domingo, março 6

Aguenta só mais um segundo!


Trás outra garrafa de vodka preta, menina de uma só noite. Entorna de propósito sobre o teu peito. Quero provar a combinação. Vou querer forçar a entrada bem abaixo do teu umbigo. Vamos sair daqui sim? Vamos para aquele canto mais escuro, onde ninguém nos pode ver, onde ninguém terá de saber o que fomos nós os dois fazer durante quinze a trinta minutos, ou o tempo que ambos aguentar-mos.

Começas por dizer que sou alto. Digo-te que isso não tem importância agora. Mas tu queres beijar-me os lábios e só chegas ao peito. Abaixo-me um pouco, só para te satisfazer os caprichos. Safaste bem, mas e no resto? Mas vamos com calma, não queremos que isto acabe depressa. "-Cá vai disto rapaz!" - "-Estás à vontade." Houve mais troca de beijos, mais apalpadelas, aqui e ali. Ponho à mostra uma das tuas mamas, que fazia um incrível decote. Vais aos poucos pondo a mão cada vez mais para baixo. Até que por fim tocas onde tanto estavas interessada. Chegas-te mais para a frente, fazendo tocar o que no meio das pernas tens, no objecto que tens na mão. Continuas com as caricias, até que te baixas. Pouco depois faço-te o mesmo.

Vira-te de quatro, quero sentir as tuas ancas nas minhas mãos. Violar-te desta posição até que me farte. Apertar-te as mamas, acompanhado de um ir e vir de gemidos vindos de dentro dos teus pulmões. Agarro-te pelo cabelo, como me pediste. É da melhor maneira que te penetro com mais vontade, e até, o coloco todo dentro de ti, até não caber mais centímetro. Soltas mais gritos, mais gemidos, e com a vontade e excitação de que seja ainda mais intenso, pegas-me nas mãos que te seguravam as ancas, e pedes-me gestual-mente para que te volte a apertar as mamas. Após te fartares de te apertar as mamas e de te dar prazer na mesma posição, viras-te virada para mim.

Sinto-te a vir intensamente. Aguenta só mais um segundo, eu quero vir ao mesmo tempo que tu.

Lá porque os dois atingimos o orgasmo, não quer dizer que tenha de acabar já. Os teus olhos mostraram o quanto querias mais. Os corações continuam a bater depressa, a respiração continua acelerada.

sábado, março 5

Vamos jogar ao gato e à rata?


Vamos jogar ao gato e à rata? Vou ser eu a correr atrás de ti hoje. Vou ser o teu gato. Cada vez que corres ou soltas gritos, soas mais. Mais prazer me dás de te apanhar só para me colar a ti. Olha-me dessa tua maneira feliz e completa. Mostra-me o teu corpo. Atira-te para a cama. Estou pronto para começar a comer-te. Tirar-te as vestes, tirar-te o sorriso da cara. Olha para mim. Mostra-te zangada. Fica vermelha como um tomate. Crava essas unhas nas minhas costas.  Coloca à volta do meu tronco as pernas que me puxam para ti. Tremes das mesmas. É o teu medo de mim, ou é o prazer que estás a ter? Olho-te de maneiras excitantes, tentando ler-te os olhos, ler-te o corpo. 

Segura essa língua. Deixa-me ser eu a marcar agora os pontos. Sustem o folgo por um segundo, para depois pedires por mais com grande vontade. Grita-me essas palavras que te rodeiam o pensar, para saber se te consegui levantar no ar, sem sair da maravilhosa cama.

Sempre que te ouço gritar, solta-se um adorar devorar-te dentro de mim a crescer.

sexta-feira, março 4

As culpas, podem ser postas só em mim

É maldade. Maldade é aquilo que tenho no coração. Fiz sofrer e já sofri. Cometi erros. Os piores diria eu. Sofri/sofro por ser assim. A cada nova relação aprendo sempre uma lição, um pedaço de amor que é dado e julgava morto dentro de mim. E, se tudo fosse perfeito?  Não ganharia essas experiências. Nem maneiras de ser, de estar, ver e fazer o amor de cada relação ainda melhor.

As culpas, podem ser postas só em mim. Como preferires. Não me importo. Pois já sofro o suficiente, (e sei que tu também sofres) por te ter feito sofrer assim. Daquela maneira tão má. Deveria ter-te dito logo no inicio, mas no inicio tudo era ainda fresco. muito no inicio eu ainda era fresco, verde como aquelas laranjas que parecem limão. Se é que me consegues entender.
Deveria ter-te contado que senti algo por ela no inicio. E sim, tens razão estava cego. E quando me apercebi de que te ia perder, lutei por ti. Foi quando me apercebi de que estava a começar a sentir um grande amor por ti. O que fiz não tem culpa nem qualquer desculpa. Escondi-te o facto é verdade, assim como tu me escondeste o teu. Somos ambos culpados.

Estou triste sim. Por ter feito o que fiz a ti. Só que à medida que o tempo passava, mais certezas tinha de que era de ti que eu gostava. Foi por isso que nunca te disse nada. Porque nunca houve nada. Nunca estive com a rapariga e certamente, nunca iria estar. Tu! Tu fazias-me feliz. Graças a ti, podia dormir bem de noite. Já não me faltava o ar como acontece a partir daquela sexta feira. Fazias-me alegria, pondo-me sempre bem disposto. Nunca te tomei como garantida. Pois sacia como animais que somos, um dia tudo não passaria de um sonho, ou então de um amor irrespondível. Para mim, não foi um sonho, foi uma realidade que levarei comigo numa ponta do coração até que me falhe. Devo-te um obrigado. Foste mais que uma namorada. Uma amiga, uma mulher, um desejo. Foste tudo! E eu? Eu espero ter dado e sido para ti o que sempre esperaste. Amei-te até o coração pedir que parasse de te dar tanto mimo por tanto amor que coloquei em ti.

Nunca digas que eu não fui o suficiente para ti.
Posso ter-te escondido muita coisa, mas o amor, esse sempre foi verdadeiro. Pude não o ter dado em formas de mimo, mas dei-to. Não posso ser mais especifico, porque todos os dias contigo, já te estava a dar amor. Sempre que te dava a mão, um beijo, um mimo, um olhar sobre ti. 

Por outro lado, a inocência que mantens no rosto, faz-me pensar que o amor nunca foi demais.

Tentava cuidar o melhor que podia de ti. Mas sinto que falhei nessa parte.

quarta-feira, março 2

As estrelas perdem o brilho...

As estrelas perdem o brilho, o sol torna-se escuro. Tentei mostrar-lhe o meu amor. Mas ela preferiu tornar-se invisível. Porque eu amava-a e ela não respondeu ao meu pedido.