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domingo, setembro 11

Sim estou a chorar porque o coração não se cala...


Todos os dias acordo, ouço os carros a passar do lado de fora da janela. Ouço ao de leve os passarinhos nos ninhos. Não ouço o sol porque ele não fala e se fala-se preferia talvez ficar calado. Não sei, certamente até fala, mas deve evitar fazê-lo para que possamos ouvir o silêncio. E é esse silêncio, o silêncio causado pela ausência  pela saudade de certas pessoas que nos são como um bem precioso. São aquele carinho na bochecha, ou aquele abraço carinhoso, aquele sorriso tímido, ou as palavras sábias de quem já tem a sua cota parte de experiência.

Afasto a cortina que me priva do mundo lá fora, ainda deitado na cama encostada à janela, olho pelos vidros e vejo o céu azul. Claro como a água límpida do rio. Ponho-me a pensar em ti. Recordo todas as fotografias que tenho tuas. Tudo o que te faz sorrir. E quando me vens à cabeça e a única imagem com que fico tua, é aquela em que tu estás a sorrir e os teus olhos brilham, no momento em que nos encontrámos pela ultima vez à um mês precisamente. Oh, e choro. Sim estou a chorar porque o coração não se cala, não se farta de dizer as saudades que tem. As saudades de ter a coraçona ao seu lado. Desejo que o tempo passe a correr para que chegues até mim num estante. És única. Importante e especial. És um carinho em forma de menina. Os teus lábios, as tuas mãos, meu, e esses teus olhos tão fortes, tão resistentes. És o sorriso que transportas no rosto. Que chegues inteira e viva, minha pulga gulosa. *-*

Sinto-me tão bem por estar a teu lado. Por sentir as coisas que sinto. De ter este sorriso que o rosto não consegue imitar ou fazer.

terça-feira, abril 19

Roubam-me os sorrisos e não são capazes de pedir desculpa.

Se elas soubessem, como é difícil ficar a olhar para elas, sem saber o que bem dizer. Se elas soubessem como me sinto por dentro. Se elas soubessem como eu era capaz de andar à chuva só para ir ter com elas. Nem que um beijo fosse dado. Nem que o sexo nunca fosse realizado. Apenas as palavras a fazer companhia aos corações solitárias. Se elas soubessem como é difícil aguentar a pressão de ter de ouvir as suas falsas palavras. Os seus falsos amores. Penso sempre que é verdade aquilo que sentem. Aquilo que me dizem ao ouvido, depois de me terem beijado os lábios. Se elas soubessem como é difícil manter a cabeça fria, e continuar a ser querido para quem realmente nada quer comigo. Se elas soubessem o esforço que faço só para ser sincero. Só para lhes mostrar aquilo que cá dentro sinto. Não encontro os amores, nem tão pouco os quero encontrar dentro do corpo de tais raparigas que pensam ser mulheres, mas no fundo, são apenas meninas que sonham ser mulheres. Falta-lhes a inteligência. A sinceridade. A realidade de quem são. Choro por entre as almofadas onde pouso a cabeça à noite. É por elas que choro. É por causa delas que choro à noite. É por causa delas, por pensar demasiado nas palavras que lhes digo, que sinto falta de ar ao dormir. Que acordo com dores de cabeça. Com dores no peito. Dores nos ombros por ter de continuar a andar e a suportar com a infantilidade que me calha nas mãos. Todas querem o mesmo. Todas querem que lhes escreva aqueles textos que dizem serem tão lindos. Roubam-me os sonhos. Os sentimentos que tanto mantenho em bom estado. Estragam-me o coração por gozar com ele. Todas as conversas, todos os gostos, tudo o que partilhei com elas e no fim fazem-me isto. Ora aparece algum moço mais novo. Ou é apenas mais bonito que eu. Mas nunca terão. Nunca terão, o seu nome de novo nos meus lábios. Nunca mais terão os textos que lhes escrevia. Os amores que tive de representar no coração só para lhes dar um sorriso, um carinho, um amor, uma paixão, um sonho em cada texto meu.

O problema não é o coração que me dói. Não são os lábios que secam por não ter saliva de outra boca. O problema é mostrarem-se interessadas, mostrar um coração que não é delas. Palavras que a cabeça não sente. Inventam umas sms's de merda só para dizer que não podem ir ter comigo. É gritar à chuva como o meu corpo triste se sente depois de tantas terem dito que iam e no fim acabam todas por dizer e fazer o mesmo, arrancar de mim um pedaço de amor. Acabam todas por inventar uma coisa qualquer só para não aparecerem lá. Pergunto-me se sou eu.

Roubam-me os sorrisos ,roubaram-me os sonhos pela ultima vez. E nem são capazes de pedir desculpa. 

Um dia, haverá alguém que lhes dará o que merecem. Uma chapada na cara e um mandar fuder que ninguém tem coragem de dizer. E nesse dia, alguma menina irá ver como sou, e dará o melhor de si para me curar as feridas causadas por todas as parvas que me estragaram o coração.

Um dia terás pena de ter tratado assim as pessoas... És tu que estás a perder tudo...

sexta-feira, abril 8

Vais sorrir e ser feliz. Promete-me apenas isso.


Tenho saudades da maneira de como éramos loucos um pelo outro. Pela juventude que nos corria pelas veias do corpo. Tenho saudades de como quando nos chateávamos e desatávamos aos beijos no momento seguinte. Tenho medo de começar algo novo. E se nada for como antes? Se os beijos não souberem ao mesmo? Os braços não me rodearem da mesma maneira? Os olhos não me lerem como costumavas fazer? A sua ponta dos dedos não me tocar com a mesma delicadeza e loucura que os teus faziam cada vez que me tocavam.

Na minha cabeça, ainda tenho a ideia de que gostas de mim. Que as saudades te atacam o coração, como me atacam a mim. Ou então não. Porque penso em ti. O sol continua a aquecer-me na tua ausência, como se me tivesses a acolher nos teus braços. Eras um respirar. A verdade de um sonho que por tantos anos sonhara na minha cabeça. A testa arde, está quente e não quer ir embora. Pesa-me a cabeça, e à minha cabeça vêem milhares de pensamentos. De momentos que passei contigo. São imagens, vídeos, momentos, que passam tão rápido. Recordei as coisas que tinha feito no passado. As muitas coisas que aconteceram ao teu lado. Eu sou maluco. Antes, não precisava de olhar para as estrelas. não precisava de sair tantas vezes de casa. hoje, saiu à noite de casa, e vou para o telhado do mais alto prédio da minha rua, só para estar próximo das estrelas. Só para as poder ouvir melhor. A falarem-me de ti. Como tu tens estado. Como os teus sorrisos continuam tão brilhantes, tão contagiantes e inofensivos. Falam-me de ti. Dos teus novos amores. De quem agarras a mão. A quem beijas tu com esses lábios. São desejos que sempre estejas feliz, mesmo sem mim ao teu lado. 

Sinto-me amaldiçoado por alguma coisa que está dentro de mim. O melhor que posso fazer, é seguir em frente, guardando num canto do meu coração as memórias que vivi contigo. De nada me vale pedir desculpas sobre o teu coração. Mesmo limpando as lágrimas que soltas sozinha deitada na cama, debaixo dos cobertores, mesmo que esteja calor, ficas. Se não ficas era o que mais me apetecia fazer. Chorar e gritar sem que ninguém te possa alguma vez ouvir que um dia fizeste tal aberração. Caso não seja esse o teu pensamento. É o meu. Querer atirar-me dos céu e caia na terra milhares e milhares de vezes. Não quero morrer, nem muito menos sofrer. Quero ver apenas a vida a passar-me diante dos olhos todas as vezes que tentar fechar os olhos e pensar em algo bom, e nesses momentos me apareças tu. O teu sorriso, ou os choros que fizeste comigo naquele banco do jardim.

Isto tudo não é um querer voltar. É um seguir caminho. O mais aleijado ou horrível, perder o coração num dos buracos que o caminho tiver. Partir todos os candeeiros que por ela a fora existirem. Deixar cair do bolso todos os afectos, todos os mimos que um dia guardei para dar a uma menina especial, tal como tu.  Partir todos os raios de sol que me envolvem o corpo. Pintar de negro o céu da manha. Cortar o frio da lua. Rasgar ao meio cada buraco da lua. Gostava mesmo de poder chegar ao céu e de lá tirar uma estrela. Espeta-la no tecto do meu quarto. Tudo para me relembrar das coisas boas que já vi com raparigas, não tão boas como tu.

Vais sorrir e ser feliz. Promete-me apenas isso.

Irei levar muitas memórias tuas comigo.


O que fomos nós fazer? Perdemos todos os sonhos que tínhamos na cabeça? Perdemos a cabeça de vez? Partimos o coração um do outro de tais maneiras horrorosas que não fazem sequer a ideia de que estão magoados? É por causa de ser tudo muito novo? Tínhamos as coisas tão bem à tão pouco tempo. O que viram os nossos olhos de diferente? Estavam as coisas assim tão diferentes para que tudo ficasse como está agora?

Talvez seja o melhor. Talvez já não sentíssemos o conforto um do outro da mesma maneira que antes. Talvez os momentos não fossem tão bons como eu gostava que fossem. As palavras serem mais vezes ditas. E as que não gostava nada de dizer. Sinto falta do calor que existia entre nós.

Irei levar muitas memórias tuas comigo. E, espero que não seja a ultima vez que te veja sorrir.

segunda-feira, abril 4

És o meu Fevereiro...


Minha princesa. Amor da minha. Mesmo que não esteja neste momento a segurar a tua mão, é contigo que eu quero partilhar as idas ao cinema. As tardes dos Verões que faltam viver. É contigo que eu quero partilhar os cereais pela manha. Mostrar-te os dentes brancos, fazendo-te sorrir. A distância está só na nossa cabeça. 4000 metros são só um numero uma medida. Será que te posso pedir um favor? Ficas comigo até eu morrer? E posso fazer outra pergunta? Posso dizer a toda agente que gosto de ti? Posso fazer outra pergunta, se não for pedir muito, posso ficar contigo para sempre e sempre bebé?

Ainda me recordo dos dias em que as palavras me faziam chorar. Faziam-me ter sonhos que se tornavam pesadelos. Porque nesses pesadelos eu magoava-te sempre. E sempre te pedia desculpa, e tu, com a tua carinha tão linda e simpática, dizias que desculpavas. Colocavas as tuas mãos na minha cabeça. Olhas-me nos olhos e dizias coisas lindas. Coisas que recordo com o coração, mas não com as pontas dos dedos. No inicio, tinha medo de te deixar entrar no meu coração. Tinha medo de entrar no teu. Medo que tivesse assombrado. Tinha medo de te deixar entrar, porque poderias não gostar do que visses. Tinha medo. Estava perdido. Desconhecia quais as melhores palavras para te dizer o que sentia. Não tenho coragem de magoar uma coisa tão bonita, tão pura como tu. Começo a pensar que todos os rapazes com quem já tiveste não são como eu, nem eu sou como eles. Queria fazer melhor. Melhor para o bem. Mesmo sabendo que te magoei. Para ti, quero ser como o meu pai costumava fazer. Ler-me uma história à noite, e dar-me aquele miminho em forma de beijinho. A palavra que te quero dizer, ainda está por ser inventada, ainda está por ser vista de forma clara. Quando a conseguir ver, serás a primeira a quem essa palavra vou dizer.

Queres-me para sempre. Ter filhos comigo. Com os caracóis como os meus. Ter filhos e dar-lhes nomes todos estranhos e que nem o dicionário de português sonha que tal existe.

Somos como meninos pequeninos, dando pequenos beijos sem saber a inocência que lhes damos. És o meu Fevereiro...

terça-feira, março 22

O dinheiro que é o pão dos nossos dias...

Recebi a carta que confirma o meu desemprego e com isso, sinto que o que fiz no passado pouco contou. Que tirar um curso não resolveu metade dos meus problemas, apenas fiquei com um grande e extremamente pesado. Ficar sem emprego é uma coisa completamente de ficar sem dinheiro para pagar as contas no fim do mês. Para sair com a namorada. Deixar de sair de casa e apanhar boleia está fora de questão, pois há quem já não tenha carro. Andar de bicicleta vai passar a ser uma realização pessoal mais comum. O gosto é que manda. Os sonhos estão presos por poucos fios. Ir estudar é uma das opções, mas como o dinheiro não dura para sempre, alguma coisa terei de fazer para continuar a ter dinheiro a cair constantemente na conta. Fazer biscates já passou de moda, e se ainda é moda, já ninguém paga serviços prestados aos amigos. Não é verdade? Ora pagam um café, ora um almoço em casa, que hoje em dia, já se torna mais habitual, visto que tanta gente já começa a perder o interesse em viver de forma tranquila, quando sente que no final do mês, pode ir embora e assim, perder a ultima reste-a de orgulho, ou diria eu perder o gosto de sair de casa. ir procurar emprego, também será um passatempo. Ou então fazer de tudo para receber do fundo de desemprego. A opção de ir para as novas oportunidades está fora de questão, pois com o 12º à pouco mais de 3 anos não irá ajudar em nada. Não me pagam se quiser ir estudar. Tenho de ser eu a pagar do meu bolso ou pedir mais um pequeno sacrifício aos meus pais mais uma vez na vida, para me pagarem os estudos. Porque se não arranjar trabalho, ou não conseguir ir estudar, terei de pensar numa solução. E começam a haver poucas. Sinto-me com a corda ao pescoço. Mesmo que não tenha duvidas ou outros quaisquer problemas. Sinto com um aperto no estômago. Quase sem vontade de falar. Só me apetece chorar. Gostava de dar orgulho aos meus pais por ter arranjado um trabalho e neste momento, sinto vergonha, mesmo que a culpa não seja minha, tenho vergonha de quem fez tudo para agradar aos pais. Dei-lhe muitas coisas boas. Muitos sorrisos e alegrias. Mas nesta altura onde o dinheiro faz falta nos bolsos de quem menos pode torna-se como o pão na idade média. Quem o tem, sobrevive a mais um dia de fome.

Digo que o que mais me apetece fazer hoje, é chorar. chorar porque mesmo que possa entrar na universidade ou ir para o desemprego, sei que o dinheiro não cresce, não dura, não se estica.
Estou completamente desmotivado.

O dinheiro que é o pão dos nossos dias...

sexta-feira, março 4

As culpas, podem ser postas só em mim

É maldade. Maldade é aquilo que tenho no coração. Fiz sofrer e já sofri. Cometi erros. Os piores diria eu. Sofri/sofro por ser assim. A cada nova relação aprendo sempre uma lição, um pedaço de amor que é dado e julgava morto dentro de mim. E, se tudo fosse perfeito?  Não ganharia essas experiências. Nem maneiras de ser, de estar, ver e fazer o amor de cada relação ainda melhor.

As culpas, podem ser postas só em mim. Como preferires. Não me importo. Pois já sofro o suficiente, (e sei que tu também sofres) por te ter feito sofrer assim. Daquela maneira tão má. Deveria ter-te dito logo no inicio, mas no inicio tudo era ainda fresco. muito no inicio eu ainda era fresco, verde como aquelas laranjas que parecem limão. Se é que me consegues entender.
Deveria ter-te contado que senti algo por ela no inicio. E sim, tens razão estava cego. E quando me apercebi de que te ia perder, lutei por ti. Foi quando me apercebi de que estava a começar a sentir um grande amor por ti. O que fiz não tem culpa nem qualquer desculpa. Escondi-te o facto é verdade, assim como tu me escondeste o teu. Somos ambos culpados.

Estou triste sim. Por ter feito o que fiz a ti. Só que à medida que o tempo passava, mais certezas tinha de que era de ti que eu gostava. Foi por isso que nunca te disse nada. Porque nunca houve nada. Nunca estive com a rapariga e certamente, nunca iria estar. Tu! Tu fazias-me feliz. Graças a ti, podia dormir bem de noite. Já não me faltava o ar como acontece a partir daquela sexta feira. Fazias-me alegria, pondo-me sempre bem disposto. Nunca te tomei como garantida. Pois sacia como animais que somos, um dia tudo não passaria de um sonho, ou então de um amor irrespondível. Para mim, não foi um sonho, foi uma realidade que levarei comigo numa ponta do coração até que me falhe. Devo-te um obrigado. Foste mais que uma namorada. Uma amiga, uma mulher, um desejo. Foste tudo! E eu? Eu espero ter dado e sido para ti o que sempre esperaste. Amei-te até o coração pedir que parasse de te dar tanto mimo por tanto amor que coloquei em ti.

Nunca digas que eu não fui o suficiente para ti.
Posso ter-te escondido muita coisa, mas o amor, esse sempre foi verdadeiro. Pude não o ter dado em formas de mimo, mas dei-to. Não posso ser mais especifico, porque todos os dias contigo, já te estava a dar amor. Sempre que te dava a mão, um beijo, um mimo, um olhar sobre ti. 

Por outro lado, a inocência que mantens no rosto, faz-me pensar que o amor nunca foi demais.

Tentava cuidar o melhor que podia de ti. Mas sinto que falhei nessa parte.

segunda-feira, fevereiro 28

Era o teu orgulho tão grande que não nos deixava viver felizes?


Atiro as flores ao riu. Soltam-se as lágrimas da saudade, da dor que arranha no peito. São as saudades de te beijar os lábios, e o sentir das tuas mãos que me atormentam nos sonhos. Minto-me todos os dias. Os teus braços não estão cá para sentir o sofrimento que me ficou cravado no peito. Dou voltas na cama, na tentativa de esquecer o dia em que me disseste adeus. O dia em que tu quiseste perder tudo. Começava a construir um futuro para nós. Imaginava-me contigo na praia, com um carro que daqui a uns meses irei comprar. Imaginei-me contigo, com um filho, com uma criança que nos ia tirar o sono mas que nos daria tanto prazer de a ter feito. Começava a dar frutos de amores, de estar realmente apaixonado por ti. De perder a cabeça e meter-me no meio da rua aos gritos, gritando de braços no ar, que nem um maluco e tolo, sobre o que me fazias ao coração. Fazes-me falta. Não estou arrependido do que fiz contigo. Estou triste por entre nós teres perdido o coração por pouca coisa. Matou-me, matou-te, matou-nos aos dois. Um dia saberei o que correu tão mal. Pois eu não sou bruxo.

Era o teu orgulho tão grande que não nos deixava viver felizes?

sexta-feira, janeiro 7

Fiquei triste quando me contaram...

Eu tinha muito para falar, de uma menina, que se revelou simpática, que literalmente copiava em textos meus, e, colocava-os no facebook. Fiquei triste quando me contaram o que andavam a fazer. Mas o que eu queria dizer, já não o digo. Não o digo porque sei que não vale a pena. As palavras valem tanto como os actos, mas os actos que poderei fazer, serão bem piores que as palavras a utilizar. Eu fiquei triste por saber que afinal a pessoa  anónima como tinha escrito num outro post, afinal existia. Tentei ficar calmo, e rapidamente fiquei zangado. Zangado porque afinal eram os meus textos. Algo que criei com a minha imaginação, ou sentimentos que vivi com o coração. Algo difícil de esquecer. 

Mesmo assim, quero-te agradecer. Dar-te um obrigado e um pequeno abraço. (Pequeno porque podes achar demasiado grande e o chegues a levar contigo.) Obrigado por o teres feito. Mostrou-me que afinal aquilo que escrevo é realmente bom (se não for caga). Vi o que não queria aceitar. Que alguém me roubava e senti que os meus textos, tinham impacto nas pessoas a ponto de estas os copiarem. Não cheguei a chorar fisicamente, chorei antes emocionalmente. Fiquei de coração partido, por teres copiador. A vontade de chorar era enorme, tudo porque conseguiste ser má, e porque eu sou um tótó, por colocar os meus textos na Internet. Eu sabia que poderia acontecer, mas não aceitava. Sabia que copiavam. Sim, sabia-o, mas nunca descobri por isso estava tudo bem.

sábado, janeiro 1

Choras no escuro.




Choras no escuro, enquanto a luz persegue os demónios que te fazem ficar assim. Bebes a água da torneira, até estares farta do mesmo sabor. Mesmo que eu, chore por ti, sei que não posso tirar essa tua dor. Essa dor que suportas. Não sabes que tudo o que fiz, foi sempre por ti? Que tudo foi sobre ti. Porque tudo o que te fizeram a ti, fizeram-me a mim, das maiores formas possíveis que poderia viver.

Se eu pudesse, com uma oportunidade, colocar no teu coração, a confiança que precisas de ter sobre mim, fazia-o sem pensar duas vezes.

sexta-feira, novembro 5

O tempo não existe.

Seis meses passaram. Todos os dias, estando longe ou perto de ti, sinto sempre o mesmo. Aquele carinho, aquela ternura vinda de ti, não sei de onde. Não sei bem do que. Não sei que lhe chamar. Não é amor, e é muito mais, é mais do que essa palavra de 4 letras. É perfeito. Dás-me todos os sorrisos que poderia algumas vez pedir. Que alguma vez poderia ter em tão pouco tempo. O olhar para ti a sorrir, com o olhar posto no céu, na rua, nas pessoas que passeiam ao fundo. Torna tudo ao teu lado tão especial. Escrevo esta carta para ti, porque sempre me preocupei contigo. Até mesmo nos momentos em que estou em baixo, mal disposto, ou sem jeito nenhum para retorquir o amor que me dás tão bem.

Quando te deitas, para dormir, encostada a mim, a enorme adrenalina que me corre no corpo, desperta-me para momentos únicos. Ver-te dormir, partilhar o calor, o quentinho da cama, faz-me transpirar. Adoro quando te agarro na mão. A balanço perfeito que se torna com o tempo.

Mesmo não sendo este o primeiro da minha vida. Mesmo depois de ter visto a tua cara, muito depois de te dar a mão, continuo à espera do dia em que apenas te digo "Boa Noite". Ainda bem que não morri antes, pois assim não te teria conhecido.


Não sei o que mais te dizer.

sábado, outubro 9

Já alguma vez sentiste...

Pequeno amor, meu grande amor. Senta-te ao meu lado. Não te chegues perto de maneira a tocar-me por completo. Não me beijes o rosto. Quero sossego. Quero-te apenas aqui ao meu lado. Não quero que digas nada, nem me peças nada. Fecha apenas os olhos e escuta o silêncio.

O sol cai-me das mãos. Aquela força, aquele calor que me habitava o coração deixa-me agora indefeso. Quero-te ao meu lado apenas para companhia no amor. Para viver metade dos meus minutos a amar alguém, alguém assim real como tu. Não te quero para sempre comigo. O tempo é tempo, e metade dele é passado. É sagrado de que tu estás cá comigo e não quero que te vás embora. Não me dês a mão. Senta-te apenas. Quero que respires o mesmo ar que eu. Não quero que sejas como eu, ou faças tudo o que goste de fazer. Ama-me de maneira diferente todos os dias. Aprende comigo que eu irei aprender contigo. Pois, mas talvez não dê para me ensinares nada do que já não saiba, se não algo diferente. Nada do que a vida já não me tenha ensinado a viver. Anseio saborear os teus lábios de maneira diferente cada vez que tocarem nos meus. Não quero amor. Não apenas o amor que vem nos dicionários. O amor que faz aparição em livros, em capas de revista, em momentos captados em fotografias. Quero o amor apenas como sendo o amor. Apenas como sendo uma simples palavra. Então... Há momentos onde tu não consegues fazer parte do meu mundo. O céu cai sempre que choras, ou cada vez que te viras para mim para me tirar do coração algo que só a mim me pertence. Respira fundo e aprecia a paisagem que se vai dissipando com o tremor dos meus pulmões por não querer mais nada do que sofrer por um bocado. Estar sozinho e abandonado. E tu, tu não tens a capacidade que eu espero que tenhas. A capacidade de vir a ser alguém com quem partilho mais do que a minha vida, mais do que metade do meu coração, mais do que uma mão, um carinho na cara, na boca, na bochecha rosadinha do lado esquerdo ao direito. Um sorriso. Sabes o que é namorar? Saborear a brisa a bater-nos na cara? O precisar de ter tempo e espaço para mim e para ti? Sabes o que é dar a mão e ir passear debaixo do sol? Sabes o que é beijar? É disso que no final preciso.

Alguma vez te calaste para ouvir o som do mundo?

Texto de 04-07-2010.

quarta-feira, agosto 25

Um dia. Um certo dia.


Um dia. Dos meus olhos irão sair lágrimas. Pequenas e transparentes gotas de água de sabor doce. Esse dia, será o dia em que o meu coração deixará de sentir. Será o dia em que irei morrer nos teus braços, nas tuas mãos, na tua mente, no teu coração. Irei ver a vida que tive através dos meus olhos, até que no fim dessa mesma visão, terei um aperto no coração, por causa de ter amado alguém tão humano como tu.

Pegar-te na mão. Sorrir para ti, dando algo para que te recordes de mim. OU algo que te fizesse chorar de tanta alegria que sentisses. Dedicar-te as mais belas cartas de amor. Mostrar-te o interior do meu coração, sem que nunca fosse preciso dar-te a chave dele. Olhar para as estrelas e mostrar-te para onde vou quando me for. Pois nunca mais voltarei. Agarra-me com força. Não me deixes partir. Não me deixes ir embora. Mata a morte com o teu coração. Mostra-lhe que precisas de mim. Mais do que ela precisará de mim. Olha-me nos olhos e promete-me que irás ser feliz. Preciso de ti no meio dos meus braços. Eu não te quero ver a chorar. Eu tento, compor todas as peças do meu coração, eu tento. Entrelaça os teus dedos nos meus.

Fecha os olhos e conta até cinco. Vamos cruzar a única coisa que conhecemos. Misturar as alegrias, os amores, as tristezas e os choros que enfrentamos juntos, assim não terás de chorar sozinha.

segunda-feira, agosto 9

Começar do zero...

O pc estragou. E fiquei sem nada. Fiquei sem uma historia que estava a escrever para o blog. Fiquei sem nada. Fotos, musicas, letras, pastas, filmes, tudo. :(

sábado, julho 10

Começo a ter saudades tuas.

Começo a ter saudades tuas. Sim saudades e preocupação. preocupação porque não sei como estás em todos os sentidos. Apenas as tuas sms é que me dão algum motivo para continuar a sorrir bem devagarinho.
Sabes aquele aperto muito, mas mesmo muito forte, no meio do peito? - Aquele que te manda contra as paredes? - Sim esse exactamente esse. É isso que sinto depois de estar 1 semana afastado de ti. Eu luto contra o passado. Não me quero lembrar, pois cada vez que me lembro dele, só me apetece esconder debaixo dos lençóis e tapar os ouvidos. Gritar bem alto para que não ouça a tua voz. Não estou a dizer que não gosto de o reviver ou de ouvir a tua linda voz, mas o meu coração tem umas certas tendências suicidas sabes? E eu não gosto de o ver assim tão sozinho e tristonho. Principalmente com a ansiedade que ele traz nos olhos. Coitado. Ele quer tanto estar contigo, poder abraçar-te e sentir o teu carinho. Dar-te a mão e caminhar todo pimpolho como uma criança. Tudo porque gosta de estar contigo. De falar contigo. De despejar as vidas contigo. De sonhar aos pedaços com o teu coração. Fazes-lhe aquela companhia que ele tanto precisa em tantos momentos.

F - Onde está ele?
M - Está ali, encostado ao canto da cama embrulhado nos cobertores a tentar calar a saudade que lhe queima o peito.
F - Anda cá meu amor. (Afastando os cobertores, estica os braços chamando-o)
C - Mamã... (aos soluços)

quinta-feira, julho 8

Exames nacionais uma miséria...

Bem, como é sabido saíram hoje as notas dos exames nacionais e infelizmente tive uns míseros 5 valores (639 - Português). --' Pois eu sei, é de cortar os pulsos. Foi das primeiras coisas que pensei. Mas desisti de o fazer pois quero ver se tenho melhor nota no novo exame. Vou pedir correcção da primeira fase e ver se tenho algum ponto a mais. (que tenha 7)

Mas, o melhor agora é estudar. Estudar e estudar o livro todo. Sabelo de cor. O tempo é pouco, mas quero ver se ainda começo hoje a ler e a resumir as coisas. Ler o livro todo até 4ª feira. (dia do meu exame)

quarta-feira, junho 16

Crescia nos meus campos...




Esbarro contra uma parede branca. Antes disso não existia o tempo. Não havia o passado nem o futuro. O que para trás daquela parede aconteceu, nunca existiu nesta minha realidade. A idade não pesava no corpo, apenas nas pálpebras dos meus olhos. Pesavam como se me estivessem coladas, impedindo-me de as abrir, não podendo assim ver o meu futuro a acontecer. Escondia-me nas saias da mãe, agarrava na mão do pai, e protegia-me atrás das suas longas e musculadas pernas. Nunca me dei a conhecer, a vida passou que nem um milésimo de segundo à minha frente. Era correctamente asseado e educado, capaz de fazer inveja a qualquer rapaz da minha idade. Desejava namorar com a rapariga mais bonita aos meus olhos que existia na turma, mas nunca quis o meu coração. Corri a vida inteira atrás de sonhos complexos incapazes de se realizar comigo nos meus 5 ou 6 anos de idade. Já na altura tinha a tendência em sonhar mais alto do que qualquer rapaz da minha turma. Não o sabia, mas pensava eu que o conseguia. Pois via-me distante de qualquer "futuro" português no meu imaginário. Brincava como qualquer outra criança normal, com a diferença de ter um irmão gémeo com quem sempre partilhei e nunca o quis fazer. Ter apenas a minha vida e decidir dela o que queria. Esbarrei-me contra muitas coisas durante essa fase de pequena vida e queria algo mais, algo mais do que ser pequeno. Do que apenas olhar para o céu e imaginar-me no futuro, como seria com quem estaria, como seria eu. Quem seria o homem de cara alegre ou triste? Pois eu presumo que já vi esta cara em algum lado.

Entretinha-me com o que a vida me dava, saboreando com o prazer no coração o que a ingenuidade e infância me proporcionavam. Devorava os gelados nas tardes de verão. Crescia nos campos do meu imaginário. Todos os dias eram memórias a serem reconstruídas. Mas eu não sabia isso. Sentia que algo estava perfeito demais e perguntava-me como era possível eu puder viver situações tão perfeitas e outras tão constrangedoras. Até que certa altura disse para mim mesmo: "Eu não quero saber. Adorava saber o que tudo isto era, mas não sou ainda capaz de chegar à resposta." Por isso desisti de querer ser criança ou de sequer crescer como acontece aos adultos. Não me apetecia ficar parado no tempo. Não queria avançar no tempo nem ter de viver. Queria apenas sentir, aproveitar o gostar e envolver-me no saber, perguntando-me intermitentemente, "como era viver?". 

Tantas foram as vezes que metia as mãos ao sol esperando por um presente seu. Tantas foram as vezes que olhava para o sol, esperando que este me sorrisse, me envolvesse nos seus braços e me levasse deste mundo. E em vez disso, fez-me um dia, esbarrar contra uma parede branca. O sentimento foi como se tivesse caído de chapa na água da praia. Abri os olhos e saboreei o sabor do ar. Sentia-me a respirar pela primeira vez. E nesse preciso momento revi nos meus olhos fixados na parede bege do meu quarto, a vida desde que nasci até àquele momento único e pequenino. Apenas com o tempo no relógio a contar. Respirei fundo, abri bem os olhos, perguntando-me onde estava eu. Sentia-me confuso. Para trás, a minha vida tinha-se apagado. Para a frente a vida ainda não existia. Apenas comunicava comigo o relógio da mesinha de cabeceira, como se me disse-se para sair da cama e fosse viver. Senti que foi a primeira vez em que estava mesmo a viver depois de tantos anos passados na minha cabeça. Não sabia quem era, nem como era eu em termos físicos. Não sabia os cantos à casa. Tudo se tinha apagado da minha memória. Dei com os meus pais, mas não sabia quem eles eram. Foi aí que me senti perdido no meio do tempo. No meio do que não era meu. Fora do que um dia fui eu a criar com a imaginação. Suspirei e procurei abrigo nesse tempo, esperando que este me guiasse por estes novos caminhos.

Respiro porque preciso de viver. Vivo porque tenho vontade de conhecer o tempo.

terça-feira, maio 25

Não sejas só um mero sonho

Pequeno anjo, vai e volta. Pequeno anjo, chama por mim. Pequeno anjo vai-te embora, volta num novo outro dia. Hoje não quero ouvir uma única melodia, não quero ouvir o som da tua voz, não quero sentir o desejo de te querer para sempre, não quero dizer palavras meigas, fingindo que tudo está bem ou que tudo o que em ti existe brilha quando me vê. Não te quero ser o centro da atenção. Não te quero ser nada se não o melhor amigo/namorado que faz maratonas para conseguir estar contigo apenas 10 segundos num pedaço do tempo do mundo. Realizar-me de que ficas feliz quando estás comigo, que sorris quando te dou a mão. Se soubesses tudo aquilo que tenho para te dizer. Sermos aquele casal amoroso impossível de ser parado, nem o arrancar do coração das mãos um do outro nos faria parar. Acho impossível chegarem-me a tirar o coração que te pertence, sem que saibas as enormes saudades que por ti tenho. As horas seguidas que passo a pensar em ti. Que quando choro é em ti que penso. É sobre o teu colo onde mais me quero aninhar, fugir da vida lá fora e ficar por momentos, sentindo o teu coração bater, gritar ao ouvido que é amor por ti que sinto quando me tocas ao de leve. Saber que ao não seres ainda real e que tudo o que por ti inventar será para sempre escrito em vão, desejando que existisses neste mundo, para que me confortes, me dês a mão olhando para mim e dizer: Sou eu, é real o que sentes, é real o que vês e nada de mim irá desaparecer.

Ela é amorosa. E apaixonei-me por ela, porque a primeira coisa foi, apaixonar-me  pela sua coragem, a energia e o querer dela em deter-me palavras. Ser a pessoa que sou e no entanto, voltar a resistir às emoções que ela levanta em mim. Todas aquelas que em mim provoca. Muitas vezes, esticava-me para lhe chegar a tocar no rosto, e só ai é que sabia que não estava sozinho. Alguém disse que a dor se iria embora, mas não sei se ela alguma vez irá embora (a dor). É assim que eu a sinto mais verdadeira (a menina), quando lhe toco, quando lhe sinto o calor do corpo, quando me toca. Não há nada de diferente. É só ela, a raiva e a beleza que nunca chega a ir embora. Mesmo que ela não esteja presente, de alguma maneira é importante para mim. E sentir-me-ia tão confortável saber que ela também me amava, e não posso fazer nada. E é a mais parte mais difícil, é quando não se pode fazer nada sobre tal. Mesmo quando sabes que queres e farias qualquer coisa sobre isso. Mas sou feliz, se ela estiver a viver uma vida feliz e em amor. Mesmo que não seja comigo. Fico feliz, fico feliz porque sei que pelo menos ela continua a sorrir...

Eu não esperei, só pensei no que estava a acontecer quando... estava ali, olhando para ela, que parecia durar para sempre, batendo no mesmo segundo. Aquele gostar de lhe desejar o olhar por um bocado. É um gostar de querer, aproveitando-lhe os dias, chorar por momentos, e pedir-lhe para tentar. É fazer poemas e criar declarações. Eu sei que não a conheço muito bem, mas o tempo veio e eu nunca esperei que tal acontecesse... São as palavras que mais te quero dizer, porque são aquelas que quando perto de ti sinto, as que mais me ferem o coração. São aquelas emoções de que o telefone toca, a primeira coisa que me vem à cabeça, é a tua voz. Quando me deito na cama, pensando se alguma vez nunca tivesses existido, se algum dia iria sentir o que guardo dentro de mim com força. Aquele sentimento que cresce sem eu próprio querer. Diz-me o que está mal, tudo o que não faz sentido. E ai pergunto-me, sobre o porquê, o porquê de tudo ao inicio parecer tão certo, mas no meio do inicio, dar a outra cara sem mais nada a acrescentar, fazendo-me sentir miserável e infeliz.

And there's something in our conversations that keeps us from saying everything that we'd like to. I don't know if it'll ever get that good again, and I'm afraid to let go of this.

Adoravam aquelas, das quais nada me são, das quais nunca me iram chegar a tocar, conseguir sentir o carinho que te deixo a cada beijo na bochecha, em cada toque doce. O limpar da bochecha coberta de chocolate. Porque és tu, és riquinha de pessoa. És alma de menina carinhosa.

Não há nada. E só posso esperar pelo momento certo e que apareças sorridente perante mim, e me digas as palavras que mais quero ouvir. Peço-te, não sejas só um mero sonho sobre o meu coração. E se fores, sê gentil comigo, mas por favor, deixa-me ser eu a partir o meu próprio coração!
Pedro [09-04-2010]

domingo, maio 23

Sei que...


Sei que pedir desculpa não trás o que eu quero de volta.

segunda-feira, maio 10

E no fim dizer...

Quando tiver a idade dos meus pais, quero olhar para o mundo e poder conseguir vê-lo da mesma maneira de como o via quando era pequeno. Sentir-lhe os sorrisos e os abraços. A ternura e a ingenuidade por o tempo nunca passar. Não ser mais do que um ponteiro de metal que se move sem parar, se não quando lhe falta a pilha. Sou assim, um relógio que precisa de sorrisos entre outras coisas, como pilha para ir rodando.

Quero sim. Quero poder ter o gosto pelo mundo, como o tinha no passado. Quero que os sonhos sejam apenas sonhos. Que o tempo seja só o tempo, e a vida seja só a melhor que possa ter, como em tantas outras que poderia chegar a viver.

E no fim dizer: Vou ter saudades minhas!