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segunda-feira, dezembro 17

Quando o dia chegar


Quando o dia chegar aposto que vou estar nervoso, com enorme vontade de gritar bastante. Dizer as palavras que me deixam com o coração carregado de um amor só teu. Poder abraçar-te e dizer que não foi em vão tudo o que vivemos juntos. Que quando o momento chegar tudo valeu a pena. Os nossos olhos vão brilhar, irá surgir um orgulho e uma preocupação. Vamos voltar a nascer dentro de nós. Teremos o objectivo de dar-mos o nosso melhor para tudo aquilo que nos aconteceu. Aquele momento, aquele dia peculiar e cheio de emoções. Olhar um para o outro e sorrir desfeitos em lágrimas enquanto seguramos o rebento nas mãos com todo o cuidado possível e imaginário do mundo.

Será o dia em que teremos de deixar o passado para trás. 
Construindo um presente que se adeqúe ao que nos foi dado.
Quando o dia chegar não haverá palavras para o descrever.

sábado, setembro 1

Não te posso comparar...


De tantos sonhos que tive até hoje. Tu foste aquele com que eu não cheguei a sonhar. Apareceste sem me aperceber e tudo o que hoje temos tornou-se através dos tempos aquilo que eu sempre tive na cabeça, mas nunca julguei que as coisas que queria para mim vindo de uma rapariga como tu fossem na realidade vir-se a tornar reais. Tornaram-se. Muitas delas, mas o sonho que estou a viver nunca o tive, nunca o sonhei de alguma maneira. Poderia dizer que és como o fogo que me consome, mas não o és. Poderia dizer que és o sol que me aquece e a lua que me aconchega, mas não és. Poderia dizer que és a minha heroína, mas não o és. És muito mais do que palavras que possa usar para te descrever, és mais do que textos e ideias. És a vontade de sorrir quando te vejo, és uma necessidade, como o respirar de ar que nos já é tão escasso nos dias de hoje, ou a água que me refresca a boca seca ou que me lava o corpo. 

Não te posso comparar com a minha mãe, mas um dia quando ela na infelicidade da vida, morrer, tornar-te-ás na pessoa que irá substituir os meus pais. Eu não te amo, eu apenas sei que é bom dar-te a mão, beijar-te os lábios ou o rosto, que é bom dormir ao teu lado. 

Ai... Como é bom sentir o teu calor por baixo dos lençóis.

sábado, março 24

Sinto-me sempre bem.


Sinto-me sempre bem. Sinto-me bem quando passamos a tarde a fazer bolos de chocolate no microondas. E estranho é este sentimento que tenho muitas vezes quando estou longe de ti, ou quando estás a estudar. Este pensamento de que tudo podia ser diferente no caso de "e se nunca te tivesse conhecido?" e se fosse tudo diferente do que é hoje? Tenho aquele medo miúdo dentro de mim que me faz sentir uma saudade de tanta coisa. É por isso que cada vez que te olho nos olhos, ou te faço rir ou chego perto de ti para te abraçar ou para provar esses teus lábios, é para que de alguma maneira consiga fazer marca no coração, na memória, nas paredes do meu corpo. 

Quero que fiques gravada para sempre de todas as maneiras e feitios. És especial, importante, diferente, reguila, divertida e variadíssimos nomes que certamente sabes de cor.

terça-feira, março 6

Mudaste tanta coisa em mim.


Mudaste tanta coisa em mim. Eu deixei para que assim o sentimento que tenho por ti chegue a ser sentido de melhores maneiras. Criámos esta relação que nenhum quer deixar morrer, nenhum de nós dois queremos deixar ir embora para sempre. Tornaste-te em gente, em mulher com boca e ouvidos. Tornaste-te em alguém que és original e única. És um orgulho. Melhor dizendo, tenho eu o orgulho de poder dormir ao teu lado, de te poder abraçar e deliciar esses teus lábios curtos e saudosos da ausência que o tempo provoca em nós todos os dias. Meu encanto de alma, minha energia de felicidade, acarinha-me a alma, acarinha-me o corpo que é todo teu quando a excitação do corpo aperta durante a noite. aperta-me nos teus braços e não me largues nunca, pois eu nunca largarei a mão que me deste desde o primeiro momento em que te conheci.

Tu mudaste-me.

sexta-feira, fevereiro 17

Pega na minha mão.


Pega na minha mão. Não deixes que os demónios que me perseguem me levem para longe de ti. Não aguentaria tanto tempo sem te ver. Sem te tocar ou provar de tempos em tempos esses teus lábios encarnados. Não conseguiria sobreviver sem te ver, principalmente a esses olhos acastanhados. Não deixes que me levem. Impede que me arranquem à força dos teus braços, das tuas mãos, do teu coração que é só um. Preciso de ti para sorrir de outras maneiras. Preciso de ti para aprender a viver contigo, aprender a saber quem és, o que gostas.

Até hoje ainda não coloquei em causa aquela simples pergunta: "Serei suficientemente bom para ti?" e depois surge aquele pensamento: "Mereces alguém melhor do que eu!" Até hoje essa pergunta e esse pensamento ainda não me invadiram a mente. E julgo que não irá surgir nos próximos mil anos. Posso ser tolo e dizer as coisas com um bocadinho de despreocupação, mas aquilo que mais tenho por ti, é o respeito, a sinceridade, a honestidade, e aquele amor que fazes crescer dentro de mim todos os dias.

quinta-feira, fevereiro 9

Quero viajar contigo

Quero viajar contigo.


Acordar contigo.

Sair de casa.

Tomar o pequeno almoço.

Passear pela cidade.


Almoçar.

Passear um pouco mais.

Jantar.

E acabar o dia assim.

quarta-feira, fevereiro 1

É quando te agarro...


É quando te agarro que o meu coração começa a palpitar de medo, de força e coragem, de alegria, mas também de tristeza, de incertezas. 

Porque o medo é de que tudo isto seja um sonho. A força porque é o que sinto quando estou contigo. Coragem que é aquilo que me fazes sentir quando me beijas os lábios. Alegria é aquilo que vejo dentro de ti. A tristeza é o que sinto quando te vejo chateada ou triste com as coisas. Incertezas é simplesmente o que ganho dentro da minha cabeça quando quero imaginar um futuro contigo, e apesar de conseguir, a incerteza de não saber se irás lá estar como eu desejo e tanto quero.

Não me abandones.

quinta-feira, janeiro 19

Todas as noites...


Todas as noites que durmo contigo, são como se vivesse 100 anos ao teu lado. É quase como se te conhecesse um pouco mais a cada noite que contigo passo. Acordo a meio da noite, e tenho vontade de te dar colo, de te dar mimo e beijar-te esses lábios, tocar-te o peito com carinho, colocar a mão no rabo com cuidado para não te acordar. Gostava de poder muitas das vezes ver-te dormir, mas muitas são essas mesmas vezes em que dormimos de costas voltadas. Queres conchinha e eu dou-te, fazemos-a. Acordo com o teu choro, acordo porque no sonho te traí ou te fiz sofrer de más maneiras.

Dormir contigo é como se falasse para ti naquelas horas em que dormitamos os dois lado a lado. Como se houvesse uma forte ligação entre nós. Ao inicio passava a noite a acordar, umas com medo que fosse tudo um sonho, outras, que tu fugisses da minha beira e me deixasses sozinho nas noites em que o frio atacava o planeta.

Fica comigo por mais um milhar de noites.

sexta-feira, janeiro 6

Ver-lhe o sorriso no rosto...


As coisas são ou ficam tão boas quando aquilo que queríamos acontece diante de nós ou mesmo a nós. Como a mim, conhecer uma rapariga que tivesse a paciência para me aturar e que me completasse. Encontrei e o que sinto como ela é extraordinário. A vida é complicada mas mesmo assim, algo muda quando estou perto dela. o coração bate mais devagar. As mãos frias ficam quentes nas suas mãos. Os olhos brilham com outra intensidade e a vontade de viver para sempre começa a ganhar vida. Começa a ser um sentimento ainda maior do que aquele com que sempre sonhei. Não é amor, não é um gostar verdadeiramente dela. É mais do que tudo isso. É um querer tê-la só para mim. Um abraçar constante de viver e partilhar tudo. Partilhar as lágrimas, os risos, as ideias, os genes, o calor do corpo, o prato e a comida que dentro dele vem. Partilhar tudo isso durante os dias da minha vida. Para que no fim de todos os dias, ou até mesmo nesses pequenos momentos que permanecem num para sempre, - pois porque a saudade sabe como fazer guardar tudo isso - ver-lhe o sorriso no rosto e sentir que valeu a pena ter arriscado tudo, ter dito e feito de tudo só para que aquele sorriso me aquecesse o coração da maneira como aquece.

Na realidade não aquece. Não sei bem o que me faz ao corpo quanto menos ao coração. Mas a ideia de que tudo valeu a pena no final dá um grande gosto, uma gratificação, um elevar de qualidade de cada sentimento que usei, já isso me dá vontade de fazer mais e melhor.

domingo, dezembro 4

Assim espero...


Estás bem meu amor? Estás tão longe, tão perto ao mesmo tempo. Guardo-te na memória. Guardo tudo o que é teu e por vezes chego a temer a tua morte quando estás longe de mim. Quero morrer ao teu lado e não afastado de ti destas maneiras. Apetece-me carregar-te contigo para sempre nos meus braços, dar-te o colo de menina indefesa. Quando estou contigo, perco sempre a noção do tempo. Era capaz de ficar a olhar para ti o dia todo, a admirar cada centímetro do teu corpo, dos teus olhos, do teu sorriso. E com os ouvidos permaneceria a regalar os cantos do meu coração com a tua suave voz.

Ainda ontem sonhei acordado como seria a nossa vida se vivêssemos e seria tão divertida, tão simples e carregada de calor e mimo. Poderias andar de cuecas que não me importava, gosto de te ver de cuecas, ficas tão fofa, tão querida. E o teu sorriso seria o meu cobertor, o protector contra o frio que pudesse invadir a casa. Fazias o comer e eu arrumava e limpava a casa. Resgataríamos um gato todo preto das ruas e educávamos-o à nossa maneira. Passearíamos com ele e ele connosco. A casa seria simples de mais para se descrever com pormenor. Uma casa. No verão, apenas um lençol, no inverno, dois cobertores de lã e um edredão. Uma secretária para os dois, um MacBook para cada um, um Imac para os dois. Um plasma no meio da sala em cima de uma pequena mesa que pudesse com o seu peso. A cozinha, só de um fogão de  4 bicos, um frigorífico pequeno, uma máquina de lavar, um simples microondas, 4 pratos, 6 copos e um conjunto de talheres. A sala tinha um sofá velho, mas com vontade de viver mais uma centena de décadas. Não teríamos quarto. A sala seria o nosso quarto. O nosso recanto de prazeres íntimos e de estar com os amigos. Comeríamos sentados no chão. Achas mau? É gratificante. Sair de manhã ao fim-de-semana, como já tinha dito, fazer exercício físico. Ir até à feira, ir ao mercado. Passear o nosso simpático gato. Durante a semana cada um ir trabalhar no que tiver de ser.

Quero esta vida contigo enquanto não tivermos filhos. E quando os tivermos, se forem gémeos, ou se for apenas uma rapariga, que seja, que se chame Inês. Vai ser só amor e carinho. Conhecimento. Quero dar-lhe metade do meu amor, partilhar com ela e contigo. Leva-la a passear, brincar com ela enquanto tiver paciência. A vida que quero viver ao teu lado será parecida com esta. Assim espero, assim irei fazer para que seja.

domingo, novembro 27

Já pensaste como seria a nossa vida se vivêssemos juntos?


Já pensaste como seria a nossa vida se vivêssemos juntos? Cada um com o seu emprego, com uma casa só nossa, cada um com o seu carro. Todos os fins-de-semana pela manhã partilhar um passeio matinal, uma pequena corrida de 10 minutos para queimar as calorias. Depois disso ir passear até um lugar que não fosse já nosso conhecido. Comer fora uma vez por semana, ir ao shopping duas a três vezes por mês para ir ver aquele filme que estreou. Ao fim do dia acender-mos a lareira e preparar-mos uma caneca de chocolate quente enquanto ficamos sentados à beira das chamas, tu a ler um livro, e eu a escrever um. Amarmos-nos assim, como nos amamos hoje. Sentir a mesma alegria todos os dias quando nos beijamos. E a certa altura quando achássemos que estávamos estáveis, teríamos um filho, ou uma filha. Levávamos-o à escola, ensinávamos-lhe a vida e como sobreviver. Víamos-o crescer, a namorar, ter filhos. E por fim morreríamos saudáveis, sem remorsos, sem nada que nos fizesse sentir que perdemos tanto.

Já pensaste como seria o nosso? Eu já.

quarta-feira, novembro 16

Quero dormir com sereias!

"Quero dormir com sereias!" Pensava eu quando era novo e com vontade de conhecer o mar. hoje durmo eu com a melhor e mais bonita de todas as sereias. Tu mereces sempre mais do que tudo aquilo que te chego a dar. Dar-te-ei tudo o que tenho até que já nada haja dentro de mim. Para sempre irei conhecer a tua cara, para sempre irei lembrar-me de ti. Trouxeste-me um sorriso novo, uma vontade diferente de viver. Quero que faças parte de minha vida num futuro que se aproxima. Quero que sejas o meu fantasma, a maçã envenenada para que possa morder e ficar para sempre ao teu lado contigo. Serei a sombra que te protege as costas, serei o sol que te aquece o corpo, o cobertor que te dá o mimo invisível. Serei o amor que sentes todos os dias ao acordar. Porque tu mereces tanto. Sim, mereces muito mais. Imaginava raparigas que pensava existir apenas nos contos de fadas, ou em qualquer outro tipo de histórias que tivesse ouvido durante toda a a minha infância.

Promete-me que ficarás comigo até ao dia em que tudo deixe de fazer sentido na tua vida... És a minha sereia. És a rapariga linda de falas tímidas, mas elegantes que tenho o prazer de conhecer e partilhar a vida. Eu não tenho nada a provar, tu sabes bem o que sinto por ti cá dentro deste peito. Vês que o meu sorriso é sincero, as palavras honestas e que quando as mãos te dão doces abraços pelo corpo, o teu coração acelera pela enorme vontade de me beijares e de me abraçares enquanto dizes "fica comigo para sempre, meu Pedro Miguel". Peço-te isto minha querida bolota de baunilha, por-favor-deixa-me-fazer-te-feliz!!

Vamos onde quisermos e dizemos o que quisermos. Nada nem ninguém tem haver com isso. Hoje, durmo todos os dias um sereia!

quinta-feira, outubro 6

Digo-te as boas noites enquanto te beijo o ombro nu.


Deitada na cama, de olhos fechados com a respiração pausada e controlada, estás tu, meu carinho, meu anjo. Dispo-me e quase sem fazer muito barulho e mexer muito a cama para que não te acorde, entro dentro dela, tapo-me com os cobertores, chego-me um pouco mais para perto do teu corpo. Coloco um braço em cima do teu corpo e arrisco em tocar-te com o resto do corpo que tenho afastado de ti. Abraço-te na cama. Respiras fundo e viras-te para me dares um pequeno beijo. Digo-te as boas noites enquanto te beijo o ombro nu. Fecho os olhos, relaxo o corpo. Adormeço por fim, agarrado a ti, a proteger-te de todos os monstros que possam habitar no meu quarto. Todos aqueles monstros que só saem à noite, por terem medo de nós durante o dia, porque somos mais fortes com a luz do dia, do que com a luz que a lua nos ilumina as almas. Porque o sol escondeu-se de nós, para que a batalha seja justa. 

Acordamos os dois de manhã. Satisfeitos pelo sono, pelo sonho e pelo dia que começou uma vez mais.

sexta-feira, setembro 30

Vem a idade no final da vida mostrar-nos o que já fomos.

Vem a idade no final da vida mostrar-nos o que já fomos. Olhamos-nos ao espelho e vemos a pele engelhada. A cara com rugas, os olhos descaídos e sem qualquer vida. A cara morre e a idade passa-nos ao lado. As mãos ganham os calos da vida, e a vida morre com a saudade que nos fez sofrer. Calamos-nos. Ficamos-nos pelo silêncio dos quartos frios, olhando pela janela da nossa casa, sentados numa cadeira de madeira, como se esperássemos pela morte que Deus criou. Esperamos por um dia em que fechemos os olhos e voltemos a nascer. Voltemos a aprender a andar, a comer, a falar, a ouvir, a ver, e a sentir o primeiro amor. O primeiro beijo que se ficou pelo abraço do pai que morreu. Montras. É o que nos transformamos no fim da nossa vida. Montras de vidas, montras de memórias, de risos e lágrimas, de corridas, de loucuras e paixões. Têm o orgulho do lado de dentro e a saudade do lado de fora. A alma com o orgulho e o corpo já engelhado e velho com a saudade de ser de novo criança...

quarta-feira, setembro 28

Casas comigo?


Quero fugir desta cidade. Fugir desta vida. Fugir de tudo isto que me prende. Fugir para parar de sonhar e começar a realizar os meus sonhos. Quero fugir com alguém que se preocupe comigo, alguém que acenda uma vela por mim quando me for deste corpo. Quero alguém com quem passar o resto da vida. Ou parte dela. Arranjar um cão, arranjar um trabalho e um apartamento pequeno. Ter vizinhos da mesma idade para que não haja coscuvilhices. Dormir com essa pessoa, fazer vida com essa mesma pessoa. Ir correr ao fim-de-semana. Levar o corpo até ao shopping e voltar de novo para casa, para que depois à noite nos vistamos comodamente para ir até ao café no fundo da rua para passar o resto da noite do fim-de-semana. Anos mais tarde, ser pai, ter uma filha linda com o nome de Inês. Leva-la à escola e trata-la como sempre tratei a mãe. Nunca lhe faltará amor naquele pequeno coração. Dar-lhe uma vida simples e divertida. Mostrar-lhe as coisas. Ensinar-lhe essas coisas, os porquês. Responder-lhe a todas as suas dúvidas, e deixar algumas para que seja ela a encontrar as suas próprias respostas.

Casas comigo? Só no pensamento, não nos dedos, apenas no pensamento. Ficas comigo? Queres fazer parte do resto da minha vida?

quinta-feira, setembro 15

Todos os dias são dias diferentes.


Todos os dias são dias diferentes. Cada um com o seu orgulho, cada um com a sua beleza, cada um com o seu mau humor, com a sua infância perdida, com o brinquedo partido, com o acidente no corpo, com a lágrima por deitar ou já deitada no passado. Hoje sinto-me bem. Sinto-me bonito. Algo se levanta em mim. Olho-me ao espelho de manha e sinto-me fisicamente atraente, lindo, bonito. Bonito porque talvez o sorriso é diferente, o calor que sinto no coração é outro. A pessoa que me ama está perto de mim. Um sentimento de aconchego, de atrevimento porque não preciso de mais ninguém para ser feliz, para receber o mimo que ela me dá. Os abraços fortes, ou quando ela me puxa pelas ancas para estar perto dela. Sinto-me bem, satisfeito com o que sou, com o que tenho, com o que faço, com o que ela me faz sentir e o que eu lhe dou a ela todos os dias. E até hoje ainda não perdi o jeito. O jeito ou aquela maneira de lhe dar o amor que me flui cá dentro.

É sempre diferente. Todos os dias com ela são diferente pela razão de a conhecer todos os dias. De namorar com ela todos os dias. De a galantear. Todos os dias as conversas são diferentes. Todos os dias são únicos ao seu lado. O sentimento que lhe tenho. Este que cresce à medida que a vou tendo e detendo.

Sinto-me bem ao teu lado.

domingo, setembro 11

Sim estou a chorar porque o coração não se cala...


Todos os dias acordo, ouço os carros a passar do lado de fora da janela. Ouço ao de leve os passarinhos nos ninhos. Não ouço o sol porque ele não fala e se fala-se preferia talvez ficar calado. Não sei, certamente até fala, mas deve evitar fazê-lo para que possamos ouvir o silêncio. E é esse silêncio, o silêncio causado pela ausência  pela saudade de certas pessoas que nos são como um bem precioso. São aquele carinho na bochecha, ou aquele abraço carinhoso, aquele sorriso tímido, ou as palavras sábias de quem já tem a sua cota parte de experiência.

Afasto a cortina que me priva do mundo lá fora, ainda deitado na cama encostada à janela, olho pelos vidros e vejo o céu azul. Claro como a água límpida do rio. Ponho-me a pensar em ti. Recordo todas as fotografias que tenho tuas. Tudo o que te faz sorrir. E quando me vens à cabeça e a única imagem com que fico tua, é aquela em que tu estás a sorrir e os teus olhos brilham, no momento em que nos encontrámos pela ultima vez à um mês precisamente. Oh, e choro. Sim estou a chorar porque o coração não se cala, não se farta de dizer as saudades que tem. As saudades de ter a coraçona ao seu lado. Desejo que o tempo passe a correr para que chegues até mim num estante. És única. Importante e especial. És um carinho em forma de menina. Os teus lábios, as tuas mãos, meu, e esses teus olhos tão fortes, tão resistentes. És o sorriso que transportas no rosto. Que chegues inteira e viva, minha pulga gulosa. *-*

Sinto-me tão bem por estar a teu lado. Por sentir as coisas que sinto. De ter este sorriso que o rosto não consegue imitar ou fazer.

quarta-feira, setembro 7

É ele quem nos mantém o corpo quente...


A probabilidade de este post me correr mal é pouca. A probabilidade de as pessoas não gostarem é muita. Fica-se assim num impasse no qual a mim pouco me importa. Queria falar daquelas raparigas ou daqueles rapaz que vão à bíblia procurar respostas para os seus amores. Em vez de viverem o que sentem, sem tentarem procurar respostas em livros, que o vivam e sintam com o que têm mais perto. É como um rapaz tentar encontrar em livros como se urina em pé. Urino em pé porque sempre me deu assim mais jeito, porque vi o meu pai executar tal acção na sanita do quarto de banho. Dá-me mais prazer se o fizer em pé que sentado. Não precisei de livros para o fazer de pé. Não precisei de acreditar em algo que me segura-se de pé para poder fazer o que tinha a fazer. Tal como se for fazer as necessidades sólidas já me sente ou curvo, porque me dá mais jeito assim. Porque se o fizesse em pé acabaria por me borrar todo pelas pernas abaixo. Seja lá o que for, amar é amar, urinar e fezes é completamente diferente. 

Ama quem te faz chorar, ama quem te pega na mão e diz-te nos olhos que gosta de ti de maneiras que nem ele sabe descrever. Ama porque assim sentes isso. Porque as tuas mãos suam quando estás com ele ou com ela. Quando o teu coração acelerado se acalma aos poucos e só a sua presença faz com que não tenhas vergonha do que possas fazer na rua. Aquele que te ouve o coração à noite, ou te acolhe nos seus braços. Que te beija o ombro nu enquanto te abraça na cama e te dá o ninho e o colo que tanto precisas. Satisfaz-te só com um simples beijo num dia só. Que te mata as saudades cada vez que te olha nos olhos. Rouba de ti os medos e mete nos seus lugares os amores que lhe vivem dentro.

O amor é como a vida. Não se sabe bem o que é, nem onde nos irá levar, mas sabe bem acordar todos os dias de manhã acompanhados do sol que nos aquece o rosto, ou pela pessoa a quem gostamos tanto de chamar "amor". É ele - o nosso amor - quem nos mantém o corpo quente quando à noite o frio nos quer roubar a alma.

segunda-feira, agosto 15

Preciso do teu amor...


És carinho, um mimo nos meus lábios. Um conforto no meu coração. Aperta-me nos teus braços sempre que sintas saudades de um calor sobre o teu peito. Aperta-me a mão que tiveres a segurar cada vez que tiveres medo de alguma coisa, ou quando te assustares com algo. Aperta-a como se para o meu colo quisesses saltar. Mesmo assim deixo-te com a liberdade de o fazeres. Sim saltar para o meu colo e pedires um carinho meu. Pedires a minha protecção, abrigando-te no meu peito, fechando os olhos com força e rezar as  palavras que te protegem do medo que te invade. Não és nenhuma colecção, nem a nenhuma pertences. Invades o que é meu e fazes-o de uma maneira delicada e encantadora. És perfeita com esse teu sorriso, com essa tua liberdade no corpo. Pede-me uma vez mais um aperto no peito. Pede-me mais uma vez um beijo nos teus lábios. Preciso de ti. Sinto-me a ficar sem vida quando estás longe de mim. Mesmo assim aguento-me aqui em pé.

Preciso do teu amor, como um bébé precisa dos olhos da mãe.

sexta-feira, junho 17

Em 10 minutos?

Ela - Aquela gaja abana tanto o cu. :S (alto) ABANA MAIS O CU FILHA!!!
Ele - Em 10 minutos dava-lhe um andar novo.
Ela - Só 10 minutos? Fogo, tão pouco.
Ele - Fogo, 10 minutos não te chegam?
Ela - Não! O meu máximo foi de 3 horas.
Ele - Há fudilhosa de um raio!!! Fodeste como os coelhos.
Ela - Para mim, ou dura, ou não presta.
Ele - 10 minutos e dava-te um andar novo. Dúvidas?
Ela - Não acho.