar o pensamento.
Reparei num aquecedor no corredor da escola, mas estava lá uma menina, não queria ir para lá. Não a queria perturbar ou chatear com a minha presença. Mas tinha frio e tenho de perder o medo, afinal não ia falar com ela, e muitos menos olhar para ela, ou até tocar-lhe.
Cheguei-me para perto do aquecedor, estiquei a mão e no momento em que me coloco ao lado do aquecedor, a menina sai de perto de mim e fica afastada de mim, virada de costas para mim com uma amiga a olhar para mim e a falar com ela. Não percebi a atitude dela.
E senti-me muito mal., senti-me mal porque por alguma razão sabia que a culpa era minha.
Questionei-me com todas as perguntas possíveis e imaginárias e criadas á pressão para tentar perceber a atitude desta rapariga.
Serei feio?
Cheiro mal?
Será a minha roupa?
É por eu estar a comer?
Foi por ter ido para perto dela?
Será que é por ser um bocado anti-social? Ok Muito Anti-social?
Será que é por ser branquinho e não ser "preto" ou "bronzeado"?
Será por ter um cabelo mais ou menos comprido?
Será por ter o cabelo oleoso?
Será por ter borbulhas na cara?
Será por ter algum defeito?
O que é que tenho de tão diferente de todos os outros rapazes? :$
Do que será? Não consigo arranjar resposta para a atitude desta rapariga.
Não consigo perceber o que é que correu mal da minha parte para isto acontecer.
Fui para lá só para me aquecer e ainda se afasta de mim.
Choro por não saber a resposta, mas sorriu por não ter que a saber.
Choro mais do que sorriu. E então a atitude desta moça, pode deitar tudo a perder.
Não a consigo perceber. :# Gostava, mas não consigo.
Certas coisas tem de permanecer anónimas, mesmo que questionemos tudo.
Gostava de poder ter resposta para todas as minhas duvidas, mas assim a minha vida, deixaria de ter sentido e aquela coisa de "o que é aquilo?", deixaria de pertencer e de fazer a vida, tão importante como ela é agora.
Não é por uma rapariga que se afasta de mim que vou deixar de fazer amigos ou estar perto de pessoas. Mudar hábitos e formas de ser. Tenho de mudar. Tenho de tentar ser o que sou por dentro, também selo por fora.
É tão desconfortante perguntar ou tentar ter resposta para aquilo que mais tenho medo, ou recuso acreditar ou aceitar. O simples facto de... Eu depois escrevo. Talvez me esqueça, mas não faz mal.
Reparei num aquecedor no corredor da escola, mas estava lá uma menina, não queria ir para lá. Não a queria perturbar ou chatear com a minha presença. Mas tinha frio e tenho de perder o medo, afinal não ia falar com ela, e muitos menos olhar para ela, ou até tocar-lhe.
Cheguei-me para perto do aquecedor, estiquei a mão e no momento em que me coloco ao lado do aquecedor, a menina sai de perto de mim e fica afastada de mim, virada de costas para mim com uma amiga a olhar para mim e a falar com ela. Não percebi a atitude dela.
E senti-me muito mal., senti-me mal porque por alguma razão sabia que a culpa era minha.
Questionei-me com todas as perguntas possíveis e imaginárias e criadas á pressão para tentar perceber a atitude desta rapariga.
Serei feio?
Cheiro mal?
Será a minha roupa?
É por eu estar a comer?
Foi por ter ido para perto dela?
Será que é por ser um bocado anti-social? Ok Muito Anti-social?
Será que é por ser branquinho e não ser "preto" ou "bronzeado"?
Será por ter um cabelo mais ou menos comprido?
Será por ter o cabelo oleoso?
Será por ter borbulhas na cara?
Será por ter algum defeito?
O que é que tenho de tão diferente de todos os outros rapazes? :$
Do que será? Não consigo arranjar resposta para a atitude desta rapariga.
Não consigo perceber o que é que correu mal da minha parte para isto acontecer.
Fui para lá só para me aquecer e ainda se afasta de mim.
Choro por não saber a resposta, mas sorriu por não ter que a saber.
Choro mais do que sorriu. E então a atitude desta moça, pode deitar tudo a perder.
Não a consigo perceber. :# Gostava, mas não consigo.
Certas coisas tem de permanecer anónimas, mesmo que questionemos tudo.
Gostava de poder ter resposta para todas as minhas duvidas, mas assim a minha vida, deixaria de ter sentido e aquela coisa de "o que é aquilo?", deixaria de pertencer e de fazer a vida, tão importante como ela é agora.
Não é por uma rapariga que se afasta de mim que vou deixar de fazer amigos ou estar perto de pessoas. Mudar hábitos e formas de ser. Tenho de mudar. Tenho de tentar ser o que sou por dentro, também selo por fora.
É tão desconfortante perguntar ou tentar ter resposta para aquilo que mais tenho medo, ou recuso acreditar ou aceitar. O simples facto de... Eu depois escrevo. Talvez me esqueça, mas não faz mal.
Autor:
Pedro Miguel
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domingo, dezembro 14
Por vezes
às
19:05
Por vezes existem coisas que penso, e que faço com certas pessoas, ou até atitudes que tenho e recebo que me fazem questionar, "Porque é que eu fiz aquilo?", "Porque é que ela fez aquilo, ou disse aquilo?", "Porque é que ela/e age daquela maneira?".
Só vejo uma resposta. (EU)
Eu sou o culpado de tudo. De as pessoas me deixarem, de as pessoas ralharem comigo, de as pessoas me inferiorizarem, de as pessoas não gostarem de mim.
Culpado sou eu.
Culpado por não agir quando devia agir.
Culpado por ser mais amigo.
Culpado por ser culpado de tudo.
Culpado por não perceber nada, e não perceber tudo à primeira.
Ainda me sinto culpado com o que aconteceu. Ainda sinto... Já não sei o que sinto. Só me sinto culpado. Acabei. Acabei para não sofrer mais. Sinto-me mais que culpado. Tudo isto por causa de uma rapariga, por causa de um sentimento, por causa de um amor. Um amor por que lutei para ser perfeito ou quase perfeito. Lutei para ter. Para ter alguém ao meu lado, que me apoiasse, que me fizesse sentir amado, e não ter ideias que tive quando te tinha. Foste tudo para mim. Mostrei-te isso. Ou então não. Tentei ser um amigo/namorado, mais que a perfeição podia exigir. Fui estúpido, dei de mais de mim do que tu deste de ti. Não me percebo. Disseste "Ou então não percebes é nada". Se calhar o meu problema é esse. Tenho de perder mais tempo da minha vida à procura do meu erro. Apontar o dedo para mim.
Não sei o que sentir.
Desculpa deixei de ser perfeito.
Desculpa por não ser o que esperavas que fosse.
Desculpa por te tentar entender.
Desculpa por não ter sido a melhor pessoa.
Desculpa por demorar tanto tempo a vir.
Desculpa por ser burro.
Desculpa por não perceber tudo à primeira.
Desculpa por não ter sido o melhor namorado que já tiveste.
Desculpa se não te fiz feliz.
Desculpa se merecias mais e eu não fui capaz de dar.
Desculpa se merecias mais atenção e eu não a dei.
Desculpa de não ter sido mais comunicativo.
Desculpa de não ter expressado mais os meus sentimentos.
Desculpa por confundir tudo.
Desculpa por ter sido ciumento.
Desculpa por ter sido chato contigo.
Desculpa por ter sido tão controlador.
Desculpa as minhas atitudes.
Desculpa as minhas reacções.
Desculpa a minha estupidez.
Desculpa a minha teimosia.
Desculpa a minha falta de
Desculpa a falta de afecto.
Desculpa a falta de amor.
Desculpa a falta de atenção.
Desculpa a falta de calor.
Desculpa a falta de amizade.
Desculpa a falta de sinceridade.
Desculpa a falta de espaço que te devia ter dado para estares com os teus amigos.
Desculpa a falta de espaço que te devia ter dado para teres as tuas coisas.
Desculpa a falta de compreensão. Compreensão em tudo.
Desculpa ter duvidado de ti.
Desculpa por ter desconfiado de ti.
Desculpa por ter duvidado que me andavas a trair. [!Ainda penso nisto. :-( !]
Desculpa querer que tu mudasses.
Desculpa se não aceitei tudo em ti.
Desculpa se julguei mais do que devia.
Desculpa se fiz tudo errado.
Desculpa se senti de maneira errada.
Desculpa se não fiz tudo certo e da maneira como querias.
Desculpa se pensei mais em mim do que em ti.
Desculpa se fui parvo, estúpido, arrogante, mal criado.
Desculpa se não te ouvi mais.
Desculpa por não te ter dito o quanto te amava.
Desculpa por escrever mais do que falo.
Desculpa por pensar de maneira errada.
Desculpa por tudo aquilo que me dizias e eu não entendia.
Desculpa por, por algo que não consigo expressar em palavras (pensamentos meus).
Desculpa por coisas que não me consigo lembrar neste momento.
Dei tudo o que tinha.
Nunca questionei nem resmunguei o teu físico.
Não me importo com o que és por fora.
Não sei se te apercebes.te disso. Desculpa se não é como estou a dizer.
Desculpa por TUDO o que eu te fiz passar.
Por vezes na minha vida, sinto que não vai haver remédio para qualquer acção que venha a fazer.
Sinto remorsos por tudo o que digo, escrevo, represento. Tenho remorso por tudo o que me acontece. Tenho medo de cada reacção de cada pessoa. A sociedade fez de mim um simples boneco.
Ninguém gosta de mim pelo que sou.
As pessoas já deixaram de me conseguir motivar.
Todos os meus sentimentos, todos os meus pensamentos, morrem depois de escritos ou pensados. Dos poucos que ficam, são aquelas que mais me marcaram na vida.
Só gostam de mim pelo meu físico, pela minha aparência. E a culpa disto tudo o que me está acontecer e aconteceu na minha vida... SOU EU.
Sonhava ser o verdadeiro tipo rapaz que conseguisse ter uma namorada, que fosse perfeito em tudo. Um sonho que se tornou realidade. A minha falta de oralidade, a minha falta de sociabilidade, a minha falta de compreensão daquilo que é diferente. A falta de alcohol no sangue, a falta de tabaco nos pulmões, a falta de porrada e de noitadas no corpo. A falta de estudo na minha cabeça. A falta de fazer amigos.
Um sonho de agradar a tudo e todos.
O sonho de poder ser reconhecido e amado, e receber atenção por quem me sempre rejeitou.
O sonho de lutar por uma vida perfeita e completa.
O sonho de ser tudo o que me passava pela cabeça.
O sonho de me vir a tornar psicólogo e só de pensar no que sou, no que tenho, e no que sou capaz... Deixar tudo a perder por uma merda de um pensamento que diz que eu não serei capaz, só porque a ex namorada tira 20's e é mais esperta e mais depressa aceite intelectualmente, mais depressa aceite pela sua maneira de estar na vida, mais depressa aceite pelo que é, mais depressa aceite por ser sociável, mais depressa aceite por conseguir o que quer, aceite porque podia ter milhentos amigos e amigas, aceite porque teve a capacidade de ser aquilo que eu nunca fui e ás tantas nunca serei na minha miserável vida. Porque nunca vivi como ela, porque não fui capaz de mudar para ser como ela. Porque... me sinto culpado por tudo o que me aconteceu até hoje. Porque a repugna são que sinto de mim mesmo é mais do que sinto com qualquer pessoa. Porque a capacidade que ela teve de se aceitar, por ser como era. A capacidade que tem de ser o que eu não sou. Só o sou em sonhos. Escrevo porque é o meu único verdadeiro amigo. Um amigo imaginário. Um amigo que criei por necessidade. Um amigo que chora comigo, porque sente o que eu sinto. Um amigo, um canto, um ombro, um apoio, um desabafo, um amigo especialmente importante. Porque é aquilo que eu quero que ele seja e que não resmunga. É o meu psicólogo imaginário.
Dou mais valor àquilo que os outros pensam, do que aquilo que eu próprio sou.
Dou mais valor ao meu fracasso. O meu fracasso de ser tudo.
Prometi... Quebrei a promessa.
É apenas um sentimento que não consigo compreender.
Gostava de perceber mais sobre namorar. Saber mais de como compreender as pessoas.
É difícil para mim...
Tu que lês, tu que dizes que isto ajuda muita juventude, tu que dizes que te ajuda, tu que dizes que sinto aquilo que tu também sentes, tu que dizes que o blog devia acabar, tu que dizes que o blog não devia acabar, tu que dizer que me adoras, que me amas, que sou giro, tu que me detestas, tu que odeias o que eu sou, tu que odeias a minha maneira de pensar, tu que odeias que dê erros, tu que fazias de tudo para me ver morto, tu que gostas de mim, que gostas de mim pelo que sou apesar de todos os meus defeitos, tu que fazes este blog, tu que escreve aqui, tu a pessoa que sentes os textos, tu a pessoa que valoriza de alguma forma o trabalho de uma criança à espera de ser encontrada e de ser tratada como sempre sonhou ser tratada. Tenho mais de 10 raparigas à perna. Tenho mais de 10 raparigas a dizerem que sou perfeito, tenho mais de 10 raparigas que me dizem que curtiam comigo, tenho mais de 10 anos para perceber que o que eu quero na verdade, é valor, amor, atenção e dizer "não", quando estas me dizem que gostam de mim ou me chamam de tudo e mais alguma coisa.
Musica:
Kevin Lee - Bleach - Morning Remembrance.mp3 [PIANO]
Só vejo uma resposta. (EU)
Eu sou o culpado de tudo. De as pessoas me deixarem, de as pessoas ralharem comigo, de as pessoas me inferiorizarem, de as pessoas não gostarem de mim.
Culpado sou eu.
Culpado por não agir quando devia agir.
Culpado por ser mais amigo.
Culpado por ser culpado de tudo.
Culpado por não perceber nada, e não perceber tudo à primeira.
Ainda me sinto culpado com o que aconteceu. Ainda sinto... Já não sei o que sinto. Só me sinto culpado. Acabei. Acabei para não sofrer mais. Sinto-me mais que culpado. Tudo isto por causa de uma rapariga, por causa de um sentimento, por causa de um amor. Um amor por que lutei para ser perfeito ou quase perfeito. Lutei para ter. Para ter alguém ao meu lado, que me apoiasse, que me fizesse sentir amado, e não ter ideias que tive quando te tinha. Foste tudo para mim. Mostrei-te isso. Ou então não. Tentei ser um amigo/namorado, mais que a perfeição podia exigir. Fui estúpido, dei de mais de mim do que tu deste de ti. Não me percebo. Disseste "Ou então não percebes é nada". Se calhar o meu problema é esse. Tenho de perder mais tempo da minha vida à procura do meu erro. Apontar o dedo para mim.
Não sei o que sentir.
Desculpa deixei de ser perfeito.
Desculpa por não ser o que esperavas que fosse.
Desculpa por te tentar entender.
Desculpa por não ter sido a melhor pessoa.
Desculpa por demorar tanto tempo a vir.
Desculpa por ser burro.
Desculpa por não perceber tudo à primeira.
Desculpa por não ter sido o melhor namorado que já tiveste.
Desculpa se não te fiz feliz.
Desculpa se merecias mais e eu não fui capaz de dar.
Desculpa se merecias mais atenção e eu não a dei.
Desculpa de não ter sido mais comunicativo.
Desculpa de não ter expressado mais os meus sentimentos.
Desculpa por confundir tudo.
Desculpa por ter sido ciumento.
Desculpa por ter sido chato contigo.
Desculpa por ter sido tão controlador.
Desculpa as minhas atitudes.
Desculpa as minhas reacções.
Desculpa a minha estupidez.
Desculpa a minha teimosia.
Desculpa a minha falta de
Desculpa a falta de afecto.
Desculpa a falta de amor.
Desculpa a falta de atenção.
Desculpa a falta de calor.
Desculpa a falta de amizade.
Desculpa a falta de sinceridade.
Desculpa a falta de espaço que te devia ter dado para estares com os teus amigos.
Desculpa a falta de espaço que te devia ter dado para teres as tuas coisas.
Desculpa a falta de compreensão. Compreensão em tudo.
Desculpa ter duvidado de ti.
Desculpa por ter desconfiado de ti.
Desculpa por ter duvidado que me andavas a trair. [!Ainda penso nisto. :-( !]
Desculpa querer que tu mudasses.
Desculpa se não aceitei tudo em ti.
Desculpa se julguei mais do que devia.
Desculpa se fiz tudo errado.
Desculpa se senti de maneira errada.
Desculpa se não fiz tudo certo e da maneira como querias.
Desculpa se pensei mais em mim do que em ti.
Desculpa se fui parvo, estúpido, arrogante, mal criado.
Desculpa se não te ouvi mais.
Desculpa por não te ter dito o quanto te amava.
Desculpa por escrever mais do que falo.
Desculpa por pensar de maneira errada.
Desculpa por tudo aquilo que me dizias e eu não entendia.
Desculpa por, por algo que não consigo expressar em palavras (pensamentos meus).
Desculpa por coisas que não me consigo lembrar neste momento.
Dei tudo o que tinha.
Nunca questionei nem resmunguei o teu físico.
Não me importo com o que és por fora.
Não sei se te apercebes.te disso. Desculpa se não é como estou a dizer.
Desculpa por TUDO o que eu te fiz passar.
Por vezes na minha vida, sinto que não vai haver remédio para qualquer acção que venha a fazer.
Sinto remorsos por tudo o que digo, escrevo, represento. Tenho remorso por tudo o que me acontece. Tenho medo de cada reacção de cada pessoa. A sociedade fez de mim um simples boneco.
Ninguém gosta de mim pelo que sou.
As pessoas já deixaram de me conseguir motivar.
Todos os meus sentimentos, todos os meus pensamentos, morrem depois de escritos ou pensados. Dos poucos que ficam, são aquelas que mais me marcaram na vida.
Só gostam de mim pelo meu físico, pela minha aparência. E a culpa disto tudo o que me está acontecer e aconteceu na minha vida... SOU EU.
Sonhava ser o verdadeiro tipo rapaz que conseguisse ter uma namorada, que fosse perfeito em tudo. Um sonho que se tornou realidade. A minha falta de oralidade, a minha falta de sociabilidade, a minha falta de compreensão daquilo que é diferente. A falta de alcohol no sangue, a falta de tabaco nos pulmões, a falta de porrada e de noitadas no corpo. A falta de estudo na minha cabeça. A falta de fazer amigos.
Um sonho de agradar a tudo e todos.
O sonho de poder ser reconhecido e amado, e receber atenção por quem me sempre rejeitou.
O sonho de lutar por uma vida perfeita e completa.
O sonho de ser tudo o que me passava pela cabeça.
O sonho de me vir a tornar psicólogo e só de pensar no que sou, no que tenho, e no que sou capaz... Deixar tudo a perder por uma merda de um pensamento que diz que eu não serei capaz, só porque a ex namorada tira 20's e é mais esperta e mais depressa aceite intelectualmente, mais depressa aceite pela sua maneira de estar na vida, mais depressa aceite pelo que é, mais depressa aceite por ser sociável, mais depressa aceite por conseguir o que quer, aceite porque podia ter milhentos amigos e amigas, aceite porque teve a capacidade de ser aquilo que eu nunca fui e ás tantas nunca serei na minha miserável vida. Porque nunca vivi como ela, porque não fui capaz de mudar para ser como ela. Porque... me sinto culpado por tudo o que me aconteceu até hoje. Porque a repugna são que sinto de mim mesmo é mais do que sinto com qualquer pessoa. Porque a capacidade que ela teve de se aceitar, por ser como era. A capacidade que tem de ser o que eu não sou. Só o sou em sonhos. Escrevo porque é o meu único verdadeiro amigo. Um amigo imaginário. Um amigo que criei por necessidade. Um amigo que chora comigo, porque sente o que eu sinto. Um amigo, um canto, um ombro, um apoio, um desabafo, um amigo especialmente importante. Porque é aquilo que eu quero que ele seja e que não resmunga. É o meu psicólogo imaginário.
Dou mais valor àquilo que os outros pensam, do que aquilo que eu próprio sou.
Dou mais valor ao meu fracasso. O meu fracasso de ser tudo.
Prometi... Quebrei a promessa.
É apenas um sentimento que não consigo compreender.
Gostava de perceber mais sobre namorar. Saber mais de como compreender as pessoas.
É difícil para mim...
Tu que lês, tu que dizes que isto ajuda muita juventude, tu que dizes que te ajuda, tu que dizes que sinto aquilo que tu também sentes, tu que dizes que o blog devia acabar, tu que dizes que o blog não devia acabar, tu que dizer que me adoras, que me amas, que sou giro, tu que me detestas, tu que odeias o que eu sou, tu que odeias a minha maneira de pensar, tu que odeias que dê erros, tu que fazias de tudo para me ver morto, tu que gostas de mim, que gostas de mim pelo que sou apesar de todos os meus defeitos, tu que fazes este blog, tu que escreve aqui, tu a pessoa que sentes os textos, tu a pessoa que valoriza de alguma forma o trabalho de uma criança à espera de ser encontrada e de ser tratada como sempre sonhou ser tratada. Tenho mais de 10 raparigas à perna. Tenho mais de 10 raparigas a dizerem que sou perfeito, tenho mais de 10 raparigas que me dizem que curtiam comigo, tenho mais de 10 anos para perceber que o que eu quero na verdade, é valor, amor, atenção e dizer "não", quando estas me dizem que gostam de mim ou me chamam de tudo e mais alguma coisa.
Musica:
Kevin Lee - Bleach - Morning Remembrance.mp3 [PIANO]
Neste Blog, irá sempre existir um espaço para cada pensamento Teu e Meu.
Frágil
Frágil é o meu coração.
Quanto lhe tocas,
Eu sinto a pressão.
A pressão do teu amor.
Fazes-me acreditar,
Em tudo o que me contas.
Recebi parte de ti.
Foi aquilo que tive,
Não me apercebi.
É um amor que se vive.
Fizeste mais do que o sol.
Bato palmas à tua pessoa.
Caracterizada com glamour.
. F r a g i l e . by ~Nonnetta
Sinto que perdi tudo.
Foste os olhos do que me era invisível.
Respiro fundo e limpo as lágrimas.
Não quero chorar por ti.
Quero sim, chorar contigo.
Voltar a ser. A ser o que eu queria ser ao teu lado.
Pedro Mota (14-12-2008)
Frágil
Frágil é o meu coração.
Quanto lhe tocas,
Eu sinto a pressão.
A pressão do teu amor.
Fazes-me acreditar,
Em tudo o que me contas.
Recebi parte de ti.
Foi aquilo que tive,
Não me apercebi.
É um amor que se vive.
Fizeste mais do que o sol.
Bato palmas à tua pessoa.
Caracterizada com glamour.
. F r a g i l e . by ~NonnettaSinto que perdi tudo.
Foste os olhos do que me era invisível.
Respiro fundo e limpo as lágrimas.
Não quero chorar por ti.
Quero sim, chorar contigo.
Voltar a ser. A ser o que eu queria ser ao teu lado.
Pedro Mota (14-12-2008)
Autor:
Pedro Miguel
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sábado, dezembro 13
Não sei o que sou.
às
13:36
Há coisas do catano.
O ultimo post (o de ontem) foi mesmo porque não me apetecia escrever nada, Pelo menos colocar aqui alguma coisa. Não sei, não tenho tido vontade, ou então é paciência para me aturar.
É como se... O que me aconteceu e tudo o que me tem acontecido até agora me tenha andado a deixar com menos ideias, menos preocupações. Foi como uma vez, um dia depois de acabar com a Marina, disse para uma nova que tinha feito à pouco tempo.
"Quem tem muitos amigos, esquece mais depressa os problemas"
Pode ser verdade e pode não ser, depende de cada um.
Agora uma coisa sei. Quantos mais amigos e quanto mais nos preocuparmos com eles, menos nos preocupamos com os nossos problemas. É que se só tiver-mos 3 ou 4, tudo bem, são poucos, agora quando temos 30 ou 60, já é muita coisa. Eu agora que começo a fazer bué de amigos, pronto está bem, só alguns 5 ou 6. Começo a sentir o peso deles na minha cabeça.
Mas ultimamente não tenho pensado ou preocupado muito com eles.
Não sei explicar, é que até para mim é esquisito ou difícil de entender.
Quando um gajo dá tudo e a única coisa que pede em troca é apenas um abraço um sorriso e um bocado de atenção para também receber um bocadinho, e depois muitas deles não o fazem... Pá... Fico com pena é de mim, ser como sou. Ser assim tão amigo dos outros. Dar tudo aquilo que tenho, dar a minha própria pessoa, exponho demasiado a minha personalidade aos outros. E acho que é por causa disso que muitos deles não gostam de mim. Muitos deles nem gostam de ver a minha cara, ou então quando digo um "não" a olhar para baixo.
A vida já começa a não fazer um certo sentido.
Quando convivemos com muitas pessoas, ou até mesmo com poucas, com personalidades "momentâneas" diferentes, só consigo olhar para dentro de mim e ver a estupidez que faço, sempre que abro a boca. A expressão que fica na minha cara, a minha maneira de enfrentar a situação, e muitas outras coisas que não me fazem ser uma boa pessoa.
Acho que estou a perder as minhas qualidades. A qualidade de escrever, a qualidade de ter ideias, a qualidade de ter pachorra para escrever e ter os meus pensamentos, qualidade para ser um bom amigo, qualidade para ser um bom aluno, qualidade para ser um bom namorado, qualidade de uma boa pessoa, qualidade para ser qualquer coisa. Posso dizer que já estou a meter tudo o que eu próprio sou... Em causa. E está em causa porque certas e determinadas e indeterminadas pessoas me fazem reflectir naquilo que sou, no que quero ser, e no que já fui, e naquilo que sou neste momento em que estou a escrever no blog. Certamente que este pensamento daqui a pouco possivelmente já deixou de existir dentro de mim. É como o Fernando Pessoa fazia quando tinha aqueles momentos em que tinha aquela enorme vontade de escrever e aquela coisa que o fazia escrever sem parar, é como eu agora. Nem paro para pensar, só mesmo para emendar as letras que vou aqui escrevendo para formar o meu exacto ou pelo menos parecido pensamento. Não poso descrever imagens, mas posso descrever o que eu estou a ver com o pensamento. Sim é difícil de vocês entenderem e até para mim de descodificar o pensamento para palavras.
E só agora escrevi mais que sei lá o quê.
Eu ... Gostava de poder escrever bem, sem erros, sem fazes mal feitas, e vou tentar fazê-lo com este post. Porque merecem ler algo decente e sem erros, porque para além do mais, também vou contribuir para que vocês escrevam ou não desta maneira. Tenho de rever o texto todo novamente, vezes e vezes sem conta. Por pontos finais, virgulas, pontos de exclamação. Cada vez que penso mais nestas merdinhas, mais penso que a língua portuguesa ainda podia ser mais simples do que aquilo que já é.
Sem mais nada, despeço-me de qualquer pessoa que esteja a ler.
Sim sei que gostarias que continuasse a escrever, mas não me vem mais nada á cabeça.
O ultimo post (o de ontem) foi mesmo porque não me apetecia escrever nada, Pelo menos colocar aqui alguma coisa. Não sei, não tenho tido vontade, ou então é paciência para me aturar.
É como se... O que me aconteceu e tudo o que me tem acontecido até agora me tenha andado a deixar com menos ideias, menos preocupações. Foi como uma vez, um dia depois de acabar com a Marina, disse para uma nova que tinha feito à pouco tempo.
"Quem tem muitos amigos, esquece mais depressa os problemas"
Pode ser verdade e pode não ser, depende de cada um.
Agora uma coisa sei. Quantos mais amigos e quanto mais nos preocuparmos com eles, menos nos preocupamos com os nossos problemas. É que se só tiver-mos 3 ou 4, tudo bem, são poucos, agora quando temos 30 ou 60, já é muita coisa. Eu agora que começo a fazer bué de amigos, pronto está bem, só alguns 5 ou 6. Começo a sentir o peso deles na minha cabeça.
Mas ultimamente não tenho pensado ou preocupado muito com eles.
Não sei explicar, é que até para mim é esquisito ou difícil de entender.
Quando um gajo dá tudo e a única coisa que pede em troca é apenas um abraço um sorriso e um bocado de atenção para também receber um bocadinho, e depois muitas deles não o fazem... Pá... Fico com pena é de mim, ser como sou. Ser assim tão amigo dos outros. Dar tudo aquilo que tenho, dar a minha própria pessoa, exponho demasiado a minha personalidade aos outros. E acho que é por causa disso que muitos deles não gostam de mim. Muitos deles nem gostam de ver a minha cara, ou então quando digo um "não" a olhar para baixo.
A vida já começa a não fazer um certo sentido.
Quando convivemos com muitas pessoas, ou até mesmo com poucas, com personalidades "momentâneas" diferentes, só consigo olhar para dentro de mim e ver a estupidez que faço, sempre que abro a boca. A expressão que fica na minha cara, a minha maneira de enfrentar a situação, e muitas outras coisas que não me fazem ser uma boa pessoa.
Acho que estou a perder as minhas qualidades. A qualidade de escrever, a qualidade de ter ideias, a qualidade de ter pachorra para escrever e ter os meus pensamentos, qualidade para ser um bom amigo, qualidade para ser um bom aluno, qualidade para ser um bom namorado, qualidade de uma boa pessoa, qualidade para ser qualquer coisa. Posso dizer que já estou a meter tudo o que eu próprio sou... Em causa. E está em causa porque certas e determinadas e indeterminadas pessoas me fazem reflectir naquilo que sou, no que quero ser, e no que já fui, e naquilo que sou neste momento em que estou a escrever no blog. Certamente que este pensamento daqui a pouco possivelmente já deixou de existir dentro de mim. É como o Fernando Pessoa fazia quando tinha aqueles momentos em que tinha aquela enorme vontade de escrever e aquela coisa que o fazia escrever sem parar, é como eu agora. Nem paro para pensar, só mesmo para emendar as letras que vou aqui escrevendo para formar o meu exacto ou pelo menos parecido pensamento. Não poso descrever imagens, mas posso descrever o que eu estou a ver com o pensamento. Sim é difícil de vocês entenderem e até para mim de descodificar o pensamento para palavras.
E só agora escrevi mais que sei lá o quê.
Eu ... Gostava de poder escrever bem, sem erros, sem fazes mal feitas, e vou tentar fazê-lo com este post. Porque merecem ler algo decente e sem erros, porque para além do mais, também vou contribuir para que vocês escrevam ou não desta maneira. Tenho de rever o texto todo novamente, vezes e vezes sem conta. Por pontos finais, virgulas, pontos de exclamação. Cada vez que penso mais nestas merdinhas, mais penso que a língua portuguesa ainda podia ser mais simples do que aquilo que já é.
Sem mais nada, despeço-me de qualquer pessoa que esteja a ler.
Sim sei que gostarias que continuasse a escrever, mas não me vem mais nada á cabeça.
Não sei o que sou.
Gostava de ter ao meu lado...
Aquilo que tu sabes que eu gostava de ter.
Gostava de ter ao meu lado...
Aquilo que tu sabes que eu gostava de ter.
Editado:
Eu quando namorava, sim parece uma coisa do passado mas não o é, porque ainda sinto coisas que sentia quando o fazia.
Quando namorava, como é normal em todos os namorados, há discussões, mas eu por acaso não gosto de ficar chateado com ninguém ou discutir. Se for preciso faço-o, mas por coisas insignificantes. Mas muitas vezes gostava de as ter. Não me perguntem porque porque não vou responder a isso. Mas estas discussões (ela dizia que não eram, gostava de perceber também porque, mas pronto já passou) faziam-me sentir por vezes bem e outras vezes mal, e por muito que não goste de discutir, são estas discussões que me fazem viver, que fazem ser o que não mostro aos outros. Mostro o mau lado bom, e por vezes quando preciso de mostrar o meu lado mau, que praticamente não preciso, deixa-me "indefeso" da minha própria maneira de ser. É como se tivesse a ser algo que não sou.
Sim ela lê o meu blog, ela talvez tenha lido tudo o que eu escrevi aqui neste texto. Se for mentira Marina, comenta ou diz-me alguma coisa. Posso chegar a inventar muita coisa. Mas agora sentimentos é coisa que não sou para inventar. Tento controla-los sim, mas contigo não era preciso. Porque sabia que sentia-os. Sentia-os contigo, porque foste mais do que especial e importante para mim na minha vida.
Sorte sorte, têm aqueles, e aquelas que conhecem e tem uma pessoa como eu ao lado delas.
E a verdadeira sorte desta merda toda... Sou eu, que me tenho a mim, e que é esta pessoa.
Sorte sorte, são as namoradas que já me tiveram e as raparigas que já me tocaram.
Não vou mentir, e quero ser sincero. Nem que seja estúpido ou parvo ou mal educado ou que fique mal visto. O que faltou na nossa relação Marina, foi comunicação. Foi a falta da mais pura sinceridade. Foi falta de tempo, falta de atenção das duas partes. Um amor não é para andar a brincar. Um amor, é para dar tudo o que se pode ao outro e vise versa. É para fazer mais do que brincar, é conhecer.
Ei, calma isto é para mim e para ti. Serve para qualquer pessoa que o ler. Não é para ti. Aceita como quiseres, eu estou a dizer que tanto é para ti, como é para mim.
Eu ás tantas nem sabia namorar, e não sei, confesso, mas uma das coisas que nunca te faltou, foi afecto, carinho, amor, e aquelas coisas que os namorados dão um ao outro. Não estou a dizer que não me deste nada disso. Deste, talvez tenha sido menos do que aquilo que eu esperava receber.
Não sabia beijar, esperar, perceber, compreender, dar amor, afecto, amor, prendas, atenção, tudo o que é suposto haver num namoro. O que eu acho que "é nada". Eu não presto para nada do que eu disse. Não sou bom a dar, não sou bom a fazer. Confessa, sê sincera. Eu era o pior namorado que alguma vez tiveste não fui? Deite-te os piores beijos. Fui a pessoa que não sabia fazer nada. Fui a pessoa que nunca compreendeu nada. Fui a pessoa que de perfeito nada tinha e tem.
Agora pergunto...
Namorar?
Para quê? Para acontecer o mesmo?
Voltar a namorar?
Para quê? Para voltar a sofrer? Para voltar a dar o que já dei, e assim do nada deixar de receber atenção e ser trocado por outras coisas? Sim provávelmente quero ser o centro das atenções. Mas eu não o quero ser. Sério que não. Apenas quero receber atenção. Um carinho de vez em quando. Um beijinho. Um abraço.
Uma mansagem a dizer :
"Amo-te meu gato, tenho saudadinhas tuas. Amo-te. Beijo enorme na boca. A tua gata."
Sei lá deste género, não é preciso ser igual. Quero nem que seja uma vez por semana receber uma coisa de atenção.
Uma coisa a dizer: "estou viva meu amor"
Não gosto de andar em cima das pessoa. E não Marina, não vou escrever mais sobre "nós".
Sei que provavelmente não gostas. Desculpa. Sou assim, não vou mudar para agradar. Sei que devia pensar melhor no que aqui escrevo. Mas olha, possivelmente o blog seja apagado por devido a coisas e coisas e esta "vida" em pensamentos deixe de existir para sempre. E assim mais ninguém se irá lembrar de mim e dos meus problemas. É que quando sou sincero, aparece sempre alguém a dizer que não gosta. E eu estou farto disso. Ou digo o que penso ou então o blog acaba para sempre mesmo. E não me venham dizer que não que não sei o que. Acabou. A minha vida tem de mudar. Nem que seja á força toda. Vai mudar. Vai mudar porque foste tu Marina que me fizeste abrir os olhos para a minha maneira de estar na vida, as minhas dificuldades, com supera-las, ensinaste-me muito. E depois de acabar tudo isto deixará de existir neste mundo maravilhoso. E não me peçam para não acabar com o blog. Porque ele vai acabar mais tarde ou mais cedo.
Acabo aqui.
Ultimo posto provavelmente.
Eu quando namorava, sim parece uma coisa do passado mas não o é, porque ainda sinto coisas que sentia quando o fazia.
Quando namorava, como é normal em todos os namorados, há discussões, mas eu por acaso não gosto de ficar chateado com ninguém ou discutir. Se for preciso faço-o, mas por coisas insignificantes. Mas muitas vezes gostava de as ter. Não me perguntem porque porque não vou responder a isso. Mas estas discussões (ela dizia que não eram, gostava de perceber também porque, mas pronto já passou) faziam-me sentir por vezes bem e outras vezes mal, e por muito que não goste de discutir, são estas discussões que me fazem viver, que fazem ser o que não mostro aos outros. Mostro o mau lado bom, e por vezes quando preciso de mostrar o meu lado mau, que praticamente não preciso, deixa-me "indefeso" da minha própria maneira de ser. É como se tivesse a ser algo que não sou.
Sim ela lê o meu blog, ela talvez tenha lido tudo o que eu escrevi aqui neste texto. Se for mentira Marina, comenta ou diz-me alguma coisa. Posso chegar a inventar muita coisa. Mas agora sentimentos é coisa que não sou para inventar. Tento controla-los sim, mas contigo não era preciso. Porque sabia que sentia-os. Sentia-os contigo, porque foste mais do que especial e importante para mim na minha vida.
Sorte sorte, têm aqueles, e aquelas que conhecem e tem uma pessoa como eu ao lado delas.
E a verdadeira sorte desta merda toda... Sou eu, que me tenho a mim, e que é esta pessoa.
Sorte sorte, são as namoradas que já me tiveram e as raparigas que já me tocaram.
Não vou mentir, e quero ser sincero. Nem que seja estúpido ou parvo ou mal educado ou que fique mal visto. O que faltou na nossa relação Marina, foi comunicação. Foi a falta da mais pura sinceridade. Foi falta de tempo, falta de atenção das duas partes. Um amor não é para andar a brincar. Um amor, é para dar tudo o que se pode ao outro e vise versa. É para fazer mais do que brincar, é conhecer.
Ei, calma isto é para mim e para ti. Serve para qualquer pessoa que o ler. Não é para ti. Aceita como quiseres, eu estou a dizer que tanto é para ti, como é para mim.
Eu ás tantas nem sabia namorar, e não sei, confesso, mas uma das coisas que nunca te faltou, foi afecto, carinho, amor, e aquelas coisas que os namorados dão um ao outro. Não estou a dizer que não me deste nada disso. Deste, talvez tenha sido menos do que aquilo que eu esperava receber.
Não sabia beijar, esperar, perceber, compreender, dar amor, afecto, amor, prendas, atenção, tudo o que é suposto haver num namoro. O que eu acho que "é nada". Eu não presto para nada do que eu disse. Não sou bom a dar, não sou bom a fazer. Confessa, sê sincera. Eu era o pior namorado que alguma vez tiveste não fui? Deite-te os piores beijos. Fui a pessoa que não sabia fazer nada. Fui a pessoa que nunca compreendeu nada. Fui a pessoa que de perfeito nada tinha e tem.
Agora pergunto...
Namorar?
Para quê? Para acontecer o mesmo?
Voltar a namorar?
Para quê? Para voltar a sofrer? Para voltar a dar o que já dei, e assim do nada deixar de receber atenção e ser trocado por outras coisas? Sim provávelmente quero ser o centro das atenções. Mas eu não o quero ser. Sério que não. Apenas quero receber atenção. Um carinho de vez em quando. Um beijinho. Um abraço.
Uma mansagem a dizer :
"Amo-te meu gato, tenho saudadinhas tuas. Amo-te. Beijo enorme na boca. A tua gata."
Sei lá deste género, não é preciso ser igual. Quero nem que seja uma vez por semana receber uma coisa de atenção.
Uma coisa a dizer: "estou viva meu amor"
Não gosto de andar em cima das pessoa. E não Marina, não vou escrever mais sobre "nós".
Sei que provavelmente não gostas. Desculpa. Sou assim, não vou mudar para agradar. Sei que devia pensar melhor no que aqui escrevo. Mas olha, possivelmente o blog seja apagado por devido a coisas e coisas e esta "vida" em pensamentos deixe de existir para sempre. E assim mais ninguém se irá lembrar de mim e dos meus problemas. É que quando sou sincero, aparece sempre alguém a dizer que não gosta. E eu estou farto disso. Ou digo o que penso ou então o blog acaba para sempre mesmo. E não me venham dizer que não que não sei o que. Acabou. A minha vida tem de mudar. Nem que seja á força toda. Vai mudar. Vai mudar porque foste tu Marina que me fizeste abrir os olhos para a minha maneira de estar na vida, as minhas dificuldades, com supera-las, ensinaste-me muito. E depois de acabar tudo isto deixará de existir neste mundo maravilhoso. E não me peçam para não acabar com o blog. Porque ele vai acabar mais tarde ou mais cedo.
Acabo aqui.
Ultimo posto provavelmente.
Autor:
Pedro Miguel
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sexta-feira, dezembro 12
Quém és tu?
às
21:44
- Quem és tu?
- Eu quase não sei. Quer dizer, agora. Pelo menos sabia quando acordei esta manha. Mas, acho que devo ter mudado muitas vezes desde então.
- Explica-te!
- Receio que não o posso por mais claro. Não me consigo entender ou como começar a perceber. E ter tantos tamanhos num dia, é bastante confuso.
- Não é!
- Bem... Se calhar ainda não encontras-te, mas quando te tens de transformar numa " " um dia serás o que é, e depois numa bonita borboleta, eu penso que te irias sentir bonito.
- Nem por isso.
- Os teus sentimentos podem ser diferentes... Tudo o que eu sei é que... É bem estranho de se ser.
- Tu! Quem és tu?
- Eu sou esta pessoa! :] [Lê a resposta aqui.]
- Eu quase não sei. Quer dizer, agora. Pelo menos sabia quando acordei esta manha. Mas, acho que devo ter mudado muitas vezes desde então.
- Explica-te!
- Receio que não o posso por mais claro. Não me consigo entender ou como começar a perceber. E ter tantos tamanhos num dia, é bastante confuso.
- Não é!
- Bem... Se calhar ainda não encontras-te, mas quando te tens de transformar numa " " um dia serás o que é, e depois numa bonita borboleta, eu penso que te irias sentir bonito.
- Nem por isso.
- Os teus sentimentos podem ser diferentes... Tudo o que eu sei é que... É bem estranho de se ser.
- Tu! Quem és tu?
- Eu sou esta pessoa! :] [Lê a resposta aqui.]
Autor:
Pedro Miguel
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quarta-feira, dezembro 10
Confundindo o vazio...
às
19:41
Porque é que amar ou namorar com alguém é tão difícil?
Mas porquê? Porque é que é tão difícil conhecer alguém que nós consigamos dizer: "És a ideal para mim!" Porque é que se tem de sofrer de maneiras que não consigo explicar ou até mesmo compreender. Não sei o que escrever. Quero ver em que é que estou errado, no que é que fui culpado, em que é que... sei lá... Se não fosse como era hoje, talvez fosse mais "compreensivo" e mais "aberto", mais deixa "andar", mais "esperto", menos "controlador", menos eu.
Só gostava de mudar. Mudar para... Sei lá. Parece que é uma necessidade que tenho neste preciso e exacto momento. Acho que o amor, ou o namoro, não foi feito para mim.
Sabe bem, mas por outro lado... Esquece.
Gosta de ter aquela personalidade de pessoas que sai à noite, e que vai beber e estar com os amigos, ou sei lá. Já não sei o que sentir ou pensar. Já não tenho controlo sobre aquilo que estou a pensar. Gostava de ser diferente, diferente para poder perceber em que é que estou mal, o que é que posso melhorar. Saber e perceber melhor o que é namorar e o que é amar alguém. Quero, quero, quero... Quero e não sou capas, não sou capas de me expor aos outros, não sou capas de olhar para as raparigas que passam junto a mim, porque tenho medo de "parecer" mal. E porque olham, para um rapazito cuja vida ainda nem começou, uma criancinha infantil e extremamente irritante, com uma postura na vida, que é uma merda comparada com a de muitos outros rapazes na sua idade.
Um gajo que é feio aos olhos de quase toda agente. Um rapaz esquisito e ao mesmo tempo difícil de se compreender a si e aos outros. Em vez de estudar Economia (para amanhã) estou aqui a escrever, porque sei que é aquilo que eu penso agora que vai mudar o meu futuro amanha e não é um teste de Economia que me vai mudar significativamente a vida.
Tenho medo, quer dizer não é medo, e também não sei o que é. Apenas utilizo uma palavra para qual não consigo ter um sentimento realisto. Um sentimento sentido real. Um rapaz que tem uma personalidade de merda, se é que assim se pode dizer à letra. Tem notas baixíssimas, é uma merda com raparigas, mal sabe o que é beijar ou sequer namorar e saber os limites respeitar a namorada, e agora ia ser uma boa pessoa. Não estou deprimido, estou zangado.
Zangado por não ser o que gostava de ser.
Zangado por ainda não ter aberto totalmente os olhos para a vida que tenho, dar valor ao que tenho, e tive e ei de vir a ter. Se a minha atitude for esta até ao fim da minha vida... Prefiro morrer aos 20 do que continuar a viver com esta "angustia" e este desespero enorme de encontrar alguém do sexo feminino que me dê aquilo que dei, e dou aos meus amigos.
Zangado por não conseguir ser realmente feliz, e não consigo compreender porque é que não o sou.
Zangado por me culpar pela maneira como ajo ou faço as coisas.
Zangado por não saber viver.
Zangado por pensar que não sou bom em nada.
Zangado por pensar que não sou bom como namorado ou amigo ou colega.
Zangado que quando tiver 70 anos saber que não fiz nada por mim, não ter ninguém comigo, porque não vou conseguir ter.
Zangado porque não ter medo disto tudo, porque estas coisas fazem-me viver. Fazem-me viver.
Confundindo o vazio...
Tenho tanto medo.
Medo de não compreender
Medo de perder alguma coisa.
Medo de sofrer e fazer sofrer.
Medo de tudo e ao mesmo tempo de nada.
Medo de não ser compreendido.
Medo de não ter o que quero.
Medo de não ser aquilo que quero.
Eu sou para os outros aquilo que gostava de ser para mim.
Mas mal me dou bem com aquilo que tenho dentro de mim, ou sou...
Tenho estas "depressões" criadas de propósito para tentar perceber e levar chapadas para ver se acordo para aquilo que me tem tapado os olhos durante tantos anos.
Porque não sei como mudar, ou ser diferente daquilo que sou agora.
Não é mudar para ir beber cervejas ou fumar, simplesmente quero ser mais (choro profundo) sociável. Parece que tenho medo de mudar.
Escrevo para tentar perceber, perceber o que me faz ser assim.
Escrevo porque não gosto de atrapalhar ou chatear com os meus problemas.
Escrevo porque não sou capaz de falar aquilo que mais me perturba com as pessoas (família e amigos) porque sempre pensei e ainda penso que os meus problemas são só meus e que não os devo expor aos outros. Porque entendo as coisas de maneira diferente, porque por mais que tente não pensar que o que estou a pensar é o que realmente é verdade, acabo sempre por estragar ou pior as coisas. Porque não consigo compreender nada de nada. Porque sou e faço-me tentar não ser... Não ser tão difícil.
Gostava de parar de sentir o que sinto ou o que penso.
Deixar de me preocupar com aquilo que estou para aqui a escrever. Deixar de sofrer por pensar desta maneira. Porque sei que muito do que escrevo aqui, não me vai ajudar em nada. Ou se ajudar, vai ser mesmo pouco... E esse pouco vai mudar pouco.
Porque sei que ajudo mais os outros do que me ajudo a mim mesmo.
Porque se eu quiser mudar tudo isto, não sei como o fazer. Não sei mudar o que sou agora.
Não sei mudar para me tornar uma pessoa melhor, um namorado melhor, um amigo melhor, um filho melhor, um irmão melhor, um conhecido melhor, um exemplo melhor, um objecto melhor, um sentimento melhor, um amor melhor, ... .
Porque choro? Porque não sei o que mais sentir, e este é o único sentimento que neste momento me consegue fazer sentir vivo e preparado para aquilo que vou pensando.
Porque é esta a música que me deixa viver um momento que não pode ser pausado no tempo. Porque quase nada ou pouca coisa me faz realmente agarrar à vida e pensar num futuro prometedor ou bom, quando as notas são de merda...
Pensa o que quiseres Pedro. Pensa o que quiseres. Sofre. Porque tu mereces sofrer depois de tanta coisa que tu fizeste. Sofre porque é aquilo que tu sabes que é mais do que certo. Sofre porque é uma das únicas coisas que te mostram e fazem sentir. Sofre porque é assim que consegues viver mais ou menos a tua estúpida e inútil vida. Sofre porque neste momento podia haver um namorado, um amigo, uma pessoa, um filho, um pai, um irmão, um sentimento, um amor, uma paixão, uma aventura, melhor do que tu és e serás na tua vida.
Mas porquê? Porque é que é tão difícil conhecer alguém que nós consigamos dizer: "És a ideal para mim!" Porque é que se tem de sofrer de maneiras que não consigo explicar ou até mesmo compreender. Não sei o que escrever. Quero ver em que é que estou errado, no que é que fui culpado, em que é que... sei lá... Se não fosse como era hoje, talvez fosse mais "compreensivo" e mais "aberto", mais deixa "andar", mais "esperto", menos "controlador", menos eu.
Só gostava de mudar. Mudar para... Sei lá. Parece que é uma necessidade que tenho neste preciso e exacto momento. Acho que o amor, ou o namoro, não foi feito para mim.
Sabe bem, mas por outro lado... Esquece.
Gosta de ter aquela personalidade de pessoas que sai à noite, e que vai beber e estar com os amigos, ou sei lá. Já não sei o que sentir ou pensar. Já não tenho controlo sobre aquilo que estou a pensar. Gostava de ser diferente, diferente para poder perceber em que é que estou mal, o que é que posso melhorar. Saber e perceber melhor o que é namorar e o que é amar alguém. Quero, quero, quero... Quero e não sou capas, não sou capas de me expor aos outros, não sou capas de olhar para as raparigas que passam junto a mim, porque tenho medo de "parecer" mal. E porque olham, para um rapazito cuja vida ainda nem começou, uma criancinha infantil e extremamente irritante, com uma postura na vida, que é uma merda comparada com a de muitos outros rapazes na sua idade.
Um gajo que é feio aos olhos de quase toda agente. Um rapaz esquisito e ao mesmo tempo difícil de se compreender a si e aos outros. Em vez de estudar Economia (para amanhã) estou aqui a escrever, porque sei que é aquilo que eu penso agora que vai mudar o meu futuro amanha e não é um teste de Economia que me vai mudar significativamente a vida.
Tenho medo, quer dizer não é medo, e também não sei o que é. Apenas utilizo uma palavra para qual não consigo ter um sentimento realisto. Um sentimento sentido real. Um rapaz que tem uma personalidade de merda, se é que assim se pode dizer à letra. Tem notas baixíssimas, é uma merda com raparigas, mal sabe o que é beijar ou sequer namorar e saber os limites respeitar a namorada, e agora ia ser uma boa pessoa. Não estou deprimido, estou zangado.
Zangado por não ser o que gostava de ser.
Zangado por ainda não ter aberto totalmente os olhos para a vida que tenho, dar valor ao que tenho, e tive e ei de vir a ter. Se a minha atitude for esta até ao fim da minha vida... Prefiro morrer aos 20 do que continuar a viver com esta "angustia" e este desespero enorme de encontrar alguém do sexo feminino que me dê aquilo que dei, e dou aos meus amigos.
Zangado por não conseguir ser realmente feliz, e não consigo compreender porque é que não o sou.
Zangado por me culpar pela maneira como ajo ou faço as coisas.
Zangado por não saber viver.
Zangado por pensar que não sou bom em nada.
Zangado por pensar que não sou bom como namorado ou amigo ou colega.
Zangado que quando tiver 70 anos saber que não fiz nada por mim, não ter ninguém comigo, porque não vou conseguir ter.
Zangado porque não ter medo disto tudo, porque estas coisas fazem-me viver. Fazem-me viver.
Confundindo o vazio...
Tenho tanto medo.
Medo de não compreender
Medo de perder alguma coisa.
Medo de sofrer e fazer sofrer.
Medo de tudo e ao mesmo tempo de nada.
Medo de não ser compreendido.
Medo de não ter o que quero.
Medo de não ser aquilo que quero.
Eu sou para os outros aquilo que gostava de ser para mim.
Mas mal me dou bem com aquilo que tenho dentro de mim, ou sou...
Tenho estas "depressões" criadas de propósito para tentar perceber e levar chapadas para ver se acordo para aquilo que me tem tapado os olhos durante tantos anos.
Porque não sei como mudar, ou ser diferente daquilo que sou agora.
Não é mudar para ir beber cervejas ou fumar, simplesmente quero ser mais (choro profundo) sociável. Parece que tenho medo de mudar.
Escrevo para tentar perceber, perceber o que me faz ser assim.
Escrevo porque não gosto de atrapalhar ou chatear com os meus problemas.
Escrevo porque não sou capaz de falar aquilo que mais me perturba com as pessoas (família e amigos) porque sempre pensei e ainda penso que os meus problemas são só meus e que não os devo expor aos outros. Porque entendo as coisas de maneira diferente, porque por mais que tente não pensar que o que estou a pensar é o que realmente é verdade, acabo sempre por estragar ou pior as coisas. Porque não consigo compreender nada de nada. Porque sou e faço-me tentar não ser... Não ser tão difícil.
Gostava de parar de sentir o que sinto ou o que penso.
Deixar de me preocupar com aquilo que estou para aqui a escrever. Deixar de sofrer por pensar desta maneira. Porque sei que muito do que escrevo aqui, não me vai ajudar em nada. Ou se ajudar, vai ser mesmo pouco... E esse pouco vai mudar pouco.
Porque sei que ajudo mais os outros do que me ajudo a mim mesmo.
Porque se eu quiser mudar tudo isto, não sei como o fazer. Não sei mudar o que sou agora.
Não sei mudar para me tornar uma pessoa melhor, um namorado melhor, um amigo melhor, um filho melhor, um irmão melhor, um conhecido melhor, um exemplo melhor, um objecto melhor, um sentimento melhor, um amor melhor, ... .
Porque choro? Porque não sei o que mais sentir, e este é o único sentimento que neste momento me consegue fazer sentir vivo e preparado para aquilo que vou pensando.
Porque é esta a música que me deixa viver um momento que não pode ser pausado no tempo. Porque quase nada ou pouca coisa me faz realmente agarrar à vida e pensar num futuro prometedor ou bom, quando as notas são de merda...
Pensa o que quiseres Pedro. Pensa o que quiseres. Sofre. Porque tu mereces sofrer depois de tanta coisa que tu fizeste. Sofre porque é aquilo que tu sabes que é mais do que certo. Sofre porque é uma das únicas coisas que te mostram e fazem sentir. Sofre porque é assim que consegues viver mais ou menos a tua estúpida e inútil vida. Sofre porque neste momento podia haver um namorado, um amigo, uma pessoa, um filho, um pai, um irmão, um sentimento, um amor, uma paixão, uma aventura, melhor do que tu és e serás na tua vida.
Sofre agora Pedro. Agora.
Os meus pensamentos e os meus sentimentos, são a minha doença.
Abraçado a uma depressão profunda, da qual tenho controlo, mas da qual não quero sair.
Abraçado a uma depressão profunda, da qual tenho controlo, mas da qual não quero sair.
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segunda-feira, dezembro 8
Uma Fantasia de Criança.
às
12:17
- Eu não quero fazer aquelas coisas. Ou dizer aquelas coisas. Apenas tenho de as fazer. Excepto aqui. E em qualquer outro lugar, eu sinto-me feia.
- Eu quero contar-te uma coisa. O que pode não ter qualquer sentido.
Mas eu devo dizê-lo. Para que talvez um dia mais tarde te recordes e talvez te faça sentir melhor.
A um certo ponto da tua vida, provavelmente quando muita dela tiver passado, irás abrir os olhos e verás o que és, especialmente o que faz de ti seres tão diferente, de todas as outras pessoas normais.
E irás dizer para ti próprio/a: mas eu sou esta pessoa.
E nessa frase, nessa afirmação, irá haver uma espécie de amor.
- Tenho tanto medo.
- Todos nós temos.
Texto tirado do filme: Phoebe in Wonderland (2008) - Mais bonito, não podia ser. :D
- Eu quero contar-te uma coisa. O que pode não ter qualquer sentido.
Mas eu devo dizê-lo. Para que talvez um dia mais tarde te recordes e talvez te faça sentir melhor.
A um certo ponto da tua vida, provavelmente quando muita dela tiver passado, irás abrir os olhos e verás o que és, especialmente o que faz de ti seres tão diferente, de todas as outras pessoas normais.
E irás dizer para ti próprio/a: mas eu sou esta pessoa.
E nessa frase, nessa afirmação, irá haver uma espécie de amor.
- Tenho tanto medo.
- Todos nós temos.
Texto tirado do filme: Phoebe in Wonderland (2008) - Mais bonito, não podia ser. :D
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Pedro Miguel
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domingo, dezembro 7
Tocar só mais uma vez
às
12:26
Tocas no peito para me fazeres sentir que errei.
Que fui estúpido e incompreensível.
Que fui parvo, estúpido, e controlador,
Controlador dos teus próprios desejos.
Errei.
Não fui o único a errar.
Admite o erro que cometes-te.
Agora vou limpar as lágrimas.
E, continuar a viver a vida que agora está sozinha.
Dei valor, talvez não o que devia ter dado.
Talvez tenha dado valor a mais.
Faz falta ver a tua cara outra vez.
Ver o teu sorriso.
Pedro Mota (7-12-2008)
Que fui estúpido e incompreensível.
Que fui parvo, estúpido, e controlador,
Controlador dos teus próprios desejos.
Errei.
Não fui o único a errar.
Admite o erro que cometes-te.
Agora vou limpar as lágrimas.
E, continuar a viver a vida que agora está sozinha.
Dei valor, talvez não o que devia ter dado.
Talvez tenha dado valor a mais.
Faz falta ver a tua cara outra vez.
Ver o teu sorriso.
Pedro Mota (7-12-2008)
Não é a questão de estar sozinho, é sim questão de tu teres sido tudo para mim.
Que me deste esperança quando eu não a via.
Mostras-te me tanta coisa. E eu só pensava no amor que sentia por ti.
Só te amava, tentava sempre controlar o amor para poder ter amizade ser livre como tu.
Fui burro e não aproveitei tudo o que tinha para te dar e para receber.
Não vou pedir desculpas, e isto também não é nenhum pedido de desculpas.
És só para te dizer as saudades que tenho do teu lindo sorriso e das nossas mãos Juntas.
Sinto a falta de um abraço. Um abraço para preencher este espaço em branco.
Que me deste esperança quando eu não a via.
Mostras-te me tanta coisa. E eu só pensava no amor que sentia por ti.
Só te amava, tentava sempre controlar o amor para poder ter amizade ser livre como tu.
Fui burro e não aproveitei tudo o que tinha para te dar e para receber.
Não vou pedir desculpas, e isto também não é nenhum pedido de desculpas.
És só para te dizer as saudades que tenho do teu lindo sorriso e das nossas mãos Juntas.
Sinto a falta de um abraço. Um abraço para preencher este espaço em branco.
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sábado, dezembro 6
Uma existência realista.
às
18:24
Os meus braços rodeiam o teu coração.
Não desisto de deixar de gostar de ti.
Por mais mal que me faças, não te consigo esquecer.
Umas vezes quero que deixes de existir dentro de mim,
E outras, quero que brilhes para mim só mais uma vez.
Foste o ultimo respirar do meu coração.
Pergunto-me, quando o fio se partir...
O Irás sentir!?
Roma, Escócia, Egipto.
Os lugares que que gostava de visitar contigo.
Agora já não tenho intenções de o fazer.
Ficas-te com tudo.
Foste o ultimo respirar do meu coração.
Pedro Mota (6-12-2008)
Não desisto de deixar de gostar de ti.
Por mais mal que me faças, não te consigo esquecer.
Umas vezes quero que deixes de existir dentro de mim,
E outras, quero que brilhes para mim só mais uma vez.
Foste o ultimo respirar do meu coração.
Pergunto-me, quando o fio se partir...
O Irás sentir!?
Roma, Escócia, Egipto.
Os lugares que que gostava de visitar contigo.
Agora já não tenho intenções de o fazer.
Ficas-te com tudo.
Foste o ultimo respirar do meu coração.
Pedro Mota (6-12-2008)
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sexta-feira, dezembro 5
És tão feio.
às
18:46
Eu - Olá.
Alguém - Olá? Quem és tu?
Eu - Eu, sou o Pedro.
Alguém - Pedro? Que nome tão feio.
Eu - ("expressão de triste")
Alguém - Que é que tu queres ó... Pedro?
Eu - Eu gostava de ser teu amigo.
Alguém - Amigo? Que merda é essa?
Eu - Então, é alguém em quem podemos conversar, desabafar, conviver, dar abraços, sair e passear de vez em quando. Queres?
Alguém - E tu és isso tudo? ("com ar de desconfiada/o")
Eu - Sim, penso que sim. Mas porque?
Alguém - É que não te estou a ver como um grande amigo. As tantas nem um bom amigo deves ser.
Eu - Porque dizes isso? ("Com voz de quem está quase a chorar")
Alguém - Porque dá para ver nessa tua cara estúpida e extremamente feia.
Eu - Porque é que estás a falar assim para mim? Eu estou a falar mal de ti? Tem calma.
Alguém - Porque mereces óóó... feio, repugnante e chato.
Eu - Está bem, vou procurar outro amigo que seja melhor do que tu. Que tenha um feitio melhor do que o teu. Obrigado na mesma.
Alguém - Obrigado? Estás-me a chamar nomes?
Editado:
Hoje vi e olhei. Fui observado de longe, com um olhar de ternura e amor.
Uma sensação subiu por mim a cima. Um olhar discreto e ao mesmo tempo acolhedor.
Um sorriso disfarçado, para que os outros não notassem.
Gostei do teu olhar, da tua expressão, eras gira. Aliás, Tu és gira.
Gostava de te ter conhecido.
Alguém - Olá? Quem és tu?
Eu - Eu, sou o Pedro.
Alguém - Pedro? Que nome tão feio.
Eu - ("expressão de triste")
Alguém - Que é que tu queres ó... Pedro?
Eu - Eu gostava de ser teu amigo.
Alguém - Amigo? Que merda é essa?
Eu - Então, é alguém em quem podemos conversar, desabafar, conviver, dar abraços, sair e passear de vez em quando. Queres?
Alguém - E tu és isso tudo? ("com ar de desconfiada/o")
Eu - Sim, penso que sim. Mas porque?
Alguém - É que não te estou a ver como um grande amigo. As tantas nem um bom amigo deves ser.
Eu - Porque dizes isso? ("Com voz de quem está quase a chorar")
Alguém - Porque dá para ver nessa tua cara estúpida e extremamente feia.
Eu - Porque é que estás a falar assim para mim? Eu estou a falar mal de ti? Tem calma.
Alguém - Porque mereces óóó... feio, repugnante e chato.
Eu - Está bem, vou procurar outro amigo que seja melhor do que tu. Que tenha um feitio melhor do que o teu. Obrigado na mesma.
Alguém - Obrigado? Estás-me a chamar nomes?
Editado:
Hoje vi e olhei. Fui observado de longe, com um olhar de ternura e amor.
Uma sensação subiu por mim a cima. Um olhar discreto e ao mesmo tempo acolhedor.
Um sorriso disfarçado, para que os outros não notassem.
Gostei do teu olhar, da tua expressão, eras gira. Aliás, Tu és gira.
Gostava de te ter conhecido.
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quinta-feira, dezembro 4
Coisas e Coisas.
às
21:30
Tenho andado com esta coisa aqui dentro de mim, e não consegui aguentar.
Quer dizer aguento, mas acho que devias saber o que era.
Vou parar de dar valor, de falar sobre mim, de valorizar aquilo que sou e tenho.
Vou parar de uma vez por todas.
Para mim acabaram os comentários que eu continuo a agradecer.
Mas sério, parei de me gabar ou seja lá o que este sentimento é.
Porque estou farto. Faz parte de mim, mas já ando farto.
Não quero dar valor que não tenho... Nem quero receber.
É como se tivesse a cortar em mostrar-me "indirectamente" aos outros.
Para quê conhecerem-me pelo blog, se me podem conhecer pessoalmente?
Porquê dar valor ao meu blog quando não tem valor? Só se for sentimental.
Mas valorizar? Para quê? Para nada?
Parei de ter necessidade de receber "Elogios".
Até lá... Criei um novo Blog.
Tem o nome de "Infinita Amnésia" e é sobre uma pessoa que chegou à terra e que não sabe o que é, quem é, onde está, que sentimentos são aqueles que sente?
Será uma espécie de diário da vida deste "Amnésico" com problemas psicológicos.
Leiam a primeira entrada. Sei que não é grande coisa, mas pronto.
O Link do Blog, pode mudar, mas quando acontecer (se acontecer) eu coloco aqui o novo link. Não esperem que escrava lá todos os dias. E não não será um desabafo ou deitar cá para fora Frustração. Entendam da seguinte forma: Compreensão do "ZERO" para um ser humano. É como acordar agora e não saber nada de nada. É mais ou menos desse género.
É mistério. Sim provavelmente será aquilo que eu ando a tentar ter na minha vida ou a tentar compreender coisas. Mas espero que a minha intuição e pensamentos "fixos" estraguem os meus planos para este novo blog.
Gostem ou não, não me interessa. Comentem ou não, não quero saber.
Quem quiser ler, lê. Quem não quiser ler, não lê. É simples.
Não obrigo ninguém a nada, nem a fazer nada que não gostam.
Os olhos são vossos, a mente é vossa, por isso renasçam, recriei, morram, mudem, leiam, transformem, destruam, façam o que quiserem com os meus pensamentos.
Vocês são o meu publico alvo.
À muito tempo que deixei de escrever para mim.
À muito tempo...
Possivelmente poderei deixar de escrever no Blog. Mas isso já vocês foram avisados que possivelmente isso iria acontecer.
Quer dizer aguento, mas acho que devias saber o que era.
Vou parar de dar valor, de falar sobre mim, de valorizar aquilo que sou e tenho.
Vou parar de uma vez por todas.
Para mim acabaram os comentários que eu continuo a agradecer.
Mas sério, parei de me gabar ou seja lá o que este sentimento é.
Porque estou farto. Faz parte de mim, mas já ando farto.
Não quero dar valor que não tenho... Nem quero receber.
É como se tivesse a cortar em mostrar-me "indirectamente" aos outros.
Para quê conhecerem-me pelo blog, se me podem conhecer pessoalmente?
Porquê dar valor ao meu blog quando não tem valor? Só se for sentimental.
Mas valorizar? Para quê? Para nada?
Parei de ter necessidade de receber "Elogios".
Até lá... Criei um novo Blog.
Tem o nome de "Infinita Amnésia" e é sobre uma pessoa que chegou à terra e que não sabe o que é, quem é, onde está, que sentimentos são aqueles que sente?
Será uma espécie de diário da vida deste "Amnésico" com problemas psicológicos.
Leiam a primeira entrada. Sei que não é grande coisa, mas pronto.
O Link do Blog, pode mudar, mas quando acontecer (se acontecer) eu coloco aqui o novo link. Não esperem que escrava lá todos os dias. E não não será um desabafo ou deitar cá para fora Frustração. Entendam da seguinte forma: Compreensão do "ZERO" para um ser humano. É como acordar agora e não saber nada de nada. É mais ou menos desse género.
É mistério. Sim provavelmente será aquilo que eu ando a tentar ter na minha vida ou a tentar compreender coisas. Mas espero que a minha intuição e pensamentos "fixos" estraguem os meus planos para este novo blog.
Gostem ou não, não me interessa. Comentem ou não, não quero saber.
Quem quiser ler, lê. Quem não quiser ler, não lê. É simples.
Não obrigo ninguém a nada, nem a fazer nada que não gostam.
Os olhos são vossos, a mente é vossa, por isso renasçam, recriei, morram, mudem, leiam, transformem, destruam, façam o que quiserem com os meus pensamentos.
Vocês são o meu publico alvo.
À muito tempo que deixei de escrever para mim.
À muito tempo...
Possivelmente poderei deixar de escrever no Blog. Mas isso já vocês foram avisados que possivelmente isso iria acontecer.
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quarta-feira, dezembro 3
Um Mundo Feito De Pedras.
às
18:46
Um Mundo Feito De Pedras.
Um mundo feio de pedras.
Repousa no passado.
Espera o respeito.
Quando eu estou a cair
Sinto-me como um anjo.
Dou-te as minhas asas
Meu pequeno anjo.
Não vás ao fundo.
Ergue-te.
Destrói o teu passado.
Nos teus abraços.
Entrega as tuas mágoas.
Meu pequeno anjo.
Muda o teu rumo.
O teu segredo.
Porque te rendes?
Meu pequeno anjo.
Conta a verdade.
Deixa que todos saibam o que foste.
Quero ser poesia para as pedras.
Perdes-te as asas
Meu pequeno anjo.
O teu toque destrói o que amas,
Dentro do teu coração...
lembra-te do passado,
Lembra-te do sofrimento.
Meu pequeno anjo.
A escuridão da tua alegria.
Assombra a tua própria alma.
Pedro Mota (3-12-2008) [Vídeo]
Um mundo feio de pedras.
Repousa no passado.
Espera o respeito.
Quando eu estou a cair
Sinto-me como um anjo.
Dou-te as minhas asas
Meu pequeno anjo.
Não vás ao fundo.
Ergue-te.
Destrói o teu passado.
Nos teus abraços.
Entrega as tuas mágoas.
Meu pequeno anjo.
Muda o teu rumo.
O teu segredo.
Porque te rendes?
Meu pequeno anjo.
Conta a verdade.
Deixa que todos saibam o que foste.
Quero ser poesia para as pedras.
Perdes-te as asas
Meu pequeno anjo.
O teu toque destrói o que amas,
Dentro do teu coração...
lembra-te do passado,
Lembra-te do sofrimento.
Meu pequeno anjo.
A escuridão da tua alegria.
Assombra a tua própria alma.
Pedro Mota (3-12-2008) [Vídeo]
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terça-feira, dezembro 2
Foste, em pensamentos.
às
21:14
Sinto a minha cabeça a girar, mas não é a cabeça que gira, são os meus pensamentos.
Parece que jogam o jogo das cadeiras. Tento compreender onde está o erro, para poder corrigi-lo. Vejo os pensamentos à roda. Não os consigo fazer parar. O pânico entra e toma o controlo. Agora sou eu que quero controlar o pânico e não consigo.
Fazes me sentir mal. Si tu pensamento. Porque tens de existir? E ainda por cima dessa tua maneira de existência? Porque é que te tenho de ter? E tinha logo de receber este tipo de pensamento. Preferia que nunca tivesses de existir dentro de mim. É que estás a ocupar o lugar de um pensamento que podia ser bem melhor que o teu. Podia ser uma coisa alegre, mas não, tem logo de ser uma coisa enfadonha. Detesto ter que apagar consecutivamente do meu cérebro todos aqueles pensamentos que teimam em reaparecer e a existir nesta mente estúpida e retrógrada, pensamentos que me fazem parecer estúpido, arrogante, mau, mal educado... Ó pá tanta coisa que gostava de poder apagar e nunca mais ter que viver ou sofrer com aquilo. Mas para quê? Tem algum jeito? Não tem, pois claro.
Parece que jogam o jogo das cadeiras. Tento compreender onde está o erro, para poder corrigi-lo. Vejo os pensamentos à roda. Não os consigo fazer parar. O pânico entra e toma o controlo. Agora sou eu que quero controlar o pânico e não consigo.
Fazes me sentir mal. Si tu pensamento. Porque tens de existir? E ainda por cima dessa tua maneira de existência? Porque é que te tenho de ter? E tinha logo de receber este tipo de pensamento. Preferia que nunca tivesses de existir dentro de mim. É que estás a ocupar o lugar de um pensamento que podia ser bem melhor que o teu. Podia ser uma coisa alegre, mas não, tem logo de ser uma coisa enfadonha. Detesto ter que apagar consecutivamente do meu cérebro todos aqueles pensamentos que teimam em reaparecer e a existir nesta mente estúpida e retrógrada, pensamentos que me fazem parecer estúpido, arrogante, mau, mal educado... Ó pá tanta coisa que gostava de poder apagar e nunca mais ter que viver ou sofrer com aquilo. Mas para quê? Tem algum jeito? Não tem, pois claro.
Olha dei comigo a falar sozinho. o.O
Quer dizer não verbalmente, fisicamente com som e tudo, mas psicologicamente. o.O
Estou maluco. xD
Pronto querem ver uma coisa? Amanhã na escola um gajo da minha turma já me vai começar a chamar maluco e a gozar com aquilo que acabei de escrever.
É tão lindo não é? Depois o maluco sou eu. --'
Ele é que goza sem compreender e depois chama-me maluco. o.O
E pronto é esta a turma que eu tenho. :S
Goza com aquilo que penso por tudo e por nada. o.O
Depois aparece-me um gajo que não conheço de lado nenhum que sempre que me riu ou olho para alguém atrás dele, ele pensa logo que eu estou a olhar para ele. Começa todo arrebitado e todo rabugento e mal educado a falar para mim. Ainda pergunto o que é que eu devo ter na cara. o.O
Mas pronto parando de falar nos outros e começando a falar mais em mim.
Eu hoje não sei o que escrever. Sinceramente não sei.
Vou publicar agora e depois coise.
Foste
Foste o meu jardim.
Foste tudo para mim.
Tento seguir em frente.
Já consigo ser sorridente.
Faz da tua vida,
Um parque de diverções.
Não cries limitações,
Cria as tuas melodias.
Acredita em ti.
Queres realmente aprender a viver?
Olha para dentro de ti, e pega no que mais odeias.
Agora transforma isso em coisas que gostes.
Aceita o que tu és.
Olha para ti.
Tu és feliz.
Consegues sorrir.
Consegues deixar de pensar no que te faz,
sentir inferior ou mal, ou odiar alguma coisa.
Olha para ti a sorrir.
O teu sorriso até faz brilhar as tuas roupas escuras.
Pára de fugir e luta.
Foste tudo para mim.
Tento seguir em frente.
Já consigo ser sorridente.
Faz da tua vida,
Um parque de diverções.
Não cries limitações,
Cria as tuas melodias.
Acredita em ti.
Queres realmente aprender a viver?
Olha para dentro de ti, e pega no que mais odeias.
Agora transforma isso em coisas que gostes.
Aceita o que tu és.
Olha para ti.
Tu és feliz.
Consegues sorrir.
Consegues deixar de pensar no que te faz,
sentir inferior ou mal, ou odiar alguma coisa.
Olha para ti a sorrir.
O teu sorriso até faz brilhar as tuas roupas escuras.
Pára de fugir e luta.
Pedro Mota (2-12-2008)
Autor:
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segunda-feira, dezembro 1
É amar-te meu amor.
às
19:22
Há certos sentimentos
De um sangue cínico. (Sangue provocante)
Acredita em mim quando digo,
Não irei amar mais ninguém.
Não digas que não te avisei.
Então diz outra palavra
Deste mundo perfeito.
Sobre a nossa miserável existência.
Por baixo da tua pele
Suspirando um silencio de vingança.
Sangue mantêm-se em sofrimento.
Pedro Mota (1-12-2008)
Por ti a dentro.
Sorriu por fora.
Choro por dentro.
Devo desculpas a quem me adora.
Queria ser o teu centro.
Poder correr contigo.
Sei que não consigo.
E ainda por cima sei,
Que nunca arrisquei.
Pedro Mota (1-12-2008)
De um sangue cínico. (Sangue provocante)
Acredita em mim quando digo,
Não irei amar mais ninguém.
Não digas que não te avisei.
Então diz outra palavra
Deste mundo perfeito.
Sobre a nossa miserável existência.
Por baixo da tua pele
Suspirando um silencio de vingança.
Sangue mantêm-se em sofrimento.
Pedro Mota (1-12-2008)
Por ti a dentro.
Sorriu por fora.
Choro por dentro.
Devo desculpas a quem me adora.
Queria ser o teu centro.
Poder correr contigo.
Sei que não consigo.
E ainda por cima sei,
Que nunca arrisquei.
Pedro Mota (1-12-2008)
Sonhava Amar.
Sonhava acreditar em alguém.
Sonhava ser amado.
Sonhava tornar-me alguém especial para alguém também especial.
Autor:
Pedro Miguel
Peculiar-mente estúpido.
às
09:48
Informação:
O Blog não vai fechar, nem vai acabar.
Não, também não vou tirar férias. Aliás, tenho tantas ideias e coisas para escrever que nem me apetece ter férias. Se eu pudesses trocar as aulas para estar no blog sempre a escrever, acreditem que estaria. Devo dizer também, que recebi muitos pedidos, pronto, uns 4 ou 5, de várias pessoas que ficaram tristes por saberem que o blog ia fechar. Graças a essas pessoas e a uma menina em especial. Eu decidi não acabar com o blog.
Não, também não vou tirar férias. Aliás, tenho tantas ideias e coisas para escrever que nem me apetece ter férias. Se eu pudesses trocar as aulas para estar no blog sempre a escrever, acreditem que estaria. Devo dizer também, que recebi muitos pedidos, pronto, uns 4 ou 5, de várias pessoas que ficaram tristes por saberem que o blog ia fechar. Graças a essas pessoas e a uma menina em especial. Eu decidi não acabar com o blog.
Porque se não onde é que iria escrever o que me aconteceu hoje? xD
E acredito que já vos aconteceu e não foram poucas vezes.
Então pronto eu vou contar. Não vou nada. Conto? Sim? Mesmo? Pronto está bem. xD
Hoje é dia 1 de Dezembro de 2008. É feriado. Nem sei do que, mas já vou pesquisar.
Já sei. :) -Restauração da Independência. O Dia a mim não me diz nada, desde que seja feriado é o que mais me interessa (não tenho aulas durante um dia, o que é bom.).
8:45 - Abri os olhos e olhei para o despertador. / Voltei a adormecer.
9:15/20 - Acordo e visto-me. / Vou para o PC.
9:30 - Vou até à cozinha, mas depois os meus pais dizem: "É feriado Filho, vai dormir".
9:48 - Começo a escrever no blog.
10:20 - Publico este enorme texto.
10:30 - Edito para poder escrever isto e o que está a cima (publico...)
Então já estás a ver o que aconteceu?
Sim. Ó se fosse a primeira engraçado, mas já me aconteceu acordar num domingo ou num sábado e vestir-me com a pressa toda para depois ir ao PC e ver que ainda só é sábado ou domingo. xD É demais. E eu depois fui até ao quarto do meu irmão para ver o que é que ele fazia. Mas ele todo esperto já sabia que ele sabia que era feriado.
Neste momento vesti-me todo giro e tal, só para poder agradar aos olhos das raparigas da minha escola. haha Sou charmoso ou seja lá o que isto for. Ok é só pancada. :D
Se estou bem disposto? Estou e muito.
Porque? Porque me sinto bem. :)
Nunca me senti tão bem como nestes ultimas semanas.
E quem me dera por ter a Marina ao meu lado. Faria coisas novas. Diria coisas novas ao ouvido. Mas estupidez e burrice da minha parte, fiz acabar tudo. Mas aprendi. Aprendi com isso. Mas agora só tenho de me lembrar dos bons momentos que passei com ela, aqueles beijos deliciosos e perfeitos. Adorava os teus beijos, acredita. :) Foste perfeita, mas para o fim começaste-te a baldar completamente. (coisas vocês nunca iram entender) :(
Não apagues. Tens pessoas que vão la. Eu gosto de ir la e ler.
Pedro - O meu blog vai acabar. says (10:06):
Tenho assim tanto sucesso? :$
Susana M.A says (10:06):
A sério. Epa a mim também já me passou pela cabeça apagar o meu 'n' vezes mas tipo para que apagar?! Não vale a pena. Tenho pessoas que gostam. Como tu eu gosto de ir la.
Tens toto :D
Pedro - O meu blog vai acabar. says (10:07):
Tens blog?:$
Eu sei que tenho, mas só vejo é as visitas a aumentarem, mas coise, fui burro em pensar. :( É que é a primeira vez que penso em fechar o blog.
Susana M.A says (10:08):
Tenho :D. Alias foste tu que me ensinas-te a fazê-lo em tempos atrás xD. Não acabes com ele vá.
O Simples facto de ter aquela lista ali de blogs, é porque gosto do que as pessoas escrevem.
Claro que muitas vezes não comento, porque são coisas que eu não sei "comentar", ás tantas até sei e só que não me vejo a comentar bem a coisa.
Agora sim, pensei e reflecti. Peculiar-mente estúpido
E acredito que já vos aconteceu e não foram poucas vezes.
Então pronto eu vou contar. Não vou nada. Conto? Sim? Mesmo? Pronto está bem. xD
Hoje é dia 1 de Dezembro de 2008. É feriado. Nem sei do que, mas já vou pesquisar.
Já sei. :) -Restauração da Independência. O Dia a mim não me diz nada, desde que seja feriado é o que mais me interessa (não tenho aulas durante um dia, o que é bom.).
8:45 - Abri os olhos e olhei para o despertador. / Voltei a adormecer.
9:15/20 - Acordo e visto-me. / Vou para o PC.
9:30 - Vou até à cozinha, mas depois os meus pais dizem: "É feriado Filho, vai dormir".
9:48 - Começo a escrever no blog.
10:20 - Publico este enorme texto.
10:30 - Edito para poder escrever isto e o que está a cima (publico...)
Então já estás a ver o que aconteceu?
Sim. Ó se fosse a primeira engraçado, mas já me aconteceu acordar num domingo ou num sábado e vestir-me com a pressa toda para depois ir ao PC e ver que ainda só é sábado ou domingo. xD É demais. E eu depois fui até ao quarto do meu irmão para ver o que é que ele fazia. Mas ele todo esperto já sabia que ele sabia que era feriado.
Neste momento vesti-me todo giro e tal, só para poder agradar aos olhos das raparigas da minha escola. haha Sou charmoso ou seja lá o que isto for. Ok é só pancada. :D
Se estou bem disposto? Estou e muito.
Porque? Porque me sinto bem. :)
Nunca me senti tão bem como nestes ultimas semanas.
E quem me dera por ter a Marina ao meu lado. Faria coisas novas. Diria coisas novas ao ouvido. Mas estupidez e burrice da minha parte, fiz acabar tudo. Mas aprendi. Aprendi com isso. Mas agora só tenho de me lembrar dos bons momentos que passei com ela, aqueles beijos deliciosos e perfeitos. Adorava os teus beijos, acredita. :) Foste perfeita, mas para o fim começaste-te a baldar completamente. (coisas vocês nunca iram entender) :(
Não apagues. Tens pessoas que vão la. Eu gosto de ir la e ler.
Pedro - O meu blog vai acabar. says (10:06):
Tenho assim tanto sucesso? :$
Susana M.A says (10:06):
A sério. Epa a mim também já me passou pela cabeça apagar o meu 'n' vezes mas tipo para que apagar?! Não vale a pena. Tenho pessoas que gostam. Como tu eu gosto de ir la.
Tens toto :D
Pedro - O meu blog vai acabar. says (10:07):
Tens blog?:$
Eu sei que tenho, mas só vejo é as visitas a aumentarem, mas coise, fui burro em pensar. :( É que é a primeira vez que penso em fechar o blog.
Susana M.A says (10:08):
Tenho :D. Alias foste tu que me ensinas-te a fazê-lo em tempos atrás xD. Não acabes com ele vá.
O Simples facto de ter aquela lista ali de blogs, é porque gosto do que as pessoas escrevem.
Claro que muitas vezes não comento, porque são coisas que eu não sei "comentar", ás tantas até sei e só que não me vejo a comentar bem a coisa.
Agora sim, pensei e reflecti. Peculiar-mente estúpido
O mais importante não é o escritor, mas sim os textos que de ele saem.
.Acabar com esta criação?
.Cada vez que escrevo.
.Faz-me ver o que não vejo.
.Até que um certo dia.
.Que me aperta o coração.
.Que se enche de alegria.
Pedro Mota (1-12-2008)
.Acabar com esta criação?
.Cada vez que escrevo.
.Faz-me ver o que não vejo.
.Até que um certo dia.
.Que me aperta o coração.
.Que se enche de alegria.
Pedro Mota (1-12-2008)
É incrível não é? Do que é que estou a falar? Eu explico.
Sabes esta coisa que estás a ler? Foi pensada certo? Tudo muito bem.
Mas e agora se pensares que toda agente que tem blog faz o mesmo. (O que? Pensar está claro)
Agora e se vires desta maneira. Tal como eu a vejo. Mas deixa-te guiar por ti mesmo/a.
Olha para a cara das pessoas, e pensa que eles estão neste momento a pensar.
Tens algum amigo/a que escreve? Vai ao hi5 dele/a. Agora olha-a bem nos olhos. Já está? Óptimo.
Agora fica a duvida não é? Como é que ele/a consegue ter esta carinha e pensar e escrever daquela maneira?
Quando vês uma pessoa pela primeira vez, achas-a assim "Normal". Mas depois de leres o que essa pessoa escreve,olhas novamente para ele/a, e começas a achar bonito/a.
Comigo é assim, contigo não sei. Não aceites o que escrevo como verdade absoluta. Porque escrevo e até posso estar a inventar. :D Por isso. Não acredites nem aceites o que eu digo.
Sabes esta coisa que estás a ler? Foi pensada certo? Tudo muito bem.
Mas e agora se pensares que toda agente que tem blog faz o mesmo. (O que? Pensar está claro)
Agora e se vires desta maneira. Tal como eu a vejo. Mas deixa-te guiar por ti mesmo/a.
Olha para a cara das pessoas, e pensa que eles estão neste momento a pensar.
Tens algum amigo/a que escreve? Vai ao hi5 dele/a. Agora olha-a bem nos olhos. Já está? Óptimo.
Agora fica a duvida não é? Como é que ele/a consegue ter esta carinha e pensar e escrever daquela maneira?
Quando vês uma pessoa pela primeira vez, achas-a assim "Normal". Mas depois de leres o que essa pessoa escreve,olhas novamente para ele/a, e começas a achar bonito/a.
Comigo é assim, contigo não sei. Não aceites o que escrevo como verdade absoluta. Porque escrevo e até posso estar a inventar. :D Por isso. Não acredites nem aceites o que eu digo.
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Pedro Miguel
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Gomas
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