segunda-feira, agosto 31

Gosto de fingir que estamos sozinhos.

Whisper by ~ruuca

Há tardes em que o calor se faz sentir mais do que em outros. Os teus lábios tocam nos meus e a babinha no canto de cada boca começa a escorrer, e cada um faz "vhs" sugando a baba para se preparar para um novo e demorado, assim como intenso beijo, que põem asas nos nossos corações. Odeio a maneira de como os teus dedos me tocam na testa, mas até que me fazem rir, pois causam-me uma comichão para lá do físico sentido. Olho nos teus olhos, deixo-me cair de fronte para ti. Tocando com o meu nariz no teu. Faz-te bolhitas nos olhos. Sorris enquanto vou à minha mochila, tirando a carteira de "colecção" de preservativos, buscar-te uma prenda pequenina. Com olhar de desconfiada de que vou buscar mais um daquelas coisas viscosas e com um cheiro diferente do de sexo. Regalas quando te mostro o que te ofereço. Uma pequena flor, colada numa daquelas molas pequeninas. Passo a passo, vou-te sentido mais perto.

«Gosto de fingir que estamos sozinhos.»


Adoro ver-te sorrir.

Um medo que nos consome

there there by ~dcamacho

O mundo lá fora está a passar por momentos que se encaixam alguns deles no meu coração. Tornando os olhos chamas vivas, cores de arco-íris. O teu nome está a ficar cravado no meu peito, como as letras dos romanos nas pedras. Faz-me bem há alma. Não sei se sou apenas eu que sinto isto. Mas todas as palavras que ainda não te disse ao ouvido, os gestos que ainda não fiz pelo teu cabelo. Ainda não acabou. Estamos a um passo de tudo ser ainda melhor. Quando olhas para trás, revejo o teu peito, como um dejá-vu a soluçar com as dores dos medos que pairam na tua cabeça, onde tal te dizem que nada quero contigo. Mesmo quando te tiro fotos e fazes aqueles pequenos risos, com um brilho nos olhos de quem tem medo de me perder por um determinado longo ou curto espaço de tempo infinito entre a minha alma e a tua. Quando te vejo ao espelho a preparar-te para ir saíres com as tuas amigas, a alegria que sinto só de te ver empenhada, sem te preocupares com os males que aconteceram naquele dia, e todos os medos que enfrentámos juntos. Ouço um suspiro teu. Ignoro-o porque é só teu.


Quando me deixas à noite, acordo sozinho, no meio do que me mete mais medo. Um coração angustiado, palpitando de aflição, questionando-se aos objectos do quarto, o que é que lhe vai agarrar de novo o coração? O que é que lhe vai ocupar a mente para se sentir completo e de mágoas afogadas?
Sinto-me sem sentidos. Os dois únicos sentimentos que consigo ter na minha mente são, o vazio que preenches em mim, ao qual chamo amor. O outro é de uma comichão na espinha que me faz arrepiar os cabelos cada vez que penso nele. A confusão que me invade é aquela de como será a minha vida amanha. Mesmo pensando constantemente que tu estarás lá ao meu lado. Com ou sem filhos, a fazer-me rir com as tuas infantilidades momentâneas que fazem cair gargalhadas em abundância. Até mesmo naqueles parques infantis, onde as crianças chegam a transpirar da enorme sensação de liberdade. (Confusão ya)

Sente o meu amor, através dos meus lábios. Eu tento tanto abraçar-te o coração, que por vezes nem ele tem força para sentir o que sinto quando o abraço.

E ainda tenho tanto para escrever amor. Tanta coisa.

domingo, agosto 30

[História] Continuação...

Antes de prosseguir, Inês foi interrompida pelo sol que banhou a folha, deixando-a sem perceber as palavras lá estampadas. Fechou os olhos e voltou novamente à folha.

“Comeu, foi para o seu quarto a correr, fechando a porta com cuidado, para não ser chateado pelos sermões das funcionárias. Fitou uma gaveta, e revirou os olhos, e abrindo-a, retirou da gaveta, um pequeno lápis e um caderno, onde escrevia pequenos pensamentos e técnicas de melhorar as suas habilidades. Escrevera sobre pássaros, de como conseguiam viajar por todo o lado, sem pedir a ninguém, apenas bater as asas e voar.
Fora a correr trancar a porta do seu quarto. Vestiu-se de forma a ir correr, pegou numa das fotografias espalhadas pelo quarto. Um pequeno penedo no meio do mar alto virado para uma enorme gruta. Observou-a, fechou os olhos e sem demoras, apareceu nesse pequeno penedo, mesmo à entrada da gruta. Voltou a fechar os olhos. Está dentro da gruta. Pega num pequeno pau, e diz umas palavras numa língua esquisita e o pau ganha um enorme clarão na ponta, iluminando metade da gruta. Sebastião vai para lá sempre que pode, para descobrir e aventurar-se mais sobre tal gruta que o deixa fascinado. Num dos corredores, existe um salão enorme com um pequeno amontoado de pedras, com objectos seus. Repousa num canto. Aquele pedaço de terra, não tem tempo, nem contagem de nada. Os relógios lá estão parados. Cada lágrima que solta, torna-se numa anedota que fica pelo ar até parar de se rir. O mundo lá é o contrário daquele em que ele vive. É diferente. É mágico, calmo. E gosta de lá estar.”

Inês encantada, correu o jardim, em direcção a uma cerca meio desvairada e partida. Pulou por cima dela e correu em direcção ao enorme campo, repleto de árvores colocadas completamente ao acaso causando uma das imagens mais tranquilizantes que vira na sua mente. Sorri e risse com os pulmões a bombear o ar novamente para fora para receber mais e mais. O coração salta de contemplação. Os seus olhos brilham com uma concentração fora do comum. Senta-se por fim. Encostando-se a uma árvore e repousando a cabeça num tronco meio saído da árvore. Volta a abrir o livro. E continua com a história que lhe está a tirar o coração das mãos, enviando-a para um mundo onde as surpresas são reais e a harmonia do silêncio é mais do que a melodia das pessoas com quem nos damos.

sábado, agosto 29

Um dia sonhei... É real sim!

Bate de leve, num esfregar bem forte, o coração. Quer expulsar males, que terão de ser libertados para o mundo exterior. Atormenta-me os sonhos, vive na minha realidade. Passeia junto a mim, tentando desesperadamente dar-me a mão, mas eu nego, e volto a negar até ao dia em que decidir caminhar sozinho ao meu lado, com os seus destinos traçados. Acompanha-me, não me sigas. Caminha ao meu lado com o mesmo objectivo, ou diferente do meu. Sem mais amores. Sem desilusões no caminho, apenas o brilho que fazes ao meu lado. Basta para sorrir sobre o tudo que tentas apagar bem cá dentro, ali naqueles cantinhos onde o amor aguarda com alguma ansiedade para sair e tu de plantão ficas noites e dias a guardar o canto, para quando for a vez daquele amor, tu pegares nele e rasgá-los como os cãezinhos mais novos fazem aos chinelos. - Não é para ti meu amor. :)

- Ela realmente gosta de mim.
- Qual é a rapariga que não gosta de ti?

sun rays on your skin by ~kln1
Fico ansioso se não te vejo, se não recebo uma noticia tua. Preocupa-me quando não fazes. Sinto-te mais para lá do que para cá, e começo a pensar que alguma coisa não está bem, mas sendo como sou, rapidamente te deixo em paz, sem nada fazer. E aguardo por uma notícia tua. A minha alma fica preocupada até ao momento em que me ligas. Fico calma durante algum tempo, mas não tempo suficiente para tal. Quando não ouço a tua voz, do outro lado do telefone, é como se o ar me fosse sugado dos pulmões, e tudo no coração contido fosse apagado com o silêncio que causas-te naquele pequeno momento. Fico também ansioso quando os meus lábios descolam dos teus, e ficam secos da tu saliva que mos tornas vermelho vivo.


summertime by ~alexciel

Quero pegar no nosso pequeno carro, dos anos 80. (sem dramatizar muito) Velejar pelos mares e cidades, e encontrar em cada recanto dos mesmos, um espaço onde possamos viver momentos de alegria, e de felicidade exorbitante. Retirar de ti todas as lágrimas, para nunca mais teres de chorar. Mas quando mesmo assim uma lágrima se soltar e voltar para ti, estarei lá para a impedir de se mandar do olho e escorrer cara abaixo. Não te quero ver chorar, mesmo que a tua carinha, se torne na de um anjo e os olhinhos os de um bebé. Não te quero ver chorar. Estou aqui para te dar a mão. Ou as duas se for preciso e quiseres. Quero dar-te abraços bem apertados, mas que não te retirem o ar dos pulmões. Fazer amor contigo no pópó. Ou numa esquina, ou até mesmo numa casa de banho publica. (yap) Ser feliz contigo. Eu nem peço uma cabana, (Amor e uma cabana) peso apenas o teu amor, e que a tua personalidade não se apague ao tocar a minha.

- É um jogo. É tudo um jogo.
- É a solidão sobre corações afectuosos, dos quais nada sabes.

Desejo:
Irmos apanhar borboletas e viver 3 dias de verão, 3 dias esses, sentir-me-ia mais deliciado, do que com o que 50 anos comuns poderiam conter.


Amo-te!

P.S: És tão mágico, garoto.

Continuação

Inês surpreendida com a habilidade do rapaz do livro, depressa se tornou claro na sua mente que também queria tal habilidade. Tentava de forma exaustiva fazer o mesmo, mas não com pessoas, apenas com os bonecos que permaneciam no chão. Leu por um bom pedaço de tempo, mais algumas páginas escritas à máquina, sentando-se bem devagar na cama.
Já cansada dos seus olhos verdes, e com a cabeça a fazer-lhe zumbidos nos ouvidos, decide parar. Decora a página, enquanto coloca um pedaço de cartão que encontrara no inicio do livro. Fecha o livro com extremo cuidado. Tratara o livro como se fosse um bebé. Sentia-se que o livro tinha magia. Sai da cama, em passo lento e aventureiro, dirigindo-se para a porta. Espeta repentinamente a cabeça fora do quarto, enquanto observa um pequeno corredor, coberto de uma alcatifa antiga, enfeitada com umas formas um tanto estranhas. Põem um pé fora do quarto e sente um calafrio correr-lhe corpo todo. Põem o outro também a jeito de não cair. Passa o livro para a outra mão e pousa a mão direita, num varão posicionado no lado direito. Dá passos leves sobre a alcatifa, na direcção da escada onde pára inerte sem saber que passo faz agora. Com cuidado, vai descendo as escadas bem agarrada ao corrimão do lado direito. A sua figura parece a de uma velha de bengala. No final das escadas, ouve vozes vindas de um sítio iluminado naturalmente. Ouve a voz de uma mulher. Segue a voz que atormenta o ar e encontra a sua mãe.
Fazem-se suar os pequenos pardais da primavera lá fora, no enorme jardim em frente há casa.
- Bom dia filha. Demoras-te a acordar. – Diz a sua mãe com um sorriso estampado no rosto.
- Mãe?! – Naquele momento ficou com um enorme vazio mental.
– Diz filha. - Mãe?! - Não sabia, mesmo o que dizer, ou sequer pensar. Não sabia quem era aquela senhora que a tratava por filha. Era estranho para ela. Algo não estava bem. Fez-se silêncio por uns dois minutos, enquanto ambas olhavam uma para a outra de olhar serrado a tentarem perceber que piada de mau gosto era aquela. Sem mais demoras Inês, diz: Há pois sim tu mãe desculpa. Não te estava a reconhecer, estás diferente não sei. – Deixou um grande sorriso de orelha a orelha no final da sua frase.

Senta-se num degrau, que dá acesso ao enorme jardim. Abre o livro onde o marcou e continua a ler a pequena história que a está a deixar intrigada sobre o menino e os seus poderes especiais.

“Sebastião? Vem comer, estás atrasado 5 minutos. – Diz uma das funcionárias do orfanato.
Sebastião sempre viveu num regime de horários e regras cuidadosamente pensadas e desenhadas. Sentia-se sempre preso nas ilusões e regras que os outros lhe colocavam nos ombros. Desceu para comer. Todos os meninos fitaram-no nos olhos, dizendo-lhe sem soltar uma palavra “Qualquer dia levas”.

sexta-feira, agosto 28

Cuntinuação da história.

A história começa neste post: As minhas almas...

Inês volta a enfiar-se na cama. É o único sítio, onde se sente refugiada. Ela não queria ouvir ninguém, se não o seu arfar Sentia que tinha um monstro cada vez que inspirava. Eleva a cabeça para a estante que paira fixamente por cima da sua cabeça. Olha-a durante uns longos minutos. Decide aventurar-se pelo ar, que acha estar contaminado de monstros pequeninos, impossíveis de se ver. Mesmo com o medo que faz os seus cabelos arrepiarem-se, ganha coragem, enchendo o peito de ar e pondo-se de pé, fica bem de frente para os poucos livros que lá estão colocados. Levanta bem devagar um dos seus dois braços. Cuidadosamente escolha o mais pequenino e mais gasto livro, é o mais velho livro presente naquela prateleira.
Era escrito à máquina com uma tinta especialmente desenhada para o efeito e textura de folhas. Parecia fazer uma mistura perfeita. Abrira-o com cuidado. Parecia-lhe um objecto estranho. No seu interior, na primeira página do livro, tinha letras, letras escritas à mão, de uma tinta azulada já um pouco gasta que esborratava grande parte de um nome antigo. Seguiu para a segunda página e começou por ler:

"O seu nome era Sebastião. Com a idade a rondar entre os 8 e os 12 anos, este pequeno senhor, era para muitos, uma personagem saída de um conto. Na verdade constava numa profecia. Um belo e elegante jovem, com uma inteligência fora do normal, onde mantinha professores e profetas a um canto. Tinha poderes, poderes tal e qual como aqueles que diziam Jesus ter. Este era bem diferente. As suas tardes não eram a brincar com os outros meninos, eram fechados no quarto a olhar pela janela do seu quarto, observando os outros meninos contemplados com coisas que para ele eram de perder tempo. Achava que lhe tiravam a criatividade. Que não o fazia de todo, ocupar a mente. Não se sentia a viver nesses momentos. Sentia o tempo voar quando isso acontecia. Quando brincava com os outros meninos. Foi desde muito cedo que se apercebeu disso. O tempo para ele parava quando ficava no seu quarto a observar tudo a acontecer lá fora. O vento e o seu barulho. O grito das crianças. As almas que o faziam arrepiarem de medo.
Não se sentia de todo sozinho. Era uma pequena criança, tratado com necessidades especiais. Não faziam grande esforço para o entender. No seu pequeno mundo, sentia-se o rei, o manda chuva de toda a sua realidade. Não era muito cruel. Apenas o suficiente para que os outros não se metessem com ele ou se chegassem perto dele com a intenção de o magoar de algum jeito. Consegue ler a mente das pessoas. Ele mesmo escreveu numa das pontas da sua secretária de madeira.: "Vi o que é que o João pensou"
Muitas das paredes do seu quarto estão cobertas de letras, palavras, números e desenhos. Algumas fotografias, estão espalhadas de forma cuidada. Com intenção de fazer lembrar alguma coisa que só ele saiba."

quinta-feira, agosto 27

Estás à ouvir?

yours truly. by ~florideiulie
Eu sinto, dentro do meu sangue, coisas que me estão a mudar. O teu pequeno coração, muda a cada palavra nova que ouves deste meu também coração. Mal posso esperar pelo diagnostico. Eu há muito que tranquei portas e me escondi nas sombras para não ser encontrado por corações que pudessem vir a partir ou eles o meu. Mas contigo, estou bem à luz do sol.

Desculpa o meu lado de infantilidade. Ele só quer ser adulto. Eu molho bem os meus lábios de maneira que quando te for beijar, não os incomode. Tu sabes bem que nunca irei para longe da tua alma. Vamos lá agir como pessoas grandes. É aquilo que fases, que me faz gostar ainda mais de ti. O mundo onde vivemos, é bem pequeno. O nosso é bem grande. Daqueles cheios de magia e uma enorme mansão onde passamos tardes agarrados um ao outro, naqueles jardins verdejantes. Tu queres uma razão para me manter para estar ao teu lado? Prometi-te que ficaria e vou ficar. Os segredos fazem parte de ti e englobam parte de mim.

E... Corações partidos? Saram ao meu toque! : D

As minhas almas...

Puregateorgy-"e-e-g" by ~Anemiasymptom

Há algo neste quarto que me deixa com os cabelos bem chegados à pele. A minha mente distorce momentos e comportamentos, fazendo-me esquecer de certas coisas, muitas delas importantes. Faz-me acreditar de que muitas as coisas que imagino na minha mente, e outras que sonho, são realidades. Realidades que aconteceram na minha vida. Tenho um momento esquecido por cada cabelo no meu corpo. As distancias são bem calculadas, os erros são medidos ao milésimo, enquanto que as pessoas são medidas de qualquer forma e feitio. A única pessoa que não consigo perceber... Sou eu. Por muito que escreva, surgem sempre as mesmas respostas, e sei bem que estas não são as verdadeiras, que algo se esconde atrás destas, impedindo-me de ver com clareza que coisa é esta que não me faz sentir aliviado de algum tipo de stress, pelo qual tento desesperadamente compreender. A minha mente diz-me que não tenho nada e que faz tudo parte da minha imaginação, mas eu penso: Será? Que provas tenho? Aceitar o facto de que não tenho, mesmo sabendo que posso ter e ignorar?

Algo me perturba o pensamento... Torna-se em ilusão, fazendo com que me veja consecutivamente ao espelho de uma determinada maneira, em que me agrada o que de mim vejo. Algo belo, mas ao mesmo tempo, algo doentio. Algo malévolo está ali. Bem naquele olhar, de um verde acastanhado. Faz o meu olhar prender-se no seu próprio meio, na tentativa de desvendar o que ali se passa. O que vai na mente naquele momento. Quais as palavras que conseguiram descrever aquilo que está a sentir. Aquele olhar que comunica comigo, ao mesmo tempo que lança um sorriso cínico e aconchegante com uma vertente demoníaca. Não é imaginação alguma meus caros. Estou a descrever tal e qual como é. É pura realidade descrita em palavras menos ou muito ousadas.

Sinto uma presença naquele olhar. Aquele sorriso que me faz sentir diferente e ao mesmo tempo esquisito e com arrepios atrás da nuca, que corre toda a minha coluna, vértebra a vértebra. Criou-se um desassossego dentro de mim. Sinto-me agora capaz de dizer parcialmente o meu problema. Estou viciado em pensar e estar constantemente a escrever. Numa tentativa de alcançar outro estado mental e de escrita descritiva. Sinto-me obcecado pela escrita. Tenho de parar imediatamente. Mas estou-me a sentir tão bem. Tem sabor de conforto e de vazio ao mesmo tempo. É como ver paisagens belas. Parece que tenho livros dentro de mim, à espera de um dia saírem, e a escrita de mil escritores ser aquela que ostento neste preciso momento. Tanta imaginação, tanta criatividade, tanta perspicácia e talento numa só pessoa. Um rapaz que escreve tão bem, ou pelo menos, que adocica e cativa a visão e mente de quem lê o que escreve. Como consegues? Como consigo? Como é possível? De onde vem tudo isto? A minha alma já se quer matar. Não quer ouvir mais perguntas. Não quer fazer mais nada. Quer apenas dormir.

Alguma coisa não está bem. Faz-me crescer. Dá-me arrepios, isto...


E agora um pouco de uma história, da qual quero fazer um livro.
Inês, acorda! - Diz a sua mãe com o tabuleiro na mão, de cara exausta.
Inês?! - Diz novamente já indignada.

Esta pousa o tabuleiro e dirigindo-se às persianas de um roxo forte, dando passos acelerados, afasta-as como se lhe medo tive-se. Deixando o sol apoderar-se do quarto de Inês, desceu até à cozinha, por onde se deixou ficar.
Inês, abrindo os olhos, em direcção ao relógio digital de cor vermelha, visiona os números que nele aparecem. Marcam 10:10. Óptima hora para acordar. Repara no tabuleiro que a sua mãe tinha deixado à bem pouco tempo, mas nem lhe liga nenhuma. Dobra os lençóis para o lado em jeito de carinho por eles e levanta-se virada à casa de banho, onde olhando-se ao espelho, se pode reparar que tem umas enormes olheiras, e o cabelo completamente oleoso e a cheirar a álcool. Lava a cara, tentado-se lembrar do que fizera ontem de noite, mas por alguma razão, não se consegue lembrar de completamente nada.

Continua...

quarta-feira, agosto 26

Levo-te comigo.


After the Storm by *valkirye

Para sempre, haverás só tu.
Estes são os lábios, que te dão satisfação.
Respira o meu amor.
Espera por mim, estou a chegar meu amor.
Vem cá, faz-me sorrir.

Chegas a partes de mim, onde nunca ninguém para lá delas conseguiu ver. Sou só eu, e tu. Cuidadosamente tocas em partes do meu corpo que me fazem desejar o teu. Na cara aguardas pela presença do meu beijo subtil, toque nos teus lábios encarnados, pintados de um bâton de sabor a pêra. O meu coração, bate bem depressa. Então este pequeno sonho, encontrou-nos no nosso sono. Quero marcar-te com os meus lábios num só beijo. Ficarei aqui à espera do teu soluço, para que nesse momento não sintas a falta do meu coração a bater no lugar do teu.

O meu sonho, cora as bochechas que preenchem o meu rosto. Estou aqui sentado, esperando por um sinal de aparição tua, para poder-mos ir viver a noite, e ficar acordados até ao dia. seguinte. É melhor apresares o paço, já estou a ficar com frio e quero que me abraces o corpo para me manter quente. Estas coisas não deviam ser ditas, deviam ser feitas. Amo-te Elo.

Um dia, levo-te comigo a ir ver as estrelas. Ofereço-te uma.

terça-feira, agosto 25

Viver junto a TI.

lovers by *AvrilkaTff

Apenas tu, consegues fazer este mundo parecer perfeito. Só tu consegues fazer a escuridão brilhar. Enches-me o coração com o todo o teu amor. Quando me seguras a mão, eu entendo que a magia que fazes, é o meu sonho a torna-se realidade. Minha, e minha só.

Abri as portas da minha alegria, e parte de mim, para viver coisas contigo, lindas de cantarolar . Caminhar, por lugares que ainda não foram sonhados. Sentir-me a ficar agarrado a ti.

Sonha comigo, nos belos dias de verão, e chora comigo nos dias de chuva intensa que causa o ardor do peito quando se lhe toca ao sair de casa. Sorri comigo quando o vento nos levantar as vestes e nos refresca a cara, enquanto puxa todo o nosso cabelo para trás. Deixas os problemas bem guardados na carteira que levas na mala, enquanto que os meus, guardo-os bem num dos bolsos das calças.

Na tua personalidade eu acredito, que contigo ao meu lado, sentir-me-ei forte. Uma verdade, dois corações, unidos para criar uma perfeita sintonia de bateres distintos, causando sensações, acarinhadas e bem aconchegadas nos braços de ambos. Pegas na minha vida e tornas-a bela. E então dizes que me queres deixar bem ali naquele pequenino lugar, para me ver a brilhar para toda a eternidade. E então corres para mim, abraçando-me, como se soubesses, para o que é que eu nasci. E foi para ti. Caminhando ao teu lado, vou sempre estar lá com ambas as mãos para te apoiar e segurar, assim como levantar nos momentos em que a vida te pregar partidas e sustos que te deixem indefesa. Quero... Chorar contigo. Fazer sorrir os teus olhos, de maneira que se sintam manteiga.

Quero sonhar contigo. Viver bem juntinho a ti. Fazer-te sentir necessária. *

Casas comigo?!

segunda-feira, agosto 24

Não se nasce...

Notes From The Underground by ~liquidkid1

Não se nasce escritor, torna-se, adquire-se do dom.

Serei de uma linhagem esquecida, de escritores, onde as palavras eram bem ornamentadas?Um dom, dizem muitos, outros, uma forma de vida, outros uma coisa fenomenal. Coisa que nunca gostei de fazer antes, era escrever. Fosse há mão ou a computador. Era coisa para que nunca tinha gosto nem motivação. Parece ter encontrado algo com que entreter a minha mente. Para não andar por aí a vaguear como um louco. Sinto-me a controlar bem as coisas. Capaz de segurar os cavalos pelas rédeas. Como ia a dizer, escrever para mim, era visto como uma obrigação, como uma coisa que me deixava doente. Tornava-me mais frio com as pessoas no momento em que me pediam para escrever composições ou fazer ditados.

Deixai o sono pegar-me por ambas das minhas mãos, quietas e atormentadas. Mostrai-me o contemplar em sorrisos menos inexperientes de forma a agradar mais o meu lado cómico. Torna-se dificil gostar de algo assim, quando o prazer sobe pela alma, tornando o pequeno gemido que se afoga em meu peito, respirar a calma de um outro dia.

Apenas escrevi.

Desejo um amanha assim

in.p by ~SnjezanaJosipovic

Quando a minha alma morrer, quero que peguem nela e que a ponham num outro nível, num patamar mais elevado. Seria como um desafio, alguém perpetuar a minha capacidade. Melhorar seria ideal. Inspirações não me faltam, realidades e imaginação não acabam. Mesmo que não haja invento e recrio novas. Neste momento sinto-me meio morto. Apesar de que estes últimos dias tenha escrito mais do que em outros, quero abrandar o ritmo por um bocado. Se coloca-se tudo no blog, ninguém lia, nem tinham pachorra para ler os outros 10 textos que tenho para trás escritos no mesmo dia. Estou a escrever para inovar e realizar novas complicações. Escrever mal quantas vezes poder, escrever e escrever, para que palavras esquecidas me surjam em efeito dominó. Paro.

As complicadas ausências, que faço por reviver e outras por forçar esquecer, são aquelas que mais me obrigam a escrever. Novos hábitos de escrita, juntar palavras numa ordem que seja de bom agrado. E quando um dia já não saber o que escrever, que venha alguém e me diga: "Descreve o que sentes!" E daí surgirão novas palavras. Criação. Inovação. Não quero sofrer de ignorância. Plim, tlim... Levanto-me outra vez. O efeito de Fénix um dia chegará a ocorrer em mim.

Quero um bater de asas mais complexo do que aquele que fazes neste momento. Faz lá. Quero ficar admirado com a tua destreza. Surpreendo-me de tal maneira que pareço nunca ser eu a escrever. Uma outra personagem talvez.

domingo, agosto 23

Querem que te vás. Mas eu digo para ficares bem aqui.

Goodbye by *chililady

Procura tudo o que te faça sorrir. Tu nunca morrerás dentro de mim. Apaga as memórias que te fazem pesadelos em sonhos belos e maravilhosos. Tira tudo de cada um. Força o teu nome a ficar no ouvido de quem o ouve. Faz isso todos os dias, do teu jeito, receberás mais do que esperavas receber. Não te afastes para longe do que te faz sentir bem. Não te afastes de mim. A menos que querias experimentar aquilo que fica para lá das planícies dos desejos que guardas na tua mente. Pega no que vives e esconde bem, pois há gente que não tem nada a perder e leva tudo isso sem te perguntar como nem porquê.

Eles mal sabem quem tu és. Eles nem querem saber o que fazes. Não agem segundo aquilo que pensas.Querem que tu saltes de uma ponte. Não esperam por ti nem que sejam grandes amigos. As prendas que te oferecem são as facas já espetadas nas costas dos outros. Querem-te fora do caminho. Não ligues. Foi um mau sonho. Asfixiava o que sangrava. Não consegues mais. Estás farto? Não consegues chorar? Não te deixam ser o que queres. A dor é uma das tuas amigas, o suar e o calor que te rasgam as veias, são as coisas que mais te matam. Não consegues mais? Força. Um passo. Agora o outro pé à frente do outro. Causa-te o dobro da sensação que não queres sentir. O sangue que um dia era teu amigo, é agora teu inimigo. Enfrentas o caminho com as lágrimas nos olhos, correndo sem te aperceberes da enorme parede que está mesmo à frente. Está na altura de enfrentar o mundo. Pensas tu constantemente. O drama que percorre a tua mente, forçando a imaginação a chorar e o pulmão a soltar gritos de depressão. Esbarras por completo na parede que te impede de seguir. Ficas com olhar de interrogação, questionando-te a ti mesma de como foi possível tal parede aparecer ali. Adormeces com a pancada.

Querem que te vás. Mas eu digo para ficares bem aqui.

Andar em círculos com passos bem largos.
Vamos parar por aqui para descansar as nossas almas. Perfeito não?

O presente distorce o passado.

Alone by ~escape-to-the-stars

Guardo presentes, para dias contentes. Guardo merendas para dias menos complexos de felicidade. Acrescento o sal aos dias em que menos tempo estou, só para lhe causar uma boa sensação, ou pelo menos disfarçar o seu mau complemente que me causa insatisfação. Se hoje foi um desses dias, não dei conta. Foi cheio e de um momento bonito. Foi tão delicado e tão preenchido que nem dei conta.

Quero juntar nomes. Fazer deles vidas distintas. Fazer coisas que ontem não pude fazer. Vou gritar. Não tenho nada a perder. Mesmo que tirem de mim tudo isto. Não será dificil fazer-me desistir. Pegar uma pedra em cada dia, seja ele de bom tempo, ou mau tempo. Vou pegar nelas, quer goste quer não e vou polas no meu quintal.

Construir pequenas casinhas, para colocar todos esses dias a morar juntos. De bom agrado, faço um pequeno parque. Se, se mostrarem capazes de mais, devolvo-lhes a sua originalidade.

A Realidade Bateu-me à Porta

.Reality knocks at my door. by `Nonnetta

Desculpa coração, sei que te custa o que vais ouvir da minha boca, mas não podemos continuar. A tua tentativa de ausência, para provar seja lá o que querias provar, dá cabo de mim, e não aguento mais esses jogos que fazes comigo. Aceita este beijo na boca, como sendo o ultimo que te dou. Faço muito bem a minha vida, mesmo que tu decidas parar, para me fazer também parar. Pois enganas-te. Posso ter de levar contigo o tempo todo da minha vida, mas não me vais impedir de viver. Sei que te custa ouvir isto coração, sei que és meu, mas não te posso cortar. Tu já não fazes as funções a que te propuseste. Tu farias a tua parte, que era amar alguém e deixar a minha alma ditar o caminho. Mas querias fazer as duas coisas e isso eu não consigo aceitar. Temos de cortar laços, ou então começa a caminhar e a atinar para podermos ser melhor. Podes pelo menos tentar?

É que, coração, não quer que morras, não quero que te separes de mim, nem quero muito menos fazer-te ou ver-te chorar por coisas que podes vir a fazer. Só te quero ver feliz, e sempre que olhar para ti, e tiveres um sorriso nos olhos, vou dizer o quanto gosto de te ter, bem agarrado a mim. Não quero falar mais sobre isto. És meu e quero o melhor para ti. Ama-a como deve de ser. Está bem?

Gosto de te ter comigo, mas estás a levar tudo por caminhos que não consegues pisar.

Amo-te Elo. Uma semana. Venham mais amor.

sábado, agosto 22

A borboleta Negra.

whisper by ~wasted-photos

Num rio, onde água cristalina e calma faz a paz ficar rendida ao seu esplendor. Subitamente um fio de algo negro e sujo, faz-se aparecer misteriosamente, deixando um apressado sentimento de que algo não está bem. Senti os anos a passar, mais uma vez. Senti-me a ficar colado à pedra, ao qual estava sentado. Senti naquele momento o peito a encher-se como nunca antes. Queria poder culpar alguém naquele momento, mas só havia eu ali. Então fiz força para sair daquela pedra. Não conseguia, até que aquilo, tal como tinha começado, desapareceu e largou-me por completo. Foi estranho.

Enquanto a minha beleza morre fora de mim, vou tentando manter a ordem dentro de mim. Uma borboleta Negra, aparece, batendo as suas asas com determinação, fazendo um vento bem pequenino que me fez sobressaltar todo o corpo. Fiquei imóvel. Nunca vi uma borboleta Negra. Pareceu-me tão assustada e ao mesmo tempo tão perdida ao ver as minhas erupções emocionais a romperem-me a pele. Afastou-se, dando dois bateres de asas para trás. Que se passa? - Perguntei eu, com soluços na voz. Mesmo que por dentro tenha sentido que o tenha pergunta com alguma admiração e dúvida. - Estou apenas assustada com o que te está a acontecer! - Respondeu ela, com a sua voz de borboleta, aproximando-se da minha cara, batendo as asas bem devagarinho. O seu olhar, fez brilhar parte do meu coração. Olhos pequenos, que mostravam coragem e uma certa nostalgia. Senti-me nesse momento que ela se sentia o patinho feio, e que eu passara de cisne para patinho feio. Hoje sou bom, amanha já não. No dia seguinte serei bom, no outro já não.

Não precisas de ser bom todos os dias. - Disse ela aproximando-se ainda mais.
Eu sei bem que não, como faço para aceitar isso? - Disse questionando a sua beleza e mente.
Não precisas de aceitar. Apenas fazer um pedaço de cada vez, sorrir por momentos. Penso que basta. - Diz Ela.
Estou a ver... Ei, só mais uma coisa. - Digo com a curiosidade num cantinho da boca.
Diz! - Diz Ela.
O que fazes para seres assim tão bonita? - Pergunto.
Sou tão bonita como tu me imaginas. - Responde com um sorriso.
Como consegues ser tão perfeita? - Fazendo a ultima pergunta, limpando uma lágrima.
Não sou, mas digo que uma boa maneira é imaginares-te assim. Tal como eu faço. - Responde com clareza.


Mais nenhuma pergunta foi feita. Todas as erupções que estivera a ter, pararam por instantes, enquanto mantinha conversa com a Borboleta Negra. Pareciam pasmadas a olhar para as palavras que lhe saiam da boca. Fiquei quieto enquanto me inspeccionava. Todos os recantos, cada bocado de carne, cada imagem guardada.

Um sorriso esboçou, e nada atormentou.

"O presente distorce o passado." - Pedro Miguel

sexta-feira, agosto 21

As lágrimas dos sonhos...

Maybe Next Time by =P0RG

Antes de mais. baixa a música e ouve lendo o texto ao mesmo tempo. (Poem em Repeat/Repetir)
Baixar Ashes to Ember - INTROducing the end


Sinto-me preocupado com algo vazio. Não está completamente tapado. Ele bem diz que sim, mas eu não consigo acreditar. Estou demasiado concentrado nas pessoas que me rodeiam de coisas simples e de momentos únicas. Onde as consciências e amores amaldiçoados estão bem fundo, mais do que imaginava. As mágoas e os olhares distantes que se comprometem dizer que sim a tudo o que nada têm capacidade de saber. Estou feliz por saber que posso tomar conta de mim. Há primeiras vezes que se tornam em ultimas. À minha volta o calor desaparece, dá lugar ao sentimento de indesejado. Cara vazia de emoções, olhos negros como a primeira cor que aprendi na escola, o preto. No corpo aparecem manchas negras, onde se encontram as veias. Do coração dá-se um soluço forte. Da minha boca sai liquido preto que me impregna o corpo. Está a destruir tudo o que me é útil à vida. - "É o coração!" - Diz uma voz que sai de dentro de mim.

O meu corpo tem agora uma cor indesejável. Não o consigo ver. Quando olho para mim, é como se tudo o que é meu, não existisse. Os olhos negros que a dor me deu, mostram-me paraísos. Mas paraísos diferentes. São vidas, personagens, objectos, seres, emoções, letras, tudo paira no ar como se tratassem de estrelas na vida de alguém. Oferecem-me presentes se eu as escolher Tenho mais de mil razões para escolher um caminho. Todos eles tapam-me a visão, turbam-me a vista para não ver o caminho de cor amarela feito de tijoleira, onde leva a um horizonte de linha preta, incapaz de me aperceber qual o segredo para o seu amarelo vivo. Afasto tudo bem devagarinho. É uma selva de paraísos, assim como nuvens de galáxias que paira no espaço do universo. Todos aqueles presentes deixaram-me nervoso e acanhado. Segui em direcção ao caminho que nada tinha para me oferecer. Permanecia simplesmente ali. À espera. O que mais me faz desejar aquele misterioso caminho, é ser simples, calado, calmo, e tranquilo com as escolhas dos outros. Sem que o sofrimento ou a inveja se lhe apoderem da alma. Aquela coisa incontrolável de controlar. É uma estrela sim, sem dúvida. Tem paredes como qualquer outra coisa. Estes, foram criados por aqueles que já a escolheram. Parece ter sido um autentico paraíso com poderes mágicos e únicos. Onde histórias de uma magnitude incalculável se tenha lá dado. Parecia ser desejado por muitos. É como se tivesse sido um autentico "reino" onde o primeiro deixou a sua marca de como viveu ali dentro e o outro a seguir, e o outro, até chegar até mim. Estás a entender onde quero chegar? É um lugar mágico, rodeado de paredes bem altas. É um lugar de todos, onde cada um vive o que quer. Um mundo à parte do nosso. Um mundo onde o saber viver pouco importa. Mas o gostar de o fazer, torna-se o mais importante. Saber viver pouco importa. O que mais importa, é o gostar de viver. É isto que eu vejo hoje. Até que um dia pense e sinta o contrário. Tenho mais um mundo onde viver, onde me refugir, onde me encontrar, onde conseguir ser feliz. São os gritos que falam por mim. São as lágrimas que solto hoje que me irão construir tudo amanha sem dar conta da dor de hoje. Ainda sinto.

Algo me atropela a mente. A chuva começa a cair. A cor negra do meu corpo lentamente começa a desaparecer. Os olhos permanecem negros, porque assim gosto de os ter. Porque é com eles que vejo o mundo que descrevi há pouco em cima. Onde tudo é imperfeito por natureza e belo por magia. O coração lentamente começa a parar, o ritmo vai-se afogando numa lentidão atormentada pelas picadas que um dia não muito longe deste levou um encontrão.

Sinto pequenos estalidos a palpitar bem dentro do meu pequeno coração.
Não nos preocuparemos com o futuro pelo qual não temos controlo. Vamos amar mos nos, como nunca. Desejar-mos viver mais de mil vidas até que o nosso coração se apague.

Este, foi sem dúvida o texto, que até hoje me deu mais prazer e orgulho em dizer-me a mim mesmo, que estou vivo, que sinto e que choro como todos os outros. As gostas já me caiem pelo rosto abaixo. O meu coração vai batendo bem devagar. As minhas mãos cansadas e habituadas a escrever tanto que o esforço para se manterem acordas de nada lhes serve para eu parar de escrever. São minhas. São vida, são sentimentos que ergo acima da cabeça com orgulho. Sou eu. Sou orgulhoso de mais para gostar realmente de alguém. Que me queimem corações, que me matem o meu centenas de vezes. Partam-me o peito com as estrelas que iludem os céus, façam o sol explodir de dor.


Ps: Sou eu. Ninguém. Deixa-me chorar.

Jóias temporais

delusion by ~kurabie

Gentilmente abraço a noite que me dá suspiros ao ouvido. Reflicto nos seus sentidos, onde o amanha apaga o passado e me aconchega o momento. No meio da rua, estás a sorrir para o meu coração. Esse teu sorriso que me dá alegria e me tira todos os males do coração.

"Importas-te que olhe para ti durante um bocadinho? Quero recordar a tua cara para os meus sonhos" - Dizes tu com um sorriso a sair dos teus olhos e uma voz meiga a sair do meio dos teus lábios.

Não sei como é o amanha, nem sei como é não se ser. Não te preocupes, não te vou largar. Quando cair. Quero-o fazer longe de ti. Não quero que sintas o penso da minha dor a escorrer-te pelos ombros abaixo. Há coisas que lamento. Tu não és nenhuma delas.

Voltou outra vez

Tive de novo um sonho molhado e completamente estranho. :s Tive outra vez um orgasmo entre o sonho e o acordar para a realidade. Foi tão intenso que só me lembro de sentir a cama a ficar molhada e completamente suja.

Adoro sentir o orgasmo, odeio é ficar todo sujo. --'

Não quero acreditar no que os meus olhos veêm

peek a boo by ~granula

Adoro ler o que os outros bloggers escrevem, mas parece que tenho andado sem tempo ou com vontade. :'$

Sinto-me de volta do lado dos mortos. Todos os passados por que desejei saltar. Aqueles dias sombrios que me atormentavam as almas e espíritos, protectores residentes em mim. Forçavam-me a correr sem destino, sem olhos na cara para ver a vida da maneira que deve ser vista. O calor ficou no passado, o frio já se foi há já algum tempo. Faço isto todos os dias, dou o que posso dar, e coisas que nunca fiz na vida. É parte de mim que se está a tornar.

Pego no que vivi, e atiro ao rio o que já não quero, recebe de mim quer gostes quer não. Mostra-me tudo. Quero voltar para casa. Eles procuram-me constantemente, perguntam por mim, mas eu finjo não saber de quem se trata. Já vejo caminhos traçados, pedaços e bocadinhos de migalhas, pedras no caminho de Fernando Pessoa, as águas traçadas e completamente bem estruturadas por Camões, as letras a formarem-se como Bocage no seu auge enquanto vivo. Eu vou dizer-te o que queres ouvir, tenho medo é que não percebas nada e me apontes o dedo. Criei as paredes que me fizeram sentir sozinho. Faz tudo parte do medo.

Guardei a carta debaixo da cama. Não a quero abrir. É tua e não te quero reviver. Penso coisas que não és. nem pergunto a razão do teu coração bater mais do que o meu. És correntes que me prendem a um passado que quero esquecer.

quinta-feira, agosto 20

Encher-te de prazer

favorites and lovely things by `suzi9mm

Atenção! Este post contém material explicito para mais de 18 anos. Não me responsabilizado pelo teu desgostar. As pessoas deviam ser abertas! :)

Estou na cama, mesmo ao teu lado. Apetece-me. Apetece-te também? Não? Porquê? Porque estás com dores de cabeça? Ó bébé, essa já é utilizada pelas mulheres há anos. Não caio nessa. Não, não.

Chego-me mais para perto de ti, beijando-te de seguida o pescoço, onde o cabelo é acariciado pelas minhas mãos. Beijo-te o nariz, a bochecha esquerda com a fofura bem na ponta dos lábios. Chego-me para cima de ti, de boxers quase completamente retirados, com indícios de que estou mesmo com vontade. Deixas-te seduzir pelos meus toques e caricias no teu corpo, enquanto te dou beijinhos à peixinho. Fazes-me sorrir com as caretas de interrogação que fazes. O brilho nos teus olhos pedem por mais, e por isso enrolas os teus braços atrás da minha cabeça, fazendo-me assim sentir mais próximo de ti. Puxas-me com mais força para que te sintas amada na cama.

Tiro-te o soutien e sorris tentado que ele não caia na cama. Soltas e beijas-me. Peitos mais lindos, sussurro eu.

- Tu só estás comigo por causa das minhas mamas é, Pê?
- Não amor, nada disso. Eu amo aquilo que és aí dentro, e amo todo o teu corpo. Com ou sem amo o que és.
- Há bom.
- Mando-na. :D
- Não sou nada bebé. :'$

Continuando nos preliminares, desço as tuas cuecas a ponto de estares completamente nua e eu ainda de boxers. E tu? Não te despes? Dizes tu toda indignada. E eu faço cara de santo e ingénuo retiro-os rapidamente. Penetro-te com cuidado enquanto gemes e colocas as mãos nas minhas pernas para controlares a penetração. Fazes cada carinha filha. x.x Mais beijinhos, mais caricias, e mudamos de posição. haha adoro a transição de posição. xD (aquele meio termo, onde se pensa em tudo em nos de 1 segundo +.+) E bem resumido, dá uma coisa deste género: Violava-te toda carago. :b

Fazes-me vir enquanto gemes e vens-te, e posso dizer que consigo sentir-te a vir. Sinto-o quentinho e aconchegado. Estás pronta para outra? (a)


Ps: Quando ontem me disseste que aí eu era conhecido... :$

Coração Doce

dreams. by ~mrzn89

Olho para o céu, e vejo que algo está a ser escrito. É o meu e o teu nome. Seguido de uma palavra "amo-te". És tu desse lado que escreves com o coração. Ainda o sinto o bater a ecoar pelo céu.

Recebi o texto abaixo por sms, há já alguns anos e decidi registar aqui. :)




A rapariga pergunta ao rapaz se ele a achava bonita, e ele: Não!
Ela perguntou se queria ficar com ela, e ele: Não!
Ela perguntou que se ela se fosse embora ele iria chorar, e ele: Não!
Ela virou as costas a chorar, e o rapaz agarrou-a e disse: Tu não és bonita, és linda, eu não quero ficar contigo, preciso de ficar contigo, eu não iria chorar, ia morrer!

Já não tenho medo Elo. :'$ És essencial para mim. Quero tocar nesse coração pessoalmente. Deixar-te a boca seca de tanto beijo. E tocar nesses peitos. (a) - Adoro maminhas. +.+

Ps. Hoje estou em Viseu. Amor saí mais cedo. :'$
Beijinhos nessa boca. x.x - Amo-te bé.

quarta-feira, agosto 19

Olhos na escuridão

ROAD TO NOWHERE by *paRanOYiqzz

Deixei-me cair para o lado que durmo melhor. Entrei na cama e de lá, nunca mais saí. Tenho forças, mas não as quero usar. Paro para pensar, mas já nem isso quero fazer. De luto estão os lençóis, por saberem que já estou demasiado tempo na cama a pensar e a escrever da mesma e determinada maneira e sobre a mesmíssima coisa aqui neste recanto escondido na Internet.

Eu não quero acreditar nos meus olhos. Vejo estrelas a caírem do céu. Começa a correr, esconde as tuas inocências, tapa as tuas cicatrizes, porque vou ao teu encontro. Sinto-me parado a contemplar a escuridão que dá sinais de não acabar tão cedo. Tento escapar das paredes invisíveis que me prendei mesmo de baixo do manto negro que abate sobre mim.

A minha mente acanha-se com os sons que fazem estrondo sobe os meus pés. Amanhece e vomito lágrimas que transbordam no coração. Afogo-me em remorsos infinitos de esquecer. Caminho demasiado. Todas as noites seguro na almofada para que esta não me fuja, para manter os sonhos bem acordados.

Quero deixar de ser uma estrela, e passar a ser um sol.

terça-feira, agosto 18

Escrever histórias em dias diferentes

Sublingual3 by ~Katsux

Quando vês que isto não chega ao fim, e que continuas a fingir que tudo isto te tira das sombras. Pega no medo que te parte em bocados. Renova este caminho, por uma nova estrela, que vem na minha direcção. Enquanto o mundo se tenta desviar.

Passear contigo por todo o lado. De mãos dadas. Falar para ti. Sentir a tua voz a romper os ouvidos e a bater-me na cara.
Correr centros comerciais, praias, feiras, sítios, todos ao teu lado. Momentos são guardados em corações arrancadas de cada recordação. Aqueles momentos passados ao lado dos outros corações que já estiveram agarrados a nós. Todos os pontinhos e nódoas negras que foram causadas. Estão a cicatrizar ao teu lado.
Se vivesses aqui.... Nunca te largava. Acredita que não. Levantava-me às 6 da manha e corria em direcção a tua casa. Ficava lá o dia todo. Fugia contigo para recantos do jardim e passava lá tardes maravilhosas. Levava-te a cafés para conversar-mos sobre tudo e todos, e acariciar-mos a barriga com comeres normais de quem tem "fomita". Levava-te para os becos escuros das casas abandonas e passava lá a noite contigo em trajes menores e em posições de excitar as partes mais intimas de nós dois.

És um espinho na língua, que não quero tirar.

segunda-feira, agosto 17

Puro Mistério!!

Done, If We're Undone... by ~Twilight-Darling

És a borboleta mais bonita do meu jardim. Aquele carregado das flores magicamente coloridas. Sobrevoavas tu, num belo dia de verão, coleccionando aromas e pozinhos mágicos que arrancavas delicadamente de cada flor onde pousavas. Aterravas como se o chão que pisas se partisse em bocados. "Era lindo" - Aclamavas tu com um brilho intenso nos olhos. E então, fui para perto de ti, registar com o meu coração cada bocado de cada gesto teu. Admirava-te desde que rompeste os portões a voar que nem uma maluca à procura de um sitio bonito para estar. Pegava na minha máquina fotográfica, e ficava a observar-te dias inteiros, enquanto de ti saiam maravilhosas coreografias voantes e com um sentido de abstracto no ar, causando-me uma ansiedade de poder ter metade da tua inspiração. Sentava-me todas as manhas, de todos os dias, à espera do teu acordar. Guardando na memória o teu espreguiçar e o teu novo começo de dia. Era diferente. Não sei porquê. Mas era lindo de se ver. Tiravas o meu coração do sono mais profundo. Imaginava sempre, como serias tu, se fosses uma pessoa. E não parava de pensar, o quão bonita eras, e a personalidade que me atiravas para o meu peito em forma de me querer conquistar. Originalidade... És mais do que tal palavra.

Há dias em que penso para mim: Será isto um sonho, ou um fenómeno da realidade a entrar na minha vida? O amor é estranho de explicar. Uma vezes sentimos bem que não queremos mais ninguém, que é perfeito, como depois estaremos a esfolar e forçar a cabeça vezes e vezes sem conta, do que é que sentimos realmente por esta ou aquela pessoa. Deixo o coração bater e pensar por mim. Assim não tenho de me segurar a pensamentos, que poderão estar errados. Deixo o coração levar-me para onde quer ir. É verdade sim. Quando metade de nós, transborda de beleza na outra pessoa, não pensamos em mais nada.

Tocar no teu peito, e senti-lo a ganhar volume e a ficar firme, enquanto te tento beijar, bem no meio da boca de lábios carnudos.

Ó Elo, fazes-me sentir assim. Sem palavras. :$

Sai comigo.

Não há nada a esconder. A calmaria que se desfaz lá fora, num tormento tempestuoso dos sentidos da realidade, das ondas sonoras que me fazem questionar sobre aquilo que ouço. Deixa-me pensar outra vez, e caminhar em direcção ao abstracto, e acalmar o coração que sofre de uma tendência de querer saber se está tudo bem, com a rapariga que me guarda a alma.

A satisfação é incompleta e desnecessaria. Porque não pegas em tudo o que te destroi e me mandas à cara, atirando com força, forçando cada lágrima que deites, me atinja de tal forma, que sinta mais o coração do que a cabeça, que sinta que as sombras sejam mais altas do que as luzes que as formam ao meu redor. Arranca de mim todo o mal que me deixa aflito e sem palavras para te descrever em pouquíssimas palavras o quando gosto de ti. Torna-me numa pessoa carente do teu amor, para poder estar contigo todos os dias, sem faltar nenhum segundo de amor que te quero dar com o peito em chamas que me tenta matar a alma que grita desesperadamente pelo teu nome. Que fixa o olhar no teu corpo e em todas as suas formas e curvas. Faz-me respirar de contemplação por casa beijo teu, abraçando-te com um ódio que me domina o fisico que me impede de te poder tocar mais. O meu desespero faz-me agonias.

Aqui estamos nós. No local onde nos encontrámos e crescemos juntos. Todas as coisas que passaram ao lado de familiares e amigos. Todos os suspiros que deixámos morrer por momentos de alegria e felicidade infinita dentro dos nossos seres. Este lugar que nos traz recordações. Palavras... Deixa-me dizer que o teu coração estará sempre perdoa-do por todos os males que acontecerem. E quando o teu amor se apagar, juntar-me-ei a ti, de mãos dadas, e vou fazer o teu coração crescer e reviver mais um dia. Dar-te estrelas e luas, para que te sintas sempre em forma de coração. Mantém-te perto de mim, vou mostrar-te o desconhecido do meu corpo. Mostrar-te a ansiedade que o meu ser guarda para te ter. Consegues sentir? O meu coração está a arder com o amor que vem de ti. Consegues saborear? Deixa-me apagar-te as tristezas. Trazer-te uma lágrima no canto do olho enquanto te ris de alegria emocional.

Chamo-te. Quero-te. Preenches-me. Alma gémea. Amo.te Elo.

És mais do que mereço.

domingo, agosto 16

Evidenciar um vazio

fairytale land 2 by ~hypertech

Podemos sempre sonhar e fingir um acreditar onde tudo seria perfeito. É isso que faço quando sei que com poucas certezas, nunca terei ninguém a gostar de mim. É uma dor forte, mas é uma coisa que me tira um peso do peito, mesmo sabendo que é tudo imaginação do meu coração. Gosto de me manter assim. A criar coisas que me completam em momentos de necessidade e por vezes, apago as luzes, para poder sonhar mais alto e com mais força, para sentir coisas que gostaria de sentir e evidenciar. Tudo na minha mente, atrás/através de imagens. Sou um zero à esquerda. E nunca ninguém me irá crer. Sou infeliz assim, mas quando penso no que acabei de fazer... Subo de novo no mundo.

A minha alma, atrapalhada, foge para longe do meu corpo. Para um sitio onde ele não cabe. Fica por lá a admirar-se continuamente até que por fim, volta de novo para o corpo.

Decidi apenas dizer que te amo. Apesar de que palavras bonitas seriam melhor para caracterizar o que sinto. Mas o que sinto é mais do que a palavra amo-te. Sinto-me fraco, e ainda estou com as paredes pousadas nas costas. Queria fazer tudo isto sozinho. Subir os degraus com força invisível que protejo com grande cuidado e com valiosa oportunidade dentro de mim. Eu atiro todas mágoas para lá dos muros que um dia não me deixavam passar para lá deles. Estão hoje em pedaços, com os choques e abanões que o meu interior levou.

Fecha os olhos, tudo estará bem quando os abrires. Pára de te esconder e fingir que a tua vida vai bem. Não tenhas medo do que eles possam dizer. Estou aqui meu amor. Para te fazer sorrir. Acariciar a cara, limpar as lágrimas que saírem dos teus olhos, dar-te uma, ou duas mãos. Segurar-te por ambas e levantar-te em segundos. Aquecer o teu coração, fazêlo dormir em tempos de tempestade, para que não te cause danos. Quero preocupar-me contigo. Preencher-te o vazio que outros criaram. Tornar todos os teus pesadelos em algo maravilhoso de se sonhar.

Meus Deus, algumas coisas estão totalmente erradas. Vamos voltar um passo atrás para as melhorar. Apagar o vazio, por luz onde não existe, pintar de cores vivas as paredes que tenhamos a preto. Apagar doenças com sorrisos. Recorda-me o teu nome, no meu leito coração.

"Tu és giríssimo, escreves tão bem, és meigo simpático." By: Elo.


elo * não, acho-te giro :)
Pedro * Acho o contrário daquilo que tu achas.
elo * acho que estou a falar com alguém maravilhoso
* és giríssimo !
Pedro * Sou lá giríssimo.:$ Onde vês a minha beleza? Mostra-ma.
elo * eu mostro-te então

*olha o teu coração é enorme, desperta qualquer um. Tens um cabelo lindo, uma cara fofa, um corpo que deixa a desejar, és meigo, és simpático, escreves tão bem, deliro o teu sorriso, o teu olhar é tão doce.

Adoro-te Elo.

Traz de novo o Sol

Missed me by ~vampire-zombie

Ando num impasse. Numa tentativa de criar um texto perfeito, curto e preenchido em demasia em poucas linhas, carregadas de letras.

A escrita é aquilo que me faz ser quem sou, na minha quarta parte. Mesmo que muita dela seja pura imaginação e a realidade nem esteja para aí virada ou, sequer, o meu coração tenha sentido realmente o que eu escrevo com tanto pormenor e vivência de alma.

Os momentos, que passo fora de tudo isto. Tudo aquilo que vivo e sinto que não chego a escrever. O que se vive, é o que se vive. Fora disso sou tal e qual como tu. Parado ou não a olhar para pessoas com as suas vidas, onde ainda não reside o pensamento de que um dia irá envelhecer e respirar bem fundo o tempo que passou. Todos aqueles micro segundos, que dariam tão bem como fotografia. As corridas e risos de crianças que soam a tão pouco. Parte-se me o coração ao ver os namorados bem agarradinhos um ao outro. Inveja-me tal perfeição de aconchego físico e mental num tempo duradouro. Ai fico em pulgas a contar cada segundo e a marcar nas paredes no meu quarto todos os dias que passam até encontrar alguém maravilhoso. Ai, tanto suspiro.

Encontrar uma folhinha, uma imagem pequena ou demasiado grande, que me consiga causar uma enorme vontade de escrever e descrever coisas que nunca vivi. Atropelar constantemente a realidade e conjugar pequenas palavras para abstrair-me das maldades e bondades mandas embora. Ai carrancudo do catano.

Irás alguma vez gostar de mim?

sábado, agosto 15

Encontro. Já foi!!

Bom dia.
Hoje como previsto, vou estar em Coimbra, para juntar pessoal leitores do meu blog. :)
Vou estar nas mesas do lado de dentro, à esquerda do McDonald no fórum de Coimbra.
Estarei lá por volta da 1h30. (13:30)

Apareçam. :)

EDITADO:
aaaa Foi muito fixe, se apareceu alguém ou não, não sei, pois o fórum estava apinhado de gente, visto que era fim de semana e não havia lugares no tal local combinado. às 2 fui ver o harry poter e tá andar a mota. Não apareceu niguém fui-me divertir com o meu irmão. Ainda tive quase 20 minutos em pé ao lado do local de coiso e não vi sinal de ninguém. Fizeram bem. Para que ir só para conversar comigo? Realmente, quem é que me quer conhecer, principalmente estar na minha companhia?

Próximo encontro? Não haverá mais nenhum. Foi o primeiro e o ultimo. :)

quinta-feira, agosto 13

Porquê?

- Porque é que amamos sempre quem não nos merece?
- Para aprender-mos a amar melhor quem nos merece.

quarta-feira, agosto 12

Patinho feio.

NAAAH.. by =hoschie

Sou um patinho feio, tanto por dentro, como por fora. Não sou nenhum cisne, nem estou a caminho de o vir a ser. O vazio que sinto é maior que a beleza que dizes que tenho. É um buraco no meu coração que não se consegue tapar com palavras meigas e bonitas de dizer. O negro que me expõem é o mesmo que me mata cá dentro. Agarra em tudo o que é cor e pinta-o com bastante cuidado de uma negra e sombria cor.

Chamo a isto noite desmentida. Dor arrependida, amor incompreendido e intolerante por parte de imponentes pessoas que se elevam com outras. Momentos são fechados à chave, misturados na repugnância que ganhei na infância. refugiada a um canto está a minha personalidade. A ser alvo de criticas por parte do físico que a culpa e lhe atira pedras enquanto chora. Não tem culpa coitada, também não posso fazer nada. Que posso eu fazer?

Fecho os olhos, para não ter de ver os outros a olhar de mau humor para mim. Fecho os olhos aos outros, para que não tenha de me sentir incomodado e colocado de lado só com os olhares de mal criado e imperfeito. Tenho de ouvir o que estes dizem a meu respeito, não tenho escolha. A imaginação pára muitas vezes à minha frente a olhar para mim, em silêncio. Pousando a sua mão no meu peito. Sente o meu coração bater com força e com batimentos desentendidos. Sinto-me aborrecido o tempo todo. As confusões que os outros fazem na minha cabeça.

- Os teus filhos são lindos.
Mentira!!! Penso eu.
- O teu filho é lindo.
Mentira!!! Digo eu.
- Mas és lindo por dentro.
Mentira. Digo eu.

As mentiras continuam, e tal coração já se habituou às suas existências na sua vida quotidiana. Se nunca o fui, nunca o serei em nenhum momento da minha vida.

Sinto-me como o gato da imagem. Gostar de ser invisivel, ou de não ser alvo da atenção das pessoas. Parar de ouvir pessoas a falarem. Seja bem ou mal de si. Com dores nas articulações. Uma dor invisível, tal como aquela dor e vazio que se sente quando se acaba ou se perde alguém. Desejar bem lá dentro, ser apenas normal.
Crescer e viver sem ter de ouvir o coração gritar mais alto que as vozes que me vão na cabeça. Sentir o silêncio a ecoar nos tímpanos.

Fugir para longe. Longe de todas estas definições que me atormentam a delicada alma de criança que ainda reside em mim.

Quero esquecer. Porque o peito, esse, já me dói.

terça-feira, agosto 11

Em sintonia.

Dru 3by ~ebeninnali

É verdade sim. Tu pouco ou nada olhas para mim e já me estás a dar beijinhos e miminhos no canto da boca. Quando menos esperas estás a levar grandes e aconchegos apertos chamados de abraços amorosos, onde a saudade reside todas as vezes que me afasto do teu cheiro característico e de toda a aventura que expiras para fora. Eu sempre soube que eras aquela, que me iria dar uma nova oportunidade. Todo o sangue que perdi ao tentar receber o coração de alguém. Todos os toques que viraram feridas, já nada disso faz sentido quando estou perto de ti.

Era um rapaz, sem cara e sem nome. Vazio, perseguindo as sombras da noite e do dia. Sem forças para me lembrar de quem era. Olhar vazio. Guardo no meu peito, palavras cravadas e delicadamente desenhadas, escritas e elaboradas... Para que um dia te diga com amor: Atira isto para dentro do teu coração.

É no coração meu amor. É por isso que sentes essa dor que procuras intensamente ao teu redor, mas não sabes onde nem o que a está a causar.


Muitas vezes olho para o teu coração, e vejo uma sombra. Uma sombra, que tapa tudo do exterior. Não deixa passar nada, nem mesmo a luz que te enche os pulmões de alegria e a mente em demasia. É só veneno dentro de ti. Só veneno.

Atiro fora possibilidade de te voltar a encontrar. A vida parte-se em partes pequena e infinitas de recuperar. Dos meus olhos saem imagens, que se projectam na tua mente como um filme de cinema a 3 dimensões. Vê, e aprecia cada bocado, cada recanto de imagem. Onde vais? Nem pergunto onde estiveste, vejo que essa razão de ir embora está bem sólida. É a isto que chamas amor? É isto que tu achas que andaste a fazer em condições? Eu espero aqui por ti. Espero até que te apercebas. Irei pegar na tua mão e dizer que já passou. Espero mesmo bem aqui no meio deste circulo. Está na altura de te meteres cá dentro.

-O que eu pensava que era bom, era errado este tempo todo.
-Uma prenda para ti. Desembrulha a tua vida.

Põem-te sexy!!

sábado, agosto 8

Uma viagem por lá.

The trip by *duchesse-2-Guermante

Eu salvo o pior para dentro de mim até que um sonho venha e despeje tudo para me fazer esquecer. Lembro-me de como tudo começou. Nessa noite tudo ia de bom a pior. O que é que eu fiz? O que fizeram os meus pensamentos? Eu prometo que não irei esquecer do dia em que acabamos. É o fim para dois corações que se tentaram mutilar por um pouco mais de espaço e amor impregnado de loucuras doentias. Abro caminho pelas palavras... Estás-me a puxar depressa de mais e não consigo acompanhar a tua dependência. Toda a dor e sofrimento que fiz conter dentro de mim... Esqueço e atiro tudo fora.

Eu salvo o pior para dentro de mim.
O tempo passa e vemos que o amor se está a apagar sem que nenhum de nós tenha a coragem de dizer que está a ver o que está a acontecer. Todos aqueles sorrisos que se perderam em choros e tormentos em noites de conflito emocional. Extraio cada pulmão que está morto das águas que chorei à tua porta de tua casa. mantive o silencio no momento. O coração bate com a força de mil cavalos para tirar o negro que se formou como escudo protector, contra a agonia que me causaste. Mesmo à tua porta chorei e atirei ao chão o sentimento amoroso que tinha por ti.Deixas-me impaciente e largo de imaginação.

Porquê logo tu? De tanta rapariga tinhas logo de ser tu?! Para mim serás sempre imperfeita, assim como serei sempre imperfeita aos teus olhos. Por muito que queira respirar de alivio e de liberdade, o meu coração ainda permanece a gritar que gosta de ti, quando a minha mente só te vê como amiga. De tantas vezes que deitaram a porta do meu castelo abaixo, já não tenho preocupação em reconstruir um novo.

Feira Medieval. *.*

quinta-feira, agosto 6

A definir por enquanto. (actualizado)

Estou a magicar um encontro com vocês. :)

Um dos objectivos, será convívio.
O local será no Fórum em Coimbra. Talvez na Fnac ou na explanada exterior do ultimo piso.
Será na da parte da tarde, porque de manha é para dormir. Estão a ver a ideia não estão? será realizado no próximo sábado. O próximo que bem. Por isso, desmarquem tudo na vossa agenda e venham. (a)

Mais ou menos como será a tarde.
1º - Apresentação de cada individuo presente. :) (*)
2º - Quais são as técnicas que usas para escrever, de onde vais tirar a inspiração? (coisa morta)
3º - Qual será o futuro da escrita? Da tua e em geral.
4º - Como caracterizas o teu blog?
5º - Quem são os teus ídolos na escrita? Porquê? Encontras-te neles?
6º - Lanche / Jantar - Cada um paga o seu. :D
7º - Eu pago um gelado a uma menina em especial. (a)

(*) - Quem tiver vergonha não faz mal, diz apenas o nome e blog. :)
E se tiverem vergonha de falar, escrevam num papel que eu leio. :)

Vão ver que vai ser fiche*
Ps: Quem vai?

Mapas de Coimbra
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quarta-feira, agosto 5

Agarra-te com força...

- j u s t - t h o u g h t s - by *ameliemarron

Dou por mim a escrever sem saber o que mais absorver daquilo que me está a dar inspiração. Sinto o coração a bater cada vez mais fraco, e a mente a ficar mais gélida e fixa ao crânio que a protege. Os cabelos tapam-me os olhos e consomem-me os cantos da boca. A visão turba e desproporcionada, não me deixa ver com certa nitidez as sombras do ar que voam à minha frente.

Agarra-te com força, aos cobertos que te enfeitam a cama, e que pesam e te protegem quando dormes com a preocupação já guardada na ponta das meias, impregnadas neste momento nos chinelos de quarto que colocas delicadamente por baixo da cama. As almofadas que todas as manhas sacudes à janela com cuidado e leveza, como se um bebé se trata-se. Chegas-te à beira do lavatório onde estão penduradas e marcadas as coisas que usas todos os dias. Abres uma das torneiras ao calhas, passando a cara por água que te limpa e desperta a calma força interior.

Olhas para a cama, onde estou todo destapado, a meio centímetro de cair no chão mesmo de fronte. Colocas a mão na boca, sufocando um sorriso. Escondes e contens outro. E, muito antes de te atirares para cima da cama, soltas uma enorme gargalha quando me vez a cair da cama abaixo, chegando a dar um berro - "ham?". Coso a cabeça e mantens a gargalhada. Riu-me contigo.

"Quando alguém é bonito como tu, um sorriso é suficiente para me fazer sentir especial." By Iza87

Mantenho a memória num presente contente e tento transformar todo o meu passado apenas com este presente. Esfregando uma lamparina para acordar os teus sonhos, e transformar os meus. Depois da hora de almoço, corres ao quarto vestindo-te à presa de chinelos e calças e camisola de fim-de-semana. Corres em desespero em direcção à porta com uma ansiedade enorme. - É o meu irmão. - Gritas tu. - Ok - Respondo a correr em direcção ao quarto de modo a vestir-me para o receber.

Há semanas de pausas, outras em desespero total. Por vezes pergunto-me, o que era eu, se tivesse optado por outra pessoa, ou se não tivesse dito isto ou escolhido aquilo?! Por agora quero esquecer as outras vidas e focar-me nesta. Destruo amizades, crio conflitos, ganho amigos, desfiguro-me, protejo-me e reflicto em momentos que já aconteceram. O que será, que aqueles acontecimentos irão mudar amanha? Não era suposto ser um circulo?

Sinto-me frágil e delicado. Bebé de nascença. Etiquetado de adulto nos primeiros tempos de vida. Ainda agora aprendi a respirar, já me estão a por peso nos ombros. Ombros encolhidos, sorriso tímido, olhar acanhado...

E se te um dia dissessem:
"Ei, acorda, ainda estás a sonhar!"
"Não podes amar, porque não tens coração."

Agarra-te com força. Vamos a sítios onde nunca fomos e a ambientes intangíveis. Um dia, não muito longe deste agora, vamos descobrir coisas difíceis de explicar à nossa mente. De tão agradáveis, vamos chorar e gritar e sonhar dias e noites, por momentos como aqueles.

Desejar ser criança, é um sonho de qualquer um. Se pudesses voltar a ser criança, com a condição de apagar tudo o que fizeste até hoje, aproveitavas? Ou gostarias de manter o mantens agora dentro de ti?

É esquisito pensar que daqui a uns anos,talvez dias, faça coisas que nunca pensei fazer... Parece que é uma evolução e no entanto, é apenas uma necessidade e não uma evolução. Gostava de criar, criar mais e melhor. Infelizmente os meus objectivos são mais ambiciosos do que aquilo que posso chegar a fazer. Mata-me aquilo que penso agora. Tanta coisa... Que conseguiria descrever, mas que não me apetece de forma alguma fazer. Admiração. É aquilo que sinto.

Vivo o que o céu sente. Respiro o que a terra cria.
O amor é confuso, a vida próxima de irrealidades, e mesmo assim continuo a afirmar que:
Para quê morrer hoje, se ainda tenho um novo amanhã?

Sinto-me bem perto...

Matei a minha originalidade

Rise by =Etniezz

Levanto os meus braços no ar perante o céu gelado que me faz arrepios no corpo. Olho em direcção ao sol, e este ainda dorme, daqui a nada está a acordar com o barulho do mundo. Eu atiro a minha originalidade ao riu, atirando-lhe pedras, enquanto esta luta para estar à tona de água. Começo a chorar. Não consigo olhar mais, para tal crueldade que estou a fazer. As estrelas deixaram de brilhar. Taparam os olhos. Desencadeei, a queda da chuva, bem lá das alturas. Crianças choram, mães gritam, pais correm. Assusto estrelas a tal ponto que se apagam. Passo na rua, toda agente foge da minha beira. Eu pedi por isto. Caminho com o coração aos pulos, dizendo-me para a ir lá buscar, ou alguém a irá. Reflicto e ignoro. Ninguém quererá uma originalidade como aquela. Nem mesmo eu, que a tinha. Deitei tudo a perder, diz-me a mente. Ignoro continuamente sem olhar para trás ou respirar fundo. Apaixono-me antes pela realidade, deixando-me cair em seus braços para me amparar o choro que está preso desde à pouco. Soluço ao falar. Olho para cima, e sustenho o ar e a pulsação. Faço-os parar. Tenho mais de mil razões para chorar, só não o quero chegar a fazer. Sinto um peso nos ombros, como se alguém dentro de mim tivesse morrido. Chamam-lhe vazio dizem eles. Acreditava em algo sobrenatural e já nem isso consigo fazer-me acreditar. As pedras chamam-me monstro e insultam-me a mente até esta ficar avermelhada.

Preciso de silêncio. Tapar os ouvidos. Há tanta coisa que não consigo esquecer. Tanta coisa que ainda não disse e que devia ter dito. Navego em horizontes de pensamentos, nenhum deles é preciso e simples, tal como eu gosto. Todos eles despontam problemas e reacções irracionais.

Preciso de algo, que já não me existe. Não quero, não preciso. Dá-me cá, pertence-me, preciso dele, eu quero-o tanto. Dá. Olha que eu bato...

Tu não a mataste, acabas-te de a criar!

terça-feira, agosto 4

Descansa O Coração

Luc Coiffait 2 by *lucbecks

Levas-me as estrelas sem perguntar nada. Limpas-me o céu de nuvens, tiras-lhe a cor que o torna tão especial e incompleto. Transformas a beleza num tremor de mãos insuportável.

Tudo para que não me afaste de ti, esteja colado a ti. Que te complete quando já nada o consegue fazer. Abraças-me com força e obrigas-me a dizer que te amo, vezes e vezes sem conta num só dia. E esperas sempre que esteja sempre pronto para ti, para te dar amor e carinho do qual todos nós precisamos, e muito dele, não te dou, dou-o a mim mesmo porque também preciso de me tratar sozinho e aconchegar-me sozinho. Facilitando-te o trabalho. Abraço-te e adormeço-te nos meus braços. E tu lutas no meio deles, para te apertar com mais força para que sintas o bater do coração que dizes tu, que bate por ti. E eu não tenho coragem para ti dizer que ele bate por apenas uma pessoa e essa pessoa sou eu. Nunca te quis prender a mente, nem o corpo. És livre como uma pomba branca nos dias da paz. Onde toda agente está contente. Muitas vezes, até me sinto sozinho, só porque sais com as tuas amigas, e fazes jantares enormes e requintados com os teus amigos/amigas e nem a mim me convidas. O papel é teu e eu dou-te todos os dias uma caixa carregada de lápis de cores.

Desatas aos gritos, quando vou sair com amigas/amigos do trabalho, ou até mesmo da escola. Atiras com o anel ao chão, na esperança de me atacares o pequeno coração que albergo numa tentativa de o fazer parar de repente com ardor fazendo-lhe feridas emocionais. Queres fazer-me sentir vazio e já mal tenho cabeça para imaginar esse vazio. Tu é que andas vazia, e mesmo assim dou-te todo o amor que pedes e não contas. Nós dois temos os nossos objectivos, tenho trabalho e vivo para aprender a lidar e a melhorar a vida das outras pessoas, assim como a minha. E no meio de tanta gente maluca e imperfeita com um juízo fora do normal que me deixa perplexo e a desejar uma consulta rápida com os comprimidos receitados, para me tirar metade do trabalho. Drogando o paciente da melhor maneira.

Deixa-me em paz pelo menos um dia, ou deixa-me partilhar metade do dia contigo e fazer-te feliz ao mesmo tempo que me sinto feliz ao fazer parte de experiências novas e únicas que crio todos os dias. Deixas? Largas-te por um pedaço de mim?

Descansa o coração por um bocado bebé.

segunda-feira, agosto 3

Desafio

O que punhas a roxo? Neste caso foi azul, porque o meu roxo não se notava lá muito bem.

Formaste-te na Faculdade
Fumaste cigarros
Ficaste inconsciente de bêbedo
Foste a todas as diversões de um parque
Coleccionaste algo mesmo idiota
Foste a um concerto de rock
Pescaste
Dançaste numa discoteca
Seguiste alguém no metro ou na rua porque o/a achaste interessante
Viste 4 filmes numa noite
Passaste 3 dias ou mais sem dormir
Mentiste a alguém
Acabaram um namoro contigo
Alguém te encornou
Cheiraste cocaína
Baldaste-te a uma aula
Fumaste ganza
Estiveste num acidente de carro
Estiveste num tornado
Usaste drogas pesadas
Viste alguém morrer
Estiveste num funeral
Ardeste um bocado de cabelo
Correste numa maratona
Voltaste de uma saída com um buraco de cigarro na roupa
Tiveste os pais divorciados
Choraste até adormecer
Gastaste mais de 200€ num único dia
Voaste num avião
Engataste alguém
Foste engatado/a
Escreveste uma carta de dez páginas
Velejaste
Cortaste uma parte do corpo propositadamente
Tiveste um melhor amigo
Perdeste alguém que amavas
Roubaste algo de uma loja
Estiveste na prisão
Foste suspenso
Foste culpado por algo que não fizeste
Roubaste livros de uma livraria
Foste a outro país
Abandonaste a escola
Estiveste num hospital psiquiátrico
Leste um livro do Harry Potter
Viste um filme do Harry Potter
Tiveste um diário online
Disparaste uma arma
Jogaste num casino
Participaste numa peça de escola
Foste despedido
Nadaste com golfinhos
Beijaste alguém do sexo oposto
Beijaste alguém do mesmo sexo
Escreveste um poema
Votaste no BB/Operação triunfo/Ídolos
Telefonaste para o Toca a ganhar
Leste mais de vinte livros num ano
Amaste alguém que não podias ter
Ficaste confuso acerca da tua sexualidade
Usaste um livro de pintar depois dos 12 anos
Fizeste uma cirurgia
Levaste pontos
Fartaste-te de esperar pelo metro/autocarro e apanhaste um táxi
Tiveste algum problema com álcool ou drogas
Participaste numa luta
Sofreste qualquer forma de abuso
Pintaste o cabelo
Fizeste uma tatuagem
Fizeste um piercing
Tiraste só notas 20
Estiveste entre os melhores alunos da escola
Foste mandado para um psicólogo
Foste algemado
Conheceste alguém com HIV ou SIDA
Tiraste fotos com uma webcam
Começaste/ias começando um incêndio
Deste uma festa quando os pais não estavam em casa
Foste apanhado na alínea anterior
Fizeste amigos na net e conheceste-os ao vivo
Namoraste alguém conhecido na net
Ias sendo preso
Viste/sofreste um atropelamento
Ias sendo vitima da alínea anterior
Fizeste sexo virtual (com/sem cam)
Já tiveste problemas com a namorada do teu melhor amigo
Apanhas-te um escaldão
Um desejo teu realizou-se
Tiras-te a carta de mota/carro
Foste mandado parar pela policia
Fizeste várias tags como esta só para passar o tempo