Tenho vontade de te deter nos meus braços. Adorar-te com carinhos, abraços, amor. Levar-te para a cama e, fazer as coisas que os adultos fazem, quando passa das 11 da noite e nós já estamos deitados. Rasgar os botões da tua camisa, desabotoar as calça, enquanto me despes e acaricias o corpo, e me beijas como se tivesses sem folgo. As minhas mãos tremem, sinto o coração a bater mais depressa do que o normal, o arfar constante, faz-me ter arrepios na espinha. Olho-te, de alto a baixo, medindo o teu corpo, o teu peso, a tua beleza exterior.
Estamos nus, neste quarto. Olhamos um para o outro, analisando os nossos corpos, revendo pensamentos, ficando excitados. Perguntamos por onde nos devemos virar, para onde devemos olhar. Devo dizer, que consegues fazer milagres no meu corpo. Cheguei mais perto de ti, tocando de forma tímida, num dos teus seios. Apertei-o devagar e com mais alguma força. Suspirei, encostei-me ainda mais e dediquei-te um beijo nessa mama. Acarinhei-te o corpo. Voltei aos teus olhos de novo. Fechei-os, beijando-te de seguida intensamente, enquanto te ia masturbando, deixando-te excitada e te atrevesses a pegar-lhe e deixar-e penetrar-te.
Ele - Medo de quê?
Ela - Medo de nunca mais te ver.


