quarta-feira, dezembro 29

Dás-me vontades...


Dás-me vontades de cometer aquela coisa a que tanto chamam de pecado. 
Ou talvez se possa chamar "amor". 

segunda-feira, dezembro 27

Só te peço que esperes por mim.


É melhor assim. Quando a tua cara é tapada pela distancia, pelo esquecimento que te tenho. Quando o coração grita com saudade as tuas mãos, os teus lábios no meu corpo. Que, é quando o calor do meu corpo se vai dissipando que penso em ti. Que penso como gostava de te ter de novo na minha cama, a dar-me apenas mimos, caricias de felicidade com sorrisos e beijos nos lábios molhados com sabor a café. Ver-te com nitidez, assim que abrisse os olhos. E, quando acordar deste pesadelo, ou ansioso sonho, que mesmo que tudo tenha sido um sonho, espero que sejas real, e que quando novamente abrir os olhos para a realidade, estejas lá. Estejas lá, para dar o amor que preciso, que deixei cair em todos os sonhos que corria atrás de ti, fugindo de todos os maus que me queriam roubar o coração do peito, para que sofresses para sempre, num infinito ultimo olhar.

Sei que não sou perfeito de corpo, não sou perfeito de mentalidades. Mas só te peço que esperes por mim, para quando abrir os olhos, ver que sempre estiveste ao meu lado.

sexta-feira, dezembro 24

Não sou quente, não sou frio.

Não sou quente, não sou frio. Não estou para venda, nem estou vendido. Perdi o jeito de te descrever com as mais sinceras palavras. Rasguei as centenas de páginas que continha guardadas da minha fúria, muito depois de te ires embora. Como se tudo fosse uma lembrança que não queria apagar da minha vida. Tomei comprimidos, andava mais que para lá de ansioso, despreocupado com a saúde, ou com qualquer outro ponto de relativa vivência. Desliguei-me de todos os aparelhos que emitiam aquelas luzes vermelhas. Deixavam-me furioso à noite. Não me deixavam dormir e, faziam perseguições aos meus olhos.

A maneira como te olho, é diferente. O toque que te faço, também mudou.

quarta-feira, dezembro 22

Metes essas mãos quentes no meu rabo e pedes por mais.


Adoro a sensação de quando me tocas. Aquela estranha sensação que se fica pela barriga, elevando o instrumento que vais tocando tão excitante-mente. Sobe a temperatura no quarto. Estás a ficar excitada e era mesmo isso que eu queria. Ver-te a arder com tanto calor que o teu corpo larga descontroladamente. Vi-te a descer as calças até aos joelhos, seguindo-se das cuecas cor-de-rosa, tiraste a blusa e ficaste assim, esperando que tivesse alguma reacção. Deixei estar a camisa, e tirei as calças deixando os boxers. Aproximei-me e teimas-te em tirar-ma a camisola. Escorria suor do meu corpo. O teu estava só quente. Quente de uma loucura profunda de excitação. Viraste as costas e puseste-te de quatro. Aí, mais do que vontade, vou como se fosse uma criança e vinguei-me pela camisola tirada. Penetrei com tanta força, quantos eram os gemidos, mais baixinhos.

Acabaste por ficar toda nua, e procurando uma mesa, sentaste-te em cima dela, abrindo as pernas, chamando-me. Voltei a fazer o mesmo gesto e voltaste a suspirar, a gemer que nem uma louca por sexo. Foram gritos e gemidos durante minutos, que pareciam horas. A mesa abanava, mas não nos importávamos. Sabia tão bem. Aquele entrar e sair. Cada vez que te penetrava, tocava no teu intimo, no fundo desse teu objecto sexual. Estava húmida, quente, mais propriamente a ferver. E era tão boa a sensação, o gosto do molhada a ir e a vir, até que. Liberto a tensão e encho-te com os pequeninos seres alienígenas.

Metes essas mãos quentes no meu rabo e pedes por mais. E mais te dou...