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sábado, abril 21

Quero provar...


Apertar-te as mamas é sentir-te de perto o coração a acelerar. Beijar-te os lábios é saber-te de cor os inteiros. Provar-te a boca do corpo é viver contigo uma emoção só nossa, um segredo. Quando a cama está debaixo de nós e nos cobrimos com os lençóis, o resto é segredo. Fazemos segredos que se ficam pelos interiores cobertos pelos cobertores. E quando os arredamos para o lado eles não fogem. Eles desaparecem e ficam apenas entre nós. Nas nossas memórias. Nos nosso corpos suados e excitados.

Se saborear uma mama tua é uma porta que abro que para que fiques possuída pelo demónio, então quero tocar em tudo o que tu tens, para te soltar das amarras que durante o dia te prendem de ser um animal. Se eu controlo o meu corpo tal como tu, na cama soltamos as almas que precisam de sentir a liberdade que perdem durante todo o dia.

Geme meu amor. Quero provar os teus orgasmos uma vês mais.

sexta-feira, fevereiro 24

Ela quer sexo porque gosta.

Eu quero sexo. É natural e a vontade de fazer não é sempre, não é de meia em meia hora, não é todos os dias, é sim quando a altura chega, quando passa aquela mulher linda de fazer o instinto natural de procriação entra em acção. É normal e natural. Não se pode negar e gostava de ver alguém a contrariar o facto de que sexo é sexo e é tão bom como dar um beijo na boca da pessoa que se gosta ou de alguém por quem se tem uma grande vontade de lhe provar os recantos do corpo. São fotografias que se ficam na memória depois dos actos.

Ela quer sexo porque gosta. Quer tanto como eu. Pensa tantas vezes como e ninguém lhe pode tirar isso da cabeça, nem tantas outras coisas. Quem não gosta não critique. Quem critique que o faça com gosto, porque se não, de que vale criticar e não tiver gosto no que diz? Ou pelo menos ter outra actividade que troque a actividade sexual. E se assim for feliz que caia na realidade e saiba aceitar o que os outros têm de diferente. Ela gosta. Gosta porque lhe sabe bem. Tanto como a mim. Ela gosta e o que importa é que se divirta, que sinta o prazer que sentir no acto. Tal como o prazer que sente quando me beija, quando me apalpa, quando se ri e diverte comigo.

Quem não gosta de dizer o que sente que diga logo que é mentira, ou que se esconda.

quinta-feira, fevereiro 9

Quero viajar contigo

Quero viajar contigo.


Acordar contigo.

Sair de casa.

Tomar o pequeno almoço.

Passear pela cidade.


Almoçar.

Passear um pouco mais.

Jantar.

E acabar o dia assim.

sexta-feira, julho 29

Vou-me conter...


É só no teu corpo que penso neste momento. Essas curvas apertadas, esse rabo pequeno e redondo. Os lábios molhados, os seios excitados. A fantasia que paira no ar, aprisionada pelo cheiro, pelo odor a sexo, a suor, aos fluidos que o corpo teima em soltar. Aperto-te nos meus braços, acaricio-te as ancas. Faço a minha mão percorrer do seio ao teu meio de pernas. Milhares de pensamentos invadem-me a cabeça, mas só um se mostra forte. É o pensar em ti, em ter-te. Sentir-te de olhos fechados. Húmida lá bem em baixo. Segurar-te com os meus braços e por-te a gemer. Segredar-te ao ouvido as palavras que te agarrar em mim num abraço contido e seguido de um calor que sai disparado do teu peito, vindo parar directamente ao meu. 

Vou-me conter. Conter para que no fim te seja feita a vontade de seres lavada em liquido espesso e branco.

domingo, julho 17

Vou resumir tudo...


Quero-te aqui no meu quarto. Para te mostrar na cama as outras maneiras que também te consigo amar. Deixa-me fechar a porta à chave, para não haver invasões repentinas quando estivermos a fazer o dito amor. Chega-te, apalpa-me, deixa que te apalpe. Apertar-te as mamas, lamber-te esses lábios secos. Sentir o teu coração a acelerar e a tua respiração a ficar alterada. Porque me olhas dessa maneira? Só te quero a ti. Estamos sozinhos aqui no quarto. Vamos ter sexo. Não quero o amor, porque já começa a ser demasiado fatela ser só amor, amor, amor. O amor é para os dias de frio e o sexo para os dias de calor. Está calor lá fora, está calor cá dentro. Quero-te aqui. Quero sentir-te, saber-te de cor em cada momento que gemeres. Saborear-te os bicos das mamas. Olhar para ti a arder por dentro, enquanto vais desejando mais apertos. Gemes mais um bocado. Apertas-me nos teus braços, contra todo o teu corpo que começa a ficar suado e com o odor a sexo. Não me mordas os lábios e por favor não espetes essas unhas no meu rabo. Ele é tímido.

Vou resumir tudo o que estou a sentir neste momento meu amor. Quero comer-te toda. devorar-te os lábios, as pernas, as mamas, o rabo, esses olhos, essa barriga fofa e delgada. Quero suar contigo. Sentir os extremos. Acender e apagar os fogos dentro de nós. Vem fazer fogo comigo.

domingo, abril 24

Eu não quero ter sexo contigo só porque sim.


Eu não quero ter sexo contigo só porque sim. Não quero ter sexo contigo só porque és bonita. Só porque preciso de te dizer um amo-te para ir para a cama contigo, ou elogiar-te por dentro e por fora. Não quero ter de fazer algo para ter sexo contigo. Quero apenas ter sexo contigo porque te achei engraçada e porque é contigo que o quero fazer. Não precisamos de namorar para fazer amor. Não escolhi mais nenhuma rapariga porque é contigo que quero fazer. Não penses que acontece o mesmo a outras. Se te escolhi a ti como minha namorada foi porque tinhas coisas bem mais interessantes que todas as outras raparigas. Eu não deveria precisar de te comprar prendas para o fazer contigo. Não deveria representar para fazê-lo contigo. Porque se o quero fazer contigo é porque gosto de ti, e sinto-me bem por o fazer só contigo. Pára lá de fazer macacos na tua cabeça e vamos apenas ter um prazer a dois. Vamos aproveitar enquanto somos novos e os nossos corpos se excitam com facilidade. Acalmar os calores e libertar a tenção que sofremos durante a semana. Não deixas de ser menos mulher porque o fazemos porque eu quero e não te tornas objecto só porque te sentes obrigada a fazê-lo. É óbvio que os corpos têm necessidade e nos sentimos atraídos fisicamente um pelo outro. Então, porque não aproveitamos isso e o usamos a nosso favor? 

Vamos jogar a um jogo? Tu apontas para uma zona do teu corpo que gostasses que te beija-se e eu o farei. E eu faço o mesmo porque é contigo que me sinto bem e a vontade para o fazer.

sexta-feira, abril 22

Mordes o lábio.


Mordes o lábio. Soltas o cabelo sacudindo em seguida a cabeça. "Deixa-me sentir-te". Dizes tu ao meu ouvido. "Deixa-me provar-te". Dizes tu à medida que as tuas mãos vão descendo pela minha barriga, que por a esta hora já devem estar a abrir-me o fecho. Dá-se o beijo do desejo. As minhas mãos vão directas à tua cintura, controlando esse teu lado selvagem. Despes a camisola enquanto te desaperto as calças. A mão direita desliza para dentro das cuecas, penetrando-te assim com dois dedos. Agora, é só arranjar uma ocupação qualquer para a minha mão esquerda. Não gosto de ti em formas de amores. Não é contigo que eu casaria e teria filhos. Apenas me dás prazeres visuais e excitantes cada vez que passavas ao meu lado na rua. Aquela tão bela menina de corpos perfeitos e de olhos provocantes. Eras quem eu à já algum tempo cobiçava na rua. Olhava-te de alto a baixo, só para poder imaginar-te em sonhos. Só para te poder imaginar como serias na cama. Só que, nunca pensei que fosses ainda mais perfeita do que pensava. Tu disseste-me muito depois de tudo isto, que à alguns dias para cá que me querias por louco. Que querias saber como era na cama. A maneira como te faria excitar e gozar. Pensaste nisso tudo, antes de aceitares vir comigo para a cama. Gostava de poder voltar a estar contigo. De partilhar de novo as salivas, os suores, a cama, e os carinhos que ambos fazemos aos corpos. Se depois disto, te fores embora e nunca mais voltares, só vou pensar como foi tão bom, e como é difícil arranjar uma rapariga assim tão boa como tu.

Mesmo assim. Irei ter pena de não te ter de novo. Lembrar-me-ei dos momentos, das posições, dos beijos, dos gemidos, dos apertos, do teu cavalgar em cima de mim. Da maneira como gemias pedindo por mim. Como quando dizias, "Com mais força", "Mais depressa", "Vai, fode-me toda", "Arrebenta comigo". Sentirei saudades disso. Não de ti, mas da enorme gaja que eras na cama. Porque no final. Tudo se baseou nisso.

quarta-feira, abril 20

Dás-me calores.


Dás-me calores. Fazes o meu corpo querer provocar-te os interiores. Colocá-los ainda mais molhados, ainda mais quentes. E quando te for penetrar, que o faça depressa, com profundidade, de maneira a que fique todo dentro de ti, e sinta o fundo do teu buraco. Apetece-me fazer-te soltar um grito, ou um gemido e um cravar de unhas nos meus braços. Tens de me ensinar a fazer essas coisas que fazes com os lábios. Essa tua maneira de beijar também com os olhos. Da maneira tarada como me tocas.  Mesmo assim. Gosto. E gosto que o faças.

Vem respirar aos meu ouvidos. Sobe para cima de mim. Leva as mãos aos cabelos, agita-os no ar. Atira para o ar os gemidos e as intensidades que sentes vindo lá bem de baixo. O meu coração começa a acelerar. São as citações que fazes que me fazem ainda mais suado, com mais força para te fazer os caprichos de menina. Ora é "fode-me com mais força" ou "Mais depressa". "Come-me os buracos do corpo, estou louca por ti". Nesse momento passam-me duas coisas pela cabeça. "A rapariga está parvinha de todo" ou "fôoggu". Só posso concluir que a segunda é a que mais se adequa à situação. À mais velocidade, e o pénis mais fundo vai, cada vez que te sentas, uma, e outra e outra vez, como se tivesses a cavalgar. Noto então que é essa a posição que mais gostas. Mas, vamos fazê-la comigo em pé. A segurar-te pelas pernas e tu, com os braços à volta do meu pescoço. Vou empurrando o teu precioso rabo para a frente e para trás, tal e qual como se tivesses sentada no tampo de uma mesa qualquer. Gemes, gritas ainda mais. Consegues-me sentir? Voltamos os dois para a cama. Voltas os olhos para mim com excitação. Pegas-me na cabeça e puxas-a para ti, só para me beijares até que me falta o ar e fuja dos teus braços. Penetro-te de novo. Está tudo cada vez mais húmido  mais escorregadio. És tão sexy rapariga. Não deixas de me dar prazer.

Os pormenores do fim, fica para quem já os teve. E quem ainda não os teve, que não tenha pressas. O sexo não é apenas a melhor coisa do mundo. E se ainda és virgem, não tenhas pressas. Não deixas de ser quem és porque ainda o és. A vida levará o seu tempo para que tudo faça sentido na tua cabeça.

Só te peço que sejas branda e que não percas a cabeça, e me comeces a arranhar as cotas, só porque estás a gostar. 

terça-feira, abril 12

As tuas mãos perseguem os arrepios na minha coluna.


As tuas mãos perseguem os arrepios na minha coluna. A tua mão por baixo da camisa que trago vestida, faz-me arreganhar os dentes do frio que sobre por esse buraco que abriste até ao meu corpo. A tua mão esquerda atrevesse a tocar-me no rosto corado. Amanhas o meu cabelo com o desejo de o ter só para ti. Espetas bem dentro da minha boca a língua excitada. Esses desejos que o teu corpo tenta esconder dos meus, não se escondem com facilidade dos meus olhos. Podes arfar quantas vezes quiseres, as tuas pupilas dilatarem das maneiras que mais te apetecer, o tremor e a intensidade com que tentas controlar a excitação que o teu corpo provoca no meu, já mais o conseguirás esconder. O silêncio transforma-se em sexo, em formas de carinhos, com intenções para maiores de idade. Estás a salivar pelos cantos da boca, soltas gemidos assim que o teu sinto é desapertado, os botões das calças atirados para lados opostos dos seus buracos. A mão que delicadamente desliza pela tua barriga, que passa por baixo das cuecas que trazes, passa pela zona "publica" com facilidade (fico excitado) empurro dois dos cinco que completam a minha mão para dentro de um lugar tão pequenino, húmido  com desejo a sexo, de cheiros intensos a excitações constantes.

Está na minha vez de as calças despir. De manter a camisa no lugar e o corpo suar de ansiedade de tocar no teu. As tuas mãos, suaves como os panos que a minha mão costuma por nas minhas almofadas, faz-me ter sensações estranhas. Quero que me toques. Que me faças suar, gritar de desejo, enquanto o corpo me treme o coração, tentando de um acto desesperado acabar com o meu sofrimento de estar à espera de te preencher o canal onde tenho os dois dedos da mão metidos.

Soltas lágrimas. Apercebeste da diferença de idades. Pois na tua cabeça, querias aquele momento para sempre na tua vida.

sexta-feira, abril 1

Tu podes ter o corpo...


Tu podes ter o corpo, mas quem tem o desejo de o fazeres usar sou eu. E não me podes impedir, porque a força do meu é maior que a do teu alguma vez terá. Pouco importa se estamos ou não sozinhos neste quarto de banho. Estou desejoso de te sentir. De saborear os teus interiores. Começámos sozinhos. E foi sozinhos que começamos tudo isto. O devorar dos corpos suados, carregando sexo em todas as pontas soltas das mãos, a que tanto chamamos dedos.

Importa muito agarrar-te? Ou melhor, ter de saber como te agarrar? A melhor maneira de te beijar os lábios? Preciso de me preocupar com as palavras que a minha língua solta cá para fora quando a excitação se me eleva o ego? Somos como mortos-vivos que procuram a carne fresca para nos alimentarmos. Neste caso só a procuro para saciar a sede que o meu corpo tem de corpos de meninas. Tens a sorte de ser o teu que se apresenta sempre na minha lista de uma só pessoa.

Se o sexo sem amor fosse feito, certamente que o orgasmo seria mais intenso. Só que isto sou eu a pensar alto é claro.

terça-feira, março 29

Desejas-me a boca como eu te desejo o corpo.


Desejas-me a boca como eu te desejo o corpo. Devoras-me nos sonhos, como eu anseio por te ter nos meus braços. Respiro sobre o teu corpo frio, que pede pela presença do meu. Debruço-me sobre ti. Olhando-te o interior que os teus olhos deixam sair cá para fora. Tocas-me. Colocas as mãos sobre a minhas costas, virada à cintura torneada pelos músculos. As tuas pupilas dilatam, a tua respiração acelera e, penso que não preciso de te contar os pormenores sobre o teu corpo pois não? As tuas mamas ficaram mais rijas, as tuas mãos mais suadas e com a força que não tinhas antes.

Arreganhas as unhas no meu rabo tímido de feridas. Provocas-me com os teus olhos excitantes. Provocas-me por eu conseguir ler-te o coração. De o ouvir gritar por sexo. Suspiras a cada penetração mais funda. Mordes o lábio. Fechas os olhos com força e gemes perdidamente. Até que... Te vens. E a humidade e o calor que se desenrola na boca do corpo que é teu. Satisfaz-me de tal maneira que só tenho tempo de o tirar, e deixar sair o que à pouco mais de 20 minutos estavas à espera de mim. Fora os abraços. As palavras meigas, os carinhos no corpo. Os mimos nos teus lábios. 

Respira só mais uma vez, antes que o teu barco se afunde de vez.

domingo, março 6

Aguenta só mais um segundo!


Trás outra garrafa de vodka preta, menina de uma só noite. Entorna de propósito sobre o teu peito. Quero provar a combinação. Vou querer forçar a entrada bem abaixo do teu umbigo. Vamos sair daqui sim? Vamos para aquele canto mais escuro, onde ninguém nos pode ver, onde ninguém terá de saber o que fomos nós os dois fazer durante quinze a trinta minutos, ou o tempo que ambos aguentar-mos.

Começas por dizer que sou alto. Digo-te que isso não tem importância agora. Mas tu queres beijar-me os lábios e só chegas ao peito. Abaixo-me um pouco, só para te satisfazer os caprichos. Safaste bem, mas e no resto? Mas vamos com calma, não queremos que isto acabe depressa. "-Cá vai disto rapaz!" - "-Estás à vontade." Houve mais troca de beijos, mais apalpadelas, aqui e ali. Ponho à mostra uma das tuas mamas, que fazia um incrível decote. Vais aos poucos pondo a mão cada vez mais para baixo. Até que por fim tocas onde tanto estavas interessada. Chegas-te mais para a frente, fazendo tocar o que no meio das pernas tens, no objecto que tens na mão. Continuas com as caricias, até que te baixas. Pouco depois faço-te o mesmo.

Vira-te de quatro, quero sentir as tuas ancas nas minhas mãos. Violar-te desta posição até que me farte. Apertar-te as mamas, acompanhado de um ir e vir de gemidos vindos de dentro dos teus pulmões. Agarro-te pelo cabelo, como me pediste. É da melhor maneira que te penetro com mais vontade, e até, o coloco todo dentro de ti, até não caber mais centímetro. Soltas mais gritos, mais gemidos, e com a vontade e excitação de que seja ainda mais intenso, pegas-me nas mãos que te seguravam as ancas, e pedes-me gestual-mente para que te volte a apertar as mamas. Após te fartares de te apertar as mamas e de te dar prazer na mesma posição, viras-te virada para mim.

Sinto-te a vir intensamente. Aguenta só mais um segundo, eu quero vir ao mesmo tempo que tu.

Lá porque os dois atingimos o orgasmo, não quer dizer que tenha de acabar já. Os teus olhos mostraram o quanto querias mais. Os corações continuam a bater depressa, a respiração continua acelerada.

sábado, março 5

Vamos jogar ao gato e à rata?


Vamos jogar ao gato e à rata? Vou ser eu a correr atrás de ti hoje. Vou ser o teu gato. Cada vez que corres ou soltas gritos, soas mais. Mais prazer me dás de te apanhar só para me colar a ti. Olha-me dessa tua maneira feliz e completa. Mostra-me o teu corpo. Atira-te para a cama. Estou pronto para começar a comer-te. Tirar-te as vestes, tirar-te o sorriso da cara. Olha para mim. Mostra-te zangada. Fica vermelha como um tomate. Crava essas unhas nas minhas costas.  Coloca à volta do meu tronco as pernas que me puxam para ti. Tremes das mesmas. É o teu medo de mim, ou é o prazer que estás a ter? Olho-te de maneiras excitantes, tentando ler-te os olhos, ler-te o corpo. 

Segura essa língua. Deixa-me ser eu a marcar agora os pontos. Sustem o folgo por um segundo, para depois pedires por mais com grande vontade. Grita-me essas palavras que te rodeiam o pensar, para saber se te consegui levantar no ar, sem sair da maravilhosa cama.

Sempre que te ouço gritar, solta-se um adorar devorar-te dentro de mim a crescer.

domingo, fevereiro 27

És uma divinização perante os meus olhos...


És tu, quem me põem nas posições mágicas. És tu quem me põem maluco de excitação. Quem me ensina a amar, a respeitar, e a tornar-te a ti, a chave principal do meu imperfeito coração. Estou a correr atrás de ti, como os leões fazem com as presas. Agarro-te pela cintura, viro-te para mim. Beijo-te descontroladamente. Suspiras bem fundo. Arrepias-te de tal maneira, que ficas com pele de galinha. Pouco foi preciso para provocar em ti, aquela faisca que me fizesse ficar com o teu coração. Arrebitas, sorris e despes-me aos bochechos. Agachas-te e provocas-me mais prazeres, à medida que o vai colocando na boca. Gosto de raparigas assim como tu. Provocadoras, aquelas que mordem o lábio quando passam por mim. Fazem os olhinhos que são tão habituais. São as minhas mãos nas tuas ancas. É a maneira de te sentir mais perto.

Toquei-te na cintura, colocaste as mãos em cima das minhas e disseste com voz atrevida: "Quero-te já!" Sem largar a cintura, levei-te até à cama, que esperava ansiosa por nos ver crescer de perfumes imundos. Fazer o sexo, tal como os coelhos tem filhos. Começar por baixo, para te levar lá vem ao alto, até que me chegues a espetar essas unhas na minha carne suada do meus braços.

Não quero que esta agitação de corpos acabe. Espero que não seja um simples sonho.
És uma divinização perante os meus olhos...

segunda-feira, janeiro 31

Fala-me desse tabu...


Sei que não sou o único que está a suar. Quanto menos roupa melhor. Estou a arder em febre. Olho à volta e vejo-te a tirar a roupa. Estás em brasa e saltas-me para cima, tirando a roupa que trago no corpo à força toda. É melhor chamar um médico para te ver a febre, para te dar qualquer coisas para esses escaldões de excitação. Crava no meu peito essas unhas. Arranca do meu interior este palpitar que me impede de te beijar tão delicadamente. Ou então, se gostares da maneira como os meus beijos, rápidos, e sem sentido te chegam aos lábios, deixai estar os palpitares quietos e parte numa expedição para outras zonas perdidas no meu corpo. Toca-me, odeia-me, ama-me, chora em cima de mim, cavalga em cima de mim. O teu corpo, escorrega deliciosamente no meu. Excita-me os interiores, e mata quem faz disto um tabu. Fala-me desse tabu. Sê tu o meu tabu, aquele pedaço de carne que desejo saborear, mas que não lhe posso tocar, pois tu não deixas.

Depois de saltares para cima de mim, não me largues mais. Trás contigo o termómetro, vamos ver a que temperatura chega o nosso sexo. Não acredito em destino. Pouco importa quantas são as vezes que te falta o ar neste tipo de noites. À medida que essas noites vão passando, os dias vão-se tornando perfeitos. Mostra-me que não és só feita de carne.

sábado, janeiro 29

Deixa-me ouvir-te gemer.


Deixa-me sentir-te. Grita alto. Deixa-me saborear-te. Despir-te a camisola. Era isto que querias? Grita comigo. Pede que te envolva nos meus braços. Qualquer coisa que seja sentida pelo teu coração enquanto tiveres-mos a fazer amor, é pura ficção meu amor. Envolve-te em mim, e roça no meu corpo. Crava essas unhas em mim, enquanto reviras os olhos e mordes o lábio. Deixa-me ouvir-te gemer.

É o post 1000.

quarta-feira, dezembro 22

Metes essas mãos quentes no meu rabo e pedes por mais.


Adoro a sensação de quando me tocas. Aquela estranha sensação que se fica pela barriga, elevando o instrumento que vais tocando tão excitante-mente. Sobe a temperatura no quarto. Estás a ficar excitada e era mesmo isso que eu queria. Ver-te a arder com tanto calor que o teu corpo larga descontroladamente. Vi-te a descer as calças até aos joelhos, seguindo-se das cuecas cor-de-rosa, tiraste a blusa e ficaste assim, esperando que tivesse alguma reacção. Deixei estar a camisa, e tirei as calças deixando os boxers. Aproximei-me e teimas-te em tirar-ma a camisola. Escorria suor do meu corpo. O teu estava só quente. Quente de uma loucura profunda de excitação. Viraste as costas e puseste-te de quatro. Aí, mais do que vontade, vou como se fosse uma criança e vinguei-me pela camisola tirada. Penetrei com tanta força, quantos eram os gemidos, mais baixinhos.

Acabaste por ficar toda nua, e procurando uma mesa, sentaste-te em cima dela, abrindo as pernas, chamando-me. Voltei a fazer o mesmo gesto e voltaste a suspirar, a gemer que nem uma louca por sexo. Foram gritos e gemidos durante minutos, que pareciam horas. A mesa abanava, mas não nos importávamos. Sabia tão bem. Aquele entrar e sair. Cada vez que te penetrava, tocava no teu intimo, no fundo desse teu objecto sexual. Estava húmida, quente, mais propriamente a ferver. E era tão boa a sensação, o gosto do molhada a ir e a vir, até que. Liberto a tensão e encho-te com os pequeninos seres alienígenas.

Metes essas mãos quentes no meu rabo e pedes por mais. E mais te dou...

sábado, dezembro 11

Vamos acabar o serviço em casa...


Encontrei-me contigo, no locar combinado. Dei-te um beijo e afaguei-te os cabelos. Sorri e pedi para passeares um pouco comigo. Encontrei um canto, ao lado da igreja, escuro e sem iluminação nenhuma, quase coberto de olhares mais teimosos e curiosos. Encostei-te à parede, desabotoei os botões das tuas calças, e fui deixando deslizar a mão por fora das cuecas brancas que trazias. Começas a tentar impedir-me, mas o teu desejo é mais forte. Mesmo assim continuas a dizer que não, que pode aparecer alguém. Não resistindo à enorme excitação que estás a ter, atiras-te de mãos abertas para o meu objecto de penetração. Corres o fecho para baixo, abres o botão e tiras-o para fora dos boxers que o protegem de qualquer tipo de frio. Começas a estimula-lo até que este fique completamente erecto, capaz de te deixar louca de o sentir dentro de ti, quente, em movimentos repetitivos de tira e põem. Baixas as calças, tiras as cuecas de uma das pernas, pondo-me louco. Baixo as calças que me prendem os movimentos, e, chego-me para a frente, procurando no escuro com os dedos molhados de saliva, pelo teu buraco que ferve. Colo o preservativo à pressa, louco por te sentir. Encosto-o a ti, deixando-o escorrer suavemente, sentido o prazer a arrepiar-me por completo. Os calafrios são sentidos por ti. Notei isso, porque todos os pelos dos teus braços estavam em pé.

Ouves um barulho. Colocas as tuas mãos no meu peito a descoberto e pedes-me para parar. Visto-me à pressa e tu fazes o mesmo. Compões o cabelo e, avisto um vulto a dirigir-se para nós. Saímos com os corações apertados, ainda com a excitação e a adrenalina no sangue.

Vamos acabar o serviço em casa...

sábado, dezembro 4

Seduzes o meu intimo.


Não me consegues pegar ao colo, mas é daquelas coisas que tu mais gostavas de poder fazer. Levantar o meu corpo, e tratar-me como um bebé. E, de um minuto para outro, rasgar-me a camisola, desabotoar as calças, beijar-me desesperada por uma penetração intensa. Pegando nas minhas mãos, levando-as a sítios no teu corpo onde me farto de colocar os olhos. Sim. Esses teus decotes, que me deixam excitado, de maneiras que nem imaginas. É ter aquela vontade de te levar para cama, ou para uma casa de banho qualquer, e por lá ficar, Fazendo-te gemer, soltar gritos, soltar daqueles prazeres fortes. Sentir no teu corpo, a respiração acelerada, que me transmites via respiratória. 

Puxas por mim, seduzes o meu intimo, procurando por um beijo, um puxão de anca que te ponha mais do que excitada, capaz de rebentar comigo. Olhas à volta, mordes o lábio, desabotoando a camisa, desapertas as calças que fazes descer lentamente com olhos de leoa, comendo-me com toques pelo teu próprio corpo. 

sexta-feira, novembro 26

Os teus gemidos, soltam o meu coração.


Os teus gritos, apertam no meu peito. Os teus gemidos, soltam o meu coração. Uma vez por noite, a luzes do quarto apagam-se. O silêncio controla-o por poucos segundos, seguido de gemidos, gritos, sussurros, perseguições, no escuro. Deitado na cama, onde te espero, revendo-te no lado de fora da janela. É sempre uma noite, em que, nem os sonhos conseguem ser tão bons como os momentos que passo contigo. Consigo sentir-te, a remexer sobre a forra da cama, caindo no chão, desatando às gargalhadas. Fecho a porta, para tornar mais difícil a tua fuga dos meus braços. Estás melhor aqui, comigo, deitada sobre o meu peito, arfando como se tivesses os pulmões fora do corpo. Sobes e desces, a força é toda feita por mim, e o odor a sexo penetra o ar, como te penetro a ti. A temperatura sobe a pique, e nada há que a faça parar. Intensifica-se o palpitar do coração, a respiração altera-se, e torna-se agora rápida de mais para podermos parar de repente. Pego-te ao colo, e, pouso-te na mesa onde normalmente costumo fingir que estudo, onde o computador me ocupa o tempo livre. É aquele aparelho milagroso que encurta a distancia dos nossos corações, dos nossos olhos. Onde te vejo e revejo. Apreciando cada lágrima, cada sorriso, cada dedo que toca no teclado negro onde digitas as coisas mais bonitas para mim.

Penetro-te. Não é apenas um gemido, é mais do que um grito. Faz tanto tempo que não sentia assim o teu corpo.